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G1 > Economia

Indicadores e notícias sobre a economia no Brasil e no mundo. Dados para posicionamento de empresários e dicas para gerir suas finanças pessoais.


Documento do governo chinês, porém, não estabelece prazo para o objetivo. Pequim foca em segurança alimentar, com coronavírus impactando exportadores de alimentos. Tensões comerciais também geram preocupações em relação à oferta. Vendedor segura peça de carne suína em mercado em Handan, na China REUTERS/Stringer A China tem como objetivo produzir internamente 95% de sua carne suína, indicou um documento governamental com planos para o setor animal do país, que reforça a meta de reconstruir rapidamente seu enorme rebanho de porcos após uma grave epidemia de peste suína africana (PSA). O documento, divulgado no domingo, vem em meio a uma ampliação no foco de Pequim à segurança alimentar, com surtos de coronavírus no exterior impactando exportadores de alimentos e tensões com grandes parceiros comerciais gerando preocupações em relação à oferta. Alemanha confirma novo caso de peste suína africana em javali O documento não mencionou um prazo para que a meta seja atingida. A China, maior consumidora de carne suína do mundo, chegou a ser praticamente autossuficiente na proteína, com as importações respondendo em média por 1% da produção entre 2000 e 2018. Mas no primeiro semestre deste ano, importações de mais de 2 milhões de toneladas atingiram quase 10% do consumo, após a produção doméstica despencar na esteira da epidemia de peste suína africana. Pequim afirmou repetidamente que espera que sua criação de porcos volte aos níveis normais até o ano que vem, tendo lançado uma série de medidas para encorajar os produtores a construir novas áreas de criação de animais. O governo também afirmou que tem metas para o fornecimento interno de 85% das carnes bovina e ovina e mais de 70% do leite consumido no país, além de permanecer autossuficiente em ovos e carne de frango. Os objetivos não são muito diferentes dos níveis atuais, mas a meta para a carne bovina parece "difícil de ser atingida", disse Pan Chenjun, analista sênior do Rabobank. Vídeos: tudo sobre agronegócios

G1

Mon, 28 Sep 2020 22:30:33 -0000 -


G1

Mon, 28 Sep 2020 21:54:20 -0000 -


Com a perspectiva de que mais estímulos podem impulsionar a recuperação da economia americana, setores sensíveis ao crescimento econômico se beneficiaram. Wall Street é a sede das principais bolsas de NY como a New York Stock Exchange (NYSE) Reuters Os investidores se apegaram às expectativas renovadas de que os congressistas em Washington podem chegar a um acordo sobre uma nova rodada de estímulos fiscais e ampliaram as compras no mercado acionário. Como resultado, empresas mais ligadas ao crescimento da economia, como as ações do setor financeiro e de energia, puxaram a alta dos índices em Wall Street. O Dow Jones terminou a sessão em alta de 1,51%, aos 27.584,06 pontos. O S&P 500 avançou 1,61%, a 3.351,60 pontos. O Nasdaq registrou ganhos de 1,87%, aos 11.117,53 pontos. A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse, no fim de semana, que há uma chance de que um acordo sobre uma nova rodada de estímulos fiscais seja alcançado. "Confio no secretário [Steven] Mnuchin para representar algo que pode chegar a uma solução e acredito que chegaremos a um acordo", disse Pelosi, à CNN. Reportagens indicam que um pacote de ajuda poderia ser votado no início do próximo mês, com Pelosi defendendo um suporte de US$ 2,2 trilhões para ajudar os americanos desempregados e empresas duramente atingidas pela pandemia de covid-19. “Há uma preocupação de que o ímpeto da recuperação econômica esteja diminuindo, com o Congresso atrasando novos estímulos”, disse Bruce Bittles, estrategista-chefe de investimentos da Baird, ao MarketWatch. "Agora, parece que estamos perto de conseguir um pacote mais cedo ou mais tarde", afirmou. Com a perspectiva de que mais estímulos podem impulsionar a recuperação da economia americana, setores sensíveis ao crescimento econômico se beneficiaram na sessão desta segunda-feira. Pesquisa mostra disputa apertada entre Donald Trump e Joe Biden nos EUA O segmento de energia (+2,33%) e o financeiro (+2,27%) — que apresentam os piores desempenhos no acumulado de 2020 até o momento — encerraram a sessão desta segunda com ganhos significativos, liderando as altas diárias do S&P 500. Destaques Thomas Hayes, presidente da empresa de gestão de investimentos Great Hill Capital, disse, à Dow Jones Newswires, que sua empresa comprou ações do Wells Fargo e de outros bancos nos últimos dias. Ele espera que essas ações tenham um desempenho melhor do que as ações de tecnologia, que impulsionaram a recuperação do mercado de março a setembro. "É aí que você vai ter um desempenho melhor, com os papéis que foram deixados para trás até agora", afirmou. Ações cíclicas, como as dos bancos, tendem a superar o mercado durante as recuperações das recessões, de acordo com o executivo. Para os estrategistas do Morgan Stanley, a queda do mercado nas últimas semanas era um evento esperado. "A correção recente era inevitável em nossa opinião, uma vez que todos os mercados em alta se consolidam ao longo do caminho, especialmente quando a alta inicial foi tão poderosa", afirmam os analistas de ações da instituição, liderados por Michael Wilson. No pior nível desde junho, Bovespa fecha em queda com temor de piora fiscal Segundo eles, as melhores oportunidades do mercado, atualmente, incluem ações cíclicas, dos segmentos de materiais, indústria e financeiro, além de ações de menor capitalização. No noticiário corporativo, as ações da Devon Energy subiram 11,11% depois que o "Wall Street Journal" informou e a empresa posteriormente confirmou um acordo de fusão com a WPX Energy. A operação pode ajudar as duas empresas a resistir a uma prolongada queda do setor. As ações da WPX subiram 16,44%. Já os papéis do Uber subiram 3,19%, depois de a empresa ter ganhado um recurso sobre a revogação de sua licença operacional em Londres, encerrando temporariamente uma disputa de anos com reguladores em um de seus maiores mercados globais.

G1

Mon, 28 Sep 2020 21:35:48 -0000 -

Preço acompanhou a alta em Wall Street, enquanto as negociações políticas por novas medidas de alívio nos EUA em meio à pandemia de Covid-19 prosseguem. Os preços do petróleo subiram 1% nesta segunda-feira (28), diante de um rali nos mercados acionários globais e de expectativas quanto a um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos, embora o crescente número de casos de coronavírus siga gerando preocupações em relação à demanda por combustíveis, o que tem limitado as altas do petróleo. O petróleo Brent fechou em alta de 0,51 dólar, ou 1,22%, a 42,43 dólares por barril. Já o petróleo dos EUA (WTI) avançou 0,35 dólar, ou 0,87%, para 40,60 dólares o barril. "Na minha opinião, o evento mais provável capaz de mexer no mercado de petróleo, levá-lo ao próximo nível, é a aprovação de um pacote de estímulos (nos EUA) relacionado ao coronavírus", disse Bob Yawger, diretor de Futuros de Energia do Mizuho. Pesquisa mostra disputa apertada pela presidência dos Estados Unidos O petróleo acompanhou a alta em Wall Street nesta segunda, enquanto as negociações políticas por novas medidas de alívio nos EUA em meio à pandemia de Covid-19 prosseguem. A presidente da Câmara norte-americana, Nancy Pelosi, disse no domingo acreditar que um acordo pelo pacote pode ser fechado com a Casa Branca. A desvalorização do dólar, que possui correlação inversa com os preços do petróleo, também ajudou a impulsionar a commodity. Ainda assim, a crise sanitária global, que fez com que o consumo de combustíveis no mundo despencasse, limitou os ganhos do petróleo. "A velocidade da disseminação do vírus é a principal preocupação tanto das autoridades de saúde quanto dos investidores do mercado financeiro", afirmou Tamas Varga, analista da PVM.

G1

Mon, 28 Sep 2020 21:25:43 -0000 -

Bruno Dantas afirmou, em rede social, que indicação de verbas do Fundeb e de precatórios para custear programa é possível 'truque' para 'esconder fuga do teto de gastos'. Relator diz que Renda Cidadã vai ser financiado com recursos do Fundeb e dos precatórios O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas criticou nesta segunda-feira (28), em rede social, a proposta de usar verbas de precatórios e do principal fundo de educação básica para custear o novo programa social do governo, o Renda Cidadã. Segundo Dantas, as propostas parecem "truques" para "esconder fuga do teto de gastos". O ministro disse ainda que o teto, que impede as despesas públicas de crescerem mais que a inflação, não tem estimulado a economia do gasto público, e sim, a "criatividade" dos gestores. "Sobre usar dinheiro de precatórios, também parece truque para esconder fuga do teto de gastos: reduz a despesa primária de forma artificial porque a dívida não desaparece, apenas é rolada para o ano seguinte. Em vez do teto estimular economia de dinheiro, estimulou a criatividade", diz Dantas. O desenho idealizado pelo governo para o Renda Cidadã foi anunciado nesta segunda após reunião entre ministros, líderes partidários e o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o relator do Orçamento 2021, senador Márcio Bittar (MDB-AC), o programa será custeado: por recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), e por recursos previstos no orçamento para o pagamento de precatórios, ou seja, dívidas do governo já reconhecidas pela Justiça. Na postagem, Bruno Dantas critica as duas fontes. Segundo o ministro, usar o recurso do Fundeb – que não está sujeito ao teto – para financiar outro programa é o mesmo que inserir uma exceção no teto de gastos. Para ele, isso deveria ser feito "às claras". "Emenda constitucional pode mudar o teto de gastos? Juridicamente, claro que sim. O problema é o significado político para o compromisso com gestão fiscal responsável. Emenda constitucional pode tirar dinheiro do Fundeb para mascarar mudança do teto? Pode, mas por que tergiversar?", questiona. "Explicando: a EC 95 exclui do teto de gastos a despesa com o FUNDEB. Inflar o FUNDEB para, em seguida, dele tirar 5% para financiar outro programa, é rigorosamente o mesmo que inserir mais uma exceção no parágrafo 6º do art. 107 [da Constituição, onde está previsto o teto]. Por que não fazê-lo às claras?", prossegue Dantas. Veja as principais declarações sobre o programa de renda básica do Governo Federal Novo programa Segundo Márcio Bittar, o novo programa social será incluído na proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata dos gatilhos do teto de gastos. Conhecida como "PEC Emergencial", essa proposta também passará a ser relatada pelo senador. Bittar participou com líderes partidários e ministros de uma reunião no Palácio do Alvorada com o presidente Jair Bolsonaro. Eles fizeram uma pausa no encontro para anunciar à imprensa o novo programa de transferência de renda. Segundo o senador Márcio Bittar, o governo passou os últimos dias buscando uma fonte de financiamento para o Renda Cidadã – o que, diz ele, "não foi fácil". No pronunciamento à imprensa, o governo não deu outros detalhes sobre o Renda Cidadã. Não foi informado, por exemplo, o valor que cada beneficiário receberá ou quando o benefício começará a ser pago. De acordo com o blog do Gerson Camarotti, o valor deverá ficar entre R$ 200 e R$ 300. Proposta do Renda Cidadã cria insegurança, diz economista Outras críticas O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, Felipe Salto, também criticou a proposta, em entrevista à GloboNews. Segundo ele, as fontes de recursos apontadas fazem um "desvio" em relação ao teto de gastos. "É uma medida ruim (adiar os precatórios). Está no limite do que seria considerado calote ou não. Na prática, essa despesa é jogada para a frente. Então, você cria uma incerteza muito grande", disse. Para Salto, a proposta cria a impressão de que o compromisso do governo com o teto de gastos é apenas "para inglês ver". "Você quer manter o teto, mas, para isso, usa mecanismos que representam não cortar, na verdade, nenhum centavo da despesa pública.” O diretor da IFI lembra que as verbas do Fundeb não estão sujeitas ao teto, e que transferir 5% desse orçamento ao Renda Cidadã seria, portanto, uma espécie de "drible" na rega fiscal. "Qual é o jeito de se criar despesa sem afetar o teto? É fazer essas coisas que foram anunciadas hoje: subterfúgios que vão criando um ambiente muito ruim, que lembra muito o da chamada contabilidade criativa, que tão mal fez ao país por meio da distorção das metas de resultado primário." A diretora-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, afirma que o uso do Fundeb é uma tentativa de burlar a lei do teto e que o Congresso Nacional precisa fazer frente a esse tipo de manobra. Já o economista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Ellery afirmou, em rede social, que deixar de pagar precatórios para financiar aumento de gastos é “muito parecido com calote”. A proposta apresentada pelo governo também recebeu críticas do Congresso. O líder do Cidadania na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (SP), afirma que a proposta é frágil. “Estamos dispostos a analisar as propostas que vem do governo, mas o governo precisa melhorar a qualidade do que propõe”, disse. A líder do PCdoB, deputada Perpétua Almeida (AC), diz que a proposta de retirar recursos do Fundeb para financiar o novo programa social é um “calote na educação básica”. “Além de minar os recursos da educação, o governo ainda quer adiar precatórios deixando suas dívidas para outros governos pagarem. Não dá para concordar com essa proposta do governo”, disse.

G1

Mon, 28 Sep 2020 20:13:18 -0000 -


Taxa já existe na loja de aplicativos da companhia, mas alguns desenvolvedores escapam da cobrança ao oferecer plataformas de pagamento alternativas. Política se alinha com prática adotada pela Apple, que desagrada desenvolvedores. Aplicativos distribuídos pela Play Store precisarão pagar 'pedágio' para o Google. Divulgação/Google O Google disse nesta segunda-feira (28) que os desenvolvedores que distribuem aplicativos na loja Play Store serão obrigados a usar o sistema próprio de pagamentos da empresa, que cobra comissão de 30% para cada transação. Essa regra já existe, mas alguns aplicativos "burlam" a cobrança ao oferecer sistemas alternativos de pagamentos para assinaturas e outros itens digitais. Os desenvolvedores terão até 30 de setembro de 2021 para realizar adaptações. Essa mudança alinha a política do Google com a praticada pela Apple, que remove aplicativos que passam por cima da sua plataforma de pagamentos. A cobrança do "imposto" pelas transações causa desconforto entre alguns criadores de aplicativos, que são contra a exigência. A Epic Games, criadora do game Fortnite, processou Apple e Google por considerar a prática desleal e impedir a concorrência. Saiba mais: Epic Games contra Apple: por que o jogo 'Fortnite' está desafiando o modelo de negócios da App Store na Justiça O jogo passou a oferecer um método de compra de moedas digitais que não pagava comissões, e foi removido das lojas de apps do iPhone e do Android. Empresas que estão por trás de aplicativos como Spotify e Tinder se juntaram à Epic e criaram uma aliança para pressionar contra a comissão. As companhias defendem a criação de um código de conduta a ser adotado pelas lojas de apps. Embora a notícia sobre a comissão possa desagradar desenvolvedores, o Google anunciou outras mudanças sobre a distribuição dos aplicativos no Android, atendendo uma das demandas dos criadores. A companhia disse que irá facilitar a instalação de lojas alternativas a partir do Android 12 – que será lançado no ano que vem. Isso permitirá que alguns desenvolvedores incentivem seus usuários a instalar seus aplicativos a partir de outras fontes – como a Galaxy App Store, da Samsung. O Google defende que essa medida irá garantir mais concorrência e que cada loja poderá decidir sobre o seu próprio modelo de negócios – escolhendo cobrar ou não taxas por transações – e que cada aplicativo será livre para escolher onde deseja ser distrubuído. A Play Store vem instalada de fábrica na maioria dos dispositivos Android. Algumas marcas incluem lojas próprias, como a Samsung e Huawei. Assista: últimos vídeos sobre tecnologia no G1

G1

Mon, 28 Sep 2020 19:39:59 -0000 -


Ministro se irritou ao ser questionado sobre denúncia feita por Mandetta: 'Eu tenho mais o que fazer do que preocupar com fofoca de ex-ministro e de ex-deputado' Ministro da Cidadania Onyx Lorenzoni falou sobre pagamento de Auxílio Emergencial, em solenidade em Belo Horizonte Reprodução/TV Globo O pagamento do Auxílio Emergencial no valor de R$ 300 para pessoas que não fazem parte do Bolsa Família começa a partir da próxima quarta-feira (30). O anúncio foi feito pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, durante reunião com o governador mineiro Romeu Zema (Novo) nesta segunda-feira (28), em Belo Horizonte, em que anunciou liberação de recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos. "Até o final da tarde, a gente publica uma portaria que estabelece o pagamento a partir de quarta-feira de mais 30 milhões de pessoas. Já devemos ter publicado no extra de hoje o anexo com calendário de pagamentos. Estamos nos detalhes finais. A partir de quarta-feira a Caixa começa a pagar as pessoas que não estão no Bolsa Família". O ministro também falou sobre o Renda Cidadã, programa que o governo federal pretende implementar no próximo ano. Sem mencionar a polêmica da utilização de recursos de precatórios e também dinheiro federal do Fundeb (Fundo de Financiamento de Educação Básica), Onyx garantiu que já é possível disponibilizar R$ 35 bilhões ao programa. "O Renda Cidadã, nós temos programa pronto há muitos meses, desde quando eu estava na Casa Civil, desde novembro do ano passado. Montamos um programa com três grandes eixos, o primeiro deles é o mérito, a empregabilidade e foco na primeira infância". Segundo o ministro, mais de 1,5 milhão de crianças do Bolsa Família serão premiadas pelo desempenho na escola; dez mil também receberão prêmio por desempenho em jogos estudantis e outros dez mil que tiverem destaque nas olimpíadas do conhecimento. Ao ser questionado sobre a acusação feita pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, de ter feito gravações de deputados durante reunião, Onyx se irritou. “Eu lutei para que aquela proposta feita pelos procuradores da Lava Jato fosse aprovada pelo parlamento. Primeiro, lutei com todas as forças para mantê-las intactas. Esta afirmação é mentira. Segundo, o ex-deputado e ex-ministro sofre de um sintoma muito grave, de falta de luz. Terceiro, eu tenho mais o que fazer do que preocupar com fofoca de ex-ministro e de ex-deputado.” Programa de Aquisição de Alimentos Durante solenidade na Cidade Administrativa, na Região Norte de Belo Horizonte, o Ministro Onyx Lorenzoni anunciou a liberação de R$ 6,2 milhões para o Programa de Aquisição de Alimentos em Minas Gerais. O programa permite que estados e municípios comprem alimentos da agricultura familiar para fornecer a pessoas em situação vulnerável, sem processo licitatório. "Grande massa de pequenos produtores rurais que tiveram renda impactada pela pandemia, devido a ausência de feira e de merenda escolar, tem enfrentado dificuldade muito grande. Este programa vem para dar estabilidade, porque ajuda quem consome e quem produz", finalizou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Veja as principais notícias sobre o Auxílio Emergencial:

G1

Mon, 28 Sep 2020 19:31:08 -0000 -

Informação foi divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional. Alta é reflexo das emissões de títulos, que superaram os resgastes em R$ 31,89 bilhões no mês passado. A dívida pública federal em títulos – que inclui os débitos do governo no Brasil e no exterior – registrou aumento de 1,56% em agosto e atingiu R$ 4,412 trilhões, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta segunda-feira (28). Em julho, a dívida somava R$ 4,344 trilhões. A dívida pública é a emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal. Ou seja, para pagar despesas que ficam acima da arrecadação com impostos e tributos. Senado: combate ao coronavírus fará dívida pública ultrapassar 100% do PIB No mês passado, de acordo com o governo, a dívida subiu porque as emissões de títulos públicos superaram as retiradas de papéis do mercado em R$ 31,89 bilhões. Segundo o governo, também houve apropriação positiva de juros, que é quando eles passam a fazer parte do principal da dívida, no valor de R$ 35,93 bilhões. Em agosto, o Tesouro emitiu R$ 114,102 bilhões em títulos - o maior valor para o mês desde o início da série histórica, em 2006 - e retirou R$ 82,208 bilhões do mercado. O governo espera crescimento da dívida pública neste ano, por causa do aumento de gastos para conter o impacto da pandemia da Covid-19. Investidores estrangeiros Os números do Tesouro Nacional revelam que, em agosto, houve um aumento na participação dos investidores estrangeiros. Em julho, os não residentes no país detinham 9,04% da dívida total, o equivalente a R$ 372,41 bilhões. Já em agosto, essa participação passou para 9,4%, totalizando R$ 392,51 bilhões. A participação de não residentes vinha caindo nos últimos meses. Segundo o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Luis Felipe Vital, o Tesouro espera uma tendência de aumento da participação de não-residentes na dívida pública quando o país avançar com o processo de consolidação fiscal, com as reformas econômicas. Ele destacou que essa alta em agosto pode estar relacionada ao aumento das taxas de juros que atingiram níveis mais atrativos, com taxas de retorno melhores para os investidores. Segundo Vital, o aumento da curva de juros locais mostra preocupação de investidores com o cenário fiscal. Com essa preocupação há uma preferência por títulos de curto prazo. Segundo o Tesouro, as emissões de agosto favoreceram os títulos prefixados de 6 meses e de 48 meses, que são títulos menos arriscados e mais fáceis de vender no mercado doméstico.

G1

Mon, 28 Sep 2020 18:17:13 -0000 -


Grupo de energia e infraestrutura tinha solicitado aval da CVM para procedimento no fim de julho. Interior da usina de etanol da Raízen (da Cosan e da Shell), em Piracicaba (SP). Marcelo Brandt/G1 A Cosan anunciou nesta segunda-feira (28) que pedirá o cancelamento do pedido de registro para oferta inicial de ações de sua controlada Compass Gás e Energia (IPO, na sigla em inglês), citando "a deterioração das condições de mercado". O grupo de energia e infraestrutura tinha solicitado aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para o IPO da Compass no fim de julho, numa operação que deveria ser precificada nesta segunda-feira e que poderia movimentar quase R$ 4,4 bilhões. Bolsa tem quarta semana de queda com avanço da Covid na Europa

G1

Mon, 28 Sep 2020 17:59:33 -0000 -


Financiamento estará disponível a partir de 1º de outubro nas instituições habilitadas. Essa é a primeira de duas parcelas que totalizam R$ 10 bilhões de recursos da União. Programa concede financiamento para empresários via maquininha de cartão Reprodução/RPC O Ministério da Economia liberou, nesta segunda-feira (28), R$ 5 bilhões para financiar microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas. A linha de crédito oferece empréstimo via maquininha de cartão. Essa é a primeira de duas parcelas do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac) na modalidade de garantia de recebíveis, chamada de Peac-Maquininhas. Ao todo, são R$ 10 bilhões de recursos da União. Coronavírus e pequenos negócios: veja o que foi autorizado pelo governo e alternativas para enfrentar a crise A estimativa é que o programa beneficie cerca de três milhões de empresas com faturamento bruto igual ou inferior a R$ 4,8 milhões durante a pandemia do coronavírus. O programa, iniciativa do Congresso Nacional, foi criado por medida provisória em junho e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro em agosto. Na semana passada, ele liberou o crédito de R$ 10 bilhões para a linha. Como funciona o Peac-Maquininhas? A partir de 1º de outubro, as empresas poderão acessar o financiamento nos bancos habilitados a participar do programa. (Veja a lista ao fim da reportagem). As operações são garantidas pelos recebíveis das máquinas de cartão de crédito e débito. O valor a ser concedido está limitado ao dobro da média mensal das vendas recebidas pelas maquininhas de cartão, e limitado à quantia máxima de R$ 50 mil. As instituições financeiras participantes poderão conceder operações de crédito até 31 de dezembro. A taxa de juros será de 6% ao ano, com prazo de 36 meses para o pagamento, incluído o prazo de carência de seis meses. Para aderir ao PEAC-Maquininhas, o empresário deve atender os seguintes requisitos: Em 20 de março de 2020 ter sido enquadrado como MEI, microempresa ou empresa de pequeno porte e estar inscrito no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); Ter vendido bens ou prestação de serviços por meio de máquinas de cartão de débito ou de crédito no período anterior à pandemia; Não ter outras operações de crédito ativas que sejam garantidas por recebíveis de cartão de crédito ou débito. Confira a lista completa de instituições habilitadas ao PEAC-Maquinhas: Agência de Fomento do Estado da Bahia - Desenbahia Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina - Badesc Agência de Fomento do Estado de São Paulo - Desenvolve SP Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro Agência de Fomento do Paraná - Fomento Paraná Banco ABC Brasil Banco Alfa de Investimento Banco BMG Banco Bocom BBM Banco Bradesco Banco BS2 Banco BTG Pactual Banco Caterpillar Banco CNH Industrial Capital Banco Daycoval Banco da Amazônia Banco de Brasília - BRB Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais - BDMG Banco de Lage Landen Brasil Banco do Brasil Banco do Estado de Sergipe Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Banrisul Banco Fibra Banco GMAC Banco Industrial do Brasil Banco Inter Banco John Deere Banco Mercedes-Benz Banco Moneo Banco Randon Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE Banco Rendimento Banco Safra Banco Santander Banco Sofisa Banco Triângulo Banco Votorantim Caixa Econômica Federal Caruana Financeira Itaú Unibanco Omni Banco Sistema Cooperativo Ailos Sistema Cooperativo Sicoob Sistema Cooperativo Sicredi Stara Financeira Coronavírus: 52% dos empresários acreditam que vão crescer após a pandemia Conheça empreendedores que estão superando a crise

G1

Mon, 28 Sep 2020 17:55:26 -0000 -


Companhias aéreas afirmam que o momento atual e intensidade da proposta vão custar mais milhares de empregos e prejudicar o desenvolvimento de tecnologias de emissão reduzida de carbono. A Air France-KLM está se posicionando contra a criação de impostos voltados a grandes emissores de gases causadores de efeito estufa, no momento em que o setor aéreo tenta superar a crise disparada pela queda de demanda devido à pandemia. O grupo franco-holandês, que está sendo sustentado por 10,4 bilhões de euros em empréstimos estatais, corre risco de ter lidar com alta de carga tributária diante dos planos da União Europeia de elevar custos associados a indústrias que emitem muito carbono. Foto de arquivo de 13 de novembro de 2006 mostra um Airbus A380 da Air France decolando do aeroporto de Toulouse, na França Blagnac Eric Cabanis / AFP Enquanto os defensores da medida afirmam que ela já foi retardada por tempo demais, as companhias aéreas afirmam que o momento atual e intensidade da proposta vão custar mais milhares de empregos e prejudicar o desenvolvimento de tecnologias de emissão reduzida de carbono. Novos impostos "não apoiam redução de emissões", disse o presidente-executivo da Air France-KLM, Ben Smith, em resposta ao aumento de taxas na França. "De fato, é contraproducente e vai nos privar de recursos que poderíamos investir em projetos ambienteais", disse o executivo num evento online do setor neste mês. A Comissão Europeia quer reduzir as emissões de gases estufa em 55% sobre níveis de 1990 na próxima década, ante patamar de 40% definido anteriormente. A proposta inclui elevar a tarifa cobrada das companhias aéreas para 30 euros por passageiro de classe econômica nos voos de curta distância e para 400 euros no caso das passagens de classe executiva de voos de longa distância. O nível atual é de 1,5 a 18 euros. Com base no tráfego de 2019, autoridades dizem que o setor pagaria 4,2 bilhões de euros. A partir de 1 de janeiro, vai entrar em vigor na Holanda tarifas avaliadas em 220 milhões de euros com base em níveis de antes da crise. O Greenpeace também abriu uma ação que cobra cortes maiores nas emissões em troca pelo pacote de 3,4 bilhões de euros à KLM. As emissões de gases das companhias aéreas representa 2,5% do total global, mas devem triplicar até 2050. Assista as últimas notícias de economia

G1

Mon, 28 Sep 2020 17:53:38 -0000 -

Governo e Congresso não chegam a acordo sobre reforma tributária O governo não conseguiu viabilizar nesta segunda-feira (28), em reunião no Palácio da Alvora com líderes políticos do Congresso, a proposta de reforma tributária que cria um novo imposto – nos moldes da antiga CPMF – em troca da desoneração da folha de pagamento e da ampliação da isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física. Além disso, o governo encampou uma proposta de financiamento do novo programa social que traz insegurança jurídica com a postergação do pagamento de precatórios, sem corte de gastos. Precatórios são dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça. A ideia para o novo programa, chamado de Renda Cidadã, de usar um percentual dos valores destinados a precatórios, é vista por especialistas em contas públicas e economistas como uma rolagem de dívida e postergação de uma dívida consolidada. Pela proposta encampada, o programa social também receberia uma parte do valor adicional destinado pelo governo ao Fundeb, o fundo para a educação básica. Essa destinação de recursos tem pouca chance de passar no Congresso. Um dos líderes que estavam no encontro da manhã desta segunda-feira, no Palácio da Alvorada, afirmou ao blog que a ideia de um novo imposto foi rejeitada. Chegou-se a aconselhar o governo a conseguir propor a ideia por meio de uma emenda na Comissão Mista da Reforma Tributária, que já existe no Congresso.

G1

Mon, 28 Sep 2020 17:34:37 -0000 -

Em Londres, o índice Financial Times avançou 1,46%, a 5.927 pontos. As ações europeias se recuperaram acentuadamente nesta segunda-feira (28), com os investidores comprando ações enfraquecidas do setor bancário que atingiram uma mínima recorde na semana passada, enquanto dados sinalizaram recuperação na economia chinesa. O índice FTSEurofirst 300 subiu 2,18%, a 1.410 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 2,22%, a 363 pontos, registrando seu maior ganho percentual desde meados de junho depois de uma queda de 3,6% na semana passada. O índice bancário mais amplo disparou 5,6% em sua primeira sessão de alta em oito dias. Muitos países da Europa já vivem a temida segunda onda de infecções do novo coronavírus O HSBC Holdings avançou 8,9% depois que o grupo segurador chinês Ping An , o maior acionista do banco britânico, aumentou sua participação de 7,95% para 8,00%. O Commerzbank subiu 5,6% após nomear um importante gerente do rival Deutsche Bank, Manfred Knof, para liderar o banco. A movimentação das ações, no entanto, estava em linha com o setor mais amplo. A pior venda semanal em três meses levou os caçadores de barganhas a entrarem nas ações europeias nesta segunda-feira, enquanto dados que mostraram que os lucros das empresas industriais da China subiram pelo quarto mês consecutivo em agosto impulsionaram o índice alemão DAX. Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 1,46%, a 5.927 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 3,22%, a 12.870 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 2,40%, a 4.843 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 2,47%, a 19.160 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 2,46%, a 6.791 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 2,33%, a 4.088 pontos. Assista as últimas notícias de economia

G1

Mon, 28 Sep 2020 17:31:49 -0000 -


Estudos do Facebook em parceria com a Deloitte, Banco Mundial e OCDE mostram tendências para hábitos de compras e situação de pequenas empresas que atuam na rede social. Consumidores estão optando por comprar pela internet e muitos escolhem pequenos negócios. Rupixen/Pixabay O Facebook anunciou nesta segunda-feira (28) os resultados de pesquisas globais sobre hábitos de compra durante a pandemia, e impacto da Covid-19 nas Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Os levantamentos mostram que vendas online continuam em alta, apesar do início da flexibilização do comércio nas cidades ao redor do mundo. Além disso, muitas pessoas passaram a priorizar pequenos negócios de bairro durante a pandemia. Pesquisa sobre hábitos do consumidor A "Pesquisa do uso das ferramentas digitais pelo consumidor" foi feita pelo Facebook em parceria com a empresa de consultoria Deloitte e mapeou hábitos de compras das pessoas durante a pandemia. Realizado em julho de 2020 em 13 países, incluindo no Brasil, o estudo aponta que 73% dos consumidores começaram a comprar dos pequenos negócios de bairro durante a pandemia. Para 48% das pessoas que optaram por compras de pequenos negócios, o principal motivo foi a preocupação com a sobrevivência desses empreendimentos. Outros destaques do estudo: 67% dos consumidores que começaram a comprar de novas pequenas empresas relataram que escolheram essas empresas porque elas ofereciam melhores ofertas ou um serviço mais rápido; 54% começaram a fazer compras em novas pequenas empresas relataram que as redes sociais os ajudaram a descobrir essas novas pequenas empresas (locais ou não locais); 39% dos consumidores entrevistados relataram que esperam gastar mais em pequenas empresas no futuro (locais ou não). Pesquisa sobre pequenas empresas O Facebook também realizou a 3ª edição do "Relatório Global sobre a Situação das Pequenas Empresas", em parceria com o Banco Mundial e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A pesquisa é feita mensalmente e busca entender a situação das empresas após as restrições causadas pela pandemia. O atual levantamento traz dados de julho. Saiba mais: Coronavírus e pequenos negócios: veja o que foi autorizado pelo governo e alternativas para enfrentar a crise Quase metade dos entrevistados no Brasil relatou que 50% ou mais de suas vendas foram provenientes de ambientes digitais, como redes sociais ou lojas virtuais (e-commerce). Porém, as vendas tem caído durante a pandemia: 58% das PMEs brasileiras com páginas no Facebook relataram que suas vendas no último mês foram menores do que no mesmo período do ano passado. Veja outros números do estudo: 52% dos proprietários e gerentes de PMEs relataram se sentir otimistas em relação ao futuro de seus negócios; 77% das PMEs lideradas por mulheres e 91% das pequenas e médias empresas lideradas por homens relataram que estavam em atividade e engajadas em alguma atividade geradora de receita; 38% das PMEs operacionais no Brasil relataram ter reduzido o número de funcionários/colaboradores para enfrentar a crise. O levantamento foi feito em julho com 30 mil líderes de pequenas e médias empresas em mais de 50 países, que possuem uma página do seu empreendimento no Facebook. O Facebook tem anunciado algumas iniciativas voltadas para pequenas empresas desde o início da pandemia. A mais recente delas foi a integração com Instagram e Messenger, com uma interface única para que pequenos negócios gerenciem conteúdos das redes sociais da empresa em uma central. As mensagens recebidas pelo Messenger e Instagram Direct também são agrupadas. As empresas poderão configurar respostas rápidas para agilizar a comunicação, por exemplo. Saiba mais: Facebook anuncia integração com Instagram e Messenger para pequenas empresas VÍDEOS: Conheça empreendedores que estão superando a crise

G1

Mon, 28 Sep 2020 16:36:21 -0000 -

Etapa deve incluir a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Deputado Ricardo Barros disse que negociações continuam. Renda Cidadã foi 'solução encontrada dentro do teto', diz Ricardo Barros O líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou nesta segunda-feira (28) que ainda não há consenso em torno da segunda etapa da reforma tributária a ser proposta pelo governo federal ao Congresso Nacional. "A reforma tributária não houve ainda um acordo com os senhores líderes sobre um texto possível. Nós continuaremos trabalhando para que ela possa avançar", disse. A segunda fase da reforma tributária deve prever a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Barros falou com a imprensa no Palácio da Alvorada onde líderes, ministros e o presidente da República, Jair Bolsonaro, debatem nesta segunda-feira (28) medidas econômicas. De acordo com o colunista do G1 Valdo Cruz, líderes pediram na reunião ajustes na proposta a ser apresentada pelo governo. Para compensar a desoneração, o governo propôs na reunião a criação de um imposto sobre transações com alíquota de 0,2%, o que não foi bem recebido por parte dos líderes. Inicialmente, havia a expectativa de que o consenso em torno de qual proposta o governo federal encaminhará aos congressistas fosse formado nesta segunda feira. Líderes partidários e a equipe econômica se reuniram no fim de semana para fechar o "cardápio" de sugestões apresentadas a Bolsonaro, que deverá decidir o texto final a ser encaminhado ao Congresso. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que ficou acertado com líderes que não haverá aumento de carga tributária na reforma. “Primeiro que nós não vamos elevar a carga fiscal. Esse é um comando importante para discussão da reforma tributária”, disse. “É disposição do governo de também fazer a reforma tributária caminhar para que a gente possa ter um ambiente de negócios de maior geração de empregos”, acrescentou. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo tem uma proposta da segunda etapa da reforma tributária encaminhada, mas que o envio formal ao Congresso será definido pela área política. De acordo com Guedes, ainda falta chegar a uma solução para permitir a desoneração da folha de pagamentos de setores da economia. Segundo ele, é preciso discutir incentivos à retomada de emprego para os brasileiros que já estavam ou ficaram sem trabalho e renda com a pandemia do novo coronavírus. Guedes voltou a falar que o governo não pretende aumentar impostos, mas, sim, substituir tributos. “Foi dito com muita propriedade aqui que nós não vamos aumentar impostos. Nós estamos substituindo”, disse. Paulo Guedes diz que governo já tem proposta de Reforma Tributária: 'política dá o timing' Novo programa social Enquanto não há consenso sobre a reforma tributária, o líder do governo na Câmara afirmou que o novo programa social Renda Cidadã será apresentado ao Congresso dentro da chamada PEC emergencial. De acordo com Ricardo Barros, o financiamento do novo programa não vai furar o teto de gastos. O deputado não deu outros detalhes sobre o Renda Cidadã. Não foi informado, por exemplo, o valor do benefício ou quando deverá começar a ser pago. Veja mais vídeos do G1 sobre a reforma tributária

G1

Mon, 28 Sep 2020 16:17:23 -0000 -

Presidente Jair Bolsonaro, ministros e parlamentares fizeram pronunciamento à imprensa sobre o novo programa social. Governo não deu detalhes, como o valor do benefício. Relator diz que Renda Cidadã vai ser financiado com recursos do Fundeb e dos precatórios O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou nesta segunda-feira (28) que a chamada PEC Emergencial vai prever o financiamento de um programa de transferência de renda batizado de Renda Cidadã com recursos do Fundeb e com verbas reservadas no Orçamento para pagamentos de precatórios. Bittar é vice-líder do governo no Congresso Nacional e participou nesta segunda de reunião no Palácio da Alvorada com o presidente Jair Bolsonaro, ministros e líderes partidários para discutir o assunto. O Fundeb é o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. Reúne recursos dos governos federal, estaduais e municipais para financiar a educação básica — da creche ao ensino médio. Os precatórios são dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça — quando alguém ganha um processo na Justiça contra um ente público e tem valores a receber, passa a ter um precatório e entra na fila do pagamento. Segundo Márcio Bittar, o governo passou os últimos dias buscando uma fonte de financiamento para o Renda Cidadã, o que, segundo ele, "não foi fácil". Para entrar em vigor, a proposta ainda terá de ser aprovada pelo Congresso. De acordo com o senador, o governo tem R$ 55 bilhões reservados no Orçamento para quitar precatórios. Segundo ele, para o pagamento dos precatórios, passaria a ser usado o equivalente a 2% da receita corrente líquida da União (soma da arrecadação tributária do governo, excluídas as transferências constitucionais para estados e municípios). A receita corrente líquida para 2021 é de R$ 804,5 bilhões (2% desse total são R$ 16 bilhões). A diferença (R$ 39 bilhões) iria para o Renda Cidadã. "Sempre tem alguma parte que vai ferir alguém, que tem que tirar dinheiro para isso, mas a solução final está dada hoje num consenso. O Brasil tem no Orçamento R$ 55 bilhões para pagar de precatório, e nós vamos utilizar, vai estar na relatoria que eu apresento nesta semana, o limite de 2% das receitas correntes líquidas, que é mais ou menos o que já fazem estados e municípios", afirmou o senador. Após anunciar que parte do programa será financiada com os precatórios, o senador explicou também qual será o papel do Fundeb, para o qual o Congresso aprovou novas regras neste ano. "Então, a proposta é que até 5% do novo recurso do Fundeb sejam também utilizados para ajudar essas famílias que estarão no programa a manterem seus filhos na escola. Então, essas duas fontes de renda são as que apresentaremos na PEC", completou Bittar. No pronunciamento à imprensa, o governo não deu outros detalhes sobre o Renda Cidadã. Não foi informado, por exemplo, o valor que cada beneficiário receberá ou quando o benefício começará a ser pago. De acordo com o blog do Gerson Camarotti, o valor deverá ficar entre R$ 200 e R$ 300. Relatoria O senador Márcio Bittar assumirá oficialmente a relatoria da PEC Emergencial, que cria o acionamento de mecanismos emergenciais de controle de despesas públicas para União, estados e municípios no caso de descumprimento do teto de gastos públicos. A informação é do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Bittar já é o relator da chamada PEC do Pacto Federativo, que dá mais recursos e autonomia financeira para estados e municípios. Há uma articulação para unir as duas propostas sob a relatoria de Bittar. O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), até então relator da PEC Emergencial, já abriu mão formalmente da função após ter sido comunicado do acordo, segundo informou a assessoria de imprensa do parlamentar. Veja as principais declarações sobre o programa de renda básica do Governo Federal Histórico Nos últimos meses, o governo vem debatendo a criação de um novo programa social para substituir o Bolsa Família e abarcar os atuais beneficiários do auxílio emergencial, criado para ajudar trabalhadores informais afetados pela crise do coronavírus. Inicialmente, o programa se chamaria Renda Brasil. Bolsonaro planejava que o benefício tivesse valor de R$ 300. Integrantes da equipe econômica disseram que, para chegar a essa cifra, deveriam ser feitos cortes em outros benefícios sociais, o que desagradou Bolsonaro. O presidente chegou a dizer que daria "cartão vermelho" a quem apresentasse a ele essa proposta e proibiu que se falasse de Renda Brasil dentro do governo. A intenção de criar um novo programa social, no entanto, nunca foi abandonada. A solução encontrada pelo governo foi embutir o projeto na PEC emergencial. A PEC ainda precisa ser apresentada e votada na Câmara e no Senado. Ao abrir o pronunciamento, Bolsonaro disse que o governo busca recursos “com responsabilidade fiscal e respeitando a lei do teto". O teto de gastos determina que as despesas do governo em um ano podem ser reajustadas no máximo pela mesma taxa da inflação do ano anterior. “Queremos demonstrar à sociedade e ao investidor que o Brasil é um país confiável”, disse o presidente.

G1

Mon, 28 Sep 2020 16:01:00 -0000 -


Há registros de recebimento em cinco estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Sementes serão estudadas para diagnóstico fitossanitário e identificação das espécies. Suspeita é que estas sementes vieram da China. Sementes 'misteriosas' que teriam vindo da China serão analisadas em Goiás O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiânia (LFDA) do, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Goiânia, analisa sementes misteriosas que brasileiros receberam por correspondência junto com compras que fizeram on-line. Até esta segunda-feira (28), há registro de recebimento em quatro estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Todo o material será enviado ao laboratório goiano para diagnóstico fitossanitário e identificação das espécies. O laboratório da capital foi escolhido pelo ministério por ser uma das unidades federais que tem referência no trabalho de diagnóstico vegetal. A suspeita, segundo o órgão, é que estas sementes vieram da China. Na última sexta-feira (25), o laboratório goiano recebeu as primeiras sementes que foram identificadas no Mato Grosso do Sul. O material deve ser analisado nesta semana. De acordo com o órgão, as sementes estão chegando em residências ou propriedades rurais sem que seja feito o pedido, juntamente com outras compras. A Agrodefesa e o Ministério da Agricultura alertam para os riscos da manipulação desses materiais ainda não identificados, como a possibilidade da entrada de pragas ou doenças que não existem ou estão erradicadas no país. A orientação é para que não abram, plantem ou joguem fora as sementes. “O recebimento de materiais como sementes sem a devida identificação e solicitação podem levar a riscos como disseminação de pragas e introdução de espécie exóticas. Isso pode dizimar culturas e causar sérios danos na agricultura e meio ambiente. Essas embalagens podem estar contaminadas por vírus ou bactérias. A própria semente também pode ter sido tratada por algum defensivo que possa ser prejudicial à saúde”, explica o chefe de defesa agropecuária do Mapa em Goiás, André Brandão Alves. De acordo com o especialista, quem receber essas sementes deve levá-las para as unidades regionais da Agrodefesa ou diretamente à Superintendência Federal de Agricultura. O morador que receber o produto também pode entrar em contato por meio do e-mail gab-go@agricultura.gov.br ou pelo telefone (62) 3221-7200. Agrodefesa de Goiás analisa sementes misteriosas que brasileiros receberam junto com compras on-line Reprodução TV Anhanguera Veja outras notícias da região no G1 Goiás. VÍDEOS: as últimas notícias sobre Goiás

G1

Mon, 28 Sep 2020 15:03:01 -0000 -


Parte das atividades da empresa foram temporariamente suspensas na Itália e na China, mas já foram retomadas. Vírus de resgate atingiu sistemas de fabricante de óculos. Simon Stratford/Freeimages A italiana Luxottica, maior fabricante de óculos do mundo, sofreu um ataque cibernético com um vírus de resgate e chegou a suspender parte das atividades na Itália e na China para restaurar os sistemas na semana passada. Vírus de resgate (ou "ransomware") são pragas digitais que embaralham os dados dos computadores que contaminam. Com os dados corrompidos, os computadores deixam de funcionar corretamente. Os responsáveis pelo vírus então cobram um valor em dinheiro para oferecer uma ferramenta capaz de restaurar os arquivos, ou seja, o "resgate". Saiba mais: Paciente morre após hospital que sofria ataque cibernético suspender atendimento na Alemanha A Luxottica, vítima deste ataque, é dona da Ray-Ban e fabrica armações em nome de muitas marcas, como Oakley, Emporio Armani, Prada, Polo Ralph Lauren e Chanel. No Brasil – que não foi afetado pelo ataque, segundo a empresa –, a Luxottica também atua no varejo com as Óticas Carol. Os primeiros problemas foram confirmados à imprensa italiana na última segunda-feira (21) por fontes ligadas a sindicatos. Segundo essas informações, funcionários voltaram para casa por conta da indisponibilidade dos sistemas. A Luxottica diz ter 80 mil funcionários no mundo todo. A Luxottica não publicou nenhum comunicado sobre o ocorrido, mas confirmou o ataque ao blog. A empresa comunicou que as atividades já foram retomadas e que 10% dos servidores da empresa foram afetados e recuperados, enquanto outros 14% estão em análise. A maior parte dos sistemas, portanto, não teria sido comprometida. Segundo a companhia, o ataque ocorreu na noite do dia 19 de setembro. O site "BleepingComputer" afirmou que um funcionário da companhia relatou que o ataque teve efeitos em escritórios no mundo todo. Ao blog, a empresa só confirmou suspensões parciais e temporárias na China e na Itália. Em ataques recentes, os responsáveis por vírus de resgate têm ameaçado divulgar informações capturadas dos servidores contaminados. Até o momento, nenhum indício dessas ameaças contra a Luxottica apareceu nos sites mantidos pelos criminosos. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com VÍDEOS: Aprenda dicas sobre segurança digital l

G1

Mon, 28 Sep 2020 14:49:19 -0000 -

Foram 197.680 contratações, frente às 104.312 de agosto do ano passado. Quase um milhão de vagas temporárias devem ser criadas até o fim do ano As contratações por meio de vagas temporárias cresceram 89,5% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2019. Foram 197.680 contratações, frente às 104.312 de agosto do ano passado. O aumento vem em meio ao impacto da pandemia do novo coronavírus, que fez avançar o desemprego no país. Mesmo diante desse cenário, o trabalho temporário - no formato da Lei Federal 6.019/74 e do Decreto nº 10.060/2019 - tem ganhado destaque por ser uma opção formal de contratação rápida, flexível e que garante segurança jurídica tanto para os trabalhadores quanto para os contratantes, segundo a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem). As contratações realizadas por meio da modalidade superaram em 20,7% a projeção da Associação Brasileira do Trabalho Temporário. "Esperávamos ter a geração de 163.769 novas vagas em agosto deste ano. Mas o resultado foi surpreendente", afirma o presidente da associação, Marcos de Abreu. Setores Das contratações temporárias em agosto, 65% delas foram realizadas pelo setor da indústria, 28% de serviços e 7% do comércio, sendo que o motivo para a abertura de vagas foi a demanda complementar de trabalho, segundo pesquisa realizada pela Asserttem com as agências associadas. "Como já era esperado, o setor da indústria garantiu a boa performance das contratações de trabalhadores temporários no mês de agosto, pois segue repondo seus quadros de funcionários para suprir a demanda do mercado", destaca Abreu. Os principais segmentos do setor industrial que demandaram reforços de trabalhadores temporários foram: Alimentos (35%), Farmacêutica (19%), Embalagens (15%), Metalúrgica (11%), Mineração (8%), Automobilística (8%) e Agronegócio (4%). Dentre os estados, os que mais se destacaram na contratação temporária para a indústria foram São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Pará e Rio Grande do Sul, seguidos por Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia e Maranhão. Para Abreu, a modalidade de contratação temporária proporciona que as empresas atendam a suas demandas urgentes e emergenciais e ganhem fôlego durante a retomada até conseguir efetivar os trabalhadores novamente. A associação estima que mais de 1,9 milhão de trabalhadores temporários serão contratados neste ano, um aumento de 28% em relação a 2019. Entre julho e dezembro em comparação ao mesmo período do ano passado, a entidade projeta crescimento de 12% na criação de vagas temporárias - poderão ser geradas no período mais de 900 mil vagas temporárias, frente às 800 mil de 2019. Entenda o trabalho temporário O trabalho temporário é prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços ou cliente. E essa contratação é somente para atender à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços. A duração do contrato de trabalho máxima é de até 180 dias, com a possibilidade de ser prorrogado uma única vez por até 90 dias corridos, independentemente de a prestação de serviço ocorrer em dias consecutivos ou não. Ou seja, o prazo deve ser contado de forma corrida, considerando a contagem também dos intervalos contratuais, e não apenas considerando só os dias efetivamente trabalhados. Direitos trabalhistas previstos no contrato temporário: jornada de trabalho de, no máximo, oito horas diárias - mas poderá ter duração superior na hipótese de a empresa tomadora de serviços utilizar jornada de trabalho específica; as horas que excederem à jornada normal de trabalho serão remuneradas com acréscimo de, no mínimo, 50%; acréscimo de, no mínimo, 20% da remuneração quando o trabalho for noturno; descanso semanal remunerado; remuneração equivalente à dos empregados da mesma categoria da empresa tomadora de serviços, calculada à base horária, garantido, em qualquer hipótese, o salário-mínimo regional; pagamento de férias proporcionais, calculado na base de um 1/12 do último salário; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); benefícios e serviços da Previdência Social; seguro de acidente do trabalho; anotação da condição de trabalhador temporário na Carteira de Trabalho e Previdência Social Assista a mais notícias de Economia:

G1

Mon, 28 Sep 2020 14:37:15 -0000 -

Clientes devem estar atentos e fazerem cadastro no sistema diretamente pelo site ou aplicativo da instituição financeira, em ambiente logado. Pré-cadastro do sistema de pagamentos PIX vira isca para golpes na internet Previsto para começar a operar em novembro, o Pix, sistema criado pelo Banco Central que vai permitir transações quase instantâneas, já vem sendo usado por golpistas contra os consumidores. Para se preparar para o início das operações, as instituições financeiras já estão convidando seus clientes a cadastrarem suas “chaves” no sistema – dados que servirão de identificação para as transações, e que podem ser o CPF, número de celular, e-mail ou outra informação. Mas criminosos estão se aproveitando desse movimento para obter informações sigilosas e senhas, enganando os consumidores ao fazê-los se cadastrarem em um site falso. PIX, novo sistema de pagamentos desenvolvido pelo BC, vai permitir transações instantâneas; entenda Em muitos casos, a mensagem, traz um link para supostamente fazer o pré-cadastro no Pix, mas leva a um site falso. A regra é desconfiar sempre. O Brasil está entre os cinco países com mais vítimas de phishing – golpe em que o criminoso engana a vítima para conseguir dados pessoais, como senhas de banco. Só de abril a junho, 13% dos usuários de internet no país acessaram pelo menos um link que direcionava para um site criminoso. Segundo Fabio Assolini, analista de segurança da fabricante de antivírus Kaspersky, foram identificados mais de 30 milhões de ataques do tipo só no Brasil em 2019. “O e-mail falso é barato. E não requer muito conhecimento técnico, portanto o fraudador consegue enviar milhões de e-mails, mesmo que duas ou três pessoas caiam no golpe, isso já é lucrativo para eles”, diz Assolini. O chefe de Estrutura de Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Brandt, recomenda aos consumidores fazer o cadastro pelo aplicativo do banco de que já é cliente, ou pela página do próprio banco na internet, em ambiente logado. “Ali estarão as informações, todo o processo, de uma forma segura, em um ambiente totalmente seguro”, diz. “Lá em novembro, quando de fato nós lançarmos o PIX, aí sim ele vai poder fazer transferências, mas sempre logado dentro do internet banking ou o próprio aplicativo da instituição financeira”, completa Caio Fernandes, chefe de Infraestrtura do BC. “A dica é: não saia clicando sem antes verificar se o e-mail realmente foi enviado pelo seu banco”, ressalta o analista Assolini. Assista as últimas notícias de economia

G1

Mon, 28 Sep 2020 14:31:39 -0000 -


Já são 36 casos da doença no país, todos registrados em animais selvagens. Criação de porcos no Brasil Divulgação/Jonas Oliveira/AEN Um novo caso de peste suína africana foi confirmado em um javali selvagem na Alemanha, no estado de Brandemburgo, ao leste do país, disse o ministério da agricultura nesta segunda-feira (28). Já foram 36 casos confirmados desde o primeiro, em 10 de setembro. Todos foram registrados em animais selvagens e suínos de fazendas não foram afetados, segundo a pasta. A China e diversos outros compradores suspenderam importações de carne suína da Alemanha neste mês, depois que o primeiro caso foi confirmado, o que levou os preços da carne suína na China a dispararem. VÍDEOS: mais notícias do agronegócio

G1

Mon, 28 Sep 2020 14:31:23 -0000 -


País vizinho é o maior exportador mundial de farelo de soja e o terceiro de milho e soja. Caminhões descarregam soja em unidade de processamento na região do porto de Rosario, Argentina REUTERS/Nicolás Misculin O carregamento de navios com grãos na Argentina foi temporariamente suspenso nesta segunda-feira (28) devido a uma paralisação de 24 horas de fiscais do setor, que demandam maiores salários e redução de jornada, disse o diretor geral da câmara de portos privados do país, Martin Brindici. O sindicato que representa trabalhadores portuários argentinos da indústria de grãos disse no domingo (27) que faria uma paralisação a partir da meia-noite, após fracasso em negociações sobre o acordo coletivo de trabalho. O sindicato Urgara, que representa os fiscais que verificam a qualidade dos grãos antes que estes sejam embarcados nos navios, exortou seus trabalhadores a "cessarem toda ... atividade nos portos pelo país". A câmara dos portos confirmou que a paralisação dos trabalhos teve início à meia-noite. Os trabalhadores da Urgara são fundamentais para a operação dos portos e embarque de grãos da Argentina, grande exportador global. O sindicato disse antes que teria uma reunião na terça-feira com o ministro do Trabalho, Claudio Moroni, para discutir uma possível conciliação com a Câmara de Portos Privados. A Argentina é o maior exportador mundial de farelo de soja e o terceiro de milho e soja. VÍDEOS: mais notícias do agronegócio

G1

Mon, 28 Sep 2020 14:23:18 -0000 -

Proposta deve prever a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Texto pode ser enviado ainda nesta segunda-feira ao Congresso. O presidente Jair Bolsonaro iniciou por volta de 11h desta segunda-feira (28) uma reunião no Palácio da Alvorada com ministros e líderes de partidos aliados para finalizar a proposta da segunda fase da reforma tributária. (ATUALIZAÇÃO: Relator diz que Renda Cidadã vai ser financiado com recursos do Fundeb e dos precatórios) Bolsonaro e os parlamentares deverão discutir ajustes na proposta, que foram solicitados por líderes partidários em um encontro com a equipe econômica realizado no domingo (27). Se o presidente der aval, o texto deve ser enviado ao Congresso ainda nesta segunda. Essa etapa da reforma tributária deve prever a desoneração da folha de pagamento, que seria compensada por um novo tributo. Bolsonaro se reúne com equipe econômica para discutir segunda etapa da reforma tributária Também deve ser feita uma reformulação do Imposto de Renda da Pessoa Física, elevando a faixa de isenção dos atuais R$ 1.903,98 para R$ 3.000. Foram chamados para a reunião os ministros Braga Netto (Casa Civil); Paulo Guedes (Economia); Fábio Faria (Comunicações); Jorge Oliveira (Secretaria-Geral); Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo); e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). Entre os parlamentares, são previstas as presenças dos líderes do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE); na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR); e no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), além de líderes de partidos aliados. De acordo com o blog do Gerson Camarotti, a reunião vai discutir também o novo programa social do governo, que se chamaria Renda Cidadã e pagaria benefícios num valor entre R$ 200 e R$ 300, ainda não definido.

G1

Mon, 28 Sep 2020 14:21:19 -0000 -

Estimativa de rombo foi informada por Waldery Rodrigues (Fazenda) e inclui gastos públicos, renúncia de receitas para combater a pandemia além de perda de arrecadação com crise. O rombo nas contas do setor público consolidado, que englobam o governo, os estados, municípios e empresas estatais, deve atingir R$ 895,8 bilhões em 2020, estimou o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, nesta segunda-feira (28). Esse déficit que, se confirmado, será o pior resultado da série histórica do Banco Central, está diretamente ligado aos gastos do governo para combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus, e que, segundo Rodrigues, já chegam a R$ 607,2 bilhões (leia mais abaixo). Os dados constam de balanço das medidas de combate ao novo coronavírus divulgado pelo secretário durante uma audiência pública na comissão especial do Congresso Nacional que acompanha as ações do governo relacionadas à Covid-19. A estimativa é de que as contas do governo registrem um rombo primário (sem considerar os gastos com juros da dívida) de R$ 871 bilhões neste ano, que os estados e municípios apresentem um déficit de R$ 23,6 bilhões, e que as estatais tenham um resultado negativo de R$ 1,2 bilhão. Contas do setor público registram maior rombo para um mês de julho Além dos gastos com o coronavírus, e a renúncia de arrecadação com redução de tributos, o cálculo também considera uma retração de 4,7% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Esse forte tombo da economia gera reflexos negativos na arrecadação dos governo, estados e municípios. Essa é a primeira aparição pública do secretário de Fazenda depois de ter divulgado estudos para congelar o benefício de aposentados, o que gerou forte reação por parte do presidente Jair Bolsonaro, desautorizando a análise da área econômica. Antes do início da participação do secretário, o presidente da comissão mista, senador Confúcio Moura (MDB-RO), lembrou que Waldery Rodrigues é um consultor do Senado Federal que tem servido ao governo federal, também em gestões anteriores. Segundo ele, Waldery tem "brilhante qualificação", o que fez com que ele conseguisse o respeito de várias equipes econômicas. "Vamos centrar fogo na reunião no coronavírus, suas consequências, no ajuste fiscal, no desequilíbrio fiscal, no crescimento [da economia] e em dados técnicos para que possamos instruir os senadores, relator, todos os demais. Não vamos abrir leque fora da pauta objeto da nossa reunião, para não perder foco, ficar com bate-bocas, coisas que nunca fizemos na reunião", disse o senador. Ações para combate à Covid De acordo com Waldery Rodrigues, R$ 586,6 bilhões das ações do governo concentram-se em gastos, sendo o maior deles o auxílio emergencial para os vulneráveis, com estimativa de um valor total de R$ 322 bilhões. Além disso, também foram autorizadas reduções de impostos neste ano, sendo o principal deles a zeragem do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), o que ampliou o valor total das ações (considerando gastos e renúncia de arrecadação) para R$ 607,2 bilhões em 2020. Do total de gastos estimados para este ano no combate à pandemia, painel do Tesouro Nacional informa que R$ 412 bilhões já foram feitos até a última sexta-feira (25). "Temos um aumento dos gastos, que é considerável até comparando com as discricionárias, e é um valor que ninguém antecipava. Gasto que não estava nos nossos planos, mas estamos realizando de forma legítima e justificada para proteção aos mais vulneráveis e manutenção do emprego e da renda", declarou Waldery Rodrigues. De acordo com o secretário, o valor de mais de R$ 600 bilhões com as ações do governo no combate à Covid-19 representa mais de cinco vezes o valor das despesas discricionárias do governo (gastos livres, ou seja, que não são obrigatórios) neste ano, próximo de R$ 100 bilhões. Ele voltou a defender o teto de gastos, mecanismo aprovado em 2016, com validade de 2017 em diante, pelo qual a maior parte das despesas do governo não pode crescer acima da inflação do ano anterior. Waldery classificou o teto de gastos como sendo uma "super âncora" fiscal, necessária para manter o descontrole das contas públicas. Segundo Waldery, dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) indicam uma recuperação em "V" (forte queda do nível de atividade, seguida de uma retomada também intensa) na indústria, comércio e construção. No caso dos serviços, porém, a recuperação não está sendo tão forte, segundo ele. Juliana Rosa: ‘Não respeitar teto de gastos significa o Brasil não atrair investimentos’ Renda mínima Questionado por parlamentares, o secretário de Fazenda afirmou que o novo programa de renda mínima, que visa substituir o Bolsa Família após o fim do auxílio emergencial, está sendo discutido pelo ministro Paulo Guedes, da Economia, com lideranças do Legislativo e será anunciado no “tempo devido”.

G1

Mon, 28 Sep 2020 14:07:41 -0000 -


Para economista, incertezas sobre prorrogação do auxílio emergencial e sobre reformas administrativa e tributária deixaram empreendedor à espera. A demanda das empresas por crédito caiu 6% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com o indicador da Serasa Experian. Foi o segundo mês consecutivo de queda. Na análise por porte, as micro e pequenas empresas registraram o maior recuo (6,1%), seguidas das médias (4,7%) e grandes (1,5%). Para o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, as incertezas sobre a prorrogação do auxílio emergencial e sobre as reformas administrativa e tributária colocaram os empreendedores em compasso de espera. “Além das dúvidas sobre a prorrogação ou não do auxílio emergencial, o governo também não deu uma sinalização clara sobre as reformas. Essas incertezas deram uma esfriada no ânimo dos empresários, que preferiram aguardar o desenrolar desses temas”, avalia. Demanda das empresas por crédito Economia G1 Por região, o indicador mostra que apenas o Norte apresentou alta, de 0,3%. A maior queda foi verificada no Sudeste (8,1%), seguido de Sul (4,5%) e Nordeste e Centro-Oeste, com recuo de 4,3% cada. Quando considerado o setor, a indústria foi o segmento que apresentou maior recuo, de 7,8%. Comércio teve a menor retração, de 5,6%. “No caso das micro e pequenas empresas o auxílio emergencial foi essencial para a sobrevivência delas e, na dúvida sobre a continuidade, os empreendedores decidiram postergar a busca por crédito. Acredito que esse também foi o sentimento dos médios e grandes empresários”, pondera Rabi. Assista as últimas notícias de economia

G1

Mon, 28 Sep 2020 13:56:31 -0000 -


g1

Mon, 28 Sep 2020 13:26:26 -0000 -


Nesta segunda-feira, Ibovespa teve queda de mais que 2%, abaixo dos 95 mil pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, teve queda acentuada na tarde desta segunda-feira (28), depois de uma manhã no positivo, refletindo a cautela de agentes do mercado com o fiscal do país, após o anúncio do governo do programa Renda Cidadã, que deverá substituir o Bolsa Família. O Ibovespa teve queda de 2,41%, a 94.666 pontos. É a pior pontuação desde 26 de junho, quando marcava 93.834 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,01%, a 96.999, acumulando baixa de 1,35% na semana. Com o resultado, a bolsa passou a acumular baixa de 4,73% no mês e perda de 18,14% no ano. O dólar, por sua vez, teve alta de 1,42%, cotado a R$ 5,6358. Governo deve apresentar nesta segunda (28) parte da reforma tributária Cenários O mercado recebeu negativamente o sinal verde do presidente Jair Bolsonaro para fechar a proposta do Renda Cidadã, programa de transferência de renda a ser criado em substituição ao Bolsa Família. Apesar da afirmação do senador Marcio Bittar de que o programa será custeado com a verba do próprio Bolsa Família, com sobra de recursos após pagamento de precatórios e com uma fatia da verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), não foi divulgado o valor do novo programa. A escassez de informações a respeito elevou a aversão ao risco de investidores, comentou Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Nova Futura Investimentos. "O mercado prefere esperar um pouco e tomar uma posição mais cautelosa", afirmou. No exterior, o viés era de recuperação nas principais bolsas, em movimento apoiado por um cenário global de arrefecimento na aversão ao risco. Dados mostrando que os lucros das empresas industriais da China cresceram pelo quarto mês consecutivo em agosto ajudavam a melhorar um pouco o humor dos investidores, em meios às permanentes incertezas sobre o ritmo de recuperação econômica global. Na Ásia, o índice de blue-chips da China (ações mais negociadas) avançou após empresas industriais registrarem crescimento do lucro pelo quarto mês seguido em agosto, indicando recuperação contínua da segunda maior economia do mundo da crise de coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,26%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,06%. As ações europeias se recuperaram com os investidores comprando ações enfraquecidas do setor bancário que atingiram uma mínima recorde na semana passada, enquanto dados sinalizaram recuperação na economia chinesa. O índice FTSEurofirst 300 subiu 2,18%, a 1.410 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 2,22%, a 363 pontos, registrando seu maior ganho percentual desde meados de junho depois de uma queda de 3,6% na semana passada. Nos EUA, a expectativa é com o início dos debates nesta semana entre o presidente Donald Trump e seu concorrente, Joe Biden, para a vaga da presidência. "A expectativa é que o mercado acionário passe a incorporar o sobe e desce das pesquisas, o que representa uma maior volatilidade ao longo do mês nas bolsas de valores do país e sua influência nos seus pares em outros países", destaca a equipe da Mirae Asset. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Veja vídeos: últimas notícias de Economia O Ibovespa teve queda de 2,41%, a 94.666 pontos. É a pior pontuaçã e

G1

Mon, 28 Sep 2020 13:09:31 -0000 -

Crédito ofertado a empresas cresceu 2,4% no mês. Oferta a pessoas físicas registrou alta de 1,5%, segundo Banco Central. Perfil dos empreendedores no Brasil: 6 em cada 10 empresários não conseguiram crédito O volume total do crédito ofertado pelos bancos cresceu 1,9% em agosto, para R$ 3,736 trilhões. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Banco Central. De acordo com o BC, o mês registrou alta de 2,4% no volume do crédito bancário ofertado a empresas, para R$1,646 trilhão. No caso de pessoas físicas, o crescimento da oferta foi de 1,5%, para R$2,090 trilhões. Segundo a instituição, em doze meses, o crescimento do estoque de crédito disponível subiu de 11,3% para 12,1%. A alta foi estimulada pelas operações com empresas (de 15,1% para 16,7%), enquanto as operações com famílias subiram de 8,4% para 8,8%. O aumento no crédito bancário nos seis primeiros meses deste ano está relacionado às medidas adotadas pelo Banco Central para liberar às instituições financeiras mais recursos destinados a empréstimos em meio à pandemia do novo coronavírus. Porém, ainda há relatos de dificuldades por parte de pequenos empreendedores no acesso a linhas de crédito emergenciais, ofertadas pelos bancos com garantia do governo federal. O governo estuda mais recursos para o Pronampe, que já teve sua segunda fase de financiamento aberta e esgotada -- foram 14 bilhões em crédito para micro e pequenos empreendedores. Taxa de juros do cartão de crédito chega a 310,2% ao ano Juros bancários A taxa média de juros para pessoas físicas caiu 0,9 ponto percentual no mês passado – de 39,9% para 39%. A taxa para pessoa jurídica ficou estável em 12,4%. Os juros das operações com cartão de crédito rotativo tiveram queda de 1,8 ponto percentual no período, passando de 312% ao ano em julho para 310,2% em agosto. O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado por quem não quer ficar inadimplente, mas não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento. Essa é uma das linhas de crédito mais caras do mercado e, segundo analistas, deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente. Os juros bancários médios com recursos livres (sem contar habitacional, BNDES e rural) de pessoas físicas e empresas, por sua vez, recuaram de 27,3% ao ano, em julho, para 26,7% ao ano no mês passado. Brasileiros recorreram mais ao cartão de crédito e cheque especial em agosto Cheque especial ​Segundo o BC, o juro anual do cheque especial teve um aumento de 0,9 ponto percentual de julho para agosto, passando de 111,5% ao ano para 112,6%. A variação no mês foi de uma alta de 0,1 ponto percentual, com a taxa subindo de 6,4% em julho para 6,5% em agosto. Em doze meses, a redução foi de 142,8 pontos percentuais, segundo o órgão. Em 2020, os juros do cheque especial estão limitados pelo Banco Central a no máximo 8% ao mês, próximo de 150% ao ano. Mas, os bancos podem cobrar pela oferta de limite acima de R$ 500 no cheque especial. A taxa de 0,25% sobre esse limite pode ser aplicada uma vez por mês. Em agosto, o saldo do crédito em cheque especial ficou abaixo dos R$ 20 bilhões. Em julho, o valor também ficou abaixo desse patamar. Segundo ochefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, a diminuição do saldo no cheque especial é benéfica pois a modalidade é uma das mais caras. Uso do cartão de crédito Em coletiva de imprensa, Fernando Rocha destacou o aumento do uso de cartão de crédito à vista. Em agosto, o saldo do crédito à vista no cartão foi de R$ 186 bilhões. Aumento de 5,9% em relação a julho e de 15,6% no trimestre. O mês de 2020 com o menor saldo nessa modalidade de crédito foi maio, com R$ 161 bilhões. Em janeiro o saldo era de R$ 211,6 bilhões e em fevereiro de R$ 202,5 bilhões. Compra de veículos Rocha também destacou a contratação de financiamento para compra de veículos. Essa modalidade teve novas contratações no valor de R$ 10,7 bilhões em agosto, mesmo montante de julho. Em junho foram R$ 9 bilhões. No trimestre, o crescimento é de 59,3%. O setor começou o ano com R$ 11 bilhões de concessões de créditos em janeiro. Com a pandemia, o montante mensal caiu para R$ 4,4 bilhões em abril. Mas cresceu em maio, com R$ 6,2 bilhões. Veja os vídeos mais recentes sobre economia no G1

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Mon, 28 Sep 2020 13:05:56 -0000 -


Funcionamento da empresa foi revogado em 2019 pelo órgão regulador de transportes local, que alegou falhas na segurança do aplicativo. Nova licença é de 18 meses. Uber Getty Images via BBC A Uber venceu um recurso contra uma ação que impedia seu funcionamento em Londres, movida pelo Transport for London (TfL), órgão regulador de transportes local. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (28), após o tribunal responsável classificar o aplicativo como "adequado" e conceder uma nova licença de 18 meses. O juiz Tan Ikram, da corte de magistrados de Londres, disse ter considerado o "histórico de violações de regulamentos" da empresa. Por outro lado, também afirmou que a Uber está trabalhando para melhorar seus padrões, o que considerou "satisfatório". O aplicativo disse que melhorou os sistemas de verificação de documentos de seguro e implementou identificação em tempo real para reforçar a segurança do serviço. "Esta decisão é um reconhecimento ao compromisso do Uber com a segurança e seguiremos trabalhando de forma construtiva com a TfL", afirmou a plataforma em um comunicado. Licença revogada em 2019 A Uber teve sua licença de funcionamento revogada pelo Transport for London em novembro de 2019, que alegou ter encontrado problemas de segurança para passageiros, como a identidade de alguns motoristas. Além disso, o órgão regulador afirmou que figurava o elevado número de "motoristas não autorizados registrados na plataforma que se aproveitam das vulnerabilidades do aplicativo para transportar milhares de passageiros". "Um problema chave identificado" no app permitiu que dezenas de motoristas falsificassem suas identidades, inserindo fotografias nos perfis de outros motoristas. Isso "ocorreu em pelo menos 14.000 viagens", afirmou o TfL na época. "Outra falha permitiu a motoristas expulsos ou suspensos criar uma nova conta no Uber e continuar trabalhando como se nada tivesse acontecido", completou a agência. VÍDEO: Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery Motoboys e entregadores na pandemia: como é a rotina no delivery

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Mon, 28 Sep 2020 12:46:01 -0000 -

Empresas são Porto Seguro, Bizpro e Getnet. As empresas Porto Seguro, Bizpro e Getnet estão com vagas de emprego, estágio e trainee abertas. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Porto Seguro A Porto Seguro está com inscrições abertas para os programas de Estágio e de Trainee que, juntos, somam 32 vagas em diferentes áreas do Grupo Porto Seguro. Os interessados em ingressar no Programa de Estágio têm até o dia 9 de outubro para garantir sua inscrição, que pode ser feita através do site http://estagioportoseguro2020.com.br/. Com duração de até dois anos, o programa tem início previsto para dezembro e oferece 11 vagas nas áreas de produtos, investimentos, novos negócios, precificação, serviços, atuária, além de crédito financiamento, todas para a matriz da companhia, em São Paulo – neste momento com atuação via home office. Podem se candidatar estudantes com conclusão de ensino superior prevista para dezembro de 2022 e disponibilidade semanal de 20 a 30 horas. O processo seletivo será 100% online e dividido em cinco etapas: inscrição, avaliação educacional (assessments), dinâmica de grupo, painel e entrevistas. As inscrições para o Programa de Trainee, por sua vez, devem ser feitas pelo link www.traineeportoseguro.com.br e vão até 25 de outubro. Os profissionais selecionados ingressarão na companhia em janeiro de 2021 e atuarão como líderes de projetos estratégicos e relevantes para o negócio da empresa. Ao todo são 21 vagas, sendo uma para o Rio de Janeiro, que envolvem áreas como cartão de crédito, serviços e soluções financeiras e oferecem benefícios como plano de saúde e odontológico, previdência privada, seguro de vida e bolsa de estudos. Os candidatos devem preencher alguns pré-requisitos como, por exemplo, ter se formado entre julho de 2017 e dezembro de 2020, possuir inglês intermediário e desejável experiência profissional. O processo seletivo para o Programa de Trainee também será online e dividido em cinco etapas: inscrição, jornada de testes on-line, desafio, painel de negócios e feedbacks. Bizpro A Bizpro, empresa de atendimento, está com mais de 180 vagas abertas para analista de processos e requisitos; analista de planejamento call center; analista de atendimento sac de seguros; estágio nível superior; supervisor; monitor de qualidade e multiplicador de treinamento. Para concorrer é preciso residir na cidade de São Paulo e ter escolaridade a nível técnico ou superior. Durante o processo, os participantes encontrarão um quiz que vai testar diversos tipo de conhecimentos e traçará um perfil de cada candidato. Aqueles que tiverem as características em maior acordo com o que a empresa procura serão convidados a participar de entrevistas e dinâmicas presenciais. Os interessados devem acessar o site: https://taqe.app.link/dghjN9yrT8. Getnet A Getnet, empresa de tecnologia do Grupo Santander Brasil especializada em soluções digitais de meios de pagamentos, abriu as inscrições para o seu Programa de Estágio edição 2021. As vagas estão divididas para atuação nos escritórios de São Paulo e Porto Alegre. As inscrições vão até 19 de outubro e podem ser feitas no site https://site.getnet.com.br/carreiras/programa-de-estagio-getnet/. Os estudantes precisam ter a conclusão do curso prevista entre junho de 2022 e dezembro de 2023. Os cursos contemplados são de bacharel ou tecnólogo em Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas da Informação, Processamento de Dados, Gestão da Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Matemática/Estatística, Física, Administração, Economia, Marketing/Marketing Digital, Comunicação Social, Relações Internacionais, Design, Ciência Contábeis, Logística, Direito, Pedagogia, Psicologia e Engenharia. Os estudantes precisam ainda ter conhecimento intermediário do Pacote Office e disponibilidade para estagiar por seis horas diárias. Além disso, ter domínio de inglês ou espanhol será considerado diferencial. O processo seletivo acontece até dezembro e inclui testes, dinâmicas e entrevistas. Os selecionados deverão iniciar as atividades na empresa em fevereiro de 2021. Todas as vagas de estágio da Getnet oferecem como benefícios ­­vale-refeição, vale-alimentação, vale-transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida, Gympass, quick massage, day off para comemorar o aniversário e Dia da Fruta. Assista a mais notícias de Economia:

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Mon, 28 Sep 2020 12:45:36 -0000 -


Ouça as vantagens que a nova tecnologia de pagamentos instantâneos do Banco Central deve trazer ao usuário e os desafios que ela terá de enfrentar no país. A partir de 16 de novembro, os consumidores poderão realizar pagamentos e transferências bancárias com o PIX, tecnologia de pagamentos instantâneos desenvolvida pelo Banco Central. Com o sistema, pessoas físicas poderão realizar movimentações financeiras e pagamentos em até dez segundos todos os dias da semana, 24 horas por dia, gratuitamente. Além disso, será possível utilizar o smartphone para pagar por aproximação e por QR Code (código de barras bidimensional). Pagamento 'instantâneo' por Pix poderá levar até uma hora se houver suspeita de fraude, diz BC Pré-cadastro do sistema de pagamentos PIX vira isca para golpes na internet, alerta empresa Para utilizar a tecnologia, os consumidores devem cadastrar chaves PIX, apelidos que identificam a origem da transferência, a partir de 5 de outubro com uma das 932 instituições financeiras que estão em processo de adesão à tecnologia — entre bancos tradicionais e fintechs. Neste episódio do podcast de educação financeira, Carlos Eduardo Brandt, chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, e Bruno Diniz, professor de fintechs e novas soluções financeiras da USP, explicam as vantagens do novo sistema e os desafios que ele terá de enfrentar para chegar a todas as camadas sociais do país e reduzir o número de desbancarizados. Assista às últimas notícias de economia n O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas - inclusive no G1, no GE.com e no Gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Comunicação/Globo

G1

Mon, 28 Sep 2020 12:40:30 -0000 -

Total já havia afirmado no início de setembro que desistiria de seu papel como operadora no projeto, que enfrenta oposição de ambientalistas. A petroleira francesa Total disse nesta segunda-feira (28) que fechou acordo para transferir sua participação em cinco blocos exploratórios na ambientalmente sensível Foz do Amazonas, no Brasil, à estatal Petrobras. Os ativos foram arrematados em um leilão realizado em maio de 2013 por consórcio liderado pela Total e que ainda inclui a britânica BP, mas as empresas não conseguiram avançar até o momento com as atividades de exploração. O Ibama rejeitou pela quarta vez em 2018 um pedido da Total por licença ambiental para perfuração na bacia, que fica a 120 quilômetros da costa do Brasil. A Petrobras disse em comunicado que entrou em acordo com a Total para assumir "a operação e a integralidade das participações" da empresa nos blocos, que ficam a 120 quilômetros da costa do Amapá, em águas ultraprofundas. "A Petrobras poderá aumentar sua participação de 30% para pelo menos 50%, podendo chegar a 70%, caso a BP não manifeste interesse em incrementar a sua participação", afirmou. A estatal disse ainda que a concretização da negociação fica sujeita a aprovação de órgãos reguladores. Geólogos afirmam que a área pode conter até 14 bilhões de barris de petróleo, mais que as reservas provadas do Golfo do México. Segundo a Petrobras, a área é uma "fronteira exploratória de alto potencial". Mas ambientalistas vêm tentando evitar a exploração de petróleo na Foz do Amazonas desde que um enorme recife de corais foi descoberto nas redondezas. A Total já havia afirmado no início de setembro que desistiria de seu papel como operadora no projeto. A organização ambientalista Greenpeace comentou nesta segunda-feira que os recifes do rio Amazonas seriam definitivamente poupados se a BP e a Petrobras também desistissem do empreendimento. Assista as últimas notícias de economia

G1

Mon, 28 Sep 2020 12:19:16 -0000 -


As oportunidades são em Petrolina e Salgueiro. As vagas são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Beatriz Braga/G1 Petrolina Foram divulgadas nesta segunda-feira (28) as vagas de emprego disponíveis para os municípios de Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871 - 8467 Vagas disponíveis VÍDEOS: GR1 de sábado, 26 de setembro

G1

Mon, 28 Sep 2020 12:04:34 -0000 -


Moeda norte-americana iniciou a semana com avanço de 1,42%, a R$ 5,6358. Notas de dólar REUTERS/Dado Ruvic Após um início de negócios em queda, o dólar mudou de direção e fechou em alta nesta segunda-feira (28), apesar do início de semana marcado pelo otimismo internacional diante de dados promissores sobre a indústria da China e com as atenções na cena doméstica voltadas para a apresentação de detalhes da segunda parte da proposta de reforma tributária. A moeda norte-americana subiu 1,42%, cotada a R$ 5,6358. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,6753. Veja mais cotações.      Trata-se do maior valor de fechamento para o dólar desde 20 de maio, quando custava R$ 5,6875. Com o resultado, a moeda passou a acumular alta de 2,82% no mês e de 40,55% no ano.   O Ibovespa teve queda de 2,41%, a 94.666 pontos, após anúncio do governo do programa Renda Cidadã, que deverá substituir o Bolsa Família. O Banco Central disse que iniciará na quarta-feira (30) a rolagem de 130.890 contratos de swap cambial com vencimento em 3 de novembro de 2020, num total de US$ 6,5 bilhões, segundo a Reuters. Cenário local e externo No exterior, dados mostrando que os lucros das empresas industriais da China cresceram pelo quarto mês consecutivo em agosto ajudavam a melhorar um pouco o humor dos investidores, em meios às preocupações e incertezas sobre o ritmo de recuperação econômica global. Por aqui, as atenções seguem voltadas a expectativa em torno da apresentação de detalhes da segunda etapa de propostas para a reforma tributária. Segundo o Blog da Ana Flor, o presidente Jair Bolsonaro deve se reunir com líderes para discutir os detalhes e definir, dentre o cardápio de opções apresentado pela equipe econômica, quais estarão na proposta final do governo. Em todas elas, está a criação do novo tributo para compensar a desoneração de parte da folha salarial. Os economistas do mercado financeiro melhoraram sua estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e também voltaram a estimar inflação acima de 2% para 2020 — algo que não acontecia desde o final de abril. Para 2020, a previsão de retração da economia passou de 5,05% para 5,04%, segundo o boletim Focus do Banco Central divulgado nesta segunda. Para o IPCA, a estimativa agora é de uma alta de 2,05% no ano. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 permaneceu em R$ 5,25. Agenda da semana: governo tenta acelerar as discussões sobre a reforma tributária Variação do dólar em 2020 G1 Assista: últimas notícias de economia

G1

Mon, 28 Sep 2020 12:02:36 -0000 -


Governo local também pediu às empresas para que melhorem seus mecanismos de alerta e informem às autoridades rapidamente se os produtos testarem positivo. Pescados azuis são ricos em ácido graxo ômega-3, nutriente relacionado a uma menor deterioração cognitiva Unsplash A capital da China pediu a importadores nesta segunda-feira (28) que evitem alimentos congelados de países que sofrem de surtos severos de coronavírus, após vários casos de produtos de frutos do mar importados, inclusive do Brasil, com teste positivo para o vírus. "A alfândega e os governos locais detectaram repetidamente o coronavírus em alimentos importados da cadeia de congelados, provando que há risco de contaminação", disse o Departamento Municipal de Comércio de Pequim em comunicado emitido para empresas importadoras. O órgão pediu às empresas que monitorem de perto a situação da pandemia no exterior e "evitem proativamente a importação de alimentos da cadeia de congelados de áreas fortemente atingidas pelo coronavírus", promovendo planos alternativos para as importações. O departamento de governo também pediu às empresas para que melhorem seus mecanismos de alerta e relatórios e informem às autoridades rapidamente se os produtos testarem positivo. A China não relatou nenhuma infecção local do coronavírus por mais de um mês, mas recentemente o vírus foi detectado na embalagem de frutos do mar importados na província de Jilin e na cidade de Qingdao. A China suspendeu neste mês as importações de produtores de frutos do mar do Brasil, Indonésia e Rússia por uma semana ou mais devido ao que alegou serem testes positivos para o coronavírus. Coronavírus na embalagem A China vai parar de aceitar pedidos de importação da empresa brasileira Monteiro Indústria de Pescados Ltda por uma semana, entre os dias 26 de setembro e 03 de outubro, depois que um pacote de peixe congelado deu positivo para o coronavírus, disse a alfândega chinesa na sexta-feira (25). Após esse prazo, porém, a autorização para a companhia exportar para o país será reativada automaticamente, afirma o Ministério da Agricultura do Brasil. A detecção de Covid-19 na embalagem ocorreu no porto de Huangpu, na cidade de Guanzhou, província de Guandong (Cantão). Na semana passada, o país suspendeu as importações de um produtor de frutos do mar da Indonésia. "Foram coletadas, de forma aleatória, 19 amostras de pescados, mas em apenas uma delas, especificamente na embalagem primária, foi detectado o vírus. Não houve, no entanto, a liberação de laudo laboratorial pelas autoridades chinesas", diz o ministério brasileiro. "O lote referente à detecção será destruído, porém os demais foram liberados. Não haverá a suspensão do estabelecimento", reforça o Ministério da Agricultura. A exportação de pescados do Brasil à China gira em torno de US$ 70 milhões por ano, com chineses e norte-americanos alternando como os maiores destinos do produto do país, cujos embarques totais são estimados em 300 milhões de dólares em 2020. VÍDEOS: mais notícias do agronegócio

G1

Mon, 28 Sep 2020 11:46:52 -0000 -

Projeção de retração da economia neste ano passou de 5,05% para 5,04% na semana passada. Números foram divulgados pelo Banco Central, por meio do relatório Focus. Os economistas do mercado financeiro melhoraram sua estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e também voltaram a estimar inflação acima de 2% para 2020 — algo que não acontecia desde o final de abril. As expectativas fazem parte do boletim de mercado, conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Para 2020, a previsão de retração da economia passou de 5,05% para 5,04% na terceira semana seguida de melhora e, para 2021, o mercado continuou projetando uma alta de 3,5%. A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nos últimos meses, porém, indicadores têm mostrado uma retomada da economia brasileira. Em setembro, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020. O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 9,1% em 2020. Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira. Inflação Segundo o relatório divulgado pelo BC nesta segunda-feira, os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação para 2020 de 1,99% para 2,05%. Foi a sétima alta seguida do indicador. A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020. Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2021, o mercado financeiro manteve em 3,01% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%. Taxa básica de juros Após a manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano em setembro, o mercado segue prevendo estabilidade na taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa do mercado ficou estável em 2,50% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem. Outras estimativas Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 permaneceu em R$ 5,25. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar. Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 recuou de US$ 55,30 bilhões para US$ 55,15 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado subiu de US$ 52,75 bilhões para US$ 53,31 bilhões de superávit. Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, subiu de US$ 53,76 bilhões para US$ 55 bilhões. Para 2021, a estimativa subiu de US$ 67 bilhões para US$ 68,50 bilhões. Veja abaixo os últimos vídeos do G1 sobre economia

G1

Mon, 28 Sep 2020 11:36:17 -0000 -


Indicador subiu avançou 8 pontos em setembro e alcançou o maior nível desde janeiro de 2013. O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 8 pontos em setembro, alcançando 106,7 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013 (106,7 pontos), informou nesta segunda-feira (28) a Fundação Getulio Vargas. Trata-se da quinta alta seguida do indicador. “A sondagem de setembro mostra o setor industrial satisfeito com o momento presente e moderadamente otimista em relação aos próximos três meses. Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre", afirma Renata de Mello Franco, economista da FGV-IBRE. Confiança da indústria - setembro/2020 Economia G1 O pesquisador destaca, porém, que o nível mais baixo do indicador que mede o otimismo com a evolução do ambiente dos negócios nos seis meses seguintes, evidencia a preocupação do setor com o ambiente de negócios a partir de 2021. "Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo", avaliou. Com o resultado, a média do terceiro trimestre alcançou 98,4 pontos, 32,7 pontos acima da média do segundo trimestre (65,7 pontos). Como a pandemia pode acelerar a desindustrialização do Brasil Em setembro, 18 dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 9,5 pontos, para 107,3 pontos, o maior valor desde janeiro de 2013 (107,6 pontos). Por sua vez, o Índice de Expectativas (IE) cresceu 6,3 pontos, para 105,9 pontos, o maior desde abril de 2013 (107,2 pontos). Aparcela de empresas que preveem melhora aumentou de 33,0% para 39,9%, enquanto a das que projetam piora caiu de 22,5% para 13,6%. Os indicadores de produção e emprego previstos para os próximos três meses também avançaram, com altas de 3,3 pontos e 7,5 pontos, para 111,1 pontos e 109,8 pontos, respectivamente. O Nível de Utilização da Capacidade instalada teve acréscimo de 2,9 pontos percentuais, de 75,3% para 78,2%, maior valor desde março de 2015 (78,4%). Com esse resultado, a média do terceiro trimestre (75,3%) ficou 13,9 p.p. acima da média do segundo trimestre (61,4%). Produtividade da indústria cai 6,4% e volta ao nível de 2016, segundo números da CNI

G1

Mon, 28 Sep 2020 11:04:58 -0000 -

A recuperação da China vem ganhando força uma vez que a demanda reprimida, o estímulo do governo e exportações surpreendentemente resilientes impulsionam a recuperação. O índice de blue-chips da China (ações mais negociadas) avançou nesta segunda-feira, (28) uma vez que as empresas industriais registraram crescimento do lucro pelo quarto mês seguido em agosto, indicando recuperação contínua da segunda maior economia do mundo da crise de coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,26%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,06%. Os lucros das empresas industriais da China cresceram, impulsionados em parte pela recuperação nos preços de commodities e fabricação de equipamentos, informou no domingo a agência de estatísticas. A recuperação da China vem ganhando força uma vez que a demanda reprimida, o estímulo do governo e exportações surpreendentemente resilientes impulsionam a recuperação. As empresas do setor imobiliário lideraram os ganhos, com o subíndice imobiliário fechando em alta de 1,6%. Os investidores também buscaram barganhas após a forte retração da semana passada. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,32%, a 23.511 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,04%, a 23.476 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,06%, a 3.217 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,26%, a 4.581 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,29%, a 2.308 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,88%, a 12.462 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,43%, a 2.483 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,21%, a 5.952 pontos. Vídeos: últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

G1

Mon, 28 Sep 2020 10:45:36 -0000 -


As vagas são para diversas funções em Mogi das Cruzes, Suzano, Santa Isabel, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos e Guararema. Ao todo são 710 oportunidades disponíveis nas cidades do Alto Tietê nesta segunda-feira (28). Heloise Hamada/G1 As cidades do Alto Tietê estão selecionando 738 candidatos por meio dos programas de encaminhamento ao emprego nesta segunda-feira (28). As vagas são para diversas funções em Mogi das Cruzes, Suzano, Santa Isabel, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos e Guararema. Emprega Mogi As três unidades do programa de encaminhamento ao emprego de Mogi das Cruzes estão com 93 vagas abertas. Para se candidatar e concorrer as vagas, é necessário acessar a plataforma do Emprega Mogi. Mais informações podem ser obtidas pelos números 4699-1900, 4699-2784, 4798-6315 ou 97422-4273. Oportunidades em Mogi das Cruzes: 1/2 oficial marceneiro (2 vagas) 1/2 mecânico diesel Assistente administrativo Ajudante de caldeiraria Atendente PCD Auxiliar administrativo Auxiliar financeiro Auxiliar operacional Auxiliar de estoque Auxiliar de limpeza Auxiliar de limpeza PCD (3 vagas) Auxiliar PCD em confecção Auxiliar de serviços gerais PCD (4 vagas) Auxiliar em saúde bucal Azulejista (5 vagas) Bordador Borracheiro alinhador de linha pesada Carpinteiro Corretor de imóveis (10 vagas) Costureira - Oficina Externa Eletricista veicular diesel Eletricista de autos (2 vagas) Eletricista de manutenção Encanador (2 vagas) Estágio em arquitetura Fonoaudiólogo (5 vagas) Garçom Gesseiro (2 vagas) Instrutor de instalação de energia solar (2 vagas) Jatista Marceneiro (3 vagas) Mecânico de centro automotivo Mecânico de suspensão Moleiro linha pesada Montador de painel Operador de laminadora de pentes Passadeira de roupas Pizzaiolo Prensista de parafusos máquina dupla ação Programador PHP Programador e desenvolvedor APP Serralheiro (2 vagas) Sub gerente (5 vagas) Supervisor de PCP/Enquadrarias de alumínio Tapeceiro Técnico eletrônico Vendedor Vendedor ocupacional Zelador PATs Já nos Postos de Atendimentos ao Trabalhador de Itaquaquecetuba, Santa Isabel e Ferraz de Vasconcelos há 124 oportunidades. Os interessados devem acessar os aplicativos Sine Fácil e CTPS Digital. Para mais informações, o contato de e-mail é suporte.sd@sde.sp.gov.br. Vagas em Ferraz de Vasconcelos: Serralheiro Chefe de cozinha Vagas em Santa Isabel: Garçom (100 vagas) Vagas em Itaquaquecetuba: Químico industrial Vendedor em domicílio (5 vagas) Operador de máquinas ferramentas convencionais Costureiro na confecção em série (15 vagas) Suzano Mais Emprego Ao todo são 493 vagas disponíveis no programa de encaminhamento ao emprego de Suzano. As pessoas podem encaminhar os currículos para o e-mail suzano.vagas@gmail.com ou entregar no Centro Unificado de Serviços, localizado na Rua Paulo Portela, 210, no Centro. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail suzanomaisemprego@gmail.com ou pelo telefone 4745-2264. Oportunidades em Suzano: Consultor de negócios home office (200 vagas) Escolaridade: ensino médio completo Possuir computador e acesso à internet Ter conhecimentos em informática Jovem aprendiz (80 vagas) Escolaridade: ensino médio completo Faixa etária: 18 a 20 anos Possuir computador e acesso à internet Ter conhecimentos em informática Carpinteiro temporário (35 vagas) Escolaridade: ensino fundamental completo Residir em Suzano/SP Local de trabalho: Suzano/SP Armador temporário (35 vagas) Escolaridade: ensino fundamental completo Residir em Suzano/SP Local de trabalho: Suzano/SP Pedreiro temporário (35 vagas) Escolaridade: ensino fundamental completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Residir em Suzano/SP Local de Trabalho: Suzano/SP Eletricista temporário (5 vagas) Escolaridade: ensino fundamental completo Residir em Suzano/SP Local de trabalho: Suzano/SP Servente de obras temporário (35 vagas) Escolaridade: ensino fundamental completo Residir em Suzano/SP Local de Trabalho: Suzano/SP Frentista (2 vagas) Escolaridade: ensino médio completo Residir em Suzano/SP Local de trabalho: Suzano/SP Montador de pallets (4 vagas) Escolaridade: ensino médio completo Residir em Suzano/SP Local de trabalho: Suzano/SP Motorista carreteiro (20 vagas) Escolaridade: ensino médio completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Possuir CNH E Disponibilidade para realizar viagens longas Preparador/pintor de autos Escolaridade: alfabetizado Experiência de pelo menos seis meses sem comprovação em carteira Local de trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano/SP Mecânico automotivo Escolaridade: alfabetizado Experiência de pelo menos seis meses, sem comprovação em carteira Local de trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano/SP Motorista de guincho Escolaridade: alfabetizado Experiência de pelo menos seis meses, sem comprovação em carteira Local de trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano/SP Possuir CNH D/E Auxiliar de consultório médico Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Ferraz de Vasconcelos/SP Residir em Suzano, Calmon, Poá ou Mogi das Cruzes/SP Oficial de serviços gerais PCD Escolaridade: Ensino Fundamental Completo Experiência de pelo menos 6 meses, sem comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Eletricista (6 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Possuir NR 10 , NR 35, ter CEPS e Cursos Elétricos Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Líder de limpeza (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Mecânico de refrigeração (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Pedreiro (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Serralheiro (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Pintor de paredes (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Mecânico de manutenção (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Oficial de manutenção (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Possui NR 10 Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Encarregado de manutenção (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Encarregado industrial (3 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Caldereiro (2 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Técnico de refrigeração (2 vagas) Escolaridade: Ensino Médio Completo Experiência de pelo menos 6 meses, com comprovação em carteira Local de Trabalho: Suzano/SP Residir em Suzano ou Itaquaquecetuba/SP Balcão de Emprego de Guararema Em Guararema, os atendimentos presenciais do programa de encaminhamento ao emprego seguem suspensos. Os interessados em participar dos processos seletivos devem entrar em contato pelos telefones 4693-1717 e 4693-1432. Ao todo são 28 oportunidades disponíveis. Vagas em Guararema: Atendente de restaurante Balconista (2 vagas) Auxiliar de serviços gerais (2 vagas) Garçom (2 vagas) Cozinheiro Auxiliar de recursos humanos Técnico em T.I Frentista Operador de roçadeira Auxiliar de garçom Operador de estação de tratamento Estágio administrativo Estágio em engenharia Motorista D Meio oficial de marcenaria Ajudante de obra Motorista entregador Controlador de acesso Secretária Mecânico de diesel e gasolina Controlador de acesso noturno Vendedor Auxiliar de limpeza Auxiliar de suporte técnico Analista de qualidade

G1

Mon, 28 Sep 2020 10:25:38 -0000 -


Para economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento da Indústria, pós-crise deve acelerar movimentos que vinham ganhando força nos últimos anos e que contribuem para diminuir participação do setor brasileiro no mercado global. Produção industrial brasileira retraiu 9,7% no primeiro semestre de 2020 Fabio Tito/G1 A Covid-19 parou o mundo e derrubou a atividade industrial em dezenas de países, ricos, emergentes e pobres. Os dados divulgados neste mês pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) mostram quedas de dois dígitos em todas as regiões. Levando em consideração o segundo trimestre deste ano, que concentrou a maior parte das perdas, o tombo foi de 12,9% na Ásia, de 16,5% na América do Norte, de 19,3% na Europa e de expressivos 24,2% na América Latina, quando se compara ao mesmo período do ano passado. No ranking de países elaborado pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) com base dados da Unido e antecipado à BBC News Brasil, o Brasil aparece em 26º lugar entre 43 países, levando-se em consideração o intervalo de janeiro a junho ou a julho, a depender do país. Nesse intervalo, a atividade industrial contraiu 9,7%, desempenho que coloca o país no lado de baixo da lista, mas ainda à frente de países europeus que amargaram resultados ainda piores: Portugal (-12,1%), Alemanha (-14,5%), Espanha (-15,2%), França (-15,4%) e Itália (-18,3%), que aparece em último lugar. A magnitude menor pode dar a falsa sensação de que a posição do Brasil é mais confortável. Produção industrial cresce 8% em julho, mas ainda não elimina perdas com pandemia Mas, para o economista responsável pelo estudo, Rafael Cagnin, mesmo que o país mantivesse os mecanismos que suavizaram os choques negativos da covid-19 e retomasse a agenda de reformas, como a tributária, a situação do Brasil ainda seria "mais adversa". Isso porque, avalia ele, a pandemia deve acelerar dois processos que já vinham fazendo o país perder espaço na indústria global. A indústria 4.0 e o 'reshoring' Na última década, o avanço tecnológico permitiu que indústrias em todo o mundo passassem por profundas mudanças. Processos antes realizados por dezenas de trabalhadores foram automatizados, o armazenamento e processamento de dados em nuvem permitiu que as empresas minimizassem perdas e tornassem alguns processos mais eficientes (o que, em última instância, ajuda a aumentar as margens de lucro). O Brasil vem passando ao largo dessas transformações, que caracterizam a chamada indústria 4.0. Mais que isso, o país vem passando por um processo de desindustrialização, diz Cagnin. Isso é visível não apenas pela perda de participação do setor no Produto interno Bruto (PIB), mas também na participação na indústria global e na fatia que os manufaturadores representam nas exportações, que é cada vez menor. "A desindustrialização é multifacetada e aparece em todos os prismas", diz o economista. "Isso pode ser agravado de forma muito profunda com esse salto que pode ser dado agora (pela indústria global)", ele completa. Isso porque o uso cada vez mais intensivo de tecnologia na indústria e a transformação do setor devem ser acelerados no pós-pandemia, já que o mundo inteiro estará em busca de recuperar o mais rápido possível as perdas amargas de 2020. E não só isso. O pós-crise também deve intensificar, na avaliação do economista, um processo que vinha se consolidando nos últimos anos, o chamado "reshoring" — o contrário do "offshoring", o movimento de saída de muitas indústrias de países ricos para emergentes que marcou as últimas décadas. A lógica do "reshoring" não é apenas trazer de volta empregos que foram "exportados", mas atender a uma exigência cada vez mais forte dos consumidores para que o processo produtivo seja sustentável. Aproximar a produção dos mercados consumidores reduz os custos de frete e permite que as empresas acompanhem de perto cada etapa da produção e adotem critérios rígidos tanto em relação às leis trabalhistas quanto ao meio ambiente. "E o plano de recuperação da União Europeia tem claramente um 'eixo de recuperação verde', um 'green new deal'", destaca, referindo-se ao programa anunciado no último dia 21 de julho, que dá as diretrizes para o orçamento do bloco para os próximos sete anos. A tecnologia pode facilitar esse processo. O custo de mão de obra mais elevado em países europeus e nos Estados Unidos está entre as principais razões que levaram à transferência de unidades produtivas para outras regiões, especialmente para o Sudeste Asiático. Agora, a robotização barateia a produção e abre espaço no orçamento para que as empresas arquem com os salários maiores dos trabalhadores localizados em seus países-sede. Em outras palavras, ela permitiria, do ponto de vista de custos, que uma fábrica que foi transferida para a China voltasse para a Alemanha, por exemplo. De maneira geral, o processo reduz o volume de empregos gerados pela indústria (daí o grande debate sobre o desemprego potencial gerado pela automação e pelo desenvolvimento tecnológico), mas passa a criar vagas nos países de origem das empresas. "Quando você precisa acelerar crescimento econômico, esses movimentos todos se tornam convergentes." "E isso abre espaço para uma disrupção estrutural. Alguns países vão conseguir dar saltos de produtividade muito grandes e avançar mais rapidamente", avalia. Nesse cenário, o Brasil vai ficando para trás e sua indústria vai perdendo competitividade — o que contribui para que ela veja diminuir ainda mais seu espaço na estrutura produtiva global, aprofundando a desindustrialização. O desafio de 'digerir' uma crise após a outra O desempenho da indústria brasileira em 2020 foi em parte poupado pelos programas criados para amortecer os efeitos da crise gerada pela pandemia. De um lado, o auxílio emergencial sustenta uma parte da demanda dos consumidores. De outro, os programas de crédito dão algum fôlego para as empresas. A Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE mostra, de certa forma, esses efeitos. Entre os 25 segmentos acompanhados pela pesquisa, quatro chegaram a crescer no período entre janeiro e julho, em comparação ao mesmo intervalo do ano passado, sendo três deles diretamente ligados a esses fatores: a indústria de produtos alimentícios (4,9%), de produtos de limpeza (4,1%) e de produtos farmacêuticos (1,9%). Produção industrial aumenta pelo terceiro mês seguido Os dados desagregados também expõem a dimensão do problema, especialmente de médio e longo prazo. Os segmentos de maior intensidade tecnológica, como de aparelhos elétricos, produtos eletrônicos e máquinas, recuaram mais do que a média (de 9,7%), assim como o ramo de bens de capital, que está diretamente ligado ao investimento. Isso se soma ao fato de que o setor ainda tentava digerir a recessão de 2014-2016, cujos estragos ainda não haviam sido totalmente recuperados. "A gente já tem feridas não cicatrizadas da crise anterior, e essa vai trazer novos problemas que podem se arrastar daqui pra frente." Vídeos: últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

G1

Mon, 28 Sep 2020 10:16:48 -0000 -

G1 > Tecnologia e Games

Últimas notícias de tecnologia e de games. Informações sobre internet, jogos, tv digital e lançamentos de produtos eletrônicos de última geração.


Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora.

G1

Tue, 19 Jun 2018 11:51:09 -0000 -


A empresa de segurança Radware revelou que golpistas publicaram links no Facebook para disseminar extensões maliciosas para o navegador Google Chrome, do Google. Os links publicados no Facebook pelos usuários infectados levam uma página falsa que copia a aparência do YouTube, mas exige -- falsamente -- a instalação de uma extensão para reproduzir o vídeo.Segundo a Radware, foram infectadas 100 mil pessoas em 100 países diferentes. Os três países mais infectados eram as Filipinas, Venezuela e Equador. Juntos, os três eram responsáveis por 75% das contaminações.Pedido de instalação de extensão do Chrome sobre site com aparência copiada do YouTube (Foto: Radware)O Chrome só permite a instalação de extensões cadastradas na Web Store, que é mantida pelo próprio Google. Para conseguir listar as extensões maliciosas na loja, os golpistas copiaram extensões legítimas e injetaram um código extra, dando a aparência de uma extensão verdadeira. O nome do golpe, que a Radware batizou de "Nigelthorn", é baseado na Nigelify, uma extensão legítima para o Chrome que foi copiada pelos criminosos.Uma vez instalada, a extensão é capaz de realizar várias atividades, incluindo:- Roubar senhas de acesso ao Facebook/Instagram;- Publicar e enviar mensagens no Facebook/Instagram (o que é usado para atrair novas vítimas);- Mineração de criptomoeda, o que gera lucro para os invasores;- "Assistir" a vídeos no YouTube (de forma invisível) ou inscrever a vítima em canais sem autorização;- Redirecionar o navegador para abrir páginas específicas.As extensões maliciosas já foram removidas da Chrome Web Store, mas internautas devem ter cuidado ao instalar qualquer extensão do Chrome, especialmente quando o pedido da instalação vier de sites fora da Web Store.SAIBA MAISComo as extensões se tornaram o ponto fraco do ChromeMilhões de internautas baixam falso bloqueador de anúnciosDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Tue, 15 May 2018 07:00:01 -0300 -


Um certificado digital do Banco Inter, acompanhado da respectiva chave privada, foi publicado em um site na web e posteriormente revogado, segundo apuração do blog Segurança Digital. O banco Inter é o mesmo que está sendo investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal após uma reportagem do site de tecnologia "TecMundo" afirmar que dados de vários correntistas da instituição foram obtidos em um possível ataque cibernético realizado por um invasor que teria tentado extorquir o banco cobrando um "resgate".O certificado digital por si não é capaz de provar que o ataque e o vazamento de dados ocorreram, mas esse certificado é parte da tecnologia responsável por proteger a comunicação dos correntistas do banco com o site da instituição (bancointer.com.br). Mesmo que um ataque não tenha ocorrido, ou que o ninguém tenha usado a chave para atacar clientes do banco, o caso levanta questões sobre as práticas de segurança da instituição financeira, pois, como é um dado sigiloso, essa chave não deveria ter sido exposta.SAIBA MAISBanco Inter: MP do DF apura suposto vazamento de dados de 300 mil clientesEm comunicado ao blog Segurança Digital, o Banco Inter reiterou que "não houve comprometimento da sua estrutura de segurança" e não comentou o vazamento e a revogação das chaves. Além do certificado vazado encontrado pelo blog, pelo menos outros dois certificados digitais do banco (um de 13 de abril de 2018 e outro de 26 de março de 2018) foram revogados. Dados no site da Comodo: certificado do Banco Inter de 18 de agosto foi revogado com motivo de 'chave comprometida' (keyCompromise). (Foto: Reprodução)Revogação ocorreu por 'chave comprometida'A norma de certificação digital na web estabelece 11 possíveis razões (numeradas de 0 a 10) para a revogação de um certificado. Entre as possíveis razões estão a de "motivo não especificado" (nº 0) e "certificado substituído" (nº 4). A justificativa de "chave comprometida" (nº 1), que consta para a revogação dos certificados do Banco Inter, é a mais específica sobre uma chave vazada, excluindo a possibilidade de outros problemas técnicos ou falhas nas empresas que concedem os certificados. Os certificados revogados são de duas empresas diferentes: GoDaddy e DigiCert.A autenticidade de um dos certificados, ao qual o blog Segurança Digital teve acesso, foi verificada através de uma propriedade matemática que pode ser conferida com registros públicos, sem a necessidade de testes on-line. Segundo o CRT.SH, um site da empresa de segurança Comodo que registra a utilização de certificados digitais com dados públicos, o certificado publicado na web estava em uso em 14 de outubro de 2017. Ele foi emitido em 18 de agosto de 2017 e seria válido até o mesmo dia de 2019, mas foi revogado no fim da sexta-feira (11).Veja aqui o certificado do Banco Inter no site da Comodo.Revogação de certificadoO site principal do Banco Inter usa um certificado diferente dos que foram revogados, emitido em 29 de abril pela DigiCert. Porém, se os certificados antigos estivessem válidos, golpistas poderiam criar sites clonados do Banco Inter caso pudessem redirecionar o acesso ao banco. Um cenário, por exemplo, seria o de redes Wi-Fi abertas. Essas redes são vulneráveis a ataques de redirecionamento, mas, caso criminosos tentem redirecionar um site de um banco em uma rede Wi-Fi aberta, o correntista receberá um alerta de segurança informando que o certificado do site não pôde ser verificado. Porém, como o certificado do Banco Inter vazou, é possível criar uma página clonada perfeita, usando o certificado legítimo do próprio banco.É por isso que certificados digitais que vazam precisam ser revogados, independentemente de ainda estarem ou não em uso.Não está claro se foi o banco que solicitou a revogação do certificado ou se alguém em posse dos certificados denunciou o vazamento às autoridades certificadoras.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Mon, 14 May 2018 17:33:33 -0300 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Formatar o PC é a maneira mais eficiente eliminar vírus?  Olá, Ronaldo! Eu tenho percebido que o meu PC está mais lento, e por esse motivo estou desconfiado que ele está com vírus. A minha dúvida é sobre se devo formatar o PC, essa é a maneira mais eficiente de resolver o problema? Nelson   Olá, Nelson! A reinstalação do Windows, deve ser o último recurso a ser recorrido para a resolução de problemas do PC. A "formatação" resolve praticamente todos os problemas, pois através dela o sistema será reinstalado como se o PC tivesse saído da fábrica. Porém, esse procedimento não permitirá que seja feito um diagnóstico sobre o problema, e por esse motivo não será possível criar uma rotina de prevenção. Alguns técnicos de informática preferem adotar essa estratégia, porque ela é menos dispendiosa, mas não significa que seja a melhor maneira de eliminar vírus.   >>> Cabo USB genérico pode estragar o celular? Usar cabo USB genérico pode comprometer o carregamento da bateria do celular ou estragar o celular? Mônica   Olá, Mônica! Usar cabo USB de procedência duvidosa pode representar um risco de acidente, quando for de baixa qualidade. Isso não significa que ele irá danificar o celular só por ter sido usado, o problema é que o carregamento total da bateria poderá demorar mais do que o necessário. A durabilidade de cabos genéricos tende a ser inferior, devido a qualidade do material utilizado. É possível identificar cabos e carregadores defeituosos, através de um aplicativo. A coluna Tira-dúvidas de tecnologia já mostrou em detalhes como usá-lo, confira a dica completa nesse link (aqui).   >>> Como desbloquear o IMEI de celular que foi recuperado? Olá, Ronaldo! Eu perdi o meu celular e fui na delegacia fazer o boletim de ocorrência, mas consegui acha-lo depois. Então voltei lá e pediram a liberação do aparelho, porém já faz um mês isso e até agora o aparelho permanece bloqueado. Como devo proceder? Nicole Figueiredo   Olá, Nicole! Em teoria o procedimento deveria ser simples e ágil. Bastaria você ir numa loja da sua operadora de telefonia, fazer a solicitação do desbloqueio e fornecer os seguintes dados:  - Informar o número da linha; - RG e CPF do proprietário do titular da linha; - Nota Fiscal da compra do aparelho;   Se você não obtiver sucesso, canal de comunicação mais eficiente para que o problema resolvido é registrando queixa na ANATEL nesse link (aqui). Após a reclamação a Agência irá intermediar o processo com a sua operadora de telefonia.     Imagem: Reprodução/G1

G1

Sun, 13 May 2018 13:00:01 -0300 -


Segundo um pesquisador de segurança, cinco mil roteadores da marca Datacom possivelmente em uso por clientes da operadora Oi estão vulneráveis a acesso remoto por meio do protocolo "Telnet", pois esses equipamentos, de fábrica, aparentemente não possuem uma senha configurada nesse tipo de acesso. Os equipamentos são fornecidos a clientes para permitir o acesso à internet.Com acesso à configuração do roteador, um hacker poderia fazer alterações para redirecionar os clientes a páginas falsas, entre outros ataques. De acordo com o pesquisador Ankit Anubhav, que enviou os dados da sua pesquisa ao site de segurança "Bleeping Computer", os equipamentos vulneráveis eram três modelos da Datacom: DM991CR, DM706CR e DM991CS. Para resolver o problema, é preciso filtrar ou modificar a configuração do telnet nesses roteadores.Procurada, a Oi informou que está analisando o fato para tomar as medidas cabíveis.O manual do DM991CR, consultado pelo blog Segurança Digital, confirma que o aparelho possui acesso telnet e que ele não tem senha por padrão. Não está claro se o telnet vem habilitado de fábrica, mas uma linha no manual afirma que o acesso telnet é possível "se não for a primeira vez que o equipamento estiver sendo ligado e o endereço IP de uma das interfaces Ethernet já estiver configurado corretamente" -- ou seja, não parece ser necessário habilitar o telnet antes de utilizá-lo. A Datacom, fabricante dos equipamentos, afirmou, por telefone, que "possui contratos de confidencialidade e não pode se posicionar sobre as redes de clientes". Quando foi explicado que a dúvida não era sobre as redes de clientes e sim sobre a configuração de fábrica do produto, a representante da companhia reafirmou que "esse é o posicionamento da empresa".TelnetO Telnet é um antigo procolo de comunicação, amplamente utilizado em terminais e conhecido para seu uso em administração remota de equipamentos de rede e até computadores.Seu uso na maioria das aplicações é considerado obsoleto, pois é preferível que seja utilizado o muito mais seguro Secure Shell (SSH). Diferentemente do Telnet, o SSH prevê a criptografia do tráfego, o que aumenta a confiabilidade e a confidencialidade da conexão.Os equipamentos da Datacom também são compatíveis com SSH, mas muitos equipamentos da "internet das coisas" possuem apenas Telnet.SAIBA MAISNovo ataque à 'internet das coisas' registra atividade no BrasilPor que a 'internet das coisas' hoje é tão insegura?Imagem: Cabo de rede (Foto: Anders Engelbol/Freeimages.com).Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Fri, 11 May 2018 17:00:01 -0300 -


Usuários estão relatando na web sobre um novo tipo de "mensagem bomba" capaz de travar o WhatsApp no Android e também o iMessage, no iPhone. A mensagem parece consistir de apenas quatro palavras, um emoji e pontuação, mas o texto esconde diversos caracteres especiais que tornam a mensagem aproximadamente 2,4 mil vezes maior do que ela deveria ser.Segundo o blog Naked Security, da fabricante de antivírus Sophos, a mensagem contém caracteres especiais de mudança de direção. Esses são marcadores invisíveis e especiais no texto que podem mudar a direção das letras, o que é necessário em alguns idiomas que são escritos da direita para a esquerda. A "mensagem bomba" que trava o WhatsApp possui centenas desses marcadores, cada um deles mudando a direção sem incluir texto nenhum entre eles. Dessa forma, a mensagem parece ser um texto qualquer.Mensagem deveria ter menos de 50 bytes, mas supera os 118 KB (120 mil bytes) e possui mais de 40 mil caracteres invisíveis. Outra versão da mensagem possui um círculo preto que, se for tocado, trava o aplicativo. (Foto: Reprodução)Não se sabe se mais algum aplicativo além do WhatsApp e do iMessage estaria vulnerável. O blog Segurança Digital procurou o WhatsApp e a companhia ainda não preparou um pronunciamento sobre o caso.Mensagens, textos e letras "bomba" são aquelas que se aproveitam de algum problema no processamento de textos em aplicativos para causar efeitos indesejados. Na maioria dos casos, o resultado é o travamento do dispositivo. No entanto, os resultados podem ser mais sérios. A "letra bomba" que ficou conhecida em fevereiro por travar o iPhone era capaz de deixar até computadores com macOS incapazes de abrir o painel de Wi-Fi caso alguma rede tivesse letra em seu nome.SAIBA MAISLetra bomba pode travar iPhone e Macs da AppleEsse tipo de problema ocorre principalmente por causa dos vários detalhes envolvidos na exibição de texto universal ("Unicode"), que é compatível com a maioria dos sistemas de escrita em uso no mundo. Ele substituiu os sistemas específicos que eram usados para cada idioma, o que permite que um conjunto de texto tenha caracteres de vários idiomas sem a necessidade de usar sistemas diferentes para processar cada trecho.Até os aplicativos serem atualizados, a recomendação é evitar interagir com essa mensagem, caso ela seja exibida. Segundo relatos de usuários no site "Reddit", a mensagem já está sendo bloqueada em alguns casos.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Fri, 11 May 2018 13:57:53 -0300 -


O compactador de arquivos gratuito 7-Zip recebeu uma atualização para corrigir uma vulnerabilidade na leitura de arquivos ".rar".Tirando proveito dessa falha, um hacker poderia criar um arquivo ".rar" especial que, ao ser aberto no 7-Zip, imediatamente executa um vírus e compromete o sistema, sem a necessidade de abrir um arquivo normalmente perigoso, como ".exe" (programa executável).Para verificar se você possui o 7-Zip em seu computador, abra o menu iniciar e digite "7-Zip". Caso apareça o "7-Zip File Manager", o programa está instalado e precisa ser atualizado.O programa pode ser baixado em 7-Zip.org. A versão ideal é a "x64"; se ela não funcionar, pode ser usada a de 32 bits. A versão com a falha corrigida é datada de 2018-04-30. Qualquer versão anterior provavelmente é vulnerável.Por ser inteiramente gratuito e de código aberto, o 7-Zip é uma das principais alternativas ao software WinRAR, o programa que deu origem a arquivos compactados de formato ".rar". Ele também abre e cria arquivos no formato ".7z", com compactação potencialmente maior. Um site de downloads brasileiro que distribui o aplicativo de maneira não oficial registra mais de 9 milhões de downloads. Desde fevereiro, o site Sourceforge, a fonte oficial do 7-Zip, registra 720 mil downloads. O programa foi criado em 1999.O 7-Zip não dispõe de um recurso de atualização automática. Ele nem mesmo verifica a existência de uma atualização para notificar o usuário. Isso significa que muitas versões antigas do 7-Zip podem estar e, se a versão nova não for baixada manualmente, o aplicativo ficará desatualizado e vulnerável.Abrindo o 7-Zip File Manager, a versão instalada pode ser consultada no menu Ajuda > Sobre o 7-Zip.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Fri, 11 May 2018 09:00:02 -0300 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.>>> Vírus no iPhone 8?Recentemente meu iPhone 8 subitamente alterou a foto da tela de início. Algumas semanas depois começou a surgir a lupa sem acionamento específico. Como não sabia usar este recurso, presumi que o tivesse acionado por engano. Entretanto, na última semana a lupa travou e em seguida a tela do iPhone tornou-se preta e branca. Tentei reverter seguindo os passos indicados pela Apple sem sucesso. Entrei em contato por telefone e fui orientada a redefinir a tela. Ok, é inconveniente, mas resolveu. A questão que fiquei preocupada foi quando alguém questionou se não teria sido um vírus. Você tem conhecimento de casos similares?Daniela LessaO iPhone restringe a instalação de aplicativos ao que está disponível na App Store, a loja oficial da Apple. Embora não seja impossível, é bem difícil instalar programas de espionagem no telefone. Especialmente no iPhone, há uma grande chance de o responsável pela instalação do "vírus" ser alguém próximo de você. Também fica mais fácil fazer isso se o telefone não tem uma tela de bloqueio configurada. Você usa uma senha de desbloqueio no celular ou outro recurso?O TouchID funciona, mas, se a ameaça é uma pessoa próxima de você, não é difícil que ela se aproveite de alguns momentos para destravar seu celular com seu dedo. Portanto, uma senha é preferível. Ninguém, em nenhuma hipótese, deve dispensar a configuração de uma senha de bloqueio no celular.De todo modo, o caso mais provável é algum problema no dispositivo, talvez no touch, que, por alguma "sorte", fez a lupa ser acionada e trocou o seu fundo de tela. Um vírus teria que ser muito "incompetente" para causar esses comportamentos, já que a maioria dos vírus não quer chamar sua atenção.>>> O que é um "log"?Ao enviar uma dúvida pro WhatsApp foi gerado um log, gostaria de saber o que são logs. É algo que investigue a privacidade de mensagens do usuário?E o que é a licença mundial gerada pelo whatsapp em royalties?(Anônimo)Um "log" é um arquivo que contém um apanhado de informações ou registro de uso. Logs podem ser usados para diagnosticar problemas ou para realizar uma auditoria.O log pode conter  algumas informações pessoais ou não, depende do aplicativo que gera esse log e das informações nele contidas. De maneira geral, um log deve conter apenas as informações necessárias para resolver o problema técnico que você precisa resolver; qualquer implicação de privacidade é um "mal necessário" nesse processo. Embora você não deva enviar logs para desconhecidos, a solicitação desses arquivos é completamente normal em cenários de suporte técnico.Às vezes, os logs podem conter certas informações por erro. Foi o que ocorreu recentemente com o Twitter, que descobriu que um log estava salvando as senhas dos usuários em seus servidores, apesar de essa informação não ser necessária ou mesmo desejada.Logs são gerados de forma rotineira pelo sistema operacional e pelos aplicativos. Também é possível em muitos casos gera um log sob demanda para obter informações gerais sobre o uso de um aplicativo.Quanto à receita do WhatsApp, o aplicativo não tem nos "royalties" uma receita significativa. O WhatsApp hoje dá prejuízo, e o Facebook -- atual dono do aplicativo -- ainda estuda mecanismos para conseguir gerar faturamento com o app.>>> Reembolso do frete no Mercado LivreFiz uma compra de uma televisão no último sábado pelo mercado livre . Como opção do transporte o vendedor me enviou um boleto no valor de $100. Na segunda o boleto foi confirmado pelo banco e o comprador confirmou o envio. Na terça feira ele cancelou a compra e não me devolver o dinheiro referente ao frete, devolveu apenas o valor referente ao produto. Preciso de ajuda. Como devo proceder neste caso? O mercado livre não quer me ajudar intermediando a devolução do vendedor. Bárbara BiancaEm compras normais no Mercado Livre, o frete é cobrado junto com o produto e o valor é devolvido integralmente no caso de problemas. A cobrança de R$ 100 enviada pelo vendedor é adicional e o Mercado Livre realmente não estaria envolvido nesse processo.Você pode entrar na Justiça para solicitar o valor, ou registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia. No entendimento desta coluna -- que pode ser diferente do entendimento de um juiz --, o Mercado Livre não tem responsabilidade em casos como este, porque o pagamento não foi realizado através do mecanismo próprio do Mercado Livre e a política do site, em que a cobrança pelo frete ocorre junto com a cobrança do produto, foi desrespeitada.Quem deve devolver o dinheiro (e ser denunciado pela fraude que cometeu) é o vendedor.O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

G1

Thu, 10 May 2018 21:30:01 -0300 -


A disputa entre os navegadores de internet pela preferência dos usuários, parece ter ganho um novo capítulo. A integração entre o PC com dispositivos móveis é um dos principais atrativos oferecidos pelos programas, principalmente para quem busca produtividade. Mas para se tornar o browser principal para navegar na internet, é necessário oferecer recursos adicionais que sejam realmente úteis ao internauta. A  transição de atividades entre plataformas, simplifica o trabalho de quem começou uma pesquisa usando o celular e quer continuar na mesma página usando o PC. Nessa coluna será apresentado o Opera Touch, a nova versão para dispositivos móveis de um dos principais navegadores do mercado, confira.    Sobre o aplicativo O Opera é um dos navegadores de internet mais antigos, mesmo não sendo o mais popular, é recomendável avaliar a possibilidade de adotá-lo no PC e também no celular. Ele possuí um eficiente gerenciamento de energia, ideal para quem costuma navegar durante horas e quer preservar ao máximo a carga da bateria. O seu bloqueador de anúncios é nativo, o que simplifica o carregamento das páginas. Mas novidade na versão recém lançada, é a total integração com outros computadores que tiverem a versão para desktops instalada.                                    A interface do aplicativo foi planejada levando em consideração a necessidade de que muitos internautas possuem para poderem navegar confortavelmente, abrindo várias guias simultaneamente através do botão de ação rápida. Essa recurso melhora a usabilidade, e permite que as ações possam ser realizadas com a mesma mão que está segurando o aparelho.    O recurso de sincronização criptografa os dados; para iniciar a integração entre os dispositivos basta fazer a leitura de um QR CODE -  procedimento é semelhante ao existe no WhatsApp Web.                                    O Opera Touch está disponível somente para dispositivos móveis com o Android, mas existe a possibilidade de que em breve seja lançada uma versão para o iOS.      Imagens: Divulgação/Opera e Reprodução/G1

G1

Wed, 09 May 2018 16:00:01 -0300 -


A Apple está envolvida em mais uma polêmica relacionada ao conserto de seus equipamentos. A empresa, que já deixou celulares parcialmente inoperantes por causa de reparos no botão "Home" do iPhone, agora está sendo acusada de impedir o funcionamento de celulares que tiveram a tela sensível ao toque substituída por centros de reparos não oficiais.A empresa lançou uma nova atualização do iOS para remover a restrição, mas deixou o alerta de que telas não oficiais podem comprometer a qualidade visual ou outros aspectos do telefone.No caso do botão Home, a empresa argumentou que não reconhecer os botões paralelos tratava-se de um recurso de segurança, visto que o botão também abrigava a lógica do TouchID, a função de reconhecimento de digitais do celular. Mas será que isso faz sentido?A resposta para essa pergunta é relevante no momento, pois há uma lei sendo discutida no estado da Nova York, nos Estados Unidos, para obrigar que fabricantes de eletrônicos facilitem reparos. Infelizmente, a verdade é um pouco dura: qualquer alteração em um eletrônico tem potencial para diminuir a segurança do aparelho. Um chip "estranho" no celular teria potencial para capturar alguma informação de forma silenciosa -- não importa se é o chip que processa os toques na tela ou o de reconhecimento biométrico.Por outro lado, a maioria das pessoas não requer um grau de confiabilidade tão grande dos aparelhos eletrônicos. De fato, eletrônicos e computadores mais antigos careciam de qualquer proteção ou mecanismo para identificar o uso de chips diferentes do original. Alguns recursos de segurança mais recentes têm mudado esse cenário: a criptografia Bitlocker do Windows, por exemplo, exige ser reativada quando o Windows detecta mudanças na BIOS da placa-mãe, o que pode ocorrer com uma mudança do chip ou com uma mera atualização de software.Também não há explicação para a atitude de Apple de prejudicar o funcionamento dos celulares em vez de notificar os consumidores para que cada um decida se o telefone celular ainda está confiável para ser usado.Informações da Apple sobre atualização do iOS 11.3.1, que corrige não funcionamento do toque em 'telas de substituição não originais'. (Foto: Reprodução)No mundo real, longe da "teoria" dos ataques mais sofisticados possíveis, fraudes ou espionagem envolvendo alterações em microchips são uma raridade. Já a necessidade de substituir peças e realizar consertos -- legítimos e seguros -- é bastante rotineira. Um sistema de segurança não deve supor que a situação mais incomum (troca de chip para fins de espionagem) é a única possível explicação para o problema. O uso de tecnologias que impeçam alterações no hardware de eletrônicos é certamente positivo e necessário para aqueles que precisam de equipamentos com o mais alto grau possível de confiabilidade. O Google, por exemplo, desenvolveu um chip de segurança chamado Titan para monitorar mudanças no hardware de seus servidores, analisando e identificando qualquer modificação nos chips da placa-mãe.Mas, no fim, a escolha deve ser do consumidor. É positivo que a Apple tenha desenvolvido mecanismos para garantir a integridade do hardware, mas isso deve ser sempre usado em favor do consumidor. Outros fabricantes podem e devem desenvolver a mesma tecnologia, desde que não para impedir reparos e diminuir a vida útil dos aparelhos.Imagem: Placa lógica de eletrônico (Foto: Stockers9/Freeimages.com)Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Wed, 09 May 2018 08:00:01 -0300 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Clicar sobre o 'link do esquilo' faz com que seja instalado um vírus perigoso no celular?   Oi, Ronaldo! Eu recebi um alerta sobre um novo super vírus que esta sendo espalhado pelo WhatsApp. Está escrito na mensagem que quem clicar sobre o link com um emoji de esquilo, o aparelho celular ficará travado e será controlado por hackers. É verdade? Fabrício   Olá, Fabrício! Existe uma vulnerabilidade no aplicativo do WhatsApp que está sendo explorada através de uma pegadinha; os usuários enviam uma mensagem com uma sequência de caracteres ocultos e um emoji de esquilo. Quem clicar sobre essa mensagem, pode ter o app do mensageiro travado, e dependendo do modelo do celular, será necessário reiniciá-lo. Mas vale salientar que não se trata de um vírus, e não oferece risco a segurança das informações dos usuários que caírem acidentalmente na brincadeira.    >>> Como restringir canais no Youtube Oi, Ronaldo! Como eu faço para restringir o acesso a alguns canais do Youtube no tablet do meu irmão? Luciano   Olá, Luciano! O conteúdo destinado ao público infantil pode ser acessado, sem que você se preocupe com conteúdo impróprio, através do Youtube Kids. Mas existe uma excelente alternativa para o controle parental no Youtube, você pode instalar um aplicativo chamado Filter for youtube, para restringir individualmente quais canais poderão ser acessados.   >>> Como excluir o Facebook Messenger? Oi, Ronaldo! Você sabe como excluir o Facebook Messenger? Celina   Olá, Celina! O Messenger é o comunicador nativo do Facebook, você pode optar em deixar de usá-lo, permanecer desconectada e remover o app do celular. Mas não é possível apagar essa funcionalidade do Facebook.   Imagem: Reprodução/G1

G1

Sun, 06 May 2018 12:30:01 -0300 -


O provedor de distribuição de conteúdo CloudFlare pode ir a julgamento por pirataria nos Estados Unidos e um dos principais argumentos da ALS Scan, a produtora de conteúdo pornográfico que moveu a ação, envolve a derrubada de um site neonazista, o Daily Stormer. O site utilizava os serviços da CloudFlare, mas foi derrubado em agosto de 2017, algo muito incomum para a CloudFlare. O provedor costuma manter vários sites questionáveis entre seus clientes, inclusive os de pirataria, sob o argumento de que não hospeda o conteúdo.A CloudFlare tentou alegar para o tribunal que o Daily Stormer não era relevante para o julgamento do júri e que, por envolver conteúdo neonazista, o caso teria um apelo emotivo indevido. O juiz George Wu, da corte californiana onde o processo tramita, negou o pedido da CloudFlare e a ALS Scan recebeu o sinal verde para usar o Daily Stormer em sua argumentação.A CloudFlare é um provedor de serviços de internet que fornece proteção contra ataques de negação de serviço e serviços -- ataques que tentam tirar um site do ar -- e uma rede de distribuição de conteúdo (CDN). Uma CDN é formada por servidores distribuídos por todo o planeta para acelerar o acesso a páginas -- acessar um servidor mais próximo é mais rápido do que acessar um servidor mais distante -- e, para isso, esses servidores armazenam apenas cópias temporárias e parciais dos sites.A CloudFlare diz não ser responsável por qualquer dano cometido por sites de clientes, pois a empresa apenas atua como uma "ponte de acesso" ao conteúdo armazenado no provedor principal de hospedagem do cliente. Este, sim, armazena cópias completas e permanentes dos sites e deve ser procurado para derrubar o conteúdo.Mas a ALS Scan alega que a CloudFlare não tem direito às proteções legais concedidas aos provedores de serviços de internet, como o Google, Facebook e provedores de internet e hospedagem de sites. A produtora argumenta que a CloudFlare faz cópias não autorizadas de material protegido por direito autoral quando armazena cópias temporárias do conteúdo em seus servidores e que a empresa é conivente com as infrações cometidas por seus clientes ao se negar cancelar os serviços a sites de pirataria.Como parte da proteção a ataques de negação de serviço, a CloudFlare também tenta omitir o endereço de internet (endereço IP) verdadeiro dos seus clientes, o que impede que detentores de direitos autorais tomem medidas contra os provedores de hospedagem desses sites.Entre os clientes da CloudFlare está o The Pirate Bay, um site bastante conhecido no ramo da pirataria. Mas há diversas outras páginas de conteúdo ilícito nos servidores Especialistas chegaram a criar um site chamado "Crimeflare" para tentar identificar os endereços verdadeiros de clientes da CloudFlare - principalmente sites de conteúdo ilícito -, mas a página era bastante incompleta e já não está mais on-line.Um dos pilares no argumento da CloudFlare era o de que a empresa não derrubava nenhum site sem ordem judicial. Como ela não é o provedor de serviços primário dos sites, cancelar o serviço da CloudFlare não derrubaria esses sites. A regra valia para todos os clientes, mas a lei norte-americana de direito autoral exige que material protegido seja retirado do ar após notificações, dispensando a necessidade de ordem judicial.Em agosto, quando a CloudFlare derrubou o site neonazista Daily Stormer, o argumento ficou prejudicado. A atitude demonstrou que o cancelamento do serviço por parte da companhia pode ter um efeito direto na disponibilidade de uma página web. O site de tecnologia Gizmodo obteve um comunicado interno da empresa enviado por Matthew Prince, o CEO da CloudFlare, em que ele deixa claro não só que ele pode tirar algo do ar, mas fazer isso de forma arbitrária."Hoje acordei de mau humor e decidi chutar o Daily Stormer para fora da internet", escreveu Prince.Desde então, Prince admitiu para sua equipe que tirar o Daily Stormer do ar foi realmente uma decisão arbitrária e que a atitude não se repetiria. Para a imprensa, a companhia também tentou argumentar que o Daily Stormer só foi retirado do ar porque a página tentou implicar a CloudFlare -- afirmando que ela era uma "apoiadora secreta" de suas visões políticas. Não está claro qual será a estratégia da companhia no tribunal agora que a tentativa de censurar o caso na corte fracassou.Além da CloudFlare, o Daily Stormer também foi derrubado pela GoDaddy. A página é atualmente hospedada pelo provedor de hospedagem francês OVH e se intitula "o site mais censurado da internet".'Serviço inteligente'Embora a CloudFlare se diferencie de muitos provedores de serviços ao exigir uma ordem judicial para derrubar sites de clientes, um dos argumentos da ALS Scan, o de que a CloudFlare não merece as proteções da lei por ser um "serviço inteligente", pode implicar outros prestadores de serviços.A lei norte-americana protege provedores de serviços de internet e comunicação em diversas categorias e desde que eles cumpram certas exigências. Uma delas é entendida como um tratamento neutro de conteúdo.Desde 1998, quando a lei norte-americana de "direito autoral digital" foi criada, serviços de internet têm adotado cada vez mais mecanismos "inteligentes" para tirar melhor proveito da infraestrutura de rede e atender às demandas de consumidores. Essas práticas, embora corriqueiras e de finalidade estritamente técnica, podem não ser vistas como "neutras".Se o júri condenar a CloudFlare e concordar com esse argumento, outros prestadores de serviços, mesmo aqueles que derrubam conteúdo após serem notificados, podem ficar em risco de perderem suas proteções legais.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Sat, 05 May 2018 15:00:01 -0300 -


A Heise, uma respeitada publicação de tecnologia da Alemanha, publicou uma reportagem afirmando que a Intel estaria trabalhando para corrigir uma nova onda de oito falhas do tipo Spectre. Chamadas de Spectre-NG ("Spectre Nova Geração"), as falhas estariam ligadas à metodologia da Spectre original, mas com impacto ainda mais grave para as chamadas "máquinas virtuais", o que afeta gravemente o mercado empresarial.Além dos produtos da Intel, processadores do tipo ARM (que são fabricados por empresas como Apple, Qualcomm, MediaTek, Nvidia e outras) também estariam vulneráveis, mas não há informação exata fabricantes e modelos. Também não há informação sobre os chips da AMD, que é concorrente da Intel. No mercado de notebooks, servidores e PCs, a Intel tem mais de 70% do mercado. A empresa não confirmou e nem negou a existência dos novos problemas.As falhas Spectre e Meltdown balançaram os fabricantes de processadores quando foram reveladas em janeiro. As falhas existem em uma otimização estrutural do funcionamento dos chips. Por causa disso, as correções dos problemas -- especialmente o Meltdown, que afeta praticamente apenas a Intel --, acarretaram em perdas de desempenho.Um hacker pode utilizar essas vulnerabilidades para ler o conteúdo da memória de outros programas em execução no computador. Isso significa que a falha não pode ser usada para invadir um sistema -- porque o hacker já precisa estar "dentro" do sistema antes de usar essas falhas --, mas ela pode ser usada para obter dados sensíveis aos quais o invasor não teria acesso.As vulnerabilidades são uma preocupação ainda maior para os prestadores de serviços de processamento de dados e datacenter, como a Amazon Web Services e a nuvem do Google. Essas empresas utilizam o isolamento fornecido pelo processador para atender diversos clientes em um único computador. Um hacker poderia simplesmente se passar pro cliente para obter acesso ao computador e usar as falhas para roubar os dados dos demais clientes.De acordo com a Heise, é exatamente nesse cenário que as falhas da Spectre-NG são mais perigosas. Diferente da Meltdown, a falha Spectre original era notória por ser bem difícil de explorar, o que tem mantido alguns ataques mais graves na teoria.Ainda não se sabe se a correção das falhas Spectre-NG trará novos prejuízos ao desempenho dos processadores. Uma das oito falhas teria sido descoberta pelo Google, por meio da iniciativa Projeto Zero. Mas os demais pesquisadores e empresas envolvidas não foram divulgados pela Heise. Ainda conforme a publicação, parte das atualizações deve ser lançada ainda em maio, com  restante agendado para agosto.Imagem: O fantasma da Spectre, símbolo escolhido porque a falha 'vai nos assombrar por muito tempo'. (Foto: Natascha Eibl/Domínio Público)Nova fronteiraAs falhas Spectre e Meltdown existem na forma que processadores otimizam o acesso a dados. Embora os dados em si jamais sejam vazados aos aplicativos, os especialistas em segurança descobriram ser possível tirar proveito do cache -- uma memória ultrarrápida e temporária do processador -- para ler dados de outros programas de maneira indireta.SAIBA MAISFalhas Meltdown e Spectre não atingem apenas Intel: entendaA descoberta dessas falhas representou não apenas um novo ataque, mas um novo método de abordagem para ataques, como uma "nova fronteira" para pesquisadores e hackers. Por esse motivo, a descoberta de novas falhas parecidas já era esperada por especialistas.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Sat, 05 May 2018 11:25:43 -0300 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.>>> Boleto falso 1Recebi no mês de abril uma fatura da NET no valor de R$ 390,90, sendo que nunca fui assinante da mesma. Porém os meus dados constavam da mesma forma e o boleto foi encaminhado diretamente ao meu e-mail pessoal. Fui analisar a minha caixa de mensagens e encontrei outro boleto, datado de junho do ano de 2017. Este no valor de R$ 310, Banco Itaú, e-mail diferente do atual, que também é de banco diferente, do Banco Bradesco.Não sou e nunca fui Cliente da NET. Mas fui cliente da Claro HDTV e Plano Controle, e ela é parceira da NET e Embratel. Se for provado o vazamento de dados, posso entrar com ação na Justiça?Desde já, Obrigado.Luiz PauloLuiz, embora a lei brasileira tenha alguns dispositivos de proteção de privacidade, não existem regras claras sobre o tratamento de informações. Em outras palavras, não existem normas sobre como os dados devem ser armazenados ou com quem eles podem ser compartilhados. Além disso, os contratos de prestação de serviço costumam ter dispositivos que permitem à empresa compartilhar suas informações. No caso de empresas do mesmo grupo (a NET não é apenas parceira da Claro, ela é uma subsidiária), seria ainda mais difícil argumentar que houve alguma infração.Se existe um serviço assinado em seu nome de forma não solicitada, aí sim existe algo claramente ilícito. Mas há um porém: é possível que este boleto que você recebeu seja falso, ou seja, que o serviço não exista e que algum golpista simplesmente enviou o arquivo para o seu e-mail para que você pagasse. Se pagar, ótimo para o golpista; se não pagar, ele não perdeu nada.Supondo que seus dados foram obtidos por criminosos, você ainda terá dificuldade para obter algum julgamento favorável na Justiça. Advogados ouvidos pelo blog Segurança Digital em temas envolvendo dados pessoais costumam dizer a mesma coisa: é preciso provar um dano (prejuízo) e também conectar esse prejuízo à fonte das informações.No seu caso, você teria dificuldade nos dois casos. Como saber que os dados partiram mesmo da Claro? Os dados podem ter sido obtidos de outra fonte e os criminosos simplesmente enviaram um boleto da Claro para "tentar a sorte". E qual seria o seu prejuízo se você nem mesmo pagou o boleto informado?Vale lembrar que o grupo Claro já esteve envolvido em um vazamento de chamadas de call center. A Claro não quis conversar com o G1 para reconhecer (ou mesmo afastar) sua relação com a operadora do call center.O que você pode é enviar uma denúncia ao MP-DFT, que vem acompanhando casos envolvendo dados pessoais. Se for fazer isso, lembre-se de incluir todos os detalhes, incluindo os boletos e e-mails recebidos.Boleto falso confeccionado por golpistas usando o nome do MercadoPago. "Sacado", que deveria conter nome do consumidor, tem apenas a informação do cedente. Este não é um boleto seguro de ser pago. (Foto: Reprodução)>>> Boleto falso 2Vi uma matéria antiga do G1 falando sobre fraude em boletos, aconteceu comigo essa semanaFiz uma compra online, onde o vendedor se identificava como uma coisa, e na realidade era outra, fiz o pagamento e agora descobri que foi uma fraude.Como posso fazer sobre esse assunto?Segue anexo boleto (foto) e pagamento para melhor entendimento Devo procurar a polícia e o Procon?MarianaMariana, a imagem que você enviou é de um boleto do serviço "Mercado Pago", utilizado no site de comércio eletrônico Mercado Livre. Esse boleto é falso: no Comprovante de Pagamento que você enviou (a coluna não publicará o comprovante), o nome do benefício/cedente é totalmente diferente do nome "Cedente" informado no boleto. Pior ainda: na informação de "Sacado", onde devia constar as suas informações (endereço, CPF e nome completo), consta novamente o nome do Mercado Livre!Este boleto falso é uma falsificação grosseira. Muitas das fraudes de boleto falso são bem mais sofisticadas e difíceis de serem reconhecidas.Você pode e deve procurar a polícia, mas a chance de restituição é baixa, já que nenhum dos bancos, e muito menos o Mercado Livre, tem qualquer responsabilidade nesta fraude. Você pagou um boleto falso e simplesmente "entregou" o dinheiro na mão dos bandidos. Porém, a denúncia é importante para que a polícia tenha informações sobre essa fraude e possa localizar e prender os responsáveis.Note que há casos antigos na Justiça em que o Mercado Livre foi condenado a restituir as perdas. Porém, os procedimentos e o contrato do Mercado Livre mudaram desde então, o que pode (e deve, se a Justiça fizer o certo) invalidar esses precedentes.Você não contou como a fraude aconteceu, mas há casos em que vendedores ou compradores em sites como o Mercado Livre sugerem concluir uma negociação por WhatsApp ou e-mail, fora dos canais oficiais da página. Quando o golpista tira você dos canais oficiais, ele envia documentos falsos (seja um boleto falso ou um comprovante de pagamento falso, no caso de fraudes contra vendedores). Para tornar a fraude mais atraente, o golpista fornece descontos (para a venda) ou pagamentos elevados (em compras).Se esse vendedor lhe ofereceu descontos para uma compra "por fora", então você caiu exatamente nesse golpe.Você jamais deve aceitar concluir uma negociação fora dos canais oficiais oferecidos. Se o fizer, vai correr um altíssimo risco de fraude, inclusive porque a maioria dos vendedores ou compradores honestos jamais aceita ou sugere sair dos meios oficiais de negociação, pois isso é proibido pelo contrato e pode acarretar na expulsão do utilizador.O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

G1

Thu, 03 May 2018 14:00:01 -0300 -


O aplicativo de mensagens criptografadas Signal (um programa semelhante ao WhatsApp) está indisponível no Egito, no Omã, no Catar e nos Emirados Árabes Unidos depois que o Google e a Amazon realizaram mudanças técnicas impedindo o uso de um truque chamado de "domain fronting". A prática permitia que o Signal disfarçasse as conexões ao app de acessos ao Google.com, burlando a censura que esses países impuseram ao aplicativo. A informação é da Open Whisper Systems, desenvolvedora do Signal.Como muitos aplicativos, o Signal utiliza infraestrutura de "computação em nuvem" de provedores como o Google e Amazon. Esses serviços são notórios por sua flexibilidade e elasticidade, o que dificulta o trabalho de censores. Não é possível bloquear apenas um endereço de internet (endereço IP) para impedir o acesso ao serviço, porque os endereços IP mudam constantemente conforme a "nuvem" de computadores aloca recursos de processamento.Isso obriga os censores a bloquearem conexões com base no domínio (o "nome" do endereço, como "g1.com.br"). Mas, por uma característica desses serviços, era possível fazer com que uma solicitação fosse aparentemente direcionada a um cliente, mas acabasse processada por outro. Era assim que o Signal disfarçava suas conexões de acessos ao "google.com", que não é bloqueado nesses países.Isso é possível porque o destino da conexão é especificado duas vezes. Uma delas aparece na conexão e pode ser lida pelos censores. A outra é criptografada e só é processada pelo provedor de serviço em nuvem. Enquanto o destino visível era "google.com", o destino criptografado, invisível para os censores, era o verdadeiro endereço do Signal.O único país que já bloqueava o Signal era o Irã. Por causa das sanções comerciais aplicadas pelos Estados Unidos, o Google bloqueia todos os acessos do país ao seu serviço de busca, o que impedia a técnica de funcionar. Houve pressão para que o Google permitisse o acesso, mas o resultado foi o oposto: a empresa adotou medidas para impedir a prática como um todo, inviabilizando seu uso pelo Signal no mês passado.Quando o Signal migrou para a Amazon para repetir a mesma prática, a empresa recebeu um aviso de que o serviço seria cancelado se o aplicativo viesse mesmo a adotar esse truque. A empresa alegou que se passar por outros endereços é uma prática proibida pelos termos de serviço.Técnica pode ser usada em roubo de dadosA técnica de "domain fronting", embora seja capaz de burlar censura, também complica o trabalho de ferramentas de proteção de rede. Hackers já utilizaram o recurso para disfarçar as transmissões de dados roubados de computadores. Dessa forma, o sistemas de segurança não conseguem detectar e alertar sobre essas conexões irregulares.Se o Google e a Amazon continuassem permitindo o uso dessa técnica, os provedores corriam o risco de serem coniventes com práticas sofisticadas para o roubo de informações. O Signal usava a técnica desde 2016.Tecnologia do Signal foi adaptada no WhatsAppO Signal é um aplicativo de comunicação que adota criptografia para resguardar o sigilo das comunicações. É considerado o aplicativo mais seguro para esse fim entre os disponíveis do mercado. A tecnologia do Signal foi usada de base para a criptografia que hoje existe no WhatsApp, o aplicativo de mensagens que foi adquirido pelo Facebook em 2014.Assim como o WhatsApp, a criptografia do Signal é um empecilho para as autoridades judiciárias e policiais, já que não é possível monitorar a comunicação de um utilizador por meio de grampos na conexão e os dados das mensagens também não podem ser fornecidos pela Open Whisper Systems, já que a companhia não dispõe das chaves criptográficas para decifrar o conteúdo transmitido. É por isso que alguns países decidem bloquear o aplicativo, assim como o WhatsApp já foi bloqueado no Brasil.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Wed, 02 May 2018 16:00:01 -0300 -


Após a instalação da atualização para o "Windows 10 Spring Creators Update", o sistema armazena preventivamente os arquivos da versão anterior como medida de segurança e simplificar o downgrade de versão. Esses arquivos ocupam cerca de 10 GB (gigabytes), o que pode representar um enorme desperdício de espaço para quem está com o HD próximo ao seu limite de capacidade. O gerenciamento de disco possuí um eficiente mecanismo chamado sensor de armazenamento, que irá apagar automaticamente esses arquivos temporários após 10 dias da instalação da atualização. Mas para os leitores que estão com pouco espaço livre no HD, existe uma maneira de remover esses arquivos imediatamente, confira a dica.    Como funciona   Para usar o "Sensor de armazenamento" e remover imediatamente os arquivos antigos do Windows, siga os passos descritos abaixo:    1 - Acesse a opção "Configurações".   2 - Clique em "Sistema".   3 - Clique em "Armazenamento".                                             4 - Clique na opção "Liberar espaço agora".   5 - Selecione os arquivos indicados pelo sistema que poderão ser apagados.                                             6 - Clique sobre o botão "Remover arquivos" para apagar os arquivos selecionados.    O tempo necessário até a conclusão do processo varia conforme as configurações do PC e a quantidade de arquivos. Essa função do Windows pode ser executada sempre que houver a necessidade de liberar espaço em disco.   Imagens: Reprodução/G1

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Wed, 02 May 2018 12:00:01 -0300 -


Hoje praticamente em desuso, o termo "web 2.0" foi moda e assunto de muitas reportagens (hoje é mais fácil falar em "mídias sociais" e ninguém se impressiona com isso). Mas, se havia uma "web 2.0", seria preciso uma "web 3.0" para sucedê-la. E essa web 3.0 chegou, sim -- e muitas das tecnologias que usamos foram desenvolvidas a partir de uma visão do que seria essa "nova" web.Mas o que é a web 3.0? Se a web "1.0" permitia que humanos acessassem dados armazenados em máquinas e a web 2.0 viabilizou o contato e o compartilhamento de dados entre pessoas, a web 3.0 é aquela que permite que computadores acessem dados de outros computadores, ou seja, em que máquinas conversam com máquinas para dar sentido a grandes quantidades de dados.Foi essa visão de futuro que entregou informações de milhões de pessoas para a Cambridge Analytica e resultou no escândalo que levou Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, a depor no Senado dos Estados Unidos. É essa visão de futuro que transformou praticamente todas as redes - Facebook, Google, Outlook, Twitter - em "plataformas" aos quais "aplicativos" podem se conectar para acessar os dados de usuários.São máquinas conversando com máquinas, e a noção de que "tudo é plataforma" (como diz o jargão do mercado). Ou seja, tudo precisa ser conectado com outras coisas, criando dependência e, de preferência, aumentando sua utilidade.Existem vantagens nesse modelo. Quando aplicativos funcionavam em computadores, você podia acessar serviços (um provedor de e-mail, por exemplo) sem compartilhar sua senha com terceiros. Toda a lógica de processamento (e todo o tratamento de dados) ocorria no seu computador.Quando os aplicativos migraram para a web, internautas começaram a adotar a perigosa prática de compartilhar senhas com esses serviços. Usuários de Twitter, em especial, foram alvos de diversos golpes se aproveitando dessa prática. Transformar essas redes em plataformas, com canais específicos e controlados para o acesso a dados, tornou-se uma necessidade, já que as pessoas enxergavam vantagens nesses aplicativos web.Depois da necessidade, claro, seguiu-se o abuso e a cessão de dados por mera rotina.Facebook, Twitter, Google e Microsoft Outlook.com: tudo é plataforma e tem conectividade com terceiros. Após escândalos, opções do Facebook são as mais específicas. (Foto: Reprodução) Equilíbrio entre transparência e dependênciaSem a necessidade de informar uma senha, muita gente perdeu a noção do peso de "instalar" (ou "conectar") esses aplicativos ao perfil de rede social. O compartilhamento da senha, que é um processo extremamente arriscado do ponto de vista do compartilhamento de dados, foi reduzido a um único clique, tudo sob a chancela dos grandes prestadores de serviços.Nessa época surgiu a segunda onda de fraudes, em que serviços inescrupulosos passaram a fazer publicações não autorizadas em perfis de redes sociais. O Facebook teve que agir para coibir a prática, e ainda hoje encontra-se avisos do tipo "isso não permite que [aplicativo] faça publicações". Mas nem tudo foi pensando apenas para "contribuir" e proteger os internautas. Uma plataforma não pode exercer nenhum controle ou poder se for aberta demais. Por isso, meios de compartilhamento de dados públicos e padronizados -- que faziam parte da concepção original da web 3.0 -- sumiram. O Facebook permitia conexão de qualquer programa ao seu serviço de bate-papo, mas isso não é mais autorizado. O Twitter cancelou os seus chamados "feeds" abertos, obrigando que toda integração ocorra de maneira definida pela rede social.Em outras palavras, o objetivo dessas plataformas é atingir um equilíbrio entre transparência e dependência. No fim, elas precisam ter controle sobre como certos dados são apresentados, porque precisam que pessoas vejam o conteúdo junto de seus anúncios publicitários. Ao mesmo tempo, querem permitir a construção de aplicativos que aumentem o uso da rede e, portanto, que provoquem as visualizações que realmente interessam.As restrições impostas pelas redes tiveram outras consequências. O faturamento da Zynga, fabricante de jogos de redes sociais como o Farmville, chegou a US$ 1,2 bilhão em 2012, mas caiu para US$ 860 milhões em 2017. A concorrente Playdom, da Disney, fechou as portas em 2016. Esse mercado foi quase que inteiramente transferido para jogos sociais em telefones celulares (abocanhado com gosto pelos chineses e coreanos), mas as redes sociais se deram conta do óbvio: se alguém está jogando, não está vendo anúncios na rede social. De parceiros que muito contribuíram para as redes sociais, esses games se transformaram em inimigos.Do ponto de vista dos usuários, pouco foi ganho -- já que a conta do telefone celular, onde esses jogos se conectam, também tem dados interessantes.Embate ideológicoO fato é que a privacidade na web enfrenta uma guerra ideológica contra essa visão de web 100% conectada -- de máquinas para máquinas, de compartilhamento total de informação para "criar sentido". No marketing, hoje é comum falar em "Big Data" -- mas esse termo emprega avanços em processamento de dados que não faziam parte do que se enxergava para a "web 3.0", alguns deles muito benignos e úteis para a segurança digital, inclusive, porque a segurança digital envolve verdadeiras montanhas de informações sobre ocorrências de ataques na internet.Mas alguns avanços tecnológicos não se deram porque máquinas compartilharam informações sobre si próprias, mas sobre seus utilizadores.  Era um resultado óbvio, mas "a quem pertence esse dado?" nunca parecia uma pergunta relevante. Com as restrições impostas pelas redes sociais aos aplicativos que interagem com elas, a resposta é clara: o dado pertence à plataforma, e aos usuários cabe utilizar seja lá quais forem os controles de privacidade que a rede decidir criar (na imagem, as configurações de privacidade para aplicativos de outras pessoas -- essa tela não existe mais, porque o Facebook agora diz bloquear tudo; antes, permitia boa parte, mesmo sem autorização expressa).Mesmo assim, criticar essa visão, dita como "futuro", é mais ou menos como advogar a favor do passado.Mas se a web mira em uma solução para organizar o caos da informação na web, o refugo desse processo é o caos na privacidade. SAIBA MAISO verdadeiro escândalo não é só do FacebookDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Tue, 01 May 2018 12:30:01 -0300 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Caiu no golpe da promoção falsa d'O Boticário, e agora? Oi, Ronaldo! Eu recebi a mensagem sobre a falsa promoção d'O Boticário, cliquei no link e informei alguns dados pessoais (nome completo, cidade, e-mail e CPF). E agora? Gabriela     Olá, Gabriela! Esse golpe é recorrente em cada data festiva, a empresa que está tendo o seu nome usado na falsa promoção já se posicionou sobre o caso. Na prática, somente com esses dados que você informou é pouco provável que as suas informações pessoais possam ser usadas indevidamente. Mas é recomendável monitorar o uso do seu número de CPF. Você deve verificar se ao enviar o formulário preenchido, também não foi realizado o download de algum aplicativo. Somente pelo fato dele ter sido baixado, não significa que o seu celular esteja infectado por alguma praga virtual para roubar as suas informações. Para que esse tipo de app possa ser instalado no celular, é necessário alterar as configurações de segurança e autorizar a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas, antes de executar o instalador. Se você preferir, é possível realizar o reset das configurações originais de fábrica, esse procedimento serve para eliminar completamente qualquer app malicioso que possa ter sido instalado acidentalmente.   >>> Como visualizar a configuração detalhada do celular? Oi, Ronaldo! Como eu faço para obter em detalhes as especificações técnicas do meu celular? Tiago   Olá, Tiago! Existem alguns apps que exibem um relatório detalhado sobre as especificações técnicas do aparelho. Entre os apps mais eficientes que foram testados, eu recomento o Droid Info, disponível para download na Google Play (aqui).   >>> Quando eu instalo mais memória RAM no PC é necessário reinstalar o sistema? Olá, Ronaldo! Eu enviei o meu notebook para uma assistência técnica para que fosse realizado um upgrade de memória RAM. Quando fui retirá-lo, também foi cobrada a formatação do Windows. Isso está correto? Angelo   Olá, Angelo! A reinstalação do sistema operacional devido a adição de memória RAM no PC poderia ser justificada se a versão do Windows fosse da arquitetura de 32-bit e o upgrade de memórias fosse superior a 4 GB (gigabytes). Mas geralmente esse procedimento é desnecessário para a maioria dos casos.   Imagem: Reprodução/G1

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Sun, 29 Apr 2018 13:00:01 -0300 -


Pesquisadores de segurança identificaram duas falhas de segurança, já em uso por hackers, que permitem criar uma quantidade infinita de "moedas virtuais" baseadas na tecnologia ERC-20 da blockchain Ethereum, uma tecnologia semelhante e concorrente ao Bitcoin. Batizadas de "proxyOverflow" e "batchOverflow", as vulnerabilidades levaram a corretora OKEx a interromper a compra e venda de moedas virtuais baseadas em ERC-20.A Ethereum é uma blockchain semelhante ao Bitcoin. O foco da Ethereum, porém, está nos chamados "smart contracts" ou "contratos inteligentes". Um dos principais usos dessa função é a criação de outras moedas virtuais (ou "fichas virtuais") na mesma blockchain. Essa tecnologia é chamada de ERC-20.Diferente das criptomoedas comuns, essas "fichas" virtuais costumam ter um endereço administrativo, que tem liberdade para emitir moedas. Porém, as regras para a circulação dessas moedas são definidas inteiramente no contrato inteligente e programadores têm uma grande liberdade para definir as regras de cada ficha digital.São falhas na programação desses contratos -- e não na Ethereum em si -- que fazem com que hackers possam emitir quantas fichas quiserem. As falhas são do tipo "overflow", em que o programa tenta armazenar na memória um número maior do que o permitido, o que "sobrecarrega" o valor. Em muitos casos, essa sobrecarga transforma o número em zero.Segundo a PeckShield, mais de uma dúzia de fichas ERC-20 estão vulneráveis. Como os contratos são a "lei suprema" dessas fichas, não há meio fácil de alterá-los para corrigir o problema. Os responsáveis pelas fichas digitais terão de criar contratos novos e reembolsar quem hoje possui essas fichas.Uma das moedas afetadas é a Beauty Chain (BEC), uma ficha baseada em beleza. "A busca da beleza é parte da natureza humana e uma aspiração comum da humanidade. A Beauty Chain foi fundada com a missão de identificar, criar e compartilhar a beleza, conectar a corrente de valores da indústria da beleza e para fazer um mundo melhor. Incentivamos você a descobrir mais aplicações relacionadas à beleza conosco", diz o site da moeda.Muitas das fichas de ERC-20 são notórias por aparentemente não terem finalidade clara. O valor de mercado total das fichas ERC-20 está na casa dos bilhões de dólares e há mais de 5 mil dessas fichas em existência. Muitas, por terem comercialização específica ou por serem insignificantes, não aparecem em nenhuma corretora de compra e venda de criptomoedas.SAIBA MAISHacker desvia US$ 30 milhões com brecha em programa de criptomoedaFalha congela moedas virtuais do Ethereum; valor paralisado pode chegar a US$ 280 milhõesNovas fraudes e proibições afetam mercado de criptomoedasAtaque ao MyEtherWalletA falha nas moedas ERC-20 não foi o único problema de segurança envolvendo a rede Ethereum nos últimos dias. Usuários de Ethereum que gerenciam sua carteira virtual com o serviço MyEtherWallet tiveram suas carteiras esvaziadas depois que o site foi redirecionado para uma página falsa. Como o serviço exige que o internauta informe sua chave privada para obter acesso ao painel de controle, os golpistas facilmente conseguiram obter acesso às carteiras e desviar ao menos US$ 13 mil (cerca de R$ 40 mil) das vítimas.Para fazer o redirecionamento, os hackers criaram uma rota falsa com o BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é usado pelos provedores de internet para comunicar rotas disponíveis para que a comunicação na internet possa ir de um ponto A até um ponto B. É como um controle de tráfego da internet.Hackers conseguiram sequestrar uma rota BGP e redirecionar dados que deviam ser encaminhados para a Amazon a um outro provedor. Quando isso ocorreu, eles conseguiram falsificar o endereço IP de destino do site MyEtherWallet, que utiliza a Amazon.A tecnologia do BGP foi criada para permitir que a internet reage rapidamente a qualquer problema técnico ou interrupções, portanto não há muitos mecanismos previstos para que um provedor possa determinar se uma rota informada é autêntica antes de aceitá-la. Como o problema ocorreu por conta de um sequestro de rota, a Amazon não teve culpa no ocorrido.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Sat, 28 Apr 2018 14:00:01 -0300 -


Pirataria não costuma ser um assunto muito complicado: alguém, que não o fabricante original, cria um produto idêntico (ou aparentemente idêntico) ao original e vende sem ter permissão de usar a marca e o desenho do produto. No caso de software de computador, a pirataria normalmente exige o uso de programas que burlam recursos de segurança ou então de uma chave de licença roubada de outro consumidor.Mas o empreendedor norte-americano Eric Lundgren recebeu uma sentença de 15 meses de prisão por pirataria de software, apesar de sua pirataria não permitir o uso do programa por quem não tenha a chave de licença. Ele não distribuiu licenças e nem alterou o sistema operacional Windows para ele fosse ativado de forma irregular.Lundgren, que atua no ramo da reciclagem de lixo eletrônico, fez milhares de cópias de discos de recuperação do Windows com a marca da Dell. Segundo Lundgren, o objetivo era permitir que computadores antigos -- que poderiam virar lixo eletrônico pela falta do software original --, pudessem ter seu software restaurado após uma falha no disco rígido ou outros problemas que exigissem a reinstalação do sistema.Máquinas vendidas por integradoras e fabricantes (OEM, na sigla em inglês) normalmente acompanhem uma etiqueta de autenticidade na qual está registrado o número da chave de licença do Windows. Quem usa o CD de recuperação depende dessa informação para ter um sistema funcional. Ou seja, era preciso ter uma licença do Windows antes de usar o CD.Lundgren, no entanto, se declarou culpado das acusações: o CD de recuperação duplicado pelo empresário copiou completamente a aparência e as marcas da Dell e da Microsoft. Dessa forma, não era possível saber que se tratava de uma cópia. O empresário não contestou isso, mas alegou que a infração não gerou nenhum prejuízo. O tribunal discordou após ouvir o lado da Microsoft, que foi consultada pelos procuradores federais que montaram a acusação.Esses CDs de recuperação já nem sempre acompanham computadores novos, mas ainda é possível, em alguns casos, solicitar o CD. Na compra de uma máquina nova no site da Dell, solicitar o CD -- disponível apenas em máquinas vendidas com Windows -- tem custo zero (foto). Mas a Microsoft entrou no processo de acusação afirmando que os CDs na verdade valem US$ 25 (cerca de R$ 80) e Lundgren foi acusado de causar prejuízos de US$ 700 mil (cerca de R$ 2,35 milhões) por 28 mil CDs apreendidos por fiscais alfandegários.Os US$ 25 informados pela Microsoft são o custo de uma licença do Windows exclusiva para parceiros que vendem computadores recondicionados -- uma licença que a empresa não vende no varejo. A licença comercializada no varejo, que pode ser usada em computadores novos, saía por US$ 299 (o sistema em questão era o Windows XP Professional).A corte, aceitando os valores informados pela Microsoft e ignorando o testemunho de um especialista chamado pela defesa que disse que o valor dos CDs era "zero ou perto de zero", decidiu pela condenação à prisão, mais US$ 50 mil de multa. Um tribunal de segunda instância indeferiu o recurso de Lundgren.A cobertura da imprensa sobre o assunto nos Estados Unidos foi um tanto negativa. Muitos veículos apontaram o passado de Lundgren: sua empresa de reciclagem tem grandes corporações entre seus clientes e ele detém o recorde do Guinness de alcance de um carro elétrico em uma única carga. O veículo era um BMW modificado quase só com peças recicladas.A Microsoft inicialmente declarou que toma esse tipo de atitude para proteger seus clientes contra software pirata, que poderia expor os consumidores a códigos maliciosos. Esse argumento é falso. Se Lundgren tivesse alterado o Windows ou incluído vírus, ele poderia ser processado por isso, mas não foi, porque as cópias eram totalmente autênticas.A Microsoft não pode nem sequer alegar que o sistema distribuído era inseguro por estar obsoleto. Em 2012, quando os CDs de Lundgren foram apreendidos, o Windows XP ainda estava recebendo atualizações de segurança da Microsoft.O problema é que, apesar disso tudo, Lundgren estava sim cometendo um crime e tinha, conforme os documentos obtidos pela corte demonstraram, intenção clara de enganar consumidores e até empresas que vendem computadores recondicionados. E-mail de Eric Lundgren ao seu sócio Bob Wolff sugere como vender os CDs falsificados para um cliente. 'Se te ligarem, se faça de burro e diga que comprou de uma empresa de gestão de ativos do exterior. Diga que está garantido que o produto é real e que você pagou um preço bem alto por ele.' (Foto: Reprodução)A Microsoft publicou uma resposta mais encorpada sobre o caso após a repercussão negativa, destacando e-mails de Lundgren em que ele discute com o sócio a necessidade de vender o "produto" e conseguir com a operação um "faturamento constante". Em certa altura, o empresário até reclama do baixo retorno da empreitada. À imprensa, Lundgren disse que os CDs não tinham fins lucrativos -- o que os documentos colhidos pelo tribunal mostram ser uma mentira.O empresário ainda adotou medidas para burlar a fiscalização alfandegária dos Estados Unidos, já que fazia a duplicação de um CD em uma fábrica na China e tinha que importar para solo americano. Em um e-mail, ele aconselha seu sócio -- responsável pela venda dos produtos -- a informar a clientes que os CDs foram adquiridos a um preço alto e que eles são absolutamente genuínos.Não há dúvida de que Lundgren cometeu uma infração ao copiar a aparência dos CDs de recuperação e que ele enganou a imprensa e o público ao se apresentar como um empresário que "só queria ajudar as pessoas", como afirma em um vídeo no YouTube. Mas a Microsoft também induziu ao erro ao se valer do argumento da "segurança" dos consumidores e equiparar os CDs de recuperação do Windows à venda de uma nova licença que ela impõe aos seus parceiros.Lundgren tem usado sua condenação para promover uma iniciativa que pretende alterar a legislação norte-americana para que fabricantes de eletrônicos sejam obrigados a viabilizar reparos de seus produtos, vendendo peças avulsas e distribuindo manuais técnicos. Diversas empresas são contra a medida, entre elas a Apple e a Microsoft.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Sat, 28 Apr 2018 07:00:01 -0300 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.>>> É possível saber quem visita sua página no Facebook?Parece que às vezes antigas perguntas podem receber novas respostas: a tecnologia é rapidíssima!Bem, a minha pergunta é aquela já clássica: é possível saber quem visitou (amigo ou não) minha página no Facebook, mesmo se a pessoa não faz nenhum comentário ou curtida? A resposta que eu costumava ouvir era: "não é muito fácil descobrir isso, depende da instalação de algum aplicativo ou extensão que nem sempre espelha exatamente a visitação de outras pessoas no seu Face".Pois bem: de um mês para cá, repetiu-se comigo por 3 (três) vezes a mesma situação. Apenas visitei a página de "amigos de amigos", mas nelas não fiz nenhum comentário ou curtida (e nem pedi para ser amigo). Eis que no dia seguinte, recebo em "Notificações" a "sugestão de amizade" destas pessoas.Ora, para mim a conclusão é evidente: se eu visitei a página delas anonimamente, não fiz comentários nem curtidas, e depois recebo uma sugestão de amizade, então essas 3 pessoas dispõem de algum recurso que permite que elas saibam quem entrou no Face delas!Estou errado no raciocínio? E qual seria este recurso, Altieres, você sabe informar? Também estou interessado em instalá-lo na minha página...RicardoA resposta continua a mesma, Ricardo: não é possível.O seu raciocínio em si não está errado, mas há um erro factual. Parece que você entende as "sugestões de amigos" no Facebook como algo que foi iniciado pelos amigos que apareceram como sugestões. Assim, eles teriam que saber que você visitou o perfil deles para se "sugerirem" para você.Mas não é esse o caso. O recurso de "sugestões de amigos" do Facebook é um recurso autônomo do próprio Facebook e é baseado no seu comportamento na rede social. Ou seja, essa pessoa apareceu como sugestão para você porque você visitou o perfil dela. O Facebook, percebendo seu "interesse" nessa pessoa, sugeriu ela para você.Embora você não saiba quem visitou seu perfil, o Facebook obviamente sabe e faz uso, sim, dessa informação.Todos os sites, programas ou extensões de navegadores que prometem mostrar "quem visitou seu perfil" no Facebook devem ser tratados como fraudulentos. Esse recurso simplesmente não existe e, se um dia vier a existir, será informado pelo próprio Facebook.Tentar buscar algum meio de saber quem visitou o perfil é um grande risco para cair em fraudes ou ser enganado de alguma forma. Qualquer site falso pode selecionar alguns amigos ou amigos de amigos e marcar essas pessoas como "visitantes" do seu perfil -- você jamais teria como saber se a informação é correta ou não.>>> Segurança de Android x iPhoneEstou usando um iPhone 7 Plus e estou pensando em trocar por um Galaxy S9+. Minha dúvida é a seguinte: Ouvi falar que iOS é mais seguro que Android, porém são novos telefones e dizem ter mudado bastante as coisas. Compensa a troca no quesito segurança?Guilherme D. SoteloO iPhone é sim mais seguro que o Android. Mas lembre-se que é difícil fazer avaliações de segurança. Algo ser mais seguro não é garantia de que você não terá problemas ou que nenhum ataque grande possa ocorrer. Depende, também, do interesse dos possíveis invasores ou bandidos.No papel, o iPhone supera o Android porque tem mecanismos de atualização mais consistentes e a loja oficial da Apple registra bem menos casos de aplicativos maliciosos. Na prática, o iPhone sofre com problemas que causam bastante incômodo, como a "letra bomba" -- e esses problemas não afetaram quem usa telefones com Android.Na prática, os aplicativos maliciosos no Google Play são baixados por poucos usuários e as falhas no Android, embora muito mais graves do que as identificadas no iPhone, raramente são exploradas em ataques verdadeiros.Se você decidir instalar aplicativos fora do Google Play, vai ter um risco muito maior no Android. Mas não é justo fazer essa comparação no iPhone, já que o iOS nem mesmo permite oficialmente que você instale aplicativos fora da loja oficial.Em outras palavras, nem sempre uma segurança superior nas especificações e no papel vai se traduzir em uma vida mais tranquila, especialmente quando a diferença é bastante pequena (aparelhos Android de ponta, como o S9, são mais seguros que modelos mais simples). Quem mais sofre, como sempre, é quem compra celulares mais baratos ou antigos e logo fica sem as atualizações dos fabricantes.O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

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Thu, 26 Apr 2018 12:00:01 -0300 -


Mensagem recebida no WhatsApp com o link fraudulento. (Foto: Reprodução/Psafe)Criminosos estão usando o Bolsa Família como tema em mais um golpe disseminado pelo aplicativo de mensagens WhatsApp, de acordo com o dfndr lab, o braço de pesquisas de cibercrime da PSafe, fabricante de antivírus para Android. A mensagem promete um adicional de R$ 954 para beneficiários do programa social do governo.A fraude leva usuários para uma página que obriga a vítima a compartilhar o link maliciosos com seus contatos ou grupos. No fim, o site malicioso oferece a instalação de aplicativos possivelmente indesejados e que podem deixar o celular vulnerável, de acordo com a PSafe. A "recomendação" de aplicativos é um golpe frequente no Android, pois é muito comum que desenvolvedores paguem quem "recomenda" a instalação de seus aplicativos, inclusive para aplicativos cuja instalação é grátis. Dessa forma, os criminosos conseguem lucrar com o golpe.A empresa diz que seus filtros de segurança impediram 600 mil pessoas de acessar o link malicioso em 24 horas. Em certos momentos, o número de bloqueios chegou a 40 mil por hora.O golpe pode ter sido impulsionado pela notícia de um possível aumento no benefício do Bolsa Família em estudo pela equipe econômica do governo federal.Quem clica no link é obrigado a responder três perguntas: "Você possui o cartão bolsa família?", "Você recebe todo mês?" e "Você conhece amigos ou parentes que recebe?". As respostas não fazem diferença: no fim, a vítima deve encaminhar o golpe para dez amigos ou grupos antes de ter acesso ao "benefício".Quem recebe a mensagem é aconselhado a ignorá-la e não acessar o site indicado nem encaminhar o link.De modo geral, o golpe tem o mesmo formato das outras fraudes que circulam no WhatsApp. Portanto, usuários devem ficar atentos para não cair em outros golpes semelhantes, ainda que utilizem um tema diferente.SAIBA MAIS'Recarga grátis' atrai vítimas para novo golpe no WhatsAppGolpe no WhatsApp promete kit de maquiagem pelo Dia da MulherGolpe no WhatsApp atinge milhares com falso cupom de fast foodGolpe no WhatsApp sobre '14º salário' chega a milhares de internautas'CNH gratuita' vira tema de golpe no WhatsApp, alerta empresaGolpes no WhatsApp podem elevar conta do celular; veja lista e fuja deles Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Wed, 25 Apr 2018 18:45:01 -0300 -


Desde 2013 as maiores empresas de tecnologia do mundo tem investido na produção de conteúdo educacional para o ensino de programação de computadores. Essa iniciativa contempla, desde estudantes nas classes iniciais, até alcançar adolescentes e adultos. Muitos especialistas afirmam que aprender a programar será uma competência tão importante quanto falar mais de um idioma. As vantagens de se aprender a codificar são várias, desde a melhora na capacidade de resolver problemas complexos, o aumento no raciocínio lógico e quem sabe pode servir para o ingresso numa carreira profissional. É possível iniciar o aprendizado por conta própria, nessa semana o Google lançou um aplicativo que ajuda a aprender os conceitos básicos de programação através de um jogo interativo, confira.    Sobre o aplicativo    O Grasshopper é um app gratuito, disponível para as plataformas Android e IOS, que funciona de maneira semelhante do Duolingo - app para o estudo de idiomas. Nele o usuário vai respondendo um questionário, visualizando exemplos de códigos e exercitando as lições. A codificação empregada utiliza o Java Script (linguagem amplamente utilizada na interface de páginas de internet), o aprendizado obtido permite conhecer um pouco da sintaxe dessa popular linguagem de programação - o raciocínio lógico desenvolvido pode ser empregado em outras linguagens. Os exemplos apresentados no aplicativo podem ser facilmente compreendido por crianças e também pelos adultos, todo o conteúdo tem uma apresentação lúdica que permite resolver pequenos desafios utilizando a lógica de programação para o desenvolvimento gradativo das habilidades.                                Embora o Grasshopper possua uma interface intuitiva, ele tem o aspecto negativo - todo o conteúdo é apresentado em inglês. O que pode representar uma barreira para quem não estiver habituado com o idioma estrangeiro. Mas vale salientar que para os leitores que realmente quiserem seguir em alguma carreira relacionada a computação, o conhecimento básico em inglês é fundamental. Uma excelente opção para complementar os exercícios no Grasshopper é criar uma conta no site CODE.ORG e praticar os exercícios propostos - site possui tradução para o português.                                  O Grasshopper é um app que vale a pena baixar no celular e usá-lo como um game, e quem sabe despertar o interesse em computação.    Imagens: Reprodução/G1

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Wed, 25 Apr 2018 12:00:01 -0300 -


Dois grupos independentes de entusiastas divulgaram uma falha crítica no chip Tegra, usado no console Nintendo Switch. Especialistas do grupo "fail0verflow" conseguiram instalar o sistema operacional Linux no Switch e executar aplicativos indisponíveis no equipamento -- incluindo possíveis emuladores -- e é possível que a descoberta abra caminho para a pirataria de jogos.Tegra é uma linha de chips desenvolvida pela Nvidia, a mesma fabricante das placas de vídeo GeForce e Quadro usadas em computadores e notebooks. Além do Switch, chips Tegra são usados em tablets, como o Pixel C e o Nvidia Shield Tablet, e no console Android Nvidia Shield. A Nvidia também comercializa o chip para computadores de bordo no setor automotivo, mas a pesquisa dos grupos se concentrou no Switch da Nintendo.A pesquisadora Katherine Temkin, do ReSwitched, chamou o problema encontrado de Fusée Gelée. A técnica do fail0verflow foi batizada de ShofEL2. Ambos se tratam do mesmo problema, mas foram descobertos de forma independente pelos grupos.Vídeo do fail0verflow com o Switch executando Linux - assista. (Foto: Reprodução)Os pesquisadores descobriram que é possível entrar no Modo de Recuperação (RCM) do chip pressionando os botões de aumentar volume e energia ao mesmo tempo após conectar dois pinos no controle do Switch para imitar um botão "Home". Nesse modo de recuperação, é possível explorar uma falha na maneira que o chip Tegra interage com dispositivos USB. Como os códigos necessários para a tarefa já estão on-line, a ligação dos pinos -- que pode ser feita com um fio ou outros meios -- é o maior entrave para quem quiser testar a novidade.Como o erro está na bootroom do chip, que é travada de fábrica, a vulnerabilidade é considerada "incorrigível" nas unidades que já estão no mercado. A não ser que a Nintendo encontre alguma saída que não envolva modificações na bootrom, o problema só poderá ser corrigido na linha de produção em unidades futuras.A solução do problema cabe à Nvidia que, segundo os pesquisadores, recebeu um aviso antecipado sobre a falha. Segundo o fail0verflow, o primeiro grupo a encontrar o erro, o prazo de 90 dias de sobreaviso para a Nvidia -- tempo dado por especialistas que descobrem falhas antes de ir a público com uma descoberta -- acabaria nesta quarta-feira (25).Como a falha exige acesso físico ao Switch, não é possível explorar o problema sem contato prolongado com o console. A brecha é diferente de outro problema que foi divulgado em um evento em janeiro na Alemanha. Na ocasião, porém, especialistas já haviam alertado que o Tegra X1, por ser um chip comum e não um hardware específico do console, era mais vulnerável a ataques.Extração de bootROM levou seis anos no 3DSAinda não há meio de executar jogos piratas no Switch, mas, segundo o fail0verflow, o bug permite extrair todo o conteúdo da bootrom, além de chaves criptográficas. São essas chaves que possivelmente protegem o console contra a pirataria.O Linux é capaz de funcionar perfeitamente no console, inclusive com suporte à tela sensível ao toque e ao processador gráfico, mas não é capaz de executar os jogos do Switch.O grupo ReSwitched já estaria trabalhando em um custom firmware (CFW) para o Switch. Um custom firmware é um software baseado no sistema original, mas que afrouxa as proteções contra a execução de aplicativos não autorizados. Mas ainda não está claro se os programadores vão conseguir derrubar todas as proteções do console.Esses avanços demoraram mais no 3DS, o portátil anterior da Nintendo. Lançado em 2011, a falha conhecida como Sighax, divulgada em meados de 2017, foi a primeira a permitir a extração do conteúdo da bootrom do console. Apesar disso, piratas já estavam utilizando diversas técnicas para executar jogos copiados ilegalmente sem esse código, mas a criação do Sighax facilitou o procedimento e permitiu a decodificação de jogos sem o uso do console.Ainda não há qualquer procedimento semelhante para o PS Vita, o portátil Sony também lançado em 2011. No Vita, é possível executar emuladores e aplicativos, mas não cópias ilegais dos jogos originais da plataforma.O Switch foi lançado em março de 2017. As primeiras técnicas para dribar as proteções do console apareceram 9 meses após o lançamento. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Tue, 24 Apr 2018 16:25:01 -0300 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> O que fazer quando pessoas estão me ofendendo pelo Facebook? Oi, Ronaldo! Eu preciso da sua ajuda. Alguém está criando perfis falsos em meu nome, usando as minhas fotos pessoais e ofendendo os meus amigos. Alguns dos perfis criados foram denunciados e removidos pelo Facebook. Porém o problema permanece. Como devo proceder? Graziele   Olá, Graziele! Os ataques pelas redes sociais podem ser considerados crimes pela internet e existe legislação que prevê punições. Mas identificar o autor das ofensas nem sempre é fácil e pode demorar bastante tempo, dependendo do caso, veja abaixo como denunciar abusos:    1 - Reúna todo o tipo de provas que for possível  O ideal é salvar links, capturas de tela, áudios, vídeos. Os arquivos salvos não podem receber nenhum tipo de alteração. O material impresso precisa ter reconhecida "fé pública", isso significa que todas as páginas impressas terão que receber uma declaração de fé pública, expedida em cartório, para que possam ter validade legal.   2 - Registre um boletim de ocorrência Após reunir todo o material que comprove as ofensas, apresente-o e registre um boletim de ocorrência numa Delegacia da Polícia Civil. Existem delegacias especializadas em Crimes Digitais, confira nesse link os endereços de delegacias existentes no Brasil. Alguns estados oferecem a opção de registro online desse tipo de ocorrência.   3 - Solicite a remoção do conteúdo ofensivo   É preciso identificar onde o conteúdo está publicado e, se for possível, entrar em contato com o provedor do conteúdo e solicitar a remoção da publicação ofensiva. Nessa página há um modelo de carta de solicitação e a lista de endereços dos principais provedores de serviços e redes sociais com escritório no Brasil. O modelo de carta é uma sugestão da SaferNet Brasil – é recomendável preenchê-la com a orientação de um advogado para o melhor embasamento legal na petição.   As redes sociais oferecem canais de comunicação para que os usuários possam denunciar perfis falsos e publicações ofensivas. O Facebook possui um recurso adicional que realiza o reconhecimento facial nas fotos, e envia uma notificação quando alguma imagem for publicada em outras páginas. É recomendável manter esse recurso ativo lá nas configurações de privacidade.   >>> Definir o número de IP como fixo não melhora a velocidade de navegação na internet Eu discordo da resposta que você publicou sobre como configurar o novo DNS em dispositivos móveis. Porque orientar o leitor a definir o número de IP como fixo não servirá como  solução para navegar na internet com mais velocidade. Jason    Olá, Jason! A definição de IP fixo indicada ao leitor usuário de smartphone é necessária em algumas versões do Android,  devido a limitação do sistema. Esse artificio é necessário para que a configuração do novo DNS, que é mais rápido para a abertura de páginas, seja salva nas preferências de rede do celular.   >>> É possível ter a conta no WhatsApp clonada? Oi, Ronaldo! Você poderia me tirar uma dúvida? É possível clonar ou acessar o WhatsApp de outra pessoa? Ana Laura   Olá, Ana Laura! Esse tipo de procedimento é tecnicamente possível mas é pouco provável que esteja acontecendo. Para que o WhatsApp funcione num novo aparelho é necessário ter a linha habilitada para o recebimento do código por mensagem de SMS. O Fantástico já mostrou um golpe de clonagem do WhatsApp onde os criminosos contavam com a participação de um funcionário da companhia. Porém, esse procedimento é neutralizado quando a conta no aplicativo é protegida pela verificação em duas etapas.    Imagem: Divulgação/Ministério da Justiça   

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Sun, 22 Apr 2018 12:00:01 -0300 -


Segundo um relatório da Adguard, 20 milhões de internautas baixaram bloqueadores de anúncios ilegítimos que estavam listados na Chrome Web Store, o repositório oficial de extensões do navegador Google Chrome. Todas as extensões foram removidas pelo Google após a publicação do relatório.As duas extensões com mais downloads eram a AdRemover for Google Chrome, instalada 10 milhões de vezes, e a uBlock Plus, que teve 8 milhões de downloads. "AdBlock Pro", "HD for YouTube" e "Webtutation" somavam outros 2,5 milhões de downloads. Quem ainda possui as extensões está aconselhado a desinstalá-las.Extensões maliciosas na Chrome Web Store identificadas pela Adguard. Extensões já foram removias da página. (Foto: Adguard)As extensões espionavam a navegação das vítimas, verificando se o site visitado fazia parte de uma lista pré-configurada pela extensão. Em caso positivo, determinadas informações sobre a navegação eram enviadas ao servidor dos golpistas. Um dos sites monitorados era o próprio Google.com. O processo de espionagem ocorria em um código adicional ofuscado ("embaralhado"), de forma a propositadamente dificultar a análise do comportamento da extensão. Isso deve ter contribuído para que o Google não detectasse o intuito malicioso do código.O Google, que tem o dever de filtrar as extensões do Chrome, vem tendo dificuldades para realizar a tarefa. Em janeiro, o analista de vírus Pieter Arntz da Malwarebytes divulgou que o Google demorou 19 dias para remover da Web Store as extensões fraudulentas com mais de 500 mil downloads que ele havia denunciado.A situação na Web Store contrasta com o atual cenário na Play Store, o repositório de aplicativos do Android, onde pouquíssimos aplicativos falsos conseguem mais de centenas de downloads.SAIBA MAISComo as extensões se tornaram o ponto fraco do ChromeAndroid bloqueia 10 milhões de vírus instalados 'off-line' em 3 mesesDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Sat, 21 Apr 2018 15:30:01 -0300 -


A Microsoft lançou uma extensão para o navegador Google Chrome, o produto mais popular do mercado e concorrente do navegador Edge da própria Microsoft, para integrar ao software a o filtro de sites do Windows Defender, o programa de antivírus embutido no sistema Windows.A extensão verifica se um site visitado está em uma lista negra de páginas que tentam instalar vírus no computador ou roubar dados pessoais Uma página clonada de uma instituição financeira, por exemplo, poderia ser bloqueada pela extensão.Alerta da extensão do Windows Defender (esquerda) e Chrome (direita). Recursos são complementares e funcionam ao mesmo tempo no navegador do Google. (Foto: Reprodução)O recurso é idêntico ao Safe Browsing, que já existe no Chrome. Porém, a Microsoft alega, com base em testes independentes, que seu filtro é superior ao projetado pelo Google. Quando instalado no Chrome, os dois filtros trabalham em conjunto: no caso de ambos os filtros detectarem que um site é malicioso, você verá primeiro o filtro da extensão da Microsoft e, em seguida, o do embutido no Chrome.Dessa forma, é improvável que os recursos de segurança tenham causem o mesmo tipo de conflito que tende a ocorrer quando se usa mais de um programa antivírus.A extensão funciona com uma lista própria de sites e não depende do Windows Defender. A extensão funciona também em Chromebooks, que rodam o sistema ChromeOS do Google e, portanto, não possuem o Defender nem qualquer antivírus. O macOS, da Apple, também é compatível.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Sat, 21 Apr 2018 12:00:01 -0300 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.>>> Espionar o celular sem contatoOlá, meu nome é Bruno. Gostaria de saber se é possível espionar alguém usando apenas o número do telefone e sem ter nenhum contato com o meu celular.. outro dia fui ameaçado por uma pessoa que nem mora na minha cidade.BrunoBruno, existem duas possibilidades para essa pessoa:- contratar algum "detetive particular" na sua cidade para fazer esse trabalho. Existem pessoas que fazem a instalação de programas espiões mediante pagamento;- usar alguma técnica remota. Por exemplo, ele pode criar um fake em rede social ou enviar mensagens do WhatsApp com algum tema do seu interesse para que você instale algum aplicativo de espionagem.Nesse sentido, as dicas que você deve seguir são as mesmas que todas as pessoas devem seguir:- Utilizar uma senha de bloqueio, dando preferência a outros métodos que não o PIN exclusivamente numérico. - Utilize bloqueio automático curto para que o telefone não fique desbloqueado por longos períodos após ter sido desbloqueado por você;- Se você possui Android, não instale aplicativos fora do Google Play.A questão de espionar 'só com o número' já foi abordada em detalhes pela coluna, nesta reportagem. Nada vai ocorrer 'só pelo número'.É possível invadir e espionar um celular 'só pelo número'?(Foto: Altieres Rohr/Especial para o G1)>>> Serviço 'Atheros'Olá, fui no msconfig e vi um arquivo em execução na aba serviços chamado de atherossvc. O que é isso? Procurei na internet e não achei nada que me ajudasse a entender.LucasPrimeiramente, Lucas, você precisa saber que muitos vírus se "disfarçam" de programas legítimos. Uma dica, sempre que houver alguma dúvida, é testar o arquivo no site VirusTotal.Feita essa consideração, "Atheros" é uma fabricante de chips de conexão wireless (Wi-Fi). Muitos notebooks possuem algum chip da Atheros instalado e, portanto, necessitam de um software da Atheros para funcionar corretamente. O programa é instalado pelo próprio fabricante do computador e não representa qualquer risco para o seu sistema.>>> Falhas em aplicações webSou desenvolvedor de sites em PHP e MySQL. Quais as principais preocupações tenho que ter ao desenvolver um sistema contra hacker? Quais os principais "ataques" as aplicações desenvolvidas por PHP na internet? Tem alguma dica importante em relação ao banco de dados MySQL?RicardoRicardo, esse assunto é complicado demais para ser respondido nesta coluna. Existem livros inteiros dedicados a isso -- afinal, o desenvolvimento de aplicações é um tema estritamente voltado a especialistas.Um excelente local para começar sua pesquisa é o site do OWASP. O OWASP se dedica a catalogar os principais problemas existentes em aplicações web. Existe uma lista específica com 10 falhas mais comuns (PDF, em inglês).Além desse material, recomendo que você procure cursos e leituras específicas da área de segurança. Existem também empresas de consultorias especializadas na revisão de projetos e códigos. Dependendo do tamanho do projeto e a relevância do que for desenvolvido, é essencial buscar a ajuda de pessoas especializadas nesse assunto. Afinal, sua aplicação estará lidando com dados de terceiros.O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

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Thu, 19 Apr 2018 13:45:01 -0300 -


O armazenamento em nuvem - que permite que você envie arquivos do seu computador para um serviço na internet, para que os dados fiquem disponíveis de qualquer lugar - é uma tendência em dispositivos com pouco espaço de armazenamento, como celulares e, tablets e outros portáteis, como os Chromebooks. O problema é que, na ponta do lápis, o armazenamento em nuvem não sai barato. Porém, reunindo contas grátis em diversos serviços, você pode conseguir mais de 200 GB de armazenamento em nuvem sem gastar um centavo e nem burlar as regras de serviços que impedem o cadastramento de mais de uma conta.Esta coluna já fez um comparativo do preço por gigabyte em serviços de nuvem e mídias físicas, como DVD, pen drives e HDs externos. A matemática não mente: a nuvem é mais cara, se o objetivo for somente armazenamento. Mas se você busca a comodidade de acesso em qualquer lugar, a nuvem é a melhor solução.Felizmente, diversos serviços em nuvem oferecem algum serviço grátis, seja com menos espaço de armazenamento ou limitações de uso. Mas você ainda pode aproveitar as funções essenciais, inclusive o acesso de qualquer lugar.(Foto: Anders Engelbol/SXC)Quais os riscos da nuvem?Antes de enviar seus arquivos para um serviço na nuvem, é preciso ter ciência de alguns riscos. Um risco presente em todos eles é o de invasão: como seus arquivos estão on-line, um invasor só precisa da sua senha para baixar todos os seus arquivos. Isso é mais conveniente para um hacker do que transferir arquivos diretamente do seu computador para o dele.Portanto, se você pretende acessar a sua "nuvem" de computadores públicos, esqueça. Acessar a nuvem particular de dispositivos que não são seus é arriscado demais, a não ser que você use as funções próprias para o compartilhamento público.Outro risco, mais específico do uso de serviços grátis, é o de mudanças nas condições do serviço ou até o cancelamento do serviço. A Microsoft, por exemplo, tentou reduzir o espaço oferecido no OneDrive, mas a revolta dos usuários fez com que a regra só valesse para contas novas. Em serviços menos conhecidos, a chance de a regra simplesmente mudar é maior.O Ozibox é um exemplo de serviço que sumiu do mapa. A empresa ofereceria 100 GB de espaço grátis e não há mais nem um site on-line.Serviços chinesesA lista de serviços preparadas pelo blog não inclui os serviços chineses da Baidu, Qihoo e Tencent. Essas empresas chegaram a oferecer terabytes de armazenamento grátis, mas há diversos relatos na web de usuários que tiveram a capacidade reduzida. Por causa da concorrência local, serviços chineses começaram a oferecer uma quantidade de armazenamento insustentável, pois cada serviço queria fazer mais que o outro, e uma "correção" era inevitável. O mais notável é o serviço da Qihoo, que chegou a oferecer 36 TB grátis.Além disso, esses serviços são difíceis de usar por causa da barreira do idioma. Alguns chegam a exigir o preenchimento de CAPTCHA (aqueles testes de "digite as letras na imagem") com ideogramas chineses. Em outros casos, pode ser solicitado um número celular chinês para ativação da conta. Por isso, o blog considera que o uso desses serviços é inviável.Serviços de armazenamento em nuvem grátis>>> 50 GBMega: O único serviço encontrado pelo blog Segurança Digital a oferecer 50 GB grátis é o Mega.nz, fundado pelo criador do Megaupload Kim Dotcom. Dotcom supostamente já não está mais envolvido no serviço, mas o antigo Megaupload, quando foi tirado do ar, levou consigo todos os dados dos usuários. Considere isso ao utilizar o serviço. Disponível em português.>>> 25 GBHubiC: O HubiC é o serviço de armazenamento em nuvem do OVH, um dos maiores prestadores de serviços de centros de dados do mundo. O provedor, fundado em 1999, é mais conhecido pelos seus preços agressivos, mas o HubiC é relativamente recente - foi criado em 2015. Disponível em português de Portugal.>>> 15 GBGoogle Drive: o serviço de armazenamento do Google. O espaço é compartilhado com o Gmail. Disponível em português.Outros serviços:- 4shared (disponível em português)>>> 10 GBBox: Um serviço de armazenamento de dados bastante usado no mundo corporativo. O Box oferece 10 GB de espaço grátis, mas limita o tamanho do arquivo a 250 MB, o que torna o serviço mais difícil de usar. Apenas disponível em inglês, espanhol e outras línguas.Backblaze: A Backblaze oferece um serviço pago de backup ilimitado, mas permite armazenar até 10 GB na plataforma B2. É um serviço corporativo de boa confiabilidade, mas pode haver cobrança se você não respeitar os limites do serviço. Recomendado apenas para usuários avançados. Disponível em português.pCloud: Esse serviço permite dobrar a capacidade (para 20 GB) se você convidar mais 10 pessoas. Disponível em português.Outros serviços:- MediaFire (limite de 4 GB por arquivo, apenas inglês);- Flipdrive (limite de 25 MB por arquivo, apenas inglês);- Yandex Disk (Yandex é a maior empresa de tecnologia da Rússia; apenas inglês, russo, ucraniano e turco)- Syncplicity(apenas inglês)>>> 5 GBOneDrive: O serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft, embutido no Windows 8 e 10. DIsponível em português.iCloud Drive: o serviço da Apple. Pode ser usado mesmo por quem não possui um computador Mac ou iPhone. DIsponível em português.Outros serviços:- HiDrive (disponível em português)- SugarSync (apenas inglês)- Sync(apenas inglês)- IDrive (apenas inglês, alemão, francês e espanhol)- Zoho (disponível em português)>>> 2 GBDropbox: O Dropbox é um nome bastante conhecido entre os serviços de armazenamento em nuvem, mas oferece pouco espaço na conta gratuita. DIsponível em português.JumpShare: Além de oferecer os mesmos 2 GB de espaço, o JumpShare ainda limita o tamanho máximo por arquivo a 250 MB. Apenas disponível em inglês.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Wed, 18 Apr 2018 15:30:01 -0300 -


Os usuários do Windows 10 já podem instalar a maior atualização do sistema prevista para esse ano. Entre as novidades presentes no "Windows 10 Spring Creators Update", o destaque se chama Windows Timeline. Essa nova funcionalidade simplifica o gerenciamento dos programas que estão em execução ou que foram executados. A ideia é apresentar um histórico de programas que foram usados, arquivos abertos, páginas acessadas pelo Microsoft Edge e comandos executados pelo Cortana. Para os leitores que buscam produtividade, esse recurso permitirá retomar tarefas no ponto em que elas foram interrompidas e personalizar a sua apresentação na Área de Trabalho. Confira abaixo como usar a novidade.      Sobre a Timeline   A Timeline registra um histórico das ações realizadas pelo usuário, isso significa que todos os arquivos que foram abertos, páginas visitadas poderão ser acessados facilmente em ordem cronológica através de um utilitário do sistema. O recurso pode ser invocado através de combinação das teclas de atalho "Winkey (tecla Windows) + TAB" ou pelo ícone que fica posicionado ao lado da caixa de busca do Cortana.   1 - Após abrir a Timeline é possível visualizar na Área de Trabalho os programas em execução, mesmo quando eles estiverem minimizados.                                      2 - Clique sobre a barra de rolagem posicionada no canto direito da tela para acessar o histórico de tarefas realizadas no PC.   3 - Para personalizar o conteúdo apresentado no histórico; clique com o botão direito do mouse sobre o atalho para exibir as opções. É possível movê-lo para uma nova Área de Trabalho, reposicioná-lo ou apagá-lo.                       A Timeline é um recurso útil, porém ela está restrita aos produtos da Microsoft. Isso significa que páginas visitas através de outros navegadores de internet não serão exibidas no histórico. Os leitores que estiverem usando dispositivos móveis com o Windows 10 terão sincronizadas as suas atividades como PC e completamente integradas com a Timeline.    Imagens: Reprodução/G1

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Wed, 18 Apr 2018 14:00:01 -0300 -


A fabricante de antivírus PSafe encontrou mais uma fraude circulando em mensagens no aplicativo WhatsApp com a promessa de R$ 70 em recarga de crédito de celular. Como em quase todas as demais fraudes de WhatsApp, a vítima é obrigada a compartilhar o link fraudulento com grupos e contatos para obter a suposta "vantagem".Segundo um alerta da PSafe enviado no final desta terça-feira (17), a empresa bloqueou 20 mil acessos ao link em 24 horas em seu software de segurança DFNDR, para Android.Na página, os golpistas colocaram diversos comentários falsos, imitando uma caixa de comentários do Facebook, para dar credibilidade ao golpe. Os comentários dão a entender que a promoção permite conseguir créditos infinitamente ("consegui de primeira, já fiz várias vezes", diz um comentário falso; "nunca mais compro crédito", afirma outro).Página que pede para vítima compartilhar a mensagem e comentários falsos que tentam convencer a vítima de que a recarga é real. (Foto: Reprodução/PSafe)O compartilhamento no WhatsApp para a obtenção de vantagens é um dos temas mais recorrentes em golpes identificados por diversas empresas de segurança. PSafe, Eset e Kaspersky Lab já emitiram alertas com o mesmo golpe. Durante o processo de compartilhamento, a vítima é muitas vezes convidada a permitir o envio de notificações para o celular, instalar aplicativos ou visualizar anúncios -- ações que permitem que os criminosos obtenham vantagens financeiras com um golpe que é, aparentemente, inofensivo.SAIBA MAISGolpe no WhatsApp promete kit de maquiagem pelo Dia da MulherGolpe no WhatsApp atinge milhares com falso cupom de fast foodGolpe no WhatsApp sobre '14º salário' chega a milhares de internautas'CNH gratuita' vira tema de golpe no WhatsApp, alerta empresaGolpes no WhatsApp podem elevar conta do celular; veja lista e fuja delesDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Wed, 18 Apr 2018 12:10:01 -0300 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Como configurar o novo DNS publico no Android Oi, Ronaldo! Eu li a sua publicação sobre como acelerar a navegação na internet usando um novo DNS público. Como eu faço essa configuração no meu smartphone? O aparelho é um Motorola Moto G. Juliano   Olá, Juliano! Para configurar o novo DNS público no seu smartphone, siga os passos descritos abaixo:    1 - Toque em "Configurar" e localize a opção de rede Wi-Fi.   2 - Toque em rede "Wi-Fi" e selecione a rede em que o aparelho está conectado.   3 - Toque sobre a opção "modificar a rede" e selecione "Exibir opções avançadas".   4 - Repita a senha da rede.   5 - Altere as configurações de IPv4 para "Estático" - os campos correspondentes ao IPv4 devem ser preenchidos novamente com os mesmos números de IPs que foram exibidos inicialmente.   6 - Digite no campo DNS 1 o IP "1.1.1.1" e no campo DNS 2 o IP "1.0.0.1".   7 - Toque no botão "Salvar" para finalizar as novas configurações de rede.   Pronto! Agora o celular já está navegando na internet e usando um DNS mais rápido.   >>> Como recuperar login no Instagram? Olá, Ronaldo! Eu li a suas dicas sobre como recuperar o acesso a conta no Instagram. O problema é que perdi a senha e não tenho mais o número para redefini-la. Você pode me ajudar? João Luz   Olá, João! Você pode recorrer ao assistente de recuperação de credenciais disponibilizado dentro do próprio aplicativo do Instagram. Para usá-lo, siga os passos descritos abaixo:    1 - Abra o aplicativo do Instagram e toque na opção "Esqueceu seus dados de login? Obtenha ajuda para entrar".    2 - Toque na opção "Usar nome de usuário ou e-mail".   3 - Preencha o campo com o nome do usuário da conta que foi hackeada.   4 - Toque na opção "Preciso de mais ajuda" e informe a conta de e-mail que estava vinculada ao perfil.    5 - Marque a opção "Minha conta foi invadida".    6 - Toque no botão "Enviar solicitação".   >>> Como redefinir a senha no iPhone? Olá, Ronaldo! Eu esqueci a senha do meu iPhone 6s, como devo proceder para recuperá-la? Marcus Pereira   Olá, Marcus! Você pode redefinir a senha do seu iPhone através do site do iCloud, conforme os passos descritos abaixo:    1 - Acesse o site do iCloud.   2 - Informe o login com seu Apple ID.   3 - Clique em Todos os dispositivos para exibir o seu aparelho.   4 - Selecione o seu aparelho e clique em Apagar iPhone.   5 - Reinicie o aparelho e configure como se fosse um novo iPhone.   Imagem: Reprodução/G1

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Sun, 15 Apr 2018 12:00:01 -0300 -


Um estudo feito pelos pesquisadores Karsten Nohl e Jakob Lell da empresa Security Research Labs (SRL) afirma que alguns fabricantes de celulares com o sistema Android deixam de incluir atualizações para algumas falhas de segurança nos pacotes de correção que deviam trazê-las. Dessa forma, mesmo um celular que esteja com determinado "nível do patch de segurança" ainda pode estar vulnerável a falhas que foram corrigidas naquele patch ou em patches anteriores.A exploração de falhas de segurança em celulares é bastante rara. Mas, dependendo da gravidade dos problemas existentes, criminosos poderiam disseminar aplicativos maliciosos em vídeos, fotos, páginas web ou até conexões Wi-Fi, sem que a vítima tivesse que autorizar a instalação do aplicativo. Em outro cenário, uma falha pode permitir burlar a tela de bloqueio do aparelho, dispensando a digitação da senha configurada, por exemplo.Como o estudo identificou divergências entre as correções de segurança que o celular diz estarem instaladas e o que foi de fato instalado, a pesquisa de Nohl e Lell se concentrou na complicada tarefa de determinar exatamente quais atualizações estão presentes no celular. O projeto foi apresentado no evento Hack in the Box em Amsterdã, na Holanda. O evento terminou nesta sexta-feira (13).Os dados levantados apontam que aparelhos das marcas Google, Samsung, Sony e Wiko são os que menos deixam atualizações de lado. Xiaomi, OnePlus e Nokia pertencem à lista de marcas que deixaram de incluir até 3 atualizações. Em seguida estão as marcas que esqueceram de até 4 remendos: Motorola, LG, HTC, Huawei. Em último lugar estão as fabricantes TCL e ZTE.Para quem quiser checar o próprio celular, é preciso baixar o aplicativo SnoopSnitch na Play Store e acionar a opção "Android patch level analysis". Em seguida, deve-se tocar em "Start test". Deve-se observar o número referente a "Patch missing".Falta de atualização não indica vulnerabilidadeAs atualizações de segurança do Android são organizadas em pacotes mensais. O estudo aponta que alguns fabricantes removem certos itens desses pacotes, o que poderia manter um aparelho vulnerável mesmo quando ele está atualizado.Em alguns casos, a remoção de um item pode ser feita porque o componente que seria atualizado não existe no celular. Nesses casos, mesmo que a atualização não seja instalada, o aparelho permanece imune porque não possui o recurso.Nível de patch de segurançaO "patch de segurança" do Android é um tipo de atualização que corrige somente problemas ligados à segurança e estabilidade do sistema operacional. Diferente das atualizações de versão (do Android 7.0 para 7.1, por exemplo), o "patch" não inclui novas funcionalidades ao celular. O nível do patch instalado em seu celular pode ser conferido na tela "Configurar" do telefone, em "Sistema"> "Sobre o dispositivo".A versão do patch é informada por data. "Março de 2018", por exemplo, deve incluir todas as atualizações de segurança até março de 2018.O Google lança um patch para o Android todo mês desde agosto de 2015. Isso significa que celulares com nível de patch de segurança de dois meses atrás já estão desatualizados. O que os pesquisadores identificaram, porém, abre a possibilidade para que mesmo aparelhos com o patch mais recente estejam sem alguma das correções incluídas nos pacotes.Google Play ProtectA distribuição das atualizações sempre foi um desafio para o Android.  Na época do Android 2, não era incomum que telefones recebessem uma ou duas atualizações para depois serem abandonados, ficando, ao mesmo tempo, sem novos recursos e sem as correções de segurança.O "nível do patch de segurança" foi um meio encontrado pelo Google para criar uma rotina mensal de atualizações, semelhante ao adotado por outras fabricantes de software, para que os fabricantes e operadoras pudessem criar um procedimento comum e frequente para atualizações mais simples. Como o sistema em si não muda com o nível de patch de segurança, são necessárias poucas adaptações.A mais recente iniciativa do Google é o Play Protect, uma marca que inclui um antivírus acoplado ao Android pelo Google Play e a certificação de aparelhos para que consumidores possam ter mais certeza sobre a confiabilidade de um telefone celular.Todas as marcas testadas pelos pesquisadores são parceiras do Google que produzem aparelhos certificados, mas ainda é possível que alguns dos telefones testados não fazem parte da lista de modelos certificados pelo Google.O Google afirmou que ainda vai analisar os dados dos pesquisadores para determinar o que exatamente está ocorrendo.***O PDF com a apresentação dada pelos pesquisadores pode ser baixado no site da Hack in the Box (aqui, em inglês) Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Sat, 14 Apr 2018 09:30:01 -0300 -


A fabricante de processadores AMD anunciou o lançamento de uma nova atualização de software para seus processadores com o intuito de imunizar sistemas contra a falha Spectre, em especial a "versão 2" da vulnerabilidade. A atualização vale para todos os processadores atuais até a série Bulldozer, lançada em 2001, que inclui processadores do FX-8170 a FX-4100, e faz parte do pacote mensal de atualizações do Windows lançado nesta terça-feira (10).Fabricantes de placas-mãe também devem repassar as correções fornecidas na forma de atualizações de BIOS. A AMD afirma que a "combinação" da atualização da BIOS com as atualizações que fornecidas pelo Windows é necessária para obter as proteções."Spectre" é o nome popular de uma vulnerabilidade encontrada em uma técnica de otimização presente em diversos processadores modernos. Ela foi divulgada junto da falha Meltdown, que é mais grave e que, nos computadores de mesa e notebooks, afeta apenas produtos da Intel. Um hacker que explorar essas brechas pode acessar áreas da memória aos quais o seu programa não poderia ter acesso. Por isso, essas falhas trazem um risco maior para empresas, que dependam muito do isolamento de segurança oferecido pelos processadores para conceder acesso restrito a servidores.Embora menos grave que a Meltdown, a Spectre é notória por ser difícil de corrigir. A AMD enfrentou problemas quando uma atualização distribuída pelo Windows deixou o sistema inoperante em produtos mais antigos da fabricante de chips.Neste mês de abril, a Microsoft também removeu a exigência de que antivírus se "declarem" compatíveis antes de instalar essas atualizações. A empresa havia determinado que certos produtos de segurança impediam o sistema de funcionar corretamente quando as atualizações dos processadores eram instaladas.SAIBA MAISAtualização do Windows para falha Meltdown conflita com antivírus A AMD ainda não lançou atualizações para as falhas de segurança identificadas nos processadores Ryzen pela empresa israelense CTS Labs. As brechas Ryzenfall, Masterkey, Fallout e Chimera foram divulgadas publicamente apenas 24 horas após a AMD ser comunicada sobre o problema.Diversos usuários e veículos de imprensa levantaram a suspeita de que a CTS Labs e sua parceira, a Viceroy Research, pretendiam lucrar com uma possível queda nas ações da AMD resultantes da divulgação da falha e que o impacto das vulnerabilidades havia sido exagerado. Desde a divulgação do relatório, as ações da AMD registram queda de 11% e não há relatos de que as falhas tenham sido usadas em ataques reais.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Thu, 12 Apr 2018 14:15:01 -0300 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.>>> Como se cria uma moeda virtual?Gostaria de saber se dá para eu criar uma moeda virtual, e que ferramenta se utiliza para criação de uma. Obrigado pela atenção.Caio MartinsCriar uma moeda do zero é difícil, mas você não precisa criar uma moeda do zero -- e isso facilita o processo para você ter seu "próprio Bitcoin" imensamente. Muitas das moedas que existem hoje são apenas clones de outras moedas com algumas pequenas alterações (como uma mudança no tempo de mineração, no tamanho dos blocos, o tamanho das recompensas para mineração e assim por diante). Logo, essas moedas não são difíceis de serem criadas, mas você ainda precisa conhecer programação para fazer a alteração do código para diferenciar a moeda original e a clone, além de aplicar as atualizações e correções pertinentes ao longo do tempo.Você também pode emitir "tokens" na rede Ethereum da mesma forma. Existem códigos prontos para você criar os chamados "contratos inteligentes" (smart contracts) que fundamentam a emissão dessas 'tokens". Existe até um serviço que cria um contrato para você via formulário, o CoinCreator.Isto dito, Caio, devo fazer um alerta: se você precisa fazer essa pergunta, provavelmente você não deve criar uma moeda virtual. Embora seja fácil pegar uma receita de bolo, usar um "copiar/colar" (ou um formulário que faça o mesmo) e assim ter a sua "moeda", isso não é suficiente para de fato manter uma moeda funcionando.Criação de moeda pode ser feita com 'receitas' e até formulári on-line, mas processo simples esconde possíveis complexidades na manutenção, segurança e visão para que a moeda seja útil. (Foto: Reprodução)O que você vai fazer, por exemplo, se for identificado algum problema no contrato que você usou, de modo que sua moeda seja hackeada? E se você descobrir que o código pronto que você pegou estava adulterado justamente para deixar que alguém assuma o controle da sua moeda um dia? Você precisa ser capaz de ao menos ler e entender os códigos para ter uma ideia do que você está fazendo e de como vai corrigir problemas no futuro.Além disso, qual é a finalidade da sua moeda?Quem se aventurou a criar moedas praticamente do zero também está tendo dificuldades. É o caso das moedas IOTA e Verge -- esta última foi recentemente hackeada e os desenvolvedores serão obrigados a criar uma versão nova do programa para voltar a rede no tempo para ignorar as modificações feitas pelos hackers.Análises apontam que 50% a 80% das moedas ("ICOs") não dão certo ou são fraudulentas. Você precisa de muito conhecimento e planejamento para não ser só mais uma -- e se o seu objetivo é justamente criar uma dessas moedas inúteis, minha sugestão continua sendo deixar isso para lá.>>> Anúncio de vírus no celularTive um problema com meu celular, aparentando ser vírus: troquei de trocar de celular, instalei o antivírus Vivo Protege sugerido pela vendedora e não mais o antivírus DFNDR de antes, mas o problema ocorreu novamente, uma semana após a troca. Rodei o antivírus Vivo Protege e ele não acusou vírus nenhum. Resolvi então seguir a sugestão da mensagem de alerta de vírus e cliquei para instalar um antivírus: o instalado foi o DFNDR. Após instalar, abri e rodei o DFNDR, que acusou um problema e deletou, mas em seguida, me ofereceu a versão paga. Recusei e desinstalei o DFNDR, até agora não houve mais mensagem de alerta de vírus.Pesquisei então na internet informando no campo de pesquisa do navegador as mensagens de alerta recebidos, até que encontrei a indicação do que ocorria com meu celular, no seu site (nesta reportagem).Com meu celular aconteceu semelhante ao descrito no seu site: enquanto o alerta aparece na tela, o celular vibra e emite bipes para reforçar a urgência. Apertar o botão "voltar" não resolve nada - a tela é que volta.O que achei estranho, é que esse alerta de vírus voltou no meu celular novo, que eu não havia instalado nenhum antivírus gratuito, tipo o DFNDR! O que pode ter acontecido? Falha do Vivo Protege? Pode um site de antivírus detectar um usuário pelo número da linha de celular e enviar a mensagem para ele? Eu cliquei num link da revista on-line que me pareceu confiável, teria sido coincidência?Grato,Humberto Rigotti SodréHumberto, nenhum antivírus instalado no celular é capaz de impedir que esses anúncios sejam exibidos. Receber esses anúncios, mesmo com um antivírus instalado, não caracteriza nenhum tipo de deficiência no software que você instalou. A mensagem que afirma que seu celular está infectado é completamente falsa e, sendo assim, não existe nada para o antivírus de verdade detectar. Seja lá o que o antivírus instalado detectou de problema, é extremamente improvável que havia qualquer relação com a exibição dessas mensagens.Há alguns relatos mais antigos de pessoas que tiveram seus roteadores atacados para mudar uma configuração de internet (o DNS) e essa configuração fazia com que anúncios publicitários específicos fossem carregados nas páginas de internet. Hoje isso é mais raro, pois várias redes de publicidade estão utilizando a segurança HTTPS, que dificulta esse truque de redirecionamento dos anúncios.Isso significa que você realmente pode acabar vendo uma mensagem dessas -- eu mesmo já vi, várias vezes -- mesmo sem ter qualquer problema de segurança. E esses anúncios são veiculados por sites da web, inclusive publicações de jornais e revistas renomadas. Redes de publicidade amplamente utilizadas, como a do Google, também distribuem esses anúncios maliciosos (como, inclusive, foi revelado por esta coluna).No caso específico do Google, em geral não existe filtro que os sites podem usar para bloquear anúncios antes que eles sejam exibidos -- como o Google exibe anúncios com base nas preferências de cada visitante, os anúncios que cada pessoa recebe não são os mesmos. Além disso, os golpistas criam novas peças publicitárias frequentemente, burlando qualquer bloqueio configurado pelos sites.Logo, quem precisa atuar nesses casos são as redes de publicidade, bem como a empresa responsável pelo aplicativo, já que essas campanhas existem por causa de programas de afiliados que elas promovem.Com esses anúncios circulando com tanta frequência, pode ter sido um mero acaso que apenas o seu telefone que não tem antivírus recebeu a mensagem. Porém, como os sistemas de publicidade em uso hoje são muito inteligentes e levam em conta vários fatores para decidir qual peça de publicidade será exibida, também é possível que o outro telefone receba menos anúncios desse tipo por você já ter interagido com essa publicidade nele.De modo geral, é extremamente difícil identificar o que faz esses anúncios aparecerem. A dica da coluna é sempre ignorar e não instalar os produtos recomendados em nenhuma hipótese, pois isso a mera instalação do aplicativo sugerido pode resultar em pagamento para o golpista.O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

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Thu, 12 Apr 2018 12:00:01 -0300 -


Após o escândalo envolvendo o uso indevido de informações pessoais, o Facebook vem intensificando iniciativas para recuperar a sua credibilidade e demonstrar que está empenhado em garantir a privacidade dos dados dos seus usuários. Entre as medidas adotadas, foi disponibilizado para todos os usuários um assistente que simplifica a remoção em massa dos aplicativos que ficam conectados a conta na rede social.        Sobre o assistente   A remoção de aplicativos desenvolvidos por terceiros sempre existiu, porém era uma tarefa dispendiosa, pois era necessário remover um a um. Com a nova ferramenta, o usuário pode marcar todos os apps que quiser desconectar do seu perfil e com um único clique removê-los definitivamente. Veja como usar:    1 - Acesse a sua conta no Facebook ou clique nesse link (aqui).                                              2 - Clique sobre a caixa de seleção para marcar os apps.   3 - Clique sobre o botão "Remover".   4 - Marque a opção "Também excluir todas as publicações, fotos e vídeos no Facebook que esses aplicativos e sites possam ter publicado em seu nome." e aperte no botão "Remover" para finalizar o processo.                                      5 - Clique no botão "Concluir" para fechar a janela de confirmação.    Após a remoção dos apps, eles não terão como acessar as informações pessoais, se o leitor remover acidentalmente algum app importante basta adicioná-lo novamente conforme a necessidade.      Imagens: Reprodução/G1

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Wed, 11 Apr 2018 12:15:01 -0300 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.O ano de 2017 ficou marcado por grandes ataques envolvendo vírus de resgate - caso do vírus WannaCry, que contaminou a Europa e chegou a interferir com hospitais no Reino Unido -- ou, também, vírus de outros tipos que tentaram se passar por vírus de resgate (caso da praga NotPetya, que contaminou a Ucrânia). Mas dados e análises de várias empresas de segurança apontam que essas pragas não só estão em declínio, como também já estavam em declínio em 2017.Segundo um relatório da empresa de segurança SonicWall, o número total de ataques caiu de 638 milhões em 2016 para 184 milhões em 2017. Outras três empresas de segurança - Palo Alto Networks, Malwarebytes e Check Point - observaram que criminosos estão trocando os vírus de resgate por programas que mineram criptomoedas.O blog Segurança Digital preparou a lista abaixo para destacar as possíveis razões por trás desse declínio.Vírus de resgate são uma 'bomba' digitalO vírus de resgate criptografa os arquivos do computador e impede o acesso aos dados para depois pedir um pagamento -- o resgate -- para recuperar os arquivos. Se a vítima não pagar, o vírus não terá dado nenhum lucro aos seus criadores.A mineração de criptomoedas, por sua vez, gera um lucro certo e permanente. Desde que a vítima não perceba o vírus, ele vai continuar gerando algum lucro para os bandidos. A vítima vai pagar na conta de luz -- porque o vírus vai usar o processador do computador e consumir energia para realizar a mineração de criptomoedas --, mas a chance de tudo passar despercebido é incomparável, já que nenhum vírus de resgate consegue atuar e permanecer invisível.Tendo presença no computador da vítima, o criminoso ainda pode mais tarde realizar roubos de informações.Vírus de resgate manifestam sua presença para exigir o pagamento. Dessa forma, o vírus é obrigado a se 'entregar', o que torna as pragas incompatíveis com outros tipos de ataques que exigem discrição. (Foto: Reprodução)Truque está sendo combatido com backupsOs vírus de resgate demonstraram a importância de realizar backups (cópias de segurança) para que um arquivo possa ser recuperado no caso de um imprevisto. Serviços de armazenamento em nuvem, como o IDrive e o OneDrive, criaram mecanismos para restaurar arquivos criptografados.Quanto mais pessoas estiverem preparadas com backups, menores são as chances das vítimas pagarem o resgate. Lavagem de dinheiro ficou mais difícilO pagamento dos vírus de resgate costuma ser solicitado em Bitcoin. Essas moedas precisam ser vendidas em uma "exchange" (ou "corretora") de moedas virtuais para serem trocadas por dólares ou reais. Em julho de 2017, autoridades prenderam o responsável pela BTC-e, uma corretora de criptomoedas acusada de ter intermediado a retirada de boa parte do dinheiro obtido com vírus de resgate e outras fraudes on-line.Nesse meio tempo, novas regulamentações foram criadas e as tarifas de Bitcoin também aumentaram (o que significa que os pagamentos ficaram mais caros). Embora criminosos tenham experimentado moedas "alternativas" (como a Monero), essas moedas quase sempre precisam ser convertidas em Bitcoin antes de serem trocadas por dólares. Alguns vírus mais recentes estão optando pela criptomoeda "Dash".O dinheiro proveniente da mineração de criptomoedas, por outro lado, é considerado dinheiro limpo. Uma vez que moedas foram recebidas por colaborações no processo de mineração, é difícil determinar se essa colaboração ocorreu em computadores do colaborador ou se o hardware foi utilizado sem autorização. Na prática, o criminoso consegue trocar as moedas em qualquer corretora, sem levantar suspeita.Pessoas foram acusadasNão foi só o responsável pela BTC-e que acabou nas mãos das Justiça. Em 2017, foram presos suspeitos na Romênia, nos Estados Unidos no Reino Unido, acusados de operarem ataques de vírus de resgate. No fim de março de 2018, outros três indivíduos foram presos na Polônia, acusados de programarem as pragas digitais.Kits de ataque estão menos eficazesCom os navegadores web criando entraves para o uso do Adobe Flash Player - uma das principais portas de entradas para vírus nos computadores --, ficou mais difícil para que páginas maliciosas da web infectem o computador dos internautas.Quando os criminosos são obrigados a recorrer a táticas mais tradicionais (enganar vítimas oferecendo um software, mas entregando outro, por exemplo), o vírus de resgate possui mais dificuldades para manter a fraude em funcionamento, pois a probabilidade de o arquivo logo ser denunciado é maior.Embora as causas específicas do que levou a essas mudanças no mundo do cibercrime seja desconhecida, é possível que todos esses fatores tenham contribuído para o cenário atual. A estimativa é que o número de ataques caia mais uma vez em 2018 em relação ao ano anterior, mas empresas ainda precisam ter cuidado com ataques direcionados e mais sofisticados.Siga a coluna no Twitter em @g1seguranca.

G1

Tue, 10 Apr 2018 11:00:01 -0300 -

O presidente-executivo da rede social falará em uma audiência conjunta por duas comissões do Senado; na quarta, ele irá à Câmara dos Deputados. Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, prestará depoimento ao congresso dos EUA Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, irá pela primeira vez ao Congresso dos Estados Unidos nesta terça-feira (10) para responder a questionamentos de senadores sobre como a rede social protege a privacidade de seus usuários, além de discutir os efeitos da plataforma sobre a democracia. “As redes sociais revolucionaram o jeito como nós nos comunicamos e usamos dados para conectar pessoas ao redor do mundo. Com todos os dados trocados pelo Facebook e outras plataformas, os usuários merecem saber como a informação deles é compartilhada e protegida”, afirmou o senador Chuck Grassley. A audiência conjunta será realizada entre os comitês de Justiça e do Comércio, Ciência e Transportes, ambas do Senado dos EUA. Na quarta, será a vez da Câmara dos Deputados. Lá Zuckerberg falará diante do Comitê de Energia e Comércio, que liberou o testemunho a ser concedido pelo executivo. “Essa audiência vai explorar abordagens à privacidade que satisfaçam as expectativas dos consumidores enquanto encorajam a inovação”, diz Grassley, presidente da comissão de Justiça. O líder do outro comitê, senador John Thune, afirmou que o “Facebook exerce um papel crítico em muitas relações sociais, informando americanos sobre eventos do dia a dia e evidenciando tudo, desde produtos a candidatos políticos”. “Nossa audiência conjunta irá ser uma conversa pública com o CEO dessa poderosa e influente companhia sobre sua visão para abordar problemas que geraram preocupações significativas sobre o papel do Facebook na nossa democracia, agentes mal intencionados usando a plataforma e a privacidade do usuário.” Maior pressão A ida de Zuckerberg ao Congresso dos EUA ocorre na esteira do escândalo da manipulação indevida de dados de 87 milhões de usuários pela Cambridge Analytica, consultoria política que trabalhou para Donald Trump durante a corrida eleitoral de 2016 e na campanha para a saída do Reino Unido do Brexit. A forma como as informações foram obtidas pela empresa britânica colocou no centro da discussão o modelo de negócio do Facebook e de outras empresas de tecnologia, que coletam, processam e armazenam dados de seus usuários para segmentar a distribuição de anúncios. A polêmica da Cambridge Analytica ocorre em um momento em que começou a intensificar a pressão para regulamentar a atuação de empresas de tecnologia que mantêm plataformas, em que pessoas depositam grande quantidade de conteúdo. No fim de fevereiro, a Câmara dos Deputados dos EUA aprovou uma lei que mudou um dos grandes paradigmas legais em torno de companhias de internet: a responsabilização judicial delas em caso de ações ilícitas praticadas por usuários. A nova legislação permite que sites e serviços conectados sejam levados à Justiça caso sejam usados para o tráfico sexual. Até então, as empresas não podiam ser processadas, mesmo que suas plataformas fossem uma porta aberta para escravidão sexual ou tráfico de seres humanos. Os responsáveis por promover esses conteúdos é que deveriam ser processados. O escândalo do Facebook Em 17 de março, os jornais "New York Times" e "Guardian" revelaram que os dados de mais de 50 milhões de usuários do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. Dias depois, o próprio Facebook retificou a informação e passou a estimar em 87 milhões o número de pessoas atingidas. A empresa britânica de análise política acessou o grande volume de dados pessoais após um teste psicológico, que circulou na rede social anos atrás, coletar informações. Os dados recolhidos não eram só os das pessoas que toparam fazer o teste. Havia também informações de milhões dos amigos delas. Para ter a acesso ao gigante estoque de dados, o teste não precisou usar hackers ou explorar brechas de segurança. Apenas aproveitou que, na época, o Facebook dava a liberdade para seus usuários autorizarem o acesso aos dados de seus amigos. O passo seguinte, no entanto, estava fora do raio de atuação do Facebook: após a coleta dos dados, o desenvolvedor do teste os compartilhou com a Cambridge Analytica. O escândalo deflagrou uma onda de ceticismo sobre como o Facebook protege os dados de indivíduos que estão presentes em seu site. A rede social passou a investigar o caso e já implementou algumas modificações, como: criou um atalho para usuários alterarem de forma mais simples suas configurações de privacidade; esmiuçou a política de dados e os termos de serviço, para incluir formas de coleta de informação até então ausentes, detalhar algumas práticas e ampliar essas regras para Instagram e Messenger; endureceu as normas de veiculação de campanhas políticas, para passar a exigir a identidade dos anunciantes; restringiu o uso de dados de usuários por aplicativos que não sejam usados por três meses pelas pessoas. Desde então, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a empresa cometeu erros e que não fez o suficiente para evitar que a rede social fosse usada para causar danos. No Brasil, o Ministério Público do Distrito Federal abriu um inquérito para apurar se o Facebook compartilhou dados de usuários brasileiros com a Cambridge Analytica –segundo a rede social, os dados de 443 mil brasileiros podem ter sido comprometidos pela Cambridge Analytica.

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Tue, 10 Apr 2018 09:00:17 -0000 -


O blog Segurança Digital apurou que ao menos duas plataformas de lojas on-line criaram a possibilidade de realizar compras sem senha para clientes que já possuem cadastro nas lojas. Nessa modalidade, como a única barreira para fazer um pedido é informar o endereço de e-mail, os dados do cliente ficam censurados (com asteriscos, vide foto) para que outras pessoas não tenham acesso ao cadastro. No entanto, parte da censura podia ser burlada com a opção de pagamento por boleto, já que os dados do cliente eram incluídos no documento de forma legível.Na prática, era possível fechar um pedido e obter endereço completo, o nome completo e o CPF de um consumidor apenas com o endereço de e-mail. Bastava fechar o pedido com a opção de boleto. As plataformas identificadas, CiaShop e Web Storm, oferecem uma tecnologia para que outras empresas possam facilmente criar um site de e-commerce. Sendo assim, qualquer loja criada com uma dessas tecnologias possui o recurso. Ou seja, o problema existia em várias lojas, não em um site específico.A censura no boleto ao lado foi adicionada pelo blog, pois o arquivo original era limpo e permitia a visualização dos dados particulares. O arquivo podia ser baixado por qualquer um que soubesse o e-mail do consumidor. (Foto: Reprodução)Um mês após serem comunicadas pelo blog Segurança Digital, a CiaShop e a Web Storm modificaram o recurso e não permitem mais o download do boleto. No caso da CiaShop, não é mais possível fechar pedidos com boleto sem digitar a senha. Nas lojas da Web Storm, o pedido é fechado, mas o boleto é enviado por e-mail, protegendo a informação. Apesar de terem modificado a funcionalidade, as empresas minimizaram o risco para os consumidores, considerando que um possível criminoso teria que saber a loja em que o consumidor fez alguma compra.Omar Kaminski, advogado especialista em direito e internet, observa que não há lei específica para a proteção de dados e que são aplicados o Marco Civil de Internet, o Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil. "Uma vez provado que houve ato ilícito, dano ou prejuízo, é possível buscar uma reparação judicial. Como se trata de direitos difusos, o ideal é que o Ministério Público seja convocado a intervir", disse o especialista.Para Cléber Brandão, gerente do Blockbit Labs, braço de pesquisa da empresa de segurança Blockbit, o caso se enquadra como um vazamento de dados.  "Qualquer dado pessoal deveria estar protegido por medidas de privacidade e confidencialidade", avalia o especialista. Brandão explica que informações pessoais podem ser usadas em golpes on-line, permitindo que criminosos enviem mensagens se passando por instituições financeiras ou empresas e personalizem essa comunicação com os dados pessoais para convencer a vítima a entregar outras informações, inclusive senhas."Para o e-commerce, entendo que permitir a compra sem necessidade de uma senha pareça uma ótima opção para promover mais vendas, porém, no ponto de vista de segurança da informação, não é uma boa prática", disse ele, que sugere a adoção de "tokens" (senhas temporárias).Janela em site informando que compra pode ser finalizada com o e-mail, dispensando outras formas de autenticação. (Foto: Reprodução)Plataformas minimizam impactoPara a CiaShop, o caso é "muito específico" e "pouco provável de acontecer". "Uma pessoa mal-intencionada teria que saber o e-mail do cliente e o e-commerce em que ele tem conta para simular uma compra – desde que seja o segundo pedido ou mais - naquela loja online e, só então, ter acesso ao nome completo e CPF no boleto gerado, conforme exigido pelo Banco Central. Dados críticos, como número de cartão de crédito e senha, não são expostos em nenhum momento", disse a empresa.Eduardo Aguiar, diretor comercial da Web Storm, teve o mesmo entendimento. "Não basta apenas saber um e-mail, é necessário saber em que loja um comprador fez uma compra com este mesmo e-mail e tentar burlar a segurança desta loja para obter o CPF deste comprador", disse ele. O executivo também argumentou que o problema ocorreu por causa da exigência dos bancos de registrar boletos e que "há meio mais fáceis" para obter esses dados", citando o Registro.br - o órgão brasileiro que registra sites na internet (como "g1.com.br").A comparação de Aguiar foi afastada por Frederico Neves, diretor de Serviços e de Tecnologia do NIC.br, órgão que mantém o Registro.br.  Ele explicou que o serviço é um registro público de cunho declaratório e que o CNPJ ou CPF, revelados na consulta de "Whois", serve para "atribuir univocamente a titularidade de um nome de domínio". Neves ainda lembrou que registros públicos também precisam evitar fraudes de identidade, o que exige "um balanço bastante delicado entre a preservação da privacidade e a publicidade [dos dados]", além de considerar que a alternativa, informar o endereço postal -- também registrado nos boletos das lojas -- seria "muito mais delicada".Já Brandão, do Blockbit Labs, discorda que o ataque precise ser específico como alegam as lojas, porque ferramentas poderiam automatizar o teste de e-mail em vários sites diferentes. Ou seja, não seria preciso verificar cada loja manualmente, porque um "robô" criminoso poderia fazer isso sozinho.Para o especialista, mesmo que os bancos exijam os dados do cliente no boleto, responsabilidade pelas informações é de quem as armazena, ou seja, do e-commerce, e que esse princípio está previsto em diversas normas de segurança. Ele diz que cabe à loja verificar como seus sistemas interagem com terceiros (como o banco que gera o boleto), bem como defender sua rede de possíveis ataques usando as ferramentas adequadas, desde medidas legais (nos contratos de serviços) a medidas técnicas, como programas de gestão de vulnerabilidade e detecção de invasões.A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) diz que não conhece nenhum tipo de fraude que consiga prejudicar o consumidor somente com posse do CPF e endereço. "Mesmo assim, consideramos que são dados sensíveis e devem ser protegidos não somente pelas lojas virtuais, mas também pelos próprios bancos", afirmou a associação. A Abcomm disse ainda que orientaria os demais associados sobre a prática e que desconhece outros sites ou plataformas de e-commerce que estejam adotando alguma função semelhante.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Mon, 09 Apr 2018 07:30:01 -0300 -

(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> É possível ter a conta hackeada só por ter aceito uma solicitação de amizade? Oi, Ronaldo! Eu estou recebendo de diversos amigos a seguinte mensagem: Por favor! Avise todos os seus contatos da lista do Messenger para não aceitarem a solicitação de amizade de Jayden K. Smith. Ele é um hacker e tem o sistema conectado com a conta do seu Facebook. Se algum dos seus contatos aceitá-lo você também será hackeado, então certifique-se que todos os seus amigos saibam disso. Obrigado. Encaminhado conforme recebido. Se eu aceitar essa solicitação de amizade estarei correndo o risco de ter a minha conta no Facebook hackeada? Antônio   Olá, Antônio! Só por aceitar uma solicitação de amizade a sua conta no Facebook não corre o risco de ser hackeada. Mas evite clicar em links enviados por mensagens que redirecionam para páginas externas e depois  solicitam informar os dados da conta no Facebook para serem abertas. Os golpistas utilizam uma técnica conhecida como "Phishing" que consiste em criar uma cópia de uma página oficial e solicitar as credenciais de acesso para coletar o usuário e senha.   >>> É possível ter o PC infectado por vírus através do celular? Se o meu celular estiver com vírus ao conectá-lo no PC, ele também ficará infectado? Rogério   Olá, Rogério! Esse tipo de infecção é pouco provável que aconteça devido a diferença tecnológica entre os sistemas operacionais do celular em relação ao PC, além de outros aspectos. Mas não é recomendável instalar aplicativos que não estiverem na Play Store, principalmente os que oferecerem algum tipo de integração entre o PC e o celular. Mas para que isso aconteça você terá que aceitar a execução de instalação do programa malicioso. Se você suspeita que o seu PC possa estar infectado, execute imediatamente o antivírus e remova os aplicativos alternativos do seu smartphone.   >>> É preciso formatar o PC após instalar mais memória RAM? Olá, Ronaldo! O meu PC possuía somente 2 GB (gigabytes) de memória RAM, então instalei 4 GB (gigabytes). O problema é que o sistema não está reconhecendo 3 GB (gigabytes), o que pode estar acontecendo? Diego   Olá, Diego! Possivelmente a arquitetura do Windows instalado no seu equipamento seja 32-bits, nesse caso a capacidade de memória máxima administrada será de 3 GB(gigabytes). Os módulos de memórias adicionais foram reconhecidos, porém por uma limitação da arquitetura não está sendo possível gerenciá-la integralmente. O ideal é que você faça uma reinstalação do Windows com uma versão de 64-bits.   Foto: Rick Wiking/Reuters

G1

Sun, 08 Apr 2018 12:30:01 -0300 -