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G1 > Economia

Indicadores e notícias sobre a economia no Brasil e no mundo. Dados para posicionamento de empresários e dicas para gerir suas finanças pessoais.

Com aprovação, texto seguirá para sanção de Temer. Projeto define que R$ 1 bilhão serão destinados a investimentos na saúde; R$ 600 milhões, na educação; e R$ 400 milhões, em assistência social. O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (20) um projeto que abre crédito de R$ 2 bilhões para os municípios. Pelo projeto, os recursos deverão ser investidos em saúde, educação e assistência social. Com a aprovação, o texto segue para sanção do presidente Michel Temer. Os recursos serão destinados às prefeituras de acordo com os critérios de distribuição já aplicados na divisão do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A proposta prevê: R$ 1 bilhão para saúde; R$ 600 milhões para educação; R$ 400 milhões para assistência social. A sessão Durante a votação do projeto, o líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), defendeu a medida. "Estamos avançando, estamos reagindo com a economia, mas ainda é um momento difícil. Bem sabem os prefeitos municipais como foi a dificuldade, no final do ano passado, para, por exemplo, encerrar o ano honrando seus compromissos, principalmente com os servidores públicos municipais", afirmou. O vice-líder da minoria, Henrique Fontana (PT-RS), por sua vez, questionou os motivos das dificuldades financeiras dos municípios. "Por que os municípios estão em situação pré-falimentar? Estão porque a política econômica que está sendo adotada no Brasil hoje é uma política recessiva, geradora de desemprego, que está derrubando a arrecadação do país", disse.

G1

Wed, 21 Feb 2018 02:33:33 -0000 -


Inscrições para as aulas gratuitas devem ser feitas até o dia 22 de fevereiro. Ingredion, empresa do ramo alimentício, em Mogi Guaçu Divulgação/Ingredion Jovens com mais de 18 anos podem se inscrever para o programa "Jovens Talentos" até a próxima quinta-feira (22), em Mogi Guaçu (SP). Foram abertas 40 vagas gratuitas para o projeto de capacitação social e formação profissional da Ingredion, empresa de fornecimento de matéria prima a partir de fontes vegetais para a indústria. As inscrições são feitas no Centro Guaçuano de Educação Profissional (Cegep), das 8h às 17h. Os interessados precisam levar RG, CPF, comprovante de residência, certificado de conclusão do ensino médio e 1 kg de alimento não perecível para doação às obras assistenciais da Feag de Mogi Guaçu. Para ingressar no curso, os candidatos passam por prova classificatória com perguntas sobre conhecimentos gerais, matemática e língua portuguesa durante o domingo (25), às 9h, no Cegep. Os aprovados serão divulgados pela internet e os selecionados precisam fazer a matrícula antes do início das aulas. Serviço As inscrições para o programa "Jovens Talentos" devem ser feitas até a próxima quinta-feira (22) no Centro Guaçuano de Educação Profissional (Cegep), das 8h às 17h. A prova classificatória acontece no domingo (25), às 9h, no Cegep. Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas

G1

Wed, 21 Feb 2018 00:46:34 -0000 -


Valor médio por litro ficou em R$ 4,21, segundo levantamento da ANP; na mesma semana, Petrobras reduziu preço nas refinarias. Após registrar a primeira queda em 14 semanas, o preço médio da gasolina por litro se manteve estável na semana terminada no dia 17 de fevereiro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Entenda a composição do preço da gasolina e o que diz a Petrobras Segundo o levantamento, o valor médio para o consumidor nas bombas ficou em R$ 4,212. Na mesma semana, a Petrobras reajustou os preços da gasolina para baixo nas refinarias, em 2,61%. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos. A medida faz parte da política de preços da Petrobras, adotada em julho do ano passado, que reajusta o valor dos combustíveis quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. No mesmo mês, o governo subiu os impostos sobre os combustíveis. Desde então, o preço médio para o consumidor final nas bombas acumula alta de 20%. Em 2018, há alta acumulada de 2,75%. Nesta semana, a Petrobras passou a divulgar os preços médios que cobra nas refinarias para a venda de gasolina às distribuidoras, e informou que fica com cerca de 28% do total que os consumidores pagam por litro nas bombas. A empresa já havia feito reduções mais acentuadas de preços, em meio a declarações de autoridades de que distribuidoras e revendedores não estão repassando aos consumidores cortes recentes feitos pela estatal nas refinarias. O governo chegou a solicitar que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) investigue a existência de cartel nos postos de combustível. Cadeia de comercialização da gasolina VALE G1 Diesel e etanol subiram Enquanto o valor médio da gasolina se manteve estável, o preço médio do diesel subiu 0,29% na semana, para R$ 3,39 por litro. Na mesma semana, a Petrobras reduziu o valor do combustível nas refinarias em 3,09%. Desde a alta de impostos e adoção da política de reajustes mais frequentes da Petrobras, há alta acumulada de 14% no preço do diesel para o consumidor final. Em 2018, o valor nas bombas já subiu 1,9%. Já o etanol teve alta de 0,16%, para R$ 3,026 na semana. Para levantar os dados, são coletados pela ANP os preços em 459 localidades. Preço gasolina combustíveis Uberaba Reprodução/TV Integração

G1

Tue, 20 Feb 2018 23:28:01 -0000 -

Em 2016, a agência havia fixado valor da multa em R$ 95 milhões. Concessionária Aeroportos Brasil foi penalizada por atrasar obras que deveria ficar prontas antes da Copa de 2014 A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu nesta terça-feira (20) reduzir de R$ 95 milhões para R$ 60 milhões o valor mínimo da multa a ser aplicada à Aeroportos Brasil, concessionária que administra o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), por atraso na entrega de obras. A concessionária descumpriu prazos previstos em contrato para entrega das obras de pátio, estacionamento e terminal de passageiros. Elas deveriam ter ficado prontas até 11 de maio de 2014, ou seja, antes da Copa daquele ano, que aconteceu no Brasil, mas só foram completamente entregues em 2016. O valor final da multa, porém, deve superar os R$ 60 milhões pois ainda será preciso somar uma penalidade por dia de atraso de cada uma das obras. Vantagem à concessionária Segundo o diretor da Anac Hélio Paes de Barros Júnior, relator do processo, em abril de 2014 a concessionária de Viracopos havia concluído 61,8% dos investimentos totais previstos para o período. "Os atrasos tiveram o condão de proporcionar alguma vantagem à operadora", afirmou Barros Júnior. Apesar de confirmar que a concessionária teve vantagens com o atraso, em sua decisão de reduzir a multa o diretor considerou algumas ações da concessionária que atenuaram o impacto dos atrasos para os passageiros, como a construção de um bolsão de estacionamento. Em nota, a Aeroportos Brasil informou que não foi notificada oficialmente da decisão da Anac mas, tão logo isso aconteça, vai "utilizar os instrumentos jurídicos cabíveis." "A concessionária tem convicção segura de que efetuou o cumprimento substancial das obrigações de investimento previstas na concessão, razão pela qual considera indevida qualquer sanção administrativa." Leilão e devolução Viracopos foi leiloado em fevereiro de 2012, durante o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, por R$ 3,821 bilhões. Possuem participação na concessionária Aeroportos Brasil as empresas Triunfo Participações e Investimentos, UTC Participações e Egis Airport Operation, esta última da França. Em julho de 2017, a Aeroportos Brasil decidiu devolver a concessão de Viracopos por conta das dificuldades financeiras e da frustração da demanda de passageiros e de cargas, reflexo da crise econômica. O pedido ainda está sob análise do governo federal e depende de uma regulamentação da lei que permite a relicitação de concessões. Um dos fatores que colocou em xeque a permanência da UTC e da Triunfo à frente de Viracopos foi a execução do seguro garantia pela Anac, pelo não pagamento da parcela da outorga de 2016. Outorga é um valor pago ao governo pelo direito de explorar um bem público e o valor é fixado em contrato.

G1

Tue, 20 Feb 2018 21:12:34 -0000 -


Brasileiros viajam ao Paraguai para comprar aparelho que troca IMEI de aparelho bloqueado por um válido na Anatel. Celulares apreendidos com porteiro durante carnaval em São Paulo Divulgação/Deic Os blocos de Carnaval se tornaram um sucesso de público e arrastaram milhões de pessoas pelas ruas de diversas cidades brasileiras neste ano, como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Mas em meio à euforia dos foliões, milhares de celulares foram roubados e furtados. Mas o que os assaltantes fazem com esses aparelhos, já que a polícia bloqueia o IMEI (número de identificação) assim que o boletim de ocorrência é registrado? Em 2015, o então secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, anunciou que esse bloqueio do registro do celular faria o smartphone perder todas as suas funções "e virar uma pedra" na mão dos criminosos. Mas não é o que acontece. O bloqueio até ocorre de forma efetiva, mas os criminosos descobriram um aparelho capaz de trocar o IMEI bloqueado por outro antigo em uso - o que pode levar a dois celulares a terem o mesmo código. Depois, os assaltantes encontraram nas "feiras do rolo" do Facebook um caminho fácil para desová-los. Alguns grupos do tipo têm mais de 300 mil participantes. Nesta terça-feira, uma mulher ofereceu 14 celulares "semi-novos" em um grupo fechado para venda e troca de celulares no Facebook, com 248 mil membros. Mulher vende 14 celulares em grupo fechado no Facebook após Carnaval Reprodução Desbloqueio Mas, antes de tudo, o aparelho precisa estar funcionando plenamente. Fabricado na China e na Coreia do Sul, o desbloqueador de IMEI apaga a identificação do aparelho registrado no Cadastro de Estações Móveis Impedidas (Cime), da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Isso "engana" o sistema das empresas de telefonia e faz o aparelho ser reconhecido como válido e efetuar ligações e acessar a internet normalmente. Delegado do Deic diz que brasileiros viajam ao Paraguai para comprar aparelho que desbloqueia celular roubado Divulgação/Deic Esse desbloqueador foi proibido no Estado de São Paulo há três anos. Mas, em entrevista à BBC Brasil, o delegado titular da Delegacia de Cybercrimes do Departamento de Investigações Criminais (Deic), José Mariano de Araújo, disse que os criminosos brasileiros passaram a compram o aparelho no Paraguai. Cada um custa cerca de US$ 350 - o equivalente a R$ 1150. O delegado do Deic diz que hoje apenas dois modelos de celular são imunes ao desbloqueio do IMEI: o iPhone X, fabricado pela Apple, e o Galaxy S8, da Samsung. Com um aparelho desses em mãos, só resta aos assaltantes tentar desmontá-lo e vender suas peças. José Araújo, que também é professor de cybercrimes e Direito Eletrônico da Academia da Polícia Civil de SP, diz que essa barreira é apenas uma questão de tempo para os criminosos. Como a atualização do desbloqueador é feita online, quando um hacker de qualquer parte do mundo conseguir quebrar o código para destravar o IMEI do iPhone X, por exemplo, todos os desbloqueadores do mundo também poderão ter acesso à função. Questionada pela BBC Brasil, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não informou quantos celulares foram roubados durante o carnaval. Mas segundo o delegado, o número de ocorrências cresceu. "Estamos vendo uma reedição do roubo e furto de automóveis. É como pegar uma BMW novinha, descobrir uma que deu perda total, implantar o chassi dela na roubada e está lá a mesma situação (legal). Tem celular roubado, com IMEI de celulares antiguíssimos, rodando normal", explica o delegado. No dia 12 deste mês, a polícia prendeu um porteiro de 45 anos e uma moradora do prédio onde ele trabalha, de 27 anos, sob suspeita de participarem de um esquema de roubo de celulares no Carnaval de São Paulo. Com eles, foram apreendidos 300 aparelhos. Na semana anterior, outro grupo fora detido com 32 smartphones. Em São Paulo, a Polícia Militar reforçou a segurança com 7.504 policiais a mais nas ruas durante o Carnaval. No período, 8.843 pessoas foram abordadas, 31 presas e 4 menores apreendidos na capital. Em 2017, 4.127 celulares foram recuperados em ocorrências de receptação. Por que não bloquear dois celulares com o mesmo IMEI? A Anatel já fez anúncios de que bloquearia o IMEI de celulares piratas - sem o registro ou com a numeração repetida. A mais nova previsão é que a medida seja adotada a partir de maio de 2018, no Distrito Federal e Goiás. Para o delegado do Deic, essa é uma das medidas mais importantes para evitar os roubos de celulares. O delegado explica que o Brasil não exigiu que cada celular tivesse um IMEI diferente quando começou a registrar os aparelhos roubados no Cadastro de Estações Móveis Impedidas (Cime). Isso possibilitou que um registro fosse usado em diferentes celulares. "Chega um aparelho da China aqui com um IMEI que nem existe e funciona. Fora isso, existe também uma configuração padrão de IMEI para testes de operadoras, que são usadas pelos fraudadores e aparecem dezenas de vezes", conta José Araújo. Segundo ele, a Anatel tem quer permitir que apenas aparelhos homologados funcionem nas redes de telefonia o mais rápido possível. "Mas as operadoras não têm nenhum interesse nisso porque o que elas querem é aumentar a sua massa de assinantes", diz. Ele diz isso porque, caso os IMEIs piratas ou duplicados fossem bloqueados, a maior parte dos celulares importados da China deixaria de funcionar no Brasil por conta das identificações repetidas. Isso forçaria todos os brasileiros a usarem aparelhos nacionais e afetaria diretamente a quantidade de assinantes das operadoras. O delegado do Deic ainda sugere que todos os celulares fabricados tenham um número de fábrica cravado em suas peças, como nos chassis de carros. "Isso viabilizaria a gente saber a origem das peças de cada aparelho ao analisá-lo, além de evitar a venda das peças. Mas as fabricantes também não estão interessadas porque isso aumenta o custo de produção", explica Araújo. Procurada pela reportagem da BBC Brasil, a Anatel não disse porque ainda não bloqueia IMEIs repetidos nem confirma quando adotará a medida. Desova no Facebook As "feiras do rolo", como são conhecidos os comércios ilegais de rua onde são vendidos produtos falsos ou roubados, agora migraram para a internet. A maior parte desses grupos fechados e secretos estão no Facebook e alguns são destinados exclusivamente ao comércio de celulares. A ideia inicial era de que os usuários pudessem vender aparelhos antigos ou com pequenos defeitos, mas criminosos estão aproveitando a plataforma para desovar os aparelhos roubados. A reportagem da BBC Brasil teve acesso a mais de 10 grupos de troca e venda de celulares na rede social. Em alguns deles, pessoas vendiam até cinco aparelhos diferentes e faziam pacotes - um usuário vendia três celulares por R$ 800. Um sinal forte de irregularidade, segundo o delegado. José Araújo e sua equipe do Deic investigam há mais de um ano os grupos criminosos que desovam celulares nas redes sociais. Diversos suspeitos foram identificados, mas nenhum foi preso. "A infiltração virtual é muito complexa. Os criminosos agem como um exército e se blindam. É muito difícil conquistar a confiança de alguém pela internet. Assim que o cara desconfia de você, bloqueia na hora", diz o delegado. Ele culpa redes sociais como o Facebook por dificultar o trabalho policial. "Se nos mostrarem uma feira do rolo, eu mando uma equipe e a gente combate, mas na internet eu não tenho informação. As empresas que deveriam ajudar não vão porque elas têm que provar que possuem um ambiente seguro, não importa se o usuário é um criminoso ou não. Elas deveriam me dar acesso para trabalhar e investigar, mas não dão. Quer uma polícia eficiente que trabalhe com segurança ou preservar o anonimato de criminosos?", afirma o delegado. Procurado, o Facebook informou que os "padrões da comunidade proíbem o uso do Facebook para praticar atividades criminosas, como as que causem danos financeiros a pessoas ou negócios". Diz ainda que "remove qualquer conteúdo desse tipo assim que fica ciente e fornece às autoridades os dados requisitados seguindo a legislação". Como sei que um celular é roubado? O delegado do Deic aponta a receptação como o principal combustível que impulsiona os roubos e furtos de celulares. Mas muitas vezes o comprador tem boas intenções ao participar de um grupo de trocas nas redes sociais e não sabe identificar se um aparelho é roubado. O delegado do Deic diz que a principal dica para não colaborar com crime é aplicar os mesmos conhecimentos usados ao comprar um carro quando adquirir um celular de outra pessoa. "O produto tem documentação ou nota fiscal? O aparelho tem o IMEI bloqueado? Eu recomendo que ainda que marque um encontro com o vendedor num local público de grande movimentação para avaliar o aparelho pessoalmente. Vá acompanhado, ligue o aparelho, veja se a conta do iTunes da Play Store estão bloqueadas, leve um chip para testá-lo e coisa do tipo", recomenda o delegado. Mas para ele, enquanto IMEIs repetidos forem permitidos e a comercialização indevida for possível por meio das redes sociais e até mesmo em lojas que fazem manutenção de aparelhos, todas as outras ações serão apenas para "enxugar gelo".

G1

Tue, 20 Feb 2018 21:11:24 -0000 -


Mas principal ponto de impasse ainda não foi definido. Com fim do Inovar Auto, Brasil começou o ano sem política para a indústria automotiva. Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação O Rota 2030, novo regime automotivo, deverá ser anunciado "nos próximos dias", disse o ministro interino da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge de Lima, nesta terça-feira (20). Ele participou de um evento sobre a ampliação da fábrica da General Motors em São Caetano do Sul (SP). O Brasil está sem política para o setor automotivo desde o fim do ano passado, quando terminou o Inovar Auto. Trata-se do conjunto de regras que montadoras e importadoras deverão seguir, englobando metas de eficiência de consumo de combustível, incentivo à pesquisa, segurança, entre outros itens. O impasse O atraso no Rota 2030 se deve, principalmente, à falta de consenso entre o MDIC e o Ministério da Fazenda sobre o aumento ou redução de impostos e a forma de fazer a renúncia fiscal, que deve ficar em torno de R$ 1,5 bilhão ao ano, mesmo montante do regime anterior. Lima disse que ainda não houve consenso. As discussões em torno do assunto já duram 9 meses. No Inovar Auto, as marcas podiam, por exemplo, conseguir benefícios ao superar a meta de eficiência energética dos carros ou pelo fato de passarem a produzir no Brasil. Por outro lado, quem não tinha fábrica no país ficou penalizado. O ministro interino confirmou que o novo regime dará "condições de igualdade" às marcas que tenham ou não produção local, corrigindo a falha no Inovar Auto que levou o Brasil a ser condenado na Organização Mundial do Comércio (OMC), no ano passado.

G1

Tue, 20 Feb 2018 19:54:19 -0000 -


Marca não confirma quantos e quais serão os carros. Dentro de 1 ano, local passará a produzir 330 mil unidades anuais, em vez das 250 mil atuais. GM São Caetano do Sul Divulgação/Newspress A General Motors, dona da Chevrolet, anunciou nesta terça-feira (20) que vai aumentar a produção na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista. O volume passará de de 250 mil unidades anuais para 330 mil. Para isso, vai ampliar a fábrica, em um processo que deve ser concluído em 1 ano. No local, são fabricados atualmente Onix Joy (versão mais barata do modelo, com visual antigo), Spin, Cobalt e Montana. A montadora não informou quais modelos terão a produção aumentada. "Novos produtos virão lá para 2020“, afirmou Marcos Munhoz, vice-presidente da montadora no Brasil. O executivo não informou, no entanto, quantos e quais serão. Obras de início da ampliação da fábrica da GM em São Caetano do Sul, SP, devem terminar dentro de 1 ano Rafael Miotto/G1 A ampliação em São Caetano é resultado de um investimento de R$ 1,2 bilhão anunciado em agosto passado. A nova área da fábrica terá, entre os processos de produção, linhas de cortes de chapas, estampagem, produção de para-choques e pintura. A GM também direcionou outros R$ 1,9 bilhão para quadruplicar a fábrica de motores de Joinville (SC) e R$ 1,4 bilhão para a produção de veículos inéditos na unidade de Gravataí (RS), de onde saem Onix e Prisma e para a qual foram contratados 700 funcionários. Esses valores fazem parte do plano de investimento de R$ 13 bilhões no Brasil de 2014 a 2020. Ociosidade A montadora não confirma que haverá novas vagas para a fábrica de São Caetano, onde trabalham 9,3 mil pessoas. "A quantidade de empregados é equivalente à quantidade de carros vendidos, então vai depender de como o mercado reagir", disse Munhoz. Ele explica que a fábrica ainda enfrenta ociosidade. "Nossa capacidade de produção atual é de 250 mil, mas, no ano passado, produzimos 160 mil". A unidade está em férias coletivas no momento. Apenas 1,7 mil empregados estão atuando, nas obras de expansão da fábrica.

G1

Tue, 20 Feb 2018 19:21:52 -0000 -


A rede de churrascarias fundada por brasileiros opera 38 restaurantes nos Estados Unidos e 9 no Brasil. A rede de churrascaria Fogo de Chão foi vendida para a empresa de investimentos Rhône Capital nesta terça-feira (20) por US$ 560 milhões. Criada por brasileiros, a rede já era controlada por investidores americanos desde 2012. A oferta da Rhône é toda em dinheiro e os acionistas da Fogo de Chão receberão US$ 15,75 por ação da empresa, valor que representa um prêmio de 25,5% em relação ao fechamento do papel na sexta-feira passada. "Após um processo de avaliação das opções disponíveis, o conselho de administração está confiante de que esta transação vai dar à Fogo de Chão oportunidade significativa de gerar valor para nossos acionistas e fornecer o melhor caminho adiante para a Fogo de Chão", disse o presidente-executivo da rede de churrascarias, Larry Johnson, em comunicado. A aquisição deve ser concluída no segundo trimestre após obter aprovações regulatórias. Negócios Esta não é a primeira vez que a rede é vendida. Em 2012, o fundo de investimentos GP Investments anunciou um acordo para a venda de 100% da FC Holdings, empresa de investimento controladora da Fogo de Chão Churrascaria, por um valor de US$ 400 milhões. A compra da FC Holdings foi realizada pelo fundo de investimento Thomas H Lee Partners, dos Estados Unidos. A Fogo de Chão inaugurou seu primeiro restaurante em 1979 e contava com nove lojas quando a GP Investments e coinvestidores adquiriram uma participação inicial de 35%. Os 65% restantes foram adquiridos em 2011. Atualmente, a rede opera 38 restaurantes nos Estados Unidos e 9 no Brasil e tem duas joint-ventures no México e outras duas no Oriente Médio. Em 2015, a empresa pediu registro para realizar uma oferta inicial de ações no pregão eletrônico Nasdaq, nos Estados Unidos. A rede de churrascarias precificou sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em US$ 20 por ação nos Estados Unidos, avaliando a empresa em US$ 545 milhões. Foto de divulgação da churrascaria Fogo de Chão Reprodução/Instagram

G1

Tue, 20 Feb 2018 18:48:16 -0000 -


S&P rebaixou em janeiro a nota do Brasil e expectativa do mercado é que as outras duas grandes agências possam tomar em breve a mesma decisão. A desistência do governo do presidente Michel Temer em tentar aprovar a reforma da Previdência é ruim para a classificação de risco do Brasil e pesa sobre a nota do país, avaliaram nesta terça-feira as agências de classificação de risco Moody's e a Fitch. Segundo o analista-sênior da agência Moody's, Samar Maziad, a desistência é ruim porque limitará a capacidade de cumprir a regra do teto de gasto. "Embora já esperássemos que uma reforma ampla fosse improvável, abandonar os planos para aprovar a proposta é negativo para o perfil de crédito do país, uma vez que restringirá fortemente a capacidade das autoridades de cumprir o teto de gastos do governo nos próximos anos", disse, referindo-se à regra que limita os gastos à inflação do ano anterior. Nota do Brasil nas agências de classificação de risco Infográfico G1 O fracasso em aprovar a reforma da Previdência é um dos pontos que pressionam para o rebaixamento do rating soberano do Brasil, também disse a diretora-sênior da agência de classificação de risco Fitch, Shelly Shetty. "A pressão para baixo no rating soberano do Brasil ("BB"/perspectiva negativa) continua refletindo os altos déficits fiscais, o elevado e crescente peso da dívida e o fracasso em aprovar a reforma da previdência, que contribuiria para reduzir as pressões estruturais sobre as despesas", destacou o comunicado da Fitch. Tanto na Moody's quando na Fitch, a classificação do Brasil segue dois degraus abaixo do grau de investimento. S&P rebaixou Brasil em janeiro No dia 11 de janeiro, a agência Standard&Poor's (S&P) rebaixou a nota de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB-", em meio às dificuldades do governo para conseguir a aprovação da reforma da Previdência. A expectativa do mercado é que a Moody´s e a Fitch possam tomar a mesma decisão em breve, justamente em função da demora na aprovação de medidas para reequilibrar as contas públicas e de incertezas ligadas às eleições. Na véspera, o governo anunciou a decisão de suspender a tramitação da reforma da Previdência em razão de decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro, e apresentou um conjunto de medidas econômicas, boa parte delas já em tramitação no Congresso, para tentar amenizar o impacto da decisão no ambiente econômico. Apesar de esperada, a desistência oficializa o adiamento da solução para colocar as contas públicas do Brasil em ordem, o que deve pressionar o próximo governo a ser eleito neste ano. Histórico das notas do Brasil Infográfico: Roberta Jaworski/G1 Perda do grau de investimento Com corte na nota de crédito do Brasil anunciado pela S&P em janeiro, o Brasil ficou mais longe do selo de país bom pagador de sua dívida. O rating do Brasil foi rebaixado de "BB" para "BB-". Com isso, o país agora está 3 degraus abaixo do grau de investimento, no menor patamar desde 2005. Veja gráfico abaixo Na Moody´s e na Fitch a nota do Brasil segue 2 degraus abaixo do grau de investimento. Desde 2015, o Brasil perdeu está sem o selo de bom pagador. O Brasil conquistou o grau de investimento pelas agências internacionais Fitch Ratings e Standard & Poor’s pela primeira vez em 2008. Em 2009, conseguiu a classificação pela Moody's. A S&P foi primeira a tirar o selo de bom pagador do Brasil, em setembro de 2015, ação que foi seguida pelas outras duas grandes agências internacionais, Fitch e Moody's. O rebaixamento do Brasil pela S&P anunciado ainda em janeiro não surpreendeu, mas representou um revés para a equipe econômica do governo Michel Temer. Em janeiro de 2016, Meirelles chegou a dizer em entrevista à Bloomberg, em Davos, que o Brasil estava muito perto de recuperar o grau de investimento. As agências têm uma longa escala de classificação, com mais 20 notas. Em resumo, são dois terrenos e uma muralha. Quem está a partir de um determinado nível tem o carimbo de grau de investimento. Quanto mais longe do muro, mais eficiente, confiável, robusta é a economia e menor o seu risco. O triplo A, por exemplo, é a nota da Alemanha. Alguns fundos de investimento só colocam dinheiro em países desse terreno. Do outro lado é o grau especulativo. Países arriscados, com economia problemática e menos confiável. Os investidores pensam duas vezes antes de entrar. Segundo analistas de mercado, historicamente, países costumam levar cerca de 5 a 10 anos para recuperar o selo de país bom pagador. Leia também: Brasil ainda tem 14 empresas com 'selo de bom pagador' * Com Reuters

G1

Tue, 20 Feb 2018 18:44:16 -0000 -


Companhia planeja vender 1 milhão de caixas de flocos grossos de aveia e farelo de aveia orgânicos no país em 2018. Nestlé passa a vender aveia orgânica no Brasil. REUTERS/Paulo Whitaker/Illustration A Nestlé vai lançar sua primeira linha de alimentos orgânicos no Brasil nas próximas semanas, afirmou uma executiva à Reuters, na medida em que o maior grupo alimentício do mundo segue na direção de capturar a crescente demanda por tais produtos. A diretora-executiva de laticínios e cereais da Nestlé no Brasil, Carine Mahler, disse que a companhia planeja vender 1 milhão de caixas de farinha de aveia e farelo de aveia orgânicos no país em 2018. O movimento não anunciado previamente da companhia no segmento de alimentos orgânicos do Brasil é relativamente menor em termos globais. Cada caixa de flocos grossos de aveia e farelo de aveia tem preço sugerido de R$ 6,99, o que indica uma projeção de pouco mais de R$ 2 milhões de dólares em vendas no primeiro ano. Mas a jogada está inclusa em um programa de crescimento de orgânicos muito mais ambicioso no Brasil e no mundo. Carine disse que a companhia estava ativamente desenvolvendo um número de produtos orgânicos em várias "unidades distintas" no Brasil, enquanto avalia aquisições que poderiam aumentar a presença da empresa no país em um mercado de comidas orgânicas ainda tímido. "Nosso compromisso é ir mais longe", disse Carine. "Então, como agora a Nestlé está desenvolvendo um canal para produtos orgânicos, nós temos algumas coisas para o fim do ano e outras para 2019." Dentre as iniciativas orgânicas da Nestlé no Brasil está uma start-up interna para lanches orgânicos, disse Mahler. A Nestlé deve conseguir oferecer leite orgânico para consumidores da maior economia da América Latina no primeiro trimestre de 2019, acrescentou ela. Globalmente, a cartada da Nestlé no Brasil se encaixa em uma maior ênfase em alimentos orgânicos e saudáveis. No inicio de fevereiro, a Nestlé comprou a participação majoritária na Terrafertil, uma companhia que vende produtos naturais e orgânicos. Na segunda metade de 2017, a Nestlé comprou a fabricante de vitaminas canadense Atribum Innovations por US$ 2,3 bilhões e anunciou acordos pela Sweet Earth, de alimentos vegetarianos, e Blue Bottle, de café. Carine disse que a Nestlé já tem um contrato de distribuição para a nova linha orgânica com a rede de supermercados Pão de Açúcar, da GPA.

G1

Tue, 20 Feb 2018 18:09:25 -0000 -

Produção também é usada na medicina no auxílio a fabricação de válvulas cardíacas. Brasil exporta carne suína para 70 países A carne de porco é uma das mais tradicionais da culinária brasileira. É usada na costelinha, no presunto, no torresmo e na feijoada. Além disso, é uma carne com baixo teor de gordura. Mas o porco também é útil na medicina. Válvulas cardíacas são feitas com material do coração. E já começaram a ser produzidos clones de animais que vão fornecer órgãos para transplantes no ser humano, sem problemas de rejeição. A carne suína brasileira é exportada para 70 países e gera 600 mil empregos. Setenta por cento do rebanho está nas mãos dos produtores familiares.

G1

Tue, 20 Feb 2018 18:02:59 -0000 -


Processo seletivo é voltado para cadastro reserva. Inscrições podem ser feitas entre os dias 5 e 13 de março. Cidade de Água Boa (MT) fica a 736 km de Cuiabá Prefeitura de Água Boa A Prefeitura de Água Boa, a 736 km de Cuiabá, divulgou um edital de um processo seletivo para cadastro reserva. Segundo a prefeitura, as inscrições podem ser feitas entre os dias 5 e 13 de março, em horário comercial. Os salários vão de R$ 1.101,21 a R$ 4.006,45. As inscrições são gratuitas. O edital está disponível na internet. De acordo com a prefeitura, as vagas são para os seguintes profissionais: agente de serviços gerais, operador de máquina, agente de consultório dentário, agente em saúde, fonoaudiólogo, técnico de enfermagem, professor da educação básica, professor de educação física, professor de pedagogia e instrutor de oficina de dança. A inscrição deverá ser feita na sede da Prefeitura de Água Boa, localizada na Avenida Planalto, no Centro, das 8h às 11h e das 14h às 17h. As provas serão realizadas dia 18 de março, às 8h.

G1

Tue, 20 Feb 2018 17:47:07 -0000 -

Empresas são as principais prestadores de serviços de suporte técnico e manutenção de software e hardware do Santander Brasil. O conselho de administração do Banco Santander Brasil aprovou a compra das empresas de tecnologia Isban Brasil e Produban Serviços de Informáticas, pelo valor total de R$ 102 milhões, de acordo com fato relevante divulgado nesta terça-feira (20). As empresas, controladas indiretamente pelo espanhol Santander SA, são as principais prestadores de serviços de suporte técnico e manutenção de software e hardware do Santander Brasil. "A operação permitirá ao Santander Brasil controlar diretamente os serviços locais de tecnologia da informação e com isso incrementar a proximidade com os negócios, a adoção de soluções time-to-market, a flexibilidade, a qualidade e a eficiência" disse o banco brasileiro. A compra da Isban Brasil já foi concluída, com o pagamento à vista de cerca de R$ 61 milhões, enquanto a aquisição de 100% do capital social da Produban, por R$ 41 milhões, ainda está sujeita a certas condições, de acordo com o fato relevante.

G1

Tue, 20 Feb 2018 16:20:11 -0000 -


No entanto, estimativas dependem da manutenção de juros e inflação em 'patamares aceitáveis', bem como do avanço da reforma da Previdência. Vendas de imóveis deevem crescer, mas lançamentos devem ficar próximos aos níveis de 2018. Fábio Tito/G1 As vendas de imóveis residenciais na cidade de São Paulo devem crescer entre 5% e 10% em 2018, enquanto os lançamentos devem ficar próximos aos níveis de 2017, disse nesta terça-feira (20) o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), citando a expectativa de maior diversificação de produtos. O Secovi-SP ressaltou, contudo, que a materialização das estimativas depende da manutenção de juros e inflação em "patamares aceitáveis", bem como do avanço da reforma da Previdência no Congresso Nacional. Em 2017, os lançamentos de imóveis residenciais na cidade de São Paulo cresceram 48% sobre 2016, para 28,7 mil unidades, interrompendo uma série de três anos consecutivos de queda, informou o sindicato, com base em dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Ainda assim, o nível ficou abaixo da média histórica de 30 mil unidades na capital paulista. Já as vendas de imóveis residenciais cresceram 46,1% no ano passado, para 23,6 mil unidades, de acordo com o Secovi-SP. Em 2017, a queda do preço real desacelerou, recuando 4,4 por cento, ante queda de 7,3 por cento em 2016. Petrucci afirmou que a tendência é o setor sair dessa curva de perda real até o terceiro trimestre de 2018. "No final deste ano devemos ver a volta do aumento real de preços em unidades lançadas", disse. Regulamentação Falando sobre o marco regulatório que tramita no Congresso Nacional sobre distratos, o presidente do Secovi-SP, Flávio Amary, afirmou que "para o setor é muito importante termos a 'regra do jogo' e que o projeto tenha a qualidade de desestimular a compra de imóvel de caráter especulativo", disse Amary. Em 2017, os distratos caíram do pico de 23,5% registrado em agosto de 2016, para 11,9%. Amary comentou ainda que as alterações na lei de zoneamento deverão criar "uma demanda por novos terrenos no segundo semestre do ano, conforme as construtoras procuraram terrenos que possam atender esses novos padrões".

G1

Tue, 20 Feb 2018 16:13:11 -0000 -


Também há vaga para recepcionista. Interessados devem conferir os pré-requisitos, documentação exigida e prazos de inscrição nos editais. Funcamp abre processos seletivos para quatro vagas, com salários que chegam a R$ 14 mil dependendo do cargo. Neldo Cantanti/Unicamp A Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp) está com inscrições abertas em processos seletivos para médicos, recepcionista e web designer. Ao todo, são quatro vagas: uma para atuar na Funcamp, dentro da Unicamp, e três para o Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Mogi Guaçu (SP). Os salários vão de R$ 1.305 a R$ 14.388, dependendo do cargo. A seleção consiste em análise dos documentos do candidato, aplicação de uma prova escrita e entrevista. A classificação final será divulgada no quadro de avisos e no site da Funcamp. Os documentos exigidos variam de acordo com o cargo de interesse, e podem ser conferidos no editais do processo seletivo. Clique e confira os editais. Veja mais detalhes sobre as vagas abaixo: Web designer Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Atuação na área de Tecnologia e Informação (TI) da Funcamp. Salário de R$ 2.591,59 mensais. A inscrição deverá ser realizada até 22 de fevereiro, das 9h às 17h, no Departamento de Recursos Humanos da Funcamp, situado na Avenida Érico Veríssimo, nº 1.251, Barão Geraldo - Campus Unicamp, em Campinas (SP). Recepcionista Jornada de trabalho de 30 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Atuação na recepção do AME de Mogi Guaçu. Salário de R$ 1.305,69 mensais. A inscrição deverá ser realizada até 28 de fevereiro, das 8h30 às 16h30, no Departamento de Recursos Humanos do AME de Mogi Guaçu, que fica na Rua Conselheiro Artur Grilet, nº 47, na Vila Paraíso, em Mogi Guaçu. Médico dermatologista Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. O profissional vai trabalhar no AME de Mogi Guaçu. Salário de R$ 14.388,94 mensais, considerando carga horária máxima de 40 horas. A inscrição deverá ser realizada até 28 de fevereiro, das 8h30 às 16h30, no Departamento de Recursos Humanos do AME de Mogi Guaçu, que fica na Rua Conselheiro Artur Grilet, nº 47, na Vila Paraíso, em Mogi Guaçu. É possível também fazer a inscrição no Departamento de Recursos Humanos da Funcamp, situado na Avenida Érico Veríssimo, nº 1.251, Barão Geraldo - Campus Unicamp, em Campinas. Médico oftalmologista Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. O profissional vai trabalhar no AME de Mogi Guaçu. Salário de R$ 14.388,94 mensais, considerando carga horária máxima de 40 horas. A inscrição deverá ser realizada até 28 de fevereiro, das 8h30 às 16h30, no Departamento de Recursos Humanos do AME de Mogi Guaçu, que fica na Rua Conselheiro Artur Grilet, nº 47, na Vila Paraíso, em Mogi Guaçu. É possível também fazer a inscrição no Departamento de Recursos Humanos da Funcamp, situado na Avenida Érico Veríssimo, nº 1.251, Barão Geraldo - Campus Unicamp, em Campinas. Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas

G1

Tue, 20 Feb 2018 16:06:49 -0000 -


Oferta inicial pública das moedas está marcada para 20 de março. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante coletiva de imprensa em Caracas, na quinta-feira (15) Reuters/Marco Bello O governo da Venezuela iniciou na madrugada desta terça-feira (20) a pré-venda do Petro, criptomoeda lançada pelo presidente Nicolás Maduro diante dos graves problemas de liquidez que levaram o país a ter declarado uma moratória parcial. "Damos início formal, de maneira exitosa, à implementação de nosso criptoativo, o Petro, e seu processo de pré-venda", anunciou o vice-presidente Tareck El Aissami Suas palavras foram o ponto de partida para uma pré-venda privada de 38,4 milhões de petros até 19 de março. No dia 20 de março, acontecerá a oferta pública inicial de outros 44 milhões. O restante, 17,6 milhões, será reservado ao Estado. O intuito é emitir ao todo 100 milhões dessas moedas. O documento que descreve as regras da criptmoeda venezuelana estabeleceu em US$ 60 o "preço de venda de referência", equivalente ao preço de um barril de petróleo venezuelano -- cujas reservas respaldarão a moeda -- em meados de janeiro. Quando a moeda foi anunciada, Madurou afirmou que o Petro seria respaldada pelas reservas venezuelanas de ouro, petróleo, gás e diamante. O documento esclarece que a cotação da moeda estará "sujeito a mudanças de acordo com as flutuações do mercado de petróleo". Maduro espera que o Petro abra "novas vias de financiamento", já que a Venezuela sofre sanções de Washington, que proíbe cidadãos e empresas norte-americanos de negociar títulos da dívida emitidos pelo país latino e pela empresa de petróleo PDVSA. Analistas consideram que as distorções da economia venezuelana, com elevado gasto público e hiperinflação (projeção de 13.000% pelo FMI para 2018), impedem as possibilidades de sucesso da moeda. Infográfico: Como funciona o bitcoin Igor Estrella/G1

G1

Tue, 20 Feb 2018 16:01:49 -0000 -

Segundo secretário do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, valor se refere a dívidas e investimentos a serem feitos por empresas que assumirem distribuidoras após leilão. As empresas que assumirem as seis distribuidoras de energia administradas hoje pela Eletrobrás, e que serão privatizadas, terão que aplicar R$ 13 bilhões para cobrir dívidas e realizar investimentos previstos para os próximos anos, informou nesta terça-feira (20) o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa. Serão colocadas à venda a Amazonas Distribuidora de Energia, Boa Vista Energia, Companhia de Eletricidade do Acre, Companhia Energética de Alagoas, Companhia de Energia do Piauí e Centrais Elétricas de Rondônia. "As empresas estão sendo vendidas por R$ 50 mil. Quem comprar vai assumir os ativos, mas passivos também. Além do que a Eletrobrás assumiu tem R$ 13 bilhões em dívida além de obrigações de investimentos", disse Pedrosa após participar de uma audiência pública no Senado. Eletrobras No dia 8 de fevereiro, acionistas da Eletrobras aprovaram, em assembleia, a privatização de 6 distribuidoras de energia administradas pela estatal e que ficam em estados do Norte e do Nordeste. Na assembleia, os acionistas aprovaram ainda a proposta de que a Eletrobras assuma R$ 11,2 bilhões em dívidas das distribuidoras com a própria estatal, além de outros R$ 8,5 bilhões em créditos e obrigações que essas empresas têm com fundos do setor elétrico. Caso os R$ 8,5 bilhões acabem virando dívida, a Eletrobras assumirá um passivo de R$ 19,7 bilhões.

G1

Tue, 20 Feb 2018 16:00:17 -0000 -


Alerta surge no momento em que presidente Donald Trump é acusado por alguns países de seguir pela via do protecionismo e do unilateralismo. Roberto Azevêdo, diretor-geral da OMC, em imagem de arquivo. Reuters O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo, advertiu os Estados Unidos contra a "paralisia" do mecanismo internacional de solução de controvérsias, em um momento de escalada das tensões comerciais entre Washington e Pequim. "O risco de guerra comercial está sempre presente", declarou Azevêdo, em entrevista à AFP, esta semana, em Genebra. Depois da crise financeira de 2007, o risco de que países adotassem medidas protecionistas de modo unilateral era "muito elevado", mas isso não aconteceu, destacou ele, ressaltando que é necessário "continuar vigilante (...) porque está sempre presente o risco de que medidas unilaterais sejam adotadas, e é sempre um caminho muito perigoso". Esse alerta surge no momento em que o presidente americano, Donald Trump, é acusado por alguns países - entre eles a China - de seguir pela via do protecionismo e do unilateralismo. Desde sua posse, há pouco mais de um ano, Trump multiplicou as sanções comerciais contra importações, sobretudo, chinesas. Com um importante déficit em suas trocas comerciais com Pequim e Seul, os Estados Unidos já impuseram sanções aduaneiras em janeiro deste ano sobre os painéis solares chineses e sobre máquinas de lavar sul-coreanas. Trump também evocou a possibilidade de adotar cotas de importação para o aço e o alumínio chineses. Diante dessas medidas, a China ameaça recorrer ao Órgão de Solução de Controvérsias (OSC) da OMC. Essa escalada acontece no momento em que esse mesmo órgão se encontra ameaçado pelos Estados Unidos. Há meses, os EUA bloqueiam a indicação de novos membros para esse organismo, em prejuízo da comunidade internacional, a qual acusa os americanos de fazerem a OMC de refém sem apresentar propostas. Para Roberto Azevêdo, essa situação não se coloca sem riscos. "Nós conversamos com eles sobre o bloqueio da nomeação dos membros da corte de apelações (do OSC). Eu falo com eles constantemente sobre esse tema, mas até agora... estamos tão longe de uma solução quanto antes", reconhece. Discussão 'franca' com Trump A negociação dos conflitos comerciais é um "sistema que foi muito eficaz" até o presente, com mais de 500 disputas tratadas e mais de 90% das recomendações adotadas, segundo Azevêdo. Composto de sete juízes, o órgão de apelação do OSC têm quatro membros hoje. E é imperioso, acrescenta, contar os esses outros três para poder examinar cada caso, ou a organização não tem condições de arbitrar os conflitos comerciais. Esse "ponto de não retorno", como chamam alguns diplomatas, pode estar próximo. Em 30 de setembro, chega a ao fim o mandato de um dos quatro juízes ainda em atuação. E, em dezembro de 2019, é a vez do mandato de outros dois juízes. "Se nada for feito e se continuarmos nesse caminho, haverá, claramente, uma paralisia do sistema", insistiu Azevêdo, afirmando que "não é para esperar que isso aconteça". "Eu acho que os membros (da OMC) pensam em soluções alternativas, no que pode ser feito, e eu espero que haja uma espécie de mecanismo que vai ser adotado para nos permitir continuar nosso trabalho", continuou. Rejeitando o multilateralismo e preferindo os acordos bilaterais, desde seu início, o governo Trump se retirou do acordo de livre-comércio na Ásia-Pacífico, a Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), e volta e meia faz críticas ao funcionamento e à legitimidade da OMC. Sobre esse tema, Azevêdo também parece otimista, mesmo que Washington ainda não tenha nomeado seu novo embaixador para a OMC. "Não há nada nas minhas conversas com os Estados Unidos que indique que haja uma possibilidade de os Estados Unidos deixarem a OMC", afirmou. "Eles têm preocupações sobre vários temas sobre o que acontece aqui, mas eles também me disseram que (...) a organização é muito importante (...) e que eles gostariam de reformas", completou o diretor-geral, garantindo que "a OMC está aberta para esse tipo de discussão". Azevêdo disse ainda que está pronto para se reunir com Trump para "ter uma conversa franca" com o presidente americano.

G1

Tue, 20 Feb 2018 15:30:15 -0000 -


Lucro antes de impostos do HSBC foi de US$ 17,2 bilhões em 2017, ante US$ 7,1 bilhões no ano anterior. Prédio do HSBC em Canary Wharf, Londres. Reuters O HSBC Holdings registrou aumento menor do que o esperado no lucro anual e revelou planos para levantar até US$ 7 bilhões para reforçar seu capital, conforme o presidente-executivo Stuart Gulliver cede a posição para uma nova equipe de liderança nesta terça-feira (20). Gulliver deixa o cargo após mais de sete anos no comando do maior banco da Europa por valor de mercado, que passou por uma reestruturação dolorosa que custou milhares de empregos. Mas agora, juntamente com um ambiente de mercado mais positivo, a reestruturação começa a dar resultados. "Na minha opinião, meu desempenho foi satisfatório", disse Gulliver sobre seu mandato, citando o fluxo constante de dividendos e a reestruturação que ele implementou. O lucro antes de impostos do HSBC foi de US$ 17,2 bilhões em 2017, ante US$ 7,1 bilhões no ano anterior, mas ficou abaixo da estimativa média de US$ 19,7 bilhões de 17 analistas consultados pela Thomson Reuters. Às 10h45 (no horário de Brasília), a ação do HSBC caía 3,7% em Londres, com investidores reagindo ao lucro e à ausência de um programa de recompra e ações. As estimativas de ganhos dos analistas não consideraram a totalidade do encargo de 1,3 bilhão de dólares referente às mudanças tributária nos Estados Unidos. O lucro anual refletiu um baixa contábil de US$ 3,2 bilhões referente ao ágio por rentabilidade futura (goodwill) do negócio de private banking global e o impacto da venda de suas operações no Brasil. O HSBC disse que está planejando a emissão adicional de capital de nível 1 entre US$ 5 bilhões e US$ 7 bilhões durante o primeiro semestre de 2018, e que vai recomprar ações "quando for apropriado".

G1

Tue, 20 Feb 2018 15:26:00 -0000 -


Famoso por seu frango frito, restaurante teve problemas de entrega com fornecedor. KFC fecha restaurantes por falta de frango REUTERS/Darren Staples A rede de restaurantes KFC, famosa por seus baldes de frango frito, fechou centenas de restaurantes no Reino Unido nesta semana por falta de frango. A rede KFC tem cerca de 900 unidades no país. Em comunicado nas redes sociais, a rede explica que ja contratou um novo fornecedor, mas que a operação é complexa e que teve de fechar as unidades para não comprometer a qualidade do produto. "Nós trouxemos um novo parceiro de distribuição, mas eles tiveram alguns problemas para começar - conseguir entregar frango fresco em 900 restaurante ao longo do país é muito complexo!", disse a rede KFC, no seu perfil no Twitter. Initial plugin text Aviso da KFC informa clientes que lojas estão fechadas por falta de frango Reuters

G1

Tue, 20 Feb 2018 15:14:44 -0000 -


No DF, mulheres se concentram em vagas que exigem nível superior. Nacionalmente, ainda há desequilíbrio de salários, mas pesquisa aponta avanço. Mulheres durante expediente em empresa Pixabay/Divulgação O Distrito Federal é a única unidade do país onde mulheres ganham, em média, mais do que homens. É o que aponta a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, cuja compilação dos dez últimos anos de pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (19). De acordo com o levantamento, que analisou números entre 2007 e 2016, as mulheres do DF ganham em média R$ 5.261,80. Já os homens recebem salário de R$ 5.196,10. O número se contrapõe a outro, que indica que o mercado de trabalho do DF é composto só em 38% por mulheres – 62% são homens. Entre 1,25 milhão de trabalhadores, apenas 474 mil são do gênero feminino. Por quê? No DF, as mulheres são empregadas em maioria no setor de serviços (50,7%) e na administração pública (29,5%). É no funcionalismo público que ficam os maiores rendimentos. “Observa-se que há uma concentração de mulheres em ocupações de nível superior, que apresentam salários mais elevados”, informou o ministério. “Pode-se dizer, portanto, que os salários das mulheres na administração pública do DF contribui para elevar sua média salarial. Esta é uma particularidade do Distrito Federal, onde há concentração do emprego formal neste setor.” Dados nacionais Considerando dados de todo o país, a administração pública é a única área na qual há mais mulheres em ação do que homens. Dos 8,8 milhões de postos de trabalho, 59% são ocupados por elas. Nacionalmente, as ocupações com maior concentração de trabalhadoras são as de auxiliar de escritório, assistente administrativo e vendedora no comércio de varejo. Mulher trabalhando em escritório Pixabay/Divulgação Tendência de melhora O levantamento do ministério mostrou que existe uma tendência de melhora quanto à participação feminina no mercado de trabalho, apesar de ainda haver descompassos salariais – principalmente por serem quem mais têm ensino superior completo. Em 2007, as mulheres respondiam por 40,85% dos postos de trabalho e ganhavam 17% a menos do que homens. Dez anos depois, mulheres passaram a ocupar 44% de todas as vagas. E a diferença salarial entre os gêneros caiu para 15%. Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.

G1

Tue, 20 Feb 2018 13:57:59 -0000 -

Segundo do SPC Brasil e CNDL, 61% dos desempregados entrevistados estão dispostos a ganhar menos que no último emprego. Brasileiro leva 14 meses, em média, para encontrar um emprego O brasileiro está levando mais tempo para encontrar um emprego. Em 2017, a espera era de 14 meses, dois meses a mais que em 2016, quando o prazo médio de recolocação era de 12 meses. Os dados são da pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Veja o perfil de quem tem mais dificuldade de se recolocar, segundo a pesquisa: 59% são mulheres, com média de idade de 34 anos; 54% têm até o ensino médio completo; 95% pertencem às classes C/D/E 58% têm filhos, a maioria menor de idade. Entre os que já tiveram um emprego antes, 34% atuavam no segmento de serviços, enquanto 33% no setor de comércio e 14% na indústria. A média de permanência no último emprego foi de aproximadamente 2 anos e 9 meses. Maioria se diz disposta a ganhar menos A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL mostra ainda que 6 em cada 10 desempregados (61%) estão dispostos a ganhar menos do que recebiam no último emprego – uma queda em relação ao ano passado, quando o índice era de 68%. As principais justificativas são que o que importa atualmente é voltar ao mercado de trabalho (23%) e arrumar um emprego para pagar as despesas (22%). Por outro lado, 39% não estão dispostos a receber menos, sendo a razão mais citada o fato de encararem o salário menor como regressão profissional (19%), seguido da possibilidade de ser difícil voltar ao patamar salarial que possuía antes (13%). O levantamento revela que, considerando aqueles que têm sido chamados para entrevistas desde que estão desempregados (40%), 56% chegaram a recusar alguma proposta, sendo que 18% o fizeram porque a remuneração ou benefícios eram insuficientes, enquanto 13% alegam que o local era muito distante de casa. Entre os desempregados, 66% estão procurando emprego, sendo que a média do tempo de procura por empregos é de quase 10 meses. Outros 25% estão recorrendo a fontes alternativas de renda enquanto não encontram emprego e 9% estão esperando por algo, porque procuraram uma oportunidade de trabalho por muito tempo sem sucesso. A grande maioria (78%) sente que tem condições de conseguir um emprego, sendo que os principais motivos são ter uma boa experiência profissional (40%), preencher cadastro em sites de empregos (27%) e ler com frequência jornais e sites de empregos em busca de vagas (27%). No último emprego, 40% dos desempregados possuíam carteira assinada, 14% eram informais e 11% autônomos ou profissionais liberais. Já 8% dos desempregados atuais estão buscando a primeira oportunidade profissional. Segundo o levantamento, entre aqueles que já tiveram algum emprego antes, 67% já haviam ficado desempregados anteriormente e 32% nunca haviam passado por essa situação. Mais da metade (57%) conhecem alguma outra pessoa que também está desempregada ou que teve de fechar sua empresa nos últimos três meses. Razões para demissão Em 56% dos casos, os entrevistados afirmam terem sido desligados da empresa, mas outros 17% garantem ter pedido demissão e 14% alegam que foi feito um acordo. Dentre os que foram demitidos, a maioria alega causas externas, principalmente ligadas à crise econômica, como redução de custos por parte da empresa para lidar com os efeitos da crise (35%), redução da mão de obra ociosa (12%) e o fechamento da empresa (11%). Levando em conta apenas os que pediram demissão, a principal razão apontada foi algum problema de saúde (15%), seguido da insatisfação com o salário (13%) e do desejo de poder dedicar mais tempo à família (11%). Perguntados sobre o tipo de oportunidade desejada pelos desempregados, 46% preferem os postos com carteira assinada, enquanto 29% mencionam qualquer vaga, independente do formato. Impacto do desemprego em casa A pesquisa analisou ainda o impacto do desemprego no contexto familiar - 34% deles garantem que há pelo menos mais uma pessoa sem trabalho na casa onde vivem. Cerca de 87% desses desempregados contribuíam financeiramente para as despesas da casa quando tinham um emprego, sendo que 41% eram ou ainda são os principais responsáveis e 29% não eram o principal responsável, mas continuam a ajudar de alguma forma. Por consequência do desemprego, 28% tiveram algum conflito familiar, sendo que os principais motivos foram a discordância quanto aos gastos da casa (13%) e brigas por causa da divisão do pagamento das contas (12%). Já 34% garantem que o desemprego motivou outras pessoas da casa, que antes não trabalhavam, a trabalhar ou fazer bicos. Em casos mais agravantes, 16% destes entrevistados afirmaram que após a perda do emprego algum integrante da família precisou interromper os estudos para trabalhar e ajudar nas despesas de casa.

G1

Tue, 20 Feb 2018 13:44:26 -0000 -

Mercado ignora engavetamento da reforma da Previdência e Ibovespa sobe pelo 5º pregão seguido, a 85.803 pontos. Eletrobras tem alta de mais de 8%. O principal índice acionário da B3 fechou em alta de mais de 1% nesta terça-feira (20), retomando o patamar de 85 mil pontos e atingindo novas máximas históricas. As ações da Eletrobras se destacaram com valorização de mais de 8% após o governo colocar a privatização da elétrica na pauta da agenda alternativa à reforma da Previdência. O governo anunciou na véspera um pacote de medidas econômicas alternativas, após ter desistido de votar a reforma da Previdência. O Ibovespa terminou em alta pelo 5º pregão seguido, com valorização de 1,19%, a 85.803 pontos, superando máxima anterior registrada no dia 26 de janeiro (85.530 pontos). Veja a cotação. No ano, a bolsa passa a acumular ganhos de 12,3%. Na máxima do dia, o índice bateu 86.290 pontos, novo recorde histórico, superando a marca de 86.212 pontos de 31 de janeiro. Cenário interno O mercado abriu no vermelho, mas ganhou fôlego amparado no fluxo de investimento estrangeiro, que voltou a registrar saldos diários positivos no final da semana passada, e na perspectiva positiva para retomada da economia. "Os índices econômicos continuam fortes... e o fluxo de estrangeiro (diário) voltou a ser positivo", disse à Reuters o gestor da mesa Bovespa da Coinvalores, Marco Tulli Siqueira. Com a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, o governo do presidente Michel Temer abriu mão de votar a reforma da Previdência e apresentou um conjunto de medidas econômicas, boa parte delas já em tramitação no Congresso, em uma tentativa de reafirmar o compromisso com o equilíbrio fiscal. "Abriram as gavetas e foram retirando coisas para cima das mesas, no intuito de minorar os efeitos da extinção da reforma da Previdência, mas, de qualquer forma, ela segue sendo imprescindível e será um ônus inicial para o novo presidente", escreveu o economista-chefe da corretora Modalmais, Alvaro Bandeira, em nota a clientes. Leia também: Desistir da Previdência pesa sobre nota do Brasil, dizem Moody's e Fitch Destaques Os papéis da Eletrobras lideraram as altas dentro do Ibovespa, com os investidores mais confiantes de que a privatização pode sair ainda neste ano. Eletrobras ON avançou 6,82% e Eletrobras PNB subiu 8,65%. Petrobras PN ganhou 1,95% e Petrobras ON teve alta de 1,78%, em dia sem rumo único para os preços do petróleo no mercado internacional. Na ponta negativa, o Grupo Pão de Açúcar PN caiu 5,27%, liderando as baixas do dia, tendo no radar a reformulação em sua administração anunciada na véspera, com a nomeação do presidente da unidade de móveis e eletrodomésticos Via Varejo para a presidência-executiva no lugar de Ronaldo Iabrudi, além dos resultados para o quarto trimestre. * com informações da Reuters

G1

Tue, 20 Feb 2018 13:38:59 -0000 -


Empresas também vão compartilhar tecnologias. Centro de Distribuição de Combustíveis da Petrobras em Porto Nacional Divulgação/Governo do Tocantins A Petrobras informou nesta terça-feira (20) que fechou uma parceria com a equipe de Fórmula 1 McLaren que prevê fornecimento de combustível e óleos lubrificantes, além do compartilhamento de tecnologias entre as duas empresas. O diretor de Desenvolvimento da Produção e Tecnologia da Petrobras, Hugo Repsold, e o diretor de Operações da equipe McLaren, Jonathan Neale, irão apresentar o acordo em entrevista nesta tarde, em São Paulo, segundo comunicado da empresa. No passado, a Petrobras participou na Fórmula 1 a partir de contratos com a equipe Williams, de 1998 a 2008 e de 2014 a 2016.

G1

Tue, 20 Feb 2018 13:25:21 -0000 -

Distribuição de lucros, porém, ficou abaixo das previsões dos analistas; mineradora controla a Samarco, junto com a Vale. A mineradora global BHP informou um aumento de 25% no lucro semestral subjacente nesta terça-feira (20), e entregou mais US$ 800 milhões aos acionistas, mas o pagamento ficou aquém das previsões dos analistas e o aumento dos custos também pressionou as ações. Todas as principais mineradoras se recuperam fortemente à medida que os preços das commodities se recuperaram da queda de 2015-16. A rival mais próxima da BHP, Rio Tinto, no entanto, tem o melhor balanço, dizem os analistas, e na semana passada distribuiu um dividendo recorde ao anunciar resultados anuais. A BHP também está lutando com o investidor Elliott Advisors, que fez uma série de exigências que diz que aumentariam os retornos dos acionistas. O presidente-executivo, Andrew Mackenzie, disse que a mineradora deverá impulsionar o fluxo de caixa livre em cerca de US$ 7 bilhões no segundo semestre, ante US$ 5 bilhões no primeiro semestre, se os preços à vista de suas commodities permanecerem nos níveis atuais. "Estas são bases muito fortes e nos posicionam bem para o restante do ano financeiro de 2018", disse ele em teleconferência com jornalistas. O lucro subjacente para o semestre encerrado em 31 de dezembro subiu para US$ 4,05 bilhões, ante US$ 3,24 bilhões um ano atrás, mas ficou abaixo das previsões do mercado de cerca de US$ 4,3 bilhões , em pesquisa da Thomson Reuters I/B/E/S. A ação da BHP recuava quase 4% em Londres. O dividendo intermediário de US$ 0,55 por ação, equivalente a um índice de pagamento de 72%, subiu em relação ao US$ 0,40 por ação há um ano. "O dividendo é melhor do que o que esperávamos, de modo que certamente foi uma surpresa positiva", disse Andy Forster, diretor de investimentos da Argo Investments, um dos 20 maiores acionistas das ações australianas da BHP. A BHP, junto com a brasileira Vale, controla a Samarco. A mineradora está com operações suspensas desde 2015, quando uma de suas barragens de rejeitos se rompeu em Mariana, Minas Gerais, matando 19 pessoas e deixando um rastro de destruição. Foi o maior desastre ambiental da história do Brasil.

G1

Tue, 20 Feb 2018 13:21:35 -0000 -

Juntas, as duas gigantes valem US$ 1 trilhão. Alibaba e Tencent estão promovendo uma corrida no varejo chinês, que envolve aquisições bilionárias, o que vem forçando comerciantes a escolherem um lados no meio dessa batalha pelas carteiras digitais dos consumidores. Juntas, as duas gigantes valem US$ 1 trilhão. Desde o início do ano passado, as duas empresas já investiram mais de US$ 10 bilhões em negócios focados no varejo, com o objetivo de aumentar seu alcance online e em lojas físicas. A movimentação agressiva das duas é sustentada por grande volume de recursos em caixa e pelo aumento dos preços das ações. Ela faz parte de uma batalha para convencer consumidores e comerciantes a usarem seus sistemas de pagamento, logística, serviços de dados e mídias sociais. O resultado é que há na China cada vez menos varejistas sem acordo de fidelidade seja com a Tencent ou com a Alibaba. "Todos os varejistas no mundo físico estão muito preocupados. Eles têm que assumir um lado", disse Jason Yu, diretor-geral da empresa de pesquisa de mercado Kava Worldpanel, com sede em Xangai. "Caso contrário, temem que sejam comidos vivos no futuro." Alibaba O Alibaba é líder no comércio eletrônico na China. Uma de suas subsidiárias, a Ant Financial, lidera os pagamentos móveis. Além de aumentar seu investimento na Suning.com, a empresa investiu em: Intime Retail; Sanjiang Shopping Club; Lianhua Supermarket; Wanda Film; Easyhome (loja de produtos para bricolagem). Tencent Já os pontos fortes de Tencent são mídias sociais, pagamentos digitais e jogos para smartphone. A empresa tem ainda uma fatia importante no segundo maior varejista online, a JD.Com. As duas têm uma gama crescente de aliados. A varejista francês Carrefour anunciou que poderá fazer um investimento na Tencent. A gigante norte-americano Walmart é outra parceira, pois possui uma participação na JD.com. Além de fechar este mês uma aliança com a rede de mercados Bubugao, a Tencent comprou integralmente ou uma fatia das seguintes empresas: Yonghui Superstores; Vipshop Holdings (lojas de vestuário); Heilan Home; Wanda Commercial (no operador de shopping ). A batalha O cerne da disputa entre Alibaba e Tencent é o mercado de pagamentos móveis de quase US$ 13 trilhões da China. Por meio de sua subsidiária Ant Financial, da qual o Alibaba possui 33%, a empresa opera a principal plataforma de pagamentos móvel da China, a Alipay. Enquanto isso, o sistema de pagamento da Tencent no seu popular aplicativo de bate-papo Weixin está se recuperando rapidamente. Ambas as empresas também estão dando um grande impulso em serviços de computação em nuvem e dados.

G1

Tue, 20 Feb 2018 13:04:37 -0000 -


Reforma das regras do setor pode permitir a venda de bens como edifícios e acabar com a obrigatoriedade de investimento em telefones públicos, por exemplo. Mudança nas regras estimularia a Telefônica Brasil SA (Vivo) e Oi a vender ou descartar centenas de propriedades imobiliárias subutilizadas REUTERS/Nacho Doce As principais operadoras de telecomunicações do Brasil podem liberar centenas de milhões de dólares para investir em tecnologias como 4G e banda larga, caso seja aprovada uma reforma das regras do setor que permita a venda de bens como edifícios e acabe com a obrigatoriedade de investimento em ativos como telefones públicos. A mudança nas regras estimularia a Telefônica Brasil SA e Oi, os maiores provedores de telefonia móvel e fixa do país, respectivamente, a vender ou descartar centenas de propriedades imobiliárias subutilizadas, milhares de cabines telefônicas sem uso e outros ativos datados, de acordo com executivos e outros com conhecimento das estratégias das empresas. No caso da Oi, as mudanças também são fundamentais para uma venda da companhia para a China Telecom ou a China Mobile, no que poderia marcar a primeira grande incursão chinesa no mercado de telecomunicações da América Latina. Segundo várias fontes próximas da operadora em recuperação judicial, a reforma da legislação do setor poderá injetar bilhões de dólares em capital novo, uma condição vista como essencial para que investidores estrangeiros façam uma oferta firme pela Oi. "O problema atual é a incerteza regulatória", disse Floriano de Azevedo, advogado especializado na área de telecomunicações que não está diretamente envolvido com a Oi, mas assessorou várias outras transações no setor. "Isso, mais que tudo, é o que está mantendo potenciais investidores longe." Sob as atuais regras do setor de telecomunicações do Brasil, cinco companhias - Telefônica Brasil, Oi, Algar Telecom, Sercomtel, e Claro, unidade da América Móvil - precisam cumprir metas de universalização de telefonia fixa, serviço que tem perdido atratividade para a telefonia celular. Oi e a Vivo, marca utilizada pela Telefônica Brasil, por exemplo, precisam manter uma base de centenas de milhares de telefones públicos em operação no país e uma série de ativos imobiliários, alguns dos quais edifícios desocupados, que não podem ser vendidos por causa da legislação atual. Mas em janeiro deste ano, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirmou que vai considerar mudanças este ano que permitiriam às empresas se livrarem de certos ativos. Isso coincide com a reforma do marco regulatório do setor, que permitiria às concessionárias de telefonia fixa do país, incluindo Oi e Vivo, a se concentrarem em áreas em crescimento mais rápido como banda larga móvel. Embora 2018 seja um ano eleitoral, o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, vai liderar negociações com parlamentares para promover a reforma na legislação do setor, afirmou uma fonte com conhecimento do assunto. Em comunicado, o ministério afirmou que Kassab se reuniu pessoalmente com o presidente do Senado, Eunício Oliveira, para promover a reforma. Destravando potencial A reforma vai exigir que a maior parte dos ganhos de eficiência sejam reinvestidos em banda larga, 4G e outros serviços, segundo uma fórmula que ainda precisa ser definida. A determinação destes ganhos de eficiência é difícil de ser feita e a aprovação da reforma não vai resultar em ganhos imediatos para o setor. Entretanto, se a reforma das telecomunicações for aprovada, ela vai liberar recursos significativos para expansão das empresas em segmentos mais lucrativos, afirmaram fontes do setor. A Oi, por exemplo, mantém uma base de 650 mil telefones públicos no país, muitos dos quais não são mais usados já que os telefones celulares são quase onipresentes. A companhia espera reduzir esse número para entre 130 mil e 150 mil, segundo uma fonte com conhecimento da estratégia da companhia. Essa base de telefones públicos gera receita anual de cerca de R$ 17 milhões, mas tem custos de R$ 300 milhões. A Oi também tem uma lista de 85 edifícios desnecessários que poderiam ser vendidos rapidamente e outros 600 que poderiam ser vendidos no médio prazo, afirmou a fonte. Estes números podem ser modificados adiante por causa do processo de recuperação judicial da companhia. Apesar da fonte afirmar ser difícil determinar o preço de muitos ativos imobiliários da Oi, alguns são valiosos. Entre eles está a sede da Oi, de 15 mil metros quadrados, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, uma das regiões com o metro quadrado mais caro do país. Apenas este edifício pode render R$ 100 milhões, levando em consideração o preço médio de R$ 20 mil por metro quadrado na região. Representantes da Oi não comentaram sobre possível venda de ativos pela empresa. A Vivo tem menos ativos imobiliários para vender-- dezenas, em vez de centenas--, mas muitos deles são valiosos ou de custo elevado de manutenção. Entre eles está um prédio de 10 andares no centro histórico de São Paulo que já abrigou 2 mil funcionários mas que hoje está desocupado. A companhia também pretende reduzir a base de telefones públicos fora de locais institucionais como hospitais e aeroportos, disse Camilla Tapias, diretora-executiva de assuntos regulatórios da Vivo. A Vivo tem uma base de 179 mil telefones públicos, mas nenhuma chamada foi realizada em 2017 a partir de cerca de 62 mil deles, disse a diretora. Além disso, quase um quarto da base de telefones públicos sofre algum tipo de vandalismo todos os meses. "As pessoas não usam eles, mas se não consertamos, somos multados", disse Tapias. "É dinheiro jogado fora ... isso teria melhor aplicação em outra área." Leia também: Banda larga deve ser novo foco das telecomunicações no Brasil

G1

Tue, 20 Feb 2018 12:57:02 -0000 -

Para especialistas, alta é puxada mais por cenário externo, com dólar se valorizando sobre moedas de países emergentes, e "enterro" da reforma da Previdência já era esperado pelo mercado. O dólar terminou a terça-feira (20) em alta, acompanhando a trajetória no exterior e após o governo desisitir de votar a reforma da Previdência neste ano, considerada essencial para colocar as contas públicas do país em ordem, destaca a Reuters. A moeda subiu 0,67%, vendida a R$ 3,2533. Veja a cotação. Na véspera, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,41%, vendida a R$ 3,2337. Segundo Jason Vieira, economista da gestora Infinity, a não aprovação da reforma da Previdência já era esperada pelo mercado, que segue alinhado com o exterior. "O dólar está subindo aqui porque o dólar global está subindo", disse. "O mercado já esperava o enterro da reforma", afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva, ao citar as cotações "comportadas" e a sintonia com o cenário externo. Na véspera, o governo formalizou que não votará a reforma da Previdência agora, como era previsto, sob a justificativa do decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro. Como paliativo, anunciou um conjunto de medidas econômicas, boa parte já em tramitação no Congresso, numa tentativa de reafirmar o compromisso com o equilíbrio fiscal. "O pacote é inócuo. O governo tenta jogar alguma migalha para o mercado com as medidas, que igualmente (à Previdência) terão que ser aprovadas pelo Congresso", acrescentou Gomes da Silva, ao lembrar da falta de apoio agora para passar a Previdência. Entre as medidas, estão a privatização da Eletrobras e a autonomia do Banco Central. "O governo não criou uma pauta nova. Só anunciou novamente. Não faz preço", afirmou à Reuters o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti, acrescentando que aumentam as expectativas de possível novo rebaixamento da nota do Brasil por agências de rating. A trajetória de alta da divisa norte-americana acompanhava a cena externa, onde o dólar dava continuidade à recuperação da mínima de três anos contra a cesta de moedas, tendo recuperado 1,5% desde sexta-feira (16) diante da visão de que deveria passar por uma correção após fortes vendas nas últimas semanas, segundo a Reuters. O dólar também subia ante moedas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. Interferência do BC O Banco Central brasileiro fará nesta sessão novo leilão de até 9,5 mil swaps cambiais tradicionais (equivalentes à venda futura de dólares) para rolagem dos contratos que vencem em março, no total de US$ 6,154 bilhões. Mantido esse volume diário até o final do mês e vendendo os lotes todos, rolarão integralmente os swaps que vencem agora. Entenda como funcina o swap cambial

G1

Tue, 20 Feb 2018 12:40:00 -0000 -

Segundo relatório, que traz dados de 2016, principais responsáveis são países estrangeiros como Rússia, China, Irã e Coreia do Norte. A Casa Branca estimou que ações cibernéticas maliciosas custaram à economia dos Estados Unidos entre US$ 57 bilhões e US$ 109 bilhões em 2016. Produzido pelo Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca e apresentado na sexta-feira (16), o documento cita a comunidade de inteligência dos EUA como fonte. Segundo o relatório, os principais responsáveis estrangeiros ​​por boa parte da atividade cibernética contra os objetivos norte-americanos são Rússia, China, Irã e Coreia do Norte. A atividade cibernética maliciosa não se limita a estrangeiros. Concorrentes corporativos, ativistas que procuram desenvolver uma agenda política e o crime organizado também são responsáveis, afirmou. Os esforços dos setores público e privado para combater a atividade ilícita contribuiriam para o crescimento do Produto Interno Bruto, diz o relatório. A Casa Branca culpou na quinta-feira a Rússia pelo devastador ataque cibernético "NotPetya" em 2017. O governo britânico já havia condenado Moscou por ter liberado um vírus que paralisou partes da infra-estrutura da Ucrânia e danificou computadores de todo o mundo.

G1

Tue, 20 Feb 2018 12:38:12 -0000 -


Receitas atreladas ao exterior e pouca influência do governo protegeram o grupo de companhias dos seguidos cortes da nota de crédito brasileira. Cerca de dois anos após o Brasil perder seu grau de investimento nas três principais agências de risco internacionais, um grupo de 14 empresas brasileiras ainda estampa este selo. Nem sempre pelo mesmo motivo, elas estão “blindadas” de alguma forma dos seguidos rebaixamentos sofridos pela nota do Brasil. O último aconteceu em janeiro. O grau de investimento mostra que uma empresa, banco ou governo tem condições de pagar suas dívidas sem atraso. Ou seja, este “selo de bom pagador” indica que o risco de calote é baixo, e isso ajuda os investidores a decidirem se compensa aplicar seu dinheiro em títulos. Quanto pior a nota, mais caro a empresa precisa pagar para conseguir capital no mercado financeiro. Das cerca de 130 empresas brasileiras avaliadas pela Standard & Poor’s (excluindo o setor financeiro), apenas oito têm o grau de investimento. Das 41 empresas classificadas pela Moody’s, apenas uma, a Ambev, está neste patamar. Na Fitch, 13 têm nota de qualidade, das 150 avaliadas. Infográfico mostra empresas brasileiras com grau de investimento nas três principais agências de risco internacionais Ilustração: Alexandre Mauro/G1 Exterior e influência do governo Dois aspectos protegem estas empresas do rebaixamento, na avaliação do economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini. “Elas não possuem muita proximidade com o governo e suas operações não estão todas concentradas no Brasil, com receita vinda do exterior”. Com a retração do PIB em 2015 e 2016, muitas empresas brasileiras perderam valor, se endividaram ou acabaram vendendo parte de seus ativos. Mas as exportadoras e multinacionais se beneficiaram da recuperação econômica no resto do mundo, com mais demanda por matérias-primas e dinheiro voltando a circular na Europa e Estados Unidos. De olho na saúde financeira das empresas, as agências que cortaram a nota do Brasil avaliam se isto pode significar um potencial de geração de caixa insuficiente para cobrir as despesas e pagar as dívidas, especialmente as empresas com ligação mais forte com o governo brasileiro, observa o sócio-diretor da consultoria Mesa Corporate, Luiz Marcatti. Bom desempenho também conta Uma exceção é a fabricante de aeronaves Embraer, que apesar de ter uma participação minoritária do governo na empresa, por meio da BNDESPar, mantém o grau de investimento pela Fitch e S&P. "A companhia tem pouca concorrência e bom desempenho em vendas no exterior, além de ter um nível de governança diferente das estatais", explica Agostini. Também a mineradora Vale, que tem pequena participação do governo (4,3% das ações em circulação pertencem à BNDESPar), foi poupada de perder seu selo de qualidade e possui a nota mais alta de todas as empresas brasileiras, BBB+, pela Fitch. Primeira companhia de controle 100% brasileiro a obter o grau de investimento, em 2005, a exportadora de minério de ferro sofre pouca influência estatal em suas decisões administrativas. Isso diferencia a Vale de outras empresas que recebem suporte financeiro do governo, lembra Agostini. Empresas controladas pela União tiveram suas notas de crédito imediatamente rebaixadas junto à maior parte dos cortes de rating do Brasil, como foi o caso da Petrobras (mais de 50% da fatia é do governo) e da Eletrobras (com participação estatal de 60%). Bancos e seguradoras, avaliados por uma metodologia diferente das demais empresas, também sofreram rebaixamentos pelo grau de influência do governo em suas atividades. Sete caíram e duas subiram em quase 2 anos O grupo das boas pagadoras ficou menor desde que o Brasil perdeu o selo. Passou de 19 para 14 desde maio de 2016. Neste intervalo, sete companhias caíram para o “grau especulativo” e apenas duas subiram. Questões internas também contam nesta avaliação de crédito, lembra Agostini. No mesmo setor, empresas com perfil semelhante podem receber avaliações bem diferentes, conforme seu nível de endividamento e condição de caixa. É o caso do segmento de papel e celulose, em que a segunda maior produtora global da matéria-prima, a Suzano, conquistou o selo de boa pagadora pela Fitch em dezembro de 2017, após reduzir sua dívida e ter forte geração de caixa. Na direção contrária, a Klabin, maior produtora e exportadora de papel do país, perdeu o grau de investimento nas duas agências em que tinha o selo há cerca de dois anos, a Fitch e S&P. Enquanto as varejistas sofreram com a crise, a Ambev se beneficiou de ter operações no mundo inteiro e uma boa capacidade de absorver impactos do cenário internacional, apesar de ter alguns desarranjos internos, lembra o economista-chefe da Austin Ratings. Muitos fundos internacionais só aplicam seu dinheiro em empresas com “grau de investimento" em pelo menos duas agências de risco. Ou seja, diante do alerta e da dúvida, os investidores optam por "não pagar para ver". Rebaixamento do Brasil A primeira agência internacional a tirar o "selo de bom pagador" do Brasil foi a Standard and Poor's (S&P), em setembro de 2015. Em dezembro de 2015, foi a vez da Fitch, e em fevereiro de 2016, a Moody’s derrubou a nota do país em 2 degraus, a última a derrubar seu grau de investimento. Como principal motivo para a ação, as agências apontaram a deterioração das contas públicas, o aumento do endividamento público e a preocupação com a retomada do crescimento da economia, já que o país atravessava uma queda no PIB e um déficit fiscal crescente. O Brasil conquistou o grau de investimento pelas agências internacionais Fitch Ratings e Standard & Poor’s pela primeira vez em 2008. Em 2009, conseguiu a classificação pela Moody’s. Veja o histórico das notas de crédito do Brasil. Com a perda do selo de bom pagador nas três agências, a perspectiva para uma reconquista do grau de investimento ficou ainda mais distante. Historicamente, países costumam levar cerca de 5 a 10 anos para recuperar o título. Nota do Brasil nas agências de classificação de risco Infográfico G1 Muitos fundos internacionais só aplicam seu dinheiro em empresas com “grau de investimento" em pelo menos duas agências de risco. Ou seja, o Brasil perdeu automaticamente parte dos recursos aplicados em títulos com regras mais rigorosas. Por outro lado, aponta Marcatti, a piora do rating brasileiro (maior risco) não reduz necessariamente a atratividade do Brasil como investimento, especialmente em um momento em que o país ficou mais barato para o investidor.

G1

Tue, 20 Feb 2018 10:00:04 -0000 -


O colunista de finanças pessoais, Samy Dana, fala sobre como a queda nos juros e a volta do crescimento da economia podem ajudar quem está pensando em comprar um imóvel. Confira a reportagem acima!

G1

Tue, 20 Feb 2018 01:43:11 -0300 -


O valor representa uma melhora em relação a 2016, quando o grupo fechou o ano com prejuízo de mais de R$ 1 bilhão.  O Grupo Pão de Açúcar divulgou nesta segunda-feira (19) o balanço do ano passado, quando houve lucro de R$ 865 milhões. O valor representa uma melhora em relação a 2016, quando o grupo fechou o ano com prejuízo de mais de R$ 1 bilhão. Considerando apenas o último trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 408 milhões, contra um prejuízo de R$ 29 milhões no mesmo período de 2016. No relatório, o grupo destacou que "a forte queda dos preços dos alimentos ao longo de 2017 dificultou o desempenho do setor varejista, com desemprego ainda elevado e nível de consumo desafiador". No entanto, disse também que "o GPA atingiu crescimentos acima do mercado". "O ano de 2017 mostrou-se desafiador, no entanto, com importantes sinais de melhoria para os negócios", disse o GPA em relatório. No ano, as vendas do grupo cresceram 8,2%, batendo a marca de R$ 44,6 bilhões. Após a divulgação do resultado, o GPA anunciou ainda uma troca em sua administração. O grupo vai indicar o presidente-executivo da unidade de móveis e eletrodomésticos Via Varejo, Peter Estermann, para sua presidência-executiva, no lugar de Ronaldo Iabrudi, que será co-presidente do conselho de administração do grupo. Segundo a Via Varejo, as mudanças no grupo vão ocorrer em 26 de abril. Para o lugar de Estermann na Via Varejo, o grupo indicou o executivo Flávio Dias. Grupo Pão de Açúcar Divulgação

G1

Tue, 20 Feb 2018 00:29:02 -0000 -

Peter Estermann vai substituir Ronaldo Iabrudi, que será co-presidente do conselho de administração. O GPA informou nesta segunda-feira (19) que vai indicar o presidente-executivo da unidade de móveis e eletrodomésticos Via Varejo, Peter Estermann, para sua presidência-executiva, no lugar de Ronaldo Iabrudi, que será co-presidente do conselho de administração do grupo. Segundo a Via Varejo, as mudanças no grupo vão ocorrer em 26 de abril. Para o lugar de Estermann na Via Varejo, o grupo indicou o executivo Flávio Dias.

G1

Tue, 20 Feb 2018 00:06:40 -0000 -


Ideia foi de Elianete Gomes, que durante 19 anos trabalhou em uma padaria com o marido. Cocos secos são comprados do interior. Porto Velho se destaca com produção artesanal de cocada Porto Velho, que atualmente o maior produtor de água de coco verde no estado, também está se descantando na produção de cocadas. Isso porque uma mulher trocou a cidade pelo assentamento Terra Santa e montou a própria agroindústria com a família, onde passou a comprar cocos secos do interior, descascá-los e transformá-los em 50 mil cocadinhas por mês. A ideia de produzir os doces de coco é de Elianete Gomes, que durante 19 anos trabalhou em uma padaria com o marido na área urbana de Porto Velho. Há quatro anos ela decidiu vender o empreendimento para morar no campo. Lá, a trabalhadora plantou cerca de 300 pés de cocos na propriedade, mas como eles ainda não estão produzindo, Elianete passou a comprar cocos secos de Cacoal (RO), uma viagem de mais de 500 quilômetros até a capital. Para fazer cada lote semanal de cocada, a pequena agroindústria da família compra 3 mil unidades de cocos secos por semana. Após a matéria-prima chegar em Porto Velho, Elianete passa a descascá-los manualmente. Um trabalho que requer cuidado e habilidade. Depois da etapa de processamento, o coco é levado para a sala de produção. Lá ele é colocado em uma máquina, feita pela própria trabalhadora rural, que consiste em mexer o doce sem parar até ficar no ponto. Cocadas são feitas pela família há 4 anos Rede Amazônica/Reprodução "Essa maravilha de máquina foi criada por mim, em parceria com um rapaz que tinha os equipamentos. Essa máquina veio a acalhar em todos os meus benefícios, pois antes eu mexia na pá e precisava de duas para mexer. Enquanto ela tá fazendo, a gente faz outros processamentos, como corte, rotulagem, por exemplo", diz. Elianete também criou um objeto para cortar as cocadinhas e assim deixá-las em um tamanho padronizado. "Fiz vários testes, de vários materiais e descobri que o PVC não colava", diz. Coco é descascado por produtora para produção Rede Amazônica/Reprodução Ajuda da família Quem cuida do setor de produção é a filha, de 24 anos. Etenaily Ingrid diz que pensa em fazer administração só para ajudar a mãe na agroindústria de cocadas. O filho de Elianete também ajuda na produção de cocadinhas. Davi Menezes Coelho também deicou a cidade para ajudar a família no campo. "É um trabalho bom, pois faz a alegria de muitas pessoas", afirma. Por mês, mais de 18 mil cocos são processados e transformados em quase 50 mil cocadinhas. A família quer ampliar o negócio. Incentivo à agricultura familiar Segundo Fábio Dutra Matos, gerente do escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), atualmente existem 600 agroindústrias funcionando em Porto Velho, feitas por financiamentos com linha de crédito de incentivo do governo estadual. "O produtor sai da ilegalidade e começa a trabalhar com todo apoio do governo, legalizado, podendo vender seu produto no comércio local", diz. O produtor também pode tem incentivo de crédito do Governo Federal. Para este ano de 2018, segundo o Ministério de Integração Nacional, mais R$ 5 bilhões foram disponibilizados para produtores rurais da região Norte. Do total, mais de R$ 500 milhões ficaram só para Rondônia. No ano passado, o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) cresceu 25%. Quem tiver interesse em contratar o FNO pode procurar o Banco da Amazônia, operador do crédito na região. Segundo o Ministério de Integração, o FNO possibilita que o produtor faça "empréstimos para abertura do próprio negócio, investimentos para expansão das atividades, aquisição de estoque e até para custeio de gastos gerais relacionados à administração - aluguel, folha de pagamento, despesas com água, energia e telefone".

G1

Mon, 19 Feb 2018 22:25:59 -0000 -


Estatal passou a divulgar preços cobrados nas refinarias e informou que fica com cerca de 28% do preço total cobrado dos consumidores nas bombas. Petrobras passa a divulgar o preço em reais da gasolina e do diesel A Petrobras passou a divulgar a partir desta segunda-feira (19) os preços médios que cobra nas refinarias para a venda de gasolina às distribuidoras, e informou que fica com cerca de 28% do total que os consumidores pagam por litro nas bombas. O preço da gasolina subirá a partir desta terça-feira (20) para R$ 1,5148 nas refinarias, o que corresponde a uma alta de 1,82% em relação ao valor de R$ 1,4877, em vigor desde o dia 17. Em comunicado, a Petrobras afirma que os reajustes feitos pela companhia desde o final de 2016 no preço da gasolina nas refinarias foram responsáveis por cerca de 1/6 (o equivalente a 17%) do aumento médio verificado nos postos, indicando que não é a maior responsável pela alta sentida pelos consumidores. "Segundo os dados da ANP, o preço médio da gasolina em outubro de 2016 - quando foi adotada a nova política de preços da Petrobras - era de R$ 3,69 por litro. Em fevereiro de 2018, havia subido para R$ 4,23 o litro. Houve, portanto, uma variação de 54 centavos. Neste total, os ajustes feitos pela Petrobras respondem por 9 centavos, ou seja, um sexto do ajuste total", afirmou a estatal. Composição do preço da gasolina Infografia Igor Estrella/G1 Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina nos postos ficou em R$ 4,212 na semana encerrada no dia 10, registrando a primeira queda em 14 semanas. No acumulado de 2018, o preço médio da gasolina nas bombas acumula alta de 2,75%, após ter subido 9,16% em 2017. Desde outubro de 2016, a Petrobras vem praticando uma política de preços que segue a lógica do mercado internacional de combustíveis. Em julho do ano passado, a empresa começou a reajustar os valores quase que diariamente, em busca de maior agilidade na variação dos valores, de forma a também competir de maneira mais eficiente com importadores. Como é formado o preço pago na bomba? Os postos de gasolina repassam ao consumidor os custos de toda a cadeia do combustível. O preço final é composto basicamente por 4 parcelas: realização do produtor ou importador, custo do etanol anidro, tributos (ICMS, PIS/PAsep e Cofins, e CIDE), e margens de distribuição e revenda. Tudo começa com o preço pelo qual a gasolina chega aos distribuidores vindo das refinarias – sejam da Petrobras ou privadas. Além da gasolina pura comprada, as distribuidoras também compram de usinas produtoras o etanol anidro, que é misturado à gasolina que será vendida ao consumidor, em proporção determinada por legislação (atualmente no percentual de 27% por litro). As distribuidoras, então, vendem a gasolina aos postos, que estabelecem o preço por litro que será cobrado do consumidor. Segundo a Petrobras, no período entre 4 e 10 de fevereiro, o preço da gasolina comum para os consumidores foi formado pela seguinte proporção: 28% realização da Petrobras, incluindo custos e lucro, 29% impostos estaduais (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS), 16% impostos da União (Cide, PIS/Pasep e Cofins), 13% do etanol adicionado à gasolina e 14% se refere à distribuição e revenda. A fatia de realização da Petrobras, entretanto, tem variado, segundo os relatórios divulgados pela companhia. No final do ano passado, ficou em cerca de 29%. Em 2016, chegou a 31%. No caso do diesel, a Petrobras fica com cerca de 49% do total que os consumidores pagam por litro nas bombas, considerando os preços médios da semana encerrada no dia 10. Do restante, 15% refere-se à fatia de distribuição e revenda, 16% ICMS, 14% Cide, PIS/Pasep e Cofins e 6% custo do biodiesel (cada litro de diesel recebe adição de 8% de biodiesel). Governo levantou suspeita de cartel Segundo a Petrobras, a decisão de passar a divulgar a divulgar o preço médio cobrado nas refinarias torna mais transparente o acompanhamento do peso dos reajustes da Petrobras na formação do preço final da gasolina. "As revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros", acrescentou. A decisão ocorre após autoridades, como o presidente Michel Temer e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, apontarem que reduções implementadas pela petroleira estatal não estavam chegando às bombas. O governo chegou a solicitar que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) investigue a existência de cartel nos postos de combustível. Na ocasião, os setores de distribuição e revenda de combustíveis do Brasil refutaram os comentários das autoridades culpando a elevada carga de tributos pela alta nas cotações aos consumidores finais. Vale lembrar também que o preço médio da gasolina varia de estado para o estado, refletindo principalmente as diferenças de alíquota de ICMS e custos de transporte. "Na maior parte dos Estados, o cálculo do ICMS é baseado em um preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF), atualizado quinzenalmente pelos seus governos. Isso significa que o preço nos postos revendedores pode ser alterado sem que tenha havido alteração na parcela do preço que cabe à Petrobras", explica a estatal. Cadeia de comercialização da gasolina G1

G1

Mon, 19 Feb 2018 21:53:22 -0000 -


Remuneração inicial é de R$2.741,89. Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPB), campus de João Pessoa Divulgação/IFPB O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) abriu inscrições para seleção de professor substituto nas áreas de Letras, Eventos, Matemática, Probabilidade e Estatística e Controle e Processos Industriais. As vagas são para os campi de João Pessoa, Catolé do Rocha e Cajazeiras. A seleção, para o total de cinco vagas, distribuídas entre os diferentes campi, será realizada por meio da realização de prova de desempenho e de títulos. Com um regime semanal de 40 horas de trabalho, a remuneração inicial é de R$ 2.741,89 e deve ser ajustada, durante a contratação, de acordo com a titulação do aprovado. Acesse aqui o edital para os campi de João Pessoa e Catolé do Rocha Acesse aqui o edital para o campus de Cajazeiras O contrato tem duração de um ano, podendo ser prorrogado, e a taxa de inscrição custa R$ 100. Entretanto, o candidato pode solicitar a isenção do pagamento, se for encaixado no que determina a legislação. As inscrições para os campi de João Pessoa e Catolé do Rocha permanecem abertas até a próxima sexta-feira (23), enquanto que para o campus de Cajazeiras, o período será do dia 20 deste mês até o dia 5 de março.

G1

Mon, 19 Feb 2018 21:30:07 -0000 -


Marca convida consumidores a dançarem "Tic Tic Tac", gravada pela banda Carrapicho, para concorrer a prêmio de R$ 20 mil.  A marca de balas Tic Tac, da Ferrero, resgatou o hit "Tic Tic Tac", gravada pela banda Carrapicho, para lançar sua primeira promoção para os consumidores em três anos. A guloseima chegou ao Brasil em 1995, mesma época em que a música estourou. Propaganda do Tic Tac mostra pessoas dançando axé dos anos 90 Divulgação De forma divertida, a marca convida o público a voltar aos anos 1990 e gravar um vídeo dançando o hit, claro, com a caixinha de balas na mão. Quem vencer o sorteio leva um prêmio de R$ 20 mil. Além disso, caixas do produto serão sorteadas diariamente. As incrições para a promoção estão abertas e podem ser feitas de até 21 de março no site euquerotictac.com.br. Veja o vídeo da campanha:

G1

Mon, 19 Feb 2018 19:48:15 -0000 -


China e Estados Unidos seguem líderes; especialistas avaliam que Brasil tem um dos melhores ventos do mundo. Usinas eólicas instaladas no Rio Grande do Sul Divulgação/ABEEólica O Brasil ultrapassou o Canadá para se tornar em 2017 o oitavo país do mundo com maior capacidade instalada em usinas eólicas, com cerca de 12,8 gigawatts, em uma trajetória ascendente dos investimentos na fonte renovável que pode levar a um novo avanço no ranking neste ano, disse à Reuters a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum. Com pouco mais de 2 gigawatts em novas usinas eólicas colocadas em operação no ano passado, o Brasil apareceu como o sexto maior em expansão anual da capacidade em todo o globo, à frente da França, com 1,7 gigawatt, segundo lista do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês) divulgada na última semana. Em 2018, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vê 1,6 gigawatts em novas eólicas com alta probabilidade de entrar em operação no Brasil, além de outros 226 megawatts vistos como com média viabilidade de implantação ainda neste ano. "A energia eólica tem tido nos últimos anos, desde 2009, um crescimento exponencial no Brasil. Esperávamos mesmo chegar nesses patamares, e a gente ainda espera talvez chegar na sétima posição (no ranking global em 2018)", afirmou Elbia. A líder global em energia eólica é a China, com 188 gigawatts instalados – o que representa mais que a capacidade instalada do Brasil quando consideradas todas as fontes de geração. Países com maior capacidade instalada em usinas eólicas China Estados Unidos Alemanha Índia Espanha Reino Unido França Brasil Canadá Cataventos gigantescos das empresas de energia eólica compõem o cenário em meio às gamboas, por onde são feitos os passeios de barco - Guamaré - RN - novembro de 2017 Maxwell Almeida Embora o Brasil esteja a apenas 1 gigawatt de alcançar os 13,76 gigawatts dos franceses, o país pode levar mais tempo para galgar novos degraus – o sexto colocado, Reino Unido, conta com 18,9 gigawatts em eólicas instaladas, enquanto a Espanha ocupa a quinta posição no ranking do GWEC com 23,2 gigawatts. Além da distância maior para esses rivais, o Brasil reduziu a velocidade de contratação de novas usinas a partir de 2015, em meio a uma recessão econômica que durou dois anos, o que prejudicará o ritmo de implementação de projetos a partir do próximo ano. "Alguns países são impossíveis de alcançar, caso da China e dos EUA. Mas estamos seguindo uma trajetória de crescimento e vamos continuar. Claro que o ano de 2019 será um pouco mais desafiador. Então, talvez a gente perca um pouco a velocidade, mas retoma lá na frente", disse Elbia, da Abeeólica. Melhor vento? O crescimento da geração eólica no Brasil tem sido impulsionado por um forte interesse de investidores devido às características dos ventos do país, principalmente do Nordeste, visto por muitos especialistas como um dos melhores do mundo para a produção de eletricidade. Segundo levantamento da consultoria ePowerBay, os dez parques eólicos mais produtivos do Brasil, todos no Nordeste, tiveram fatores de capacidade médios de entre 60,8% e 64,6% em 2017. Turbinas eólicas instaladas no estado da Califórnia, nos Estados Unidos Konrad Fiedler/Bloomberg via Getty Images Os números dessas usinas mais produtivas comparam-se até ao rendimento de parques offshore, instalados em alto mar devido aos ventos mais fortes nessas regiões, disse à Reuters o presidente do Conselho do GWEC, Steve Sawyer. "Particularmente o Nordeste do Brasil é beneficiado por ventos alísios do Atlântico Sul, e o vento é forte, estável e na maior parte do tempo vem da mesma direção... Em geral, o pleito do Brasil de que tem um dos melhores ventos do mundo é correto. Se é 'o melhor' ou não é uma questão complexa", afirmou, em respostas por e-mail. O executivo disse que algumas regiões do México, África do Sul e Marrocos têm ventos "excelentes", assim como o Estreito de Cook, perto da Nova Zelândia, mas essas regiões ainda estão longe de alcançar o grau de desenvolvimento do Brasil em energia eólica. A Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena, na sigla em inglês) disse que o vento brasileiro é razoavelmente mais produtivo que a média global, mas com números "entre os maiores no mundo" na região Nordeste. A agência estimou um fator de capacidade médio próximo de 30% para todo o Brasil, contra pouco mais de 20% na média global, em dados de 2015. Mas os fatores de capacidade acima de 60 por cento vistos no Nordeste só são registrados normalmente por um seleto grupo de países, como Cabo Verde (64 por cento), Aruba (66 por cento) e Curaçao (76 por cento), segundo os dados da Irena.

G1

Mon, 19 Feb 2018 19:21:45 -0000 -

Resultado é 21% maior que o verificado em igual período do ano passado. Apenas no mês de fevereiro, até domingo (18), exportações superam importações em US$ 3,43 bilhões. A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 6,2 bilhões na parcial de 2018, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira (19). O resultado, acumulado do início de janeiro até este domingo (18), é 21,1% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando o superávit da balança foi de US$ 5,12 bilhões. No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 27,31 bilhões, com média diária de US$ 853 milhões (alta de 18,1% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, somaram US$ 21,1 bilhões, ou US$ 659 milhões por dia útil (aumento de 14,5% em relação ao mesmo período de 2017). Em todo ano passado, a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 67 bilhões, o melhor resultado para um ano fechado desde o início da série histórica do ministério, em 1989. Mês de fevereiro Somente em fevereiro, ainda de acordo com dados oficiais, as exportações superaram as compras do exterior, resultando em saldo positivo da balança comercial, em US$ 3,43 bilhões até este domingo (18). Segundo o governo, as exportações somaram, na parcial deste mês, US$ 10,34 bilhões (crescimento de 20,4% na comparação com o mesmo período do ano passado) e, as importações, US$ 6,9 bilhões (alta de 14%). No caso das exportações, aumentaram as vendas de produtos semimanufaturados (+1,8%) e manufaturados (+62,7%), ao mesmo tempo em que houve uma queda de 5% nas vendas externas de produtos básicos. Do lado das importações, cresceram as compras de veículos automóveis e partes (+44,2%), equipamentos elétricos e eletrônicos (+41,8%), químicos orgânicos/inorgânicos (+39,7%), plásticos e obras (+35,5%), equipamentos mecânicos (+6,1%). Estimativas para 2018 A expectativa do mercado financeiro para este ano é de piora do saldo comercial na comparação com 2017, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 54,6 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior para 2018. Para o Ministério da Indústria, o saldo positivo ficará em cerca de US$ 50 bilhões neste ano. O Banco Central, por sua vez, prevê um superávit da balança comercial de US$ 59 bilhões para este ano, com exportações em US$ 225 bilhões e importações no valor de US$ 166 bilhões.

G1

Mon, 19 Feb 2018 18:05:03 -0000 -


Agência Nacional de Telecomunicações concedeu homologação ao console no início de fevereiro deste ano. Decisão pode indicar retorno dos produtos oficiais da Nintendo ao país. Nintendo Switch foi lançado em março de 2017 Divulgação A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu homologação para o Nintendo Switch no início de fevereiro, segundo registro da autarquia. A decisão libera a venda do videogame no país e pode indicar o retorno dos produtos oficiais da Nintendo ao Brasil depois da fabricante japonesa interromper as vendas em 2015. O certificado de homologação (documento necessário para aparelhos de radiofrequência serem vendidos no Brasil) do console foi pedido pela empresa M RS Digital, segundo documento publicado pela agência, que listou como endereço a cidade paulista de Taubaté. Procurados, representantes da empresa não retornaram contatos para comentar o assunto. A companhia entrou no ano passado com mandado de segurança para desembaraçar "softwares para videogames importados" junto à Receita Federal. Não foi possível contatar representantes da Nintendo diretamente. Quando a Nintendo anunciou em janeiro de 2015 a interrupção das vendas dos consoles Wii U e 3DS, e dos seus respectivos games, por meio da companhia Gaming do Brasil, a companhia citou os altos impostos de importação entre os motivos da decisão. Na época, o gerente-geral para América Latina da Nintendo of America, Bill van Zyll, afirmou que "o Brasil é um mercado importante para a Nintendo e lar de muitos fãs apaixonados mas, infelizmente, desafios no ambiente local de negócios fizeram nosso modelo de distribuição atual no país insustentável". O Nintendo Switch, um videogame híbrido que pode ser usado conectado a um televisor ou como dispositivo portátil, foi lançado nos Estados Unidos em março de 2017 por US$ 300 (cerca de R$ 960). A companhia japonesa anunciou no fim de janeiro que as vendas do console levaram a companhia a ter o melhor terceiro trimestre fiscal em 8 anos e previu que o Switch deverá registrar vendas de cerca de 15 milhões de unidades no ano fiscal que se encerra em março.

G1

Mon, 19 Feb 2018 17:17:20 -0000 -

G1 > Tecnologia e Games

Últimas notícias de tecnologia e de games. Informações sobre internet, jogos, tv digital e lançamentos de produtos eletrônicos de última geração.


Oferta inicial pública das moedas está marcada para 20 de março. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante coletiva de imprensa em Caracas, na quinta-feira (15) Reuters/Marco Bello O governo da Venezuela iniciou na madrugada desta terça-feira (20) a pré-venda do Petro, criptomoeda lançada pelo presidente Nicolás Maduro diante dos graves problemas de liquidez que levaram o país a ter declarado uma moratória parcial. "Damos início formal, de maneira exitosa, à implementação de nosso criptoativo, o Petro, e seu processo de pré-venda", anunciou o vice-presidente Tareck El Aissami Suas palavras foram o ponto de partida para uma pré-venda privada de 38,4 milhões de petros até 19 de março. No dia 20 de março, acontecerá a oferta pública inicial de outros 44 milhões. O restante, 17,6 milhões, será reservado ao Estado. O intuito é emitir ao todo 100 milhões dessas moedas. O documento que descreve as regras da criptmoeda venezuelana estabeleceu em US$ 60 o "preço de venda de referência", equivalente ao preço de um barril de petróleo venezuelano -- cujas reservas respaldarão a moeda -- em meados de janeiro. Quando a moeda foi anunciada, Madurou afirmou que o Petro seria respaldada pelas reservas venezuelanas de ouro, petróleo, gás e diamante. O documento esclarece que a cotação da moeda estará "sujeito a mudanças de acordo com as flutuações do mercado de petróleo". Maduro espera que o Petro abra "novas vias de financiamento", já que a Venezuela sofre sanções de Washington, que proíbe cidadãos e empresas norte-americanos de negociar títulos da dívida emitidos pelo país latino e pela empresa de petróleo PDVSA. Analistas consideram que as distorções da economia venezuelana, com elevado gasto público e hiperinflação (projeção de 13.000% pelo FMI para 2018), impedem as possibilidades de sucesso da moeda. Infográfico: Como funciona o bitcoin Igor Estrella/G1

G1

Tue, 20 Feb 2018 16:01:49 -0000 -


A Talos, unidade de pesquisa de segurança da Cisco, divulgou detalhes técnicos sobre a atividade de uma gangue de hackers que teria roubado um total de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 160 milhões) em moeda virtual Bitcoin desde 2015. Batizado de "Coinhoarder" ("acumulador de moedas"), o grupo chegava até as vítimas por meio de anúncios maliciosos veiculados no Google Adwords, a plataforma de publicidade do Google.Para potencializar os ganhos, o Coinhoarder usava os recursos de direcionamento da plataforma de anúncios do Google, mirando principalmente em internautas de perfil e localidade predeterminados. De acordo com o Talos, os principais alvos eram internautas africanos e em outros países em que o acesso a serviços bancários é difícil ou onde as moedas oficiais são instáveis, já que essas pessoas podem estar mais interessadas no Bitcoin.O Google foi procurado pela coluna Segurança Digital nesta segunda-feira (19), mas não se pronunciou até a publicação da reportagem.As páginas divulgadas nos anúncios eram clones do site Blockchain, onde usuários podem criar e gerenciar uma carteira de Bitcoin. Em um caso apresentado pelo Talos, o grupo criou uma página clonada do site legítimo Blockchain.info no endereço "blockcharin.info". Outros nomes usados foram "blokchein.info" e "block-clain.info".Os hackers ainda tiraram proveito de um recurso que permite usar caracteres especiais nos endereços para usar um nome ainda mais parecido: "blockchaín.info" ("i" com acento agudo).Site clonado do site Blockchain.info em endereço diferente do original e 'HTTPS', com o cadeado de segurança. De acordo com a Talos, o idioma do site se adaptava de acordo com o visitante. (Foto: Reprodução)Além do visual e do nome parecido no site, as páginas falsas também usavam certificação de segurança. Ou seja, elas eram exibidas com "HTTPS" e com o "cadeado" pelo navegador. Como esses recursos de segurança só indicam que uma página é legítima quando o endereço é exatamente idêntico ao original, nada impede que um site de nome levemente diferente exiba o "cadeado", mesmo que a diferença seja apenas o acento agudo em uma letra.Com essa impressão de segurança, as vítimas digitavam suas senhas na página clonada, entregando seus fundos aos criminosos.De acordo com o Talos, as páginas maliciosas apareciam em primeiro lugar na página de resultados de busca -- como é típico de anúncios -- para pesquisas como "carteira de bitcoin" e "Blockchain". Uma das páginas monitoradas pelo Talos chegou a receber pelo menos 200 mil visitas em uma só hora.Desde que esse ataque começou, outras gangues também adotaram o mesmo método de fraude, criando páginas clonadas e envenenando resultados de busca para outras moedas e serviços.Abrigo na UcrâniaA equipe de segurança da Cisco colaborou com a polícia da Ucrânia para derrubar o servidor que abrigava as páginas clonadas. Os hackers contrataram um serviço de "bulletproof hosting" -- tipo de hospedagem que ignora denúncias de abuso de rede e mantém páginas criminosas no ar.As informações obtidas pela polícia ucraniana levaram os especialistas da Cisco até um dos endereços de Bitcoin usados pela gangue, permitindo estimar o lucro da operação criminosa. Só entre setembro e dezembro de 2017, os criminosos obtiveram US$ 10 milhões (aproximadamente R$ 30 milhões).Embora o servidor usado pelos bandidos tenha sido retirado do ar, não foram feitas prisões.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Tue, 20 Feb 2018 11:00:01 -0300 -

Juntas, as duas gigantes valem US$ 1 trilhão. Alibaba e Tencent estão promovendo uma corrida no varejo chinês, que envolve aquisições bilionárias, o que vem forçando comerciantes a escolherem um lados no meio dessa batalha pelas carteiras digitais dos consumidores. Juntas, as duas gigantes valem US$ 1 trilhão. Desde o início do ano passado, as duas empresas já investiram mais de US$ 10 bilhões em negócios focados no varejo, com o objetivo de aumentar seu alcance online e em lojas físicas. A movimentação agressiva das duas é sustentada por grande volume de recursos em caixa e pelo aumento dos preços das ações. Ela faz parte de uma batalha para convencer consumidores e comerciantes a usarem seus sistemas de pagamento, logística, serviços de dados e mídias sociais. O resultado é que há na China cada vez menos varejistas sem acordo de fidelidade seja com a Tencent ou com a Alibaba. "Todos os varejistas no mundo físico estão muito preocupados. Eles têm que assumir um lado", disse Jason Yu, diretor-geral da empresa de pesquisa de mercado Kava Worldpanel, com sede em Xangai. "Caso contrário, temem que sejam comidos vivos no futuro." Alibaba O Alibaba é líder no comércio eletrônico na China. Uma de suas subsidiárias, a Ant Financial, lidera os pagamentos móveis. Além de aumentar seu investimento na Suning.com, a empresa investiu em: Intime Retail; Sanjiang Shopping Club; Lianhua Supermarket; Wanda Film; Easyhome (loja de produtos para bricolagem). Tencent Já os pontos fortes de Tencent são mídias sociais, pagamentos digitais e jogos para smartphone. A empresa tem ainda uma fatia importante no segundo maior varejista online, a JD.Com. As duas têm uma gama crescente de aliados. A varejista francês Carrefour anunciou que poderá fazer um investimento na Tencent. A gigante norte-americano Walmart é outra parceira, pois possui uma participação na JD.com. Além de fechar este mês uma aliança com a rede de mercados Bubugao, a Tencent comprou integralmente ou uma fatia das seguintes empresas: Yonghui Superstores; Vipshop Holdings (lojas de vestuário); Heilan Home; Wanda Commercial (no operador de shopping ). A batalha O cerne da disputa entre Alibaba e Tencent é o mercado de pagamentos móveis de quase US$ 13 trilhões da China. Por meio de sua subsidiária Ant Financial, da qual o Alibaba possui 33%, a empresa opera a principal plataforma de pagamentos móvel da China, a Alipay. Enquanto isso, o sistema de pagamento da Tencent no seu popular aplicativo de bate-papo Weixin está se recuperando rapidamente. Ambas as empresas também estão dando um grande impulso em serviços de computação em nuvem e dados.

G1

Tue, 20 Feb 2018 13:04:37 -0000 -

Segundo relatório, que traz dados de 2016, principais responsáveis são países estrangeiros como Rússia, China, Irã e Coreia do Norte. A Casa Branca estimou que ações cibernéticas maliciosas custaram à economia dos Estados Unidos entre US$ 57 bilhões e US$ 109 bilhões em 2016. Produzido pelo Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca e apresentado na sexta-feira (16), o documento cita a comunidade de inteligência dos EUA como fonte. Segundo o relatório, os principais responsáveis estrangeiros ​​por boa parte da atividade cibernética contra os objetivos norte-americanos são Rússia, China, Irã e Coreia do Norte. A atividade cibernética maliciosa não se limita a estrangeiros. Concorrentes corporativos, ativistas que procuram desenvolver uma agenda política e o crime organizado também são responsáveis, afirmou. Os esforços dos setores público e privado para combater a atividade ilícita contribuiriam para o crescimento do Produto Interno Bruto, diz o relatório. A Casa Branca culpou na quinta-feira a Rússia pelo devastador ataque cibernético "NotPetya" em 2017. O governo britânico já havia condenado Moscou por ter liberado um vírus que paralisou partes da infra-estrutura da Ucrânia e danificou computadores de todo o mundo.

G1

Tue, 20 Feb 2018 12:38:12 -0000 -


Uma letra específica do idioma telugo, falado no sul da Índia, é capaz de travar diversos dispositivos da Apple, incluindo o iPhone, o iPad e alguns programas no macOS, o sistema operacional dos computadores iMac e notebooks Macbook. No caso dos celulares, o problema pode causar um grande inconveniente caso apareça nas notificações do aparelho, o que pode colocar iPhone em um ciclo de reinicializações.Embora o telefone ou o computador travem, não há indícios de qualquer dano maior. O código ganhou popularidade como "pegadinha". Embora pareça ser uma única letra (confira a imagem), o caractere é na verdade uma composição de várias partes que ocupa 15 bytes (a regra para o alfabeto latino do português, por exemplo, é 1 byte por letra). Para apagar a letra, é preciso apertar "backspace" cinco vezes (cada acionamento apaga uma parte da letra). Isso significa que se trata de um caractere complexo.Alguns apps param de funcionar caso uma mensagem com o código seja recebida. No macOS, o erro foi confirmado no Safari, que é o navegador oficial do sistema, e também em telas específicas. No Twitter, um usuário observou que o gerenciamento de rede do macOS pode travar caso uma rede sem Wi-Fi use a sequência como parte do seu nome.De acordo com o site "Hot for Security", da BitDefender, o Twitter está bloqueando mensagens com a "pegadinha", já que o aplicativo do Twitter no iOS também pode travar. A Apple já está trabalhando em uma solução. O iOS 11.3, que está em fase de testes (versão "beta") não possui mais o erro, mas a Apple pretende corrigir o problema em uma atualização ainda antes do lançamento da versão final do iOS 11.3, de acordo como site "The Verge".Problema anteriorO iMessage, aplicativo de comunicação da Apple, teve um problema muito parecido em 2015, quando usuários descobriram uma sequência com caracteres latinos, árabes e um ideograma chinês. SAIBA MAISProblema no iPhone permite que SMS trave o celularApple explica o que fazer quando iPhone travar depois de receber SMSDesta vez, o problema parece estar relacionado com algo específico do processamento do telugo. Segundo o engenheiro de software Manish Goregaokar, da Mozilla, o problema também aparece em uma sequência semelhante em bengalês. Goregaokar explica que esses idiomas exigem tratamento especial para a exibição da fonte, pois as letras podem precisar de modificação dependendo das letras adjacentes e a exibição também varia dependendo da fonte. Goregaokar especula que o erro pode estar ligado a isso.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Mon, 19 Feb 2018 18:25:01 -0300 -


Agência Nacional de Telecomunicações concedeu homologação ao console no início de fevereiro deste ano. Decisão pode indicar retorno dos produtos oficiais da Nintendo ao país. Nintendo Switch foi lançado em março de 2017 Divulgação A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu homologação para o Nintendo Switch no início de fevereiro, segundo registro da autarquia. A decisão libera a venda do videogame no país e pode indicar o retorno dos produtos oficiais da Nintendo ao Brasil depois da fabricante japonesa interromper as vendas em 2015. O certificado de homologação (documento necessário para aparelhos de radiofrequência serem vendidos no Brasil) do console foi pedido pela empresa M RS Digital, segundo documento publicado pela agência, que listou como endereço a cidade paulista de Taubaté. Procurados, representantes da empresa não retornaram contatos para comentar o assunto. A companhia entrou no ano passado com mandado de segurança para desembaraçar "softwares para videogames importados" junto à Receita Federal. Não foi possível contatar representantes da Nintendo diretamente. Quando a Nintendo anunciou em janeiro de 2015 a interrupção das vendas dos consoles Wii U e 3DS, e dos seus respectivos games, por meio da companhia Gaming do Brasil, a companhia citou os altos impostos de importação entre os motivos da decisão. Na época, o gerente-geral para América Latina da Nintendo of America, Bill van Zyll, afirmou que "o Brasil é um mercado importante para a Nintendo e lar de muitos fãs apaixonados mas, infelizmente, desafios no ambiente local de negócios fizeram nosso modelo de distribuição atual no país insustentável". O Nintendo Switch, um videogame híbrido que pode ser usado conectado a um televisor ou como dispositivo portátil, foi lançado nos Estados Unidos em março de 2017 por US$ 300 (cerca de R$ 960). A companhia japonesa anunciou no fim de janeiro que as vendas do console levaram a companhia a ter o melhor terceiro trimestre fiscal em 8 anos e previu que o Switch deverá registrar vendas de cerca de 15 milhões de unidades no ano fiscal que se encerra em março.

G1

Mon, 19 Feb 2018 17:17:20 -0000 -


Parceria entre rede social e braço da ONU para crianças e adolescentes tenta ajudar jovens que foram alvo de compartilhamento sem consentimento de imagens íntimas. Perfil de um robô criado por Unicef e Facebook para conversar com jovens sobre compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento. Reprodução/Facebook tenta Facebook e Unicef lançaram nesta segunda-feira (19) uma parceria para ajudar adolescentes que tiveram vídeos ou fotos íntimas expostas na internet, ou seja, foram alvos da chamada pornografia de vingança. A rede social e o braço da ONU para criança e adolescente criaram um robô que usa o Messenger para conversar sobre o compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento. Para facilitar a conexão com adolescentes, as duas organizações deram rosto e nome para o robô: Fabi Grossi. Ela também é uma adolescente e tem uma história para contar: aos 21 anos, acabou de descobrir que o ex-namorado, com quem se relacionou por dois anos, vazou um vídeo íntimo dos dois. Assim como muitos jovens, ela: fala gírias; manda áudios (a narrativa de como ela soube do vazamento é feita assim); envia selfies (feitas no espelho do elevador mesmo); e tira fotos do que está vendo para explicar melhor um ponto. Para dar cara e voz reais a ela, as organizações contrataram uma atriz. Do ponto de vista técnico, Fabi é um “chatbot”, um robô que usa serviços de mensagens para conversar com pessoas. Seu roteiro permite que ela bata papo durante 48 horas. Roteiro de série As falas dela foram desenhadas pela Sherpas, uma empresa argentina que desenvolve assistentes virtuais. “A estrutura do roteiro [da Fabi] é a mesma de um seriado”, diz Nicolas Ferrario, cofundador da Sherpas. “Só que isso aqui não é um filme, uma novela da Globo. É uma conversa. Não é a Netflix em que você simplesmente assiste. Você fala com ela. E pode até dizer, ‘Você mereceu’.” Apesar de ser programada para desabafar sobre o que acabou de descobrir, Fabi também está lá para ouvir e reagir a isso: Se percebe que está falando com uma vítima de pornografia de vingança, ela passa a falar menos de si e tenta entender em como pode ajudar; Se o interlocutor for alguém que ache que ela não se protegeu o suficiente e foi exposta por isso, passa a explicar porque é vítima e não descuidada; Se nota que do outro lado está alguém que já vazou conteúdo íntimo, Fabi explica como isso é nocivo e que ele pode ser responsabilizado judicialmente. Sexting A todos, ela dá dicas de como se precaver para que suas imagens íntimas não caiam na boca do povo da internet. E também orienta sobre como buscar orientação. “A gente não fala que ‘sexting’ (troca de nudes) é errado. Só que o adolescente não vê o risco de vazar o vídeo de alguém para os amigos. A nossa função é falar, ‘Cara, a Fabi pode ser sua namorada, poderia ser você, você pode até ir para cadeia se fizer isso’", diz Ferrario. Se esquecerem dela, Fabi o chama de volta para conversar e tenta mudar de assunto. “A gente também trabalha com o empoderamento dessas meninas, para que elas entendam que a vida dela não acaba se um vídeo for vazado." Ao longo do papo, Fabi faz algumas perguntas para entender com quem está falando. Quer saber dados pessoais, como idade, ou se está conversando com alguém que já fez vazamentos. Tudo isso é usado pela Unicef para calibrar a ferramenta ou criar novas ações. Segundo a organização, a coleta de dados não informa quais usuários deram aquela informação. Desafio duplo “Por meio dessa experiência, o adolescente vai ter contato com o tema e se sensibilizar”, diz Florence Bauer, representante da Unicef no Brasil. “A ferramenta permite engajamento um a um, porque você não pode ter uma pessoa atendendo todos os adolescente 24 horas por dia.” Segundo ela, o Brasil é o primeiro país em que a Unicef recorre a um chatbot para discutir um tema tão sensível com jovens. “Quem trabalha com crianças e adolescentes enfrenta esse desafio: como chegar a eles com a informação de que precisam”, diz. Com a Fabi, acrescenta, “o adolescente vai entrar em contato com um robô em uma plataforma em que está acostumado”. Dados da Unicef mostram que a maioria dos jovens no mundo está na internet, o que não ocorre com o restante da população. Entre pessoas com idade entre 15 e 24 anos, 78% estão na internet. Já quando todas as faixas etárias são consideradas, a taxa de conexão é de 48%. “Temos esse duplo desafio: de um lado, maximizar as oportunidades que a internet traz e, de outro, protegê-los dos riscos do uso não supervisionado”, diz Bauer. Por isso, conta ela, a Unicef já discute internamente usar chatbots para tratar de temas como gravidez na adolescência, HIV e crianças fora da escola no Brasil e em outros países, como a Argentina. A Sherpas também já está trabalhando em fazer Fabi falar espanhol e inglês, com vistas a levá-la a conversar com jovens de outros lugares.

G1

Mon, 19 Feb 2018 16:12:00 -0000 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Como verificar a integridade física de um HD? Oi, Ronaldo! Eu derrubei no chão o meu HD externo, ele serve como repositório de backup de arquivos muito importantes e agora estou com receio de usá-lo. O disco aparentemente está funcionando normalmente, mas tem verificar se houve algum dano? Marcelo Freitas   Olá, Marcelo! A primeira providência que você deve tomar é criar uma cópia de segurança dos seus arquivos em um outro local, e depois executar um programa chamado CrystalDiskInfo para verificar a integridade do HD. O programa realizará um diagnóstico completo sobre a situação do disco e no final apresentará um relatório detalhado. O resultado desse tipo de teste é muito confiável; é extremamente recomendável que você faça essa verificação para decidir se terá que substituir o HD. O fato de ter ocorrido uma queda nem sempre resulta em danos no dispositivo, mas é melhor avaliar a integridade do disco para não correr o risco de perder os seus arquivos.    >>> Como monitorar os jogos que as crianças usam? Olá, Ronaldo! Hoje em dia as crianças tem sido alvo para crimes na internet través de jogos. Existe alguma maneira de eu monitorar esses jogos? Paulo Silva   Olá, Paulo! É possível instalar aplicativos da categoria "Controle Parental", eles tem a função de monitorar tudo aquilo que é feito em dispositivos móveis e PCs, inclusive permitem bloquear conteúdo adulto. A coluna Tira-dúvidas de tecnologia já apresentou um guia completo sobre como cuidar da segurança das crianças enquanto elas estão navegando na internet, confira (aqui).   >>> Como fazer uma captura de tela de várias conversas numa única imagem? Oi, Ronaldo! Eu utilizo o WhatsApp como ferramenta de trabalho, e em alguns casos é necessário fazer uma captura de tela das mensagens. O problema é que são mensagens extensas e eu gostaria de que fosse salvo um único arquivo de imagem. Existe alguma maneira fácil de eu fazer isso? Cátia   Olá, Cátia! Para você fazer uma captura de tela de todo o conteúdo de uma conversa longa no WhatsApp é necessário instalar um aplicativo chamado Long Screenshot. Depois de instalado basta executá-lo e tocar sobre o ícone em formato de tecla "Play" para iniciar a captura enquanto você faz a rolagem da tela. A captura será finalizada quando você clicar no ícone em formato de tecla "Stop".   Foto: Divulgação/CrystalDiskInfo

G1

Sun, 18 Feb 2018 12:00:01 -0300 -


A versão clássica do Skype para Windows, chamada de "versão 7", tem uma falha de segurança que, segundo a Microsoft, não será corrigida. No momento, mais de cinco meses após o descobrimento da vulnerabilidade pelo pesquisador de segurança Stefan Kanthak, a Microsoft não corrigiu o problema e quem utiliza a versão clássica do Skype pode não ser avisado de que o programa tem de obrigatoriamente ser atualizado para a versão UWP - o "novo" Skype.A brecha permite que um software malicioso obtenha permissões administrativas no computador a partir do programa de instalação do Skype. Os meios de exploração da falha ainda são incertos, mas o problema não permite por si só que um vírus contamine o computador diretamente pelo Skype. O que a brecha faz é abrir caminho para que um programa já instalado no sistema se aproveite do Skype para obter permissões de acesso indevidas.Para usuários de versões mais recentes do Windows, o "novo" Skype, que não possui a falha, precisa ser baixado da loja de aplicativos do Windows, a Microsoft Store. A nova versão ainda carece de diversos recursos presentes na versão 7, o que faz com que muitos usuários permaneçam na versão anterior. O blog Segurança Digital verificou que o recurso de atualização do Skype informa que "a última versão do Skype está instalada", mas não diz que a versão 7 é considerada obsoleta. A Microsoft não oferece mais essa versão para download no site oficial do Skype.Versão 7.40.0.151, a 'mais recente' do Skype clássico, tem vulnerabilidade. Solução é o 'novo' Skype disponível na Microsoft Store. (Foto: Reprodução)Kanthak comunicou o problema à Microsoft em setembro de 2017. Ao especialista, a Microsoft justificou que corrigir o problema necessitaria que o código do instalador do Skype fosse reescrito e que isso não seria possível porque a empresa estava dedicando recursos à versão nova do Skype.Erro conhecidoSempre que um programa é carregado na memória, ele carrega junto de si diversos códigos prontos chamados de "bibliotecas". Isso desobriga o software de "reinventar a roda", pois ele pode chamar códigos já preparados com as funções que ele deseja realizar. No Windows, essas bibliotecas são reconhecidas pelo formato de arquivo "DLL".Apesar de esse comportamento ser muito positivo e comum, há uma falha de segurança se o programa não verificar adequadamente o código carregado. Nesse caso, um invasor pode "plantar" um arquivo especial que será carregado e executado por um software legítimo. É como se um vírus podesse "infectar" um programa apenas colocando um arquivo na mesma pasta que ele, sem ter que modificar o programa em si.É isso que ocorre com o programa de instalação e atualização do Skype: é possível colocar um arquivo "DLL" na mesma pasta que o instalador for executado e esse código será carregado no lugar de um DLL legítimo do Windows que o Skype deveria carregar.O cenário de ataque para esse tipo de falha é um pouco restrito. Por isso, a Microsoft não corrige este problema no instalador do Skype desde que ele foi descoberto, em 2016. No entanto, o recurso de atualização automática do Skype -- que é um serviço executado com permissões elevadas -- pode executar esses instaladores do Skype, abrindo um caminho para que um invasor passe de usuário desprivilegiado a administrador do sistema usando uma suposta atualização do Skype como "ponte". Este foi o ataque proposto por Kanthak.Uma brecha idêntica foi descoberta em 2015 na Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado, um programa baixado periodicamente pelo sistema de atualização automática do Windows para remover pragas digitais comuns. Esse problema foi corrigido.Como ocorre o ataque - em 4 passosA falha não permite que um vírus seja instalado no computador diretamente, mas pode potencializar um ataque já em andamento. O ataque é teórico, mas ocorreria mais ou menos dessa forma:1. O ataque começa com um vírus sendo executado pela vítima ou por alguém com acesso direto a um computador restrito. Esse vírus deve ser instalado por algum meio sem relação com a falha. A praga digital tem acesso aos arquivos pessoais, mas não pode interferir com o sistema operacional ou com o programa antivírus instalado, pois não tem as permissões necessárias. 2. O computador tem o Skype instalado. O vírus então aciona o mecanismo de atualização automática do Skype, fazendo com que uma nova versão seja baixada. 3. Antes de o serviço de atualização iniciar o instalador da nova versão, o vírus copia uma DLL maliciosa para a pasta onde a atualização é baixada. Esse download ocorre em uma pasta acessível para contas restritas, de modo que o vírus pode livremente modificar essa pasta. Se o download ocorresse em uma pasta onde o usuário não tivesse acesso, a falha não aconteceria.4. O serviço de atualização irá executar o instalador do Skype baixado com permissões elevadas. O instalador carregará o código especificado pelo vírus no lugar do código original do sistema, repassando as permissões elevadas do serviço que o executou para o próprio vírus. Nesse momento, o vírus é capaz de interferir com o sistema operacional, desativar o antivírus e realizar outras atividades que impeçam a detecção e a remoção da praga digital.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Sat, 17 Feb 2018 09:00:01 -0200 -


Menor e com menos produtos, nova loja leva tecnologias digitais para o mundo físico e pode mudar estratégia de negócio da Via Varejo, rede dona de Ponto Frio e Casas Bahia com quase mil lojas no Brasil. Cliente experimenta óculos de realidade virtual em 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dona das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, a Via Varejo abriu em São Paulo uma loja diferente de todas as outras de sua rede. Conectada a todo momento na internet, é bem menor que o habitual, com menos produtos, mas abarrotada de tecnologia, como experiência com realidade virtual, exposição virtual de produtos e rastreamento de clientes. O G1 visitou a primeira loja digital do Ponto Frio, localizada no shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Para os executivos da companhia, trata-se de um conceito que pode ser replicado em outras unidades e tem o potencial de mudar a cara das cerca de mil lojas da Via Varejo. Vídeo: Loja conectada mescla mundos digital e real A digitalização das lojas físicas é uma tendência global do varejo, na medida em que a competição com empresas que vieram do e-commerce, como a Amazon, chega nas lojas físicas. Segundo eles, aliás, algumas das tecnologias de uma loja da Amazon nos Estados Unidos, que não possui funcionários nem caixas, já estão presentes no ponto de venda do Shopping da Vila Olímpia. “A gente quis construir um espaço onde o melhor dos mundos físico e online andassem juntos”, diz Marcelo Nogueira, diretor de modelo de vendas da Via Varejo. Mundo físico + Mundo virtual A loja é enxuta em dois aspectos. O espaço disponível é de apenas 170 metros quadrados, 15% do tamanho médio de outras lojas, que têm 1,1 mil metros quadrados. O estoque tem 150 produtos, quando o restante da rede possui mais de mil aparelhos em suas prateleiras. “A gente traz a tecnologia para complementar a exposição”, diz Nogueira. “Não é o produto real, mas não é só ver uma foto na internet.” Logo na entrada da loja, uma tela enorme exibe em tamanho real eletrodomésticos grandes, como geladeiras e máquinas de lavar. “Tem só dois refrigeradores expostos na loja, mas mais de 30 na tela virtual em tamanho real.” Prateleira digital mostra produtos que não estão na 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dentro do lugar, um painel vertical de LED, chamado de “prateleira infinita”, divide espaço com prateleiras físicas, repletas de ferros de passar e liquidificadores. A instalação mostra itens de linha existentes no catálogo da empresa, mas ausentes na loja. Assim como o telão da entrada, é sensível ao toque para permitir que o consumidor vire o produto e consiga ver mais detalhes. A loja também vende móveis, mas quem quiser comprá-los não encontrará um só armário por lá. Os interessados deverão vestir óculos de realidade virtual para mergulhar em um mundo digital. É por meio dos óculos que o cliente verá as estantes, armários, mesas e sofás à venda. Eles já estarão posicionados em uma sala de estar digital, mas é possível mudar cor, estilo e os modelos vistos. Por toda a loja, totens estão distribuídos para que produtos e preços sejam pesquisados diretamente no site do Ponto Frio. Análise de expressões faciais Posicionadas estrategicamente pela loja, câmeras captam imagens dos clientes. Elas são usadas para registrar quantas pessoas passam em frente à loja, quantas entram, por onde passam, os produtos mais interessaram e até se os clientes ficaram felizes ou decepcionados com o que viram exposto (um software detecta isso ao analisar as expressões faciais deles). Outra integração permitirá que o cliente continue na loja uma compra iniciada no site. “Se você se ‘logou’ no nosso site, procurou por produtos e abandonou o carrinho, chegou na loja, eu consigo te identificar e recuperar aquele carrinho. O vendedor não precisa começar a conversa do zero. O sistema vai trazer inclusive sugestões de produtos, dado o perfil e o seu histórico de pesquisa”, diz Nogueira. O cliente poderá ser identificado caso tenha o aplicativo instalado. Isso pode ser feito ao acessar a rede Wi-Fi da loja, por reconhecimento facial ou caso forneça ao vendedor algum dado pessoal, como CPF e e-mail. A Via Varejo analisa as informações do rastreamento dos clientes e das vendas da loja para decidir o que deve ser exposto e em que horário. “Da mesma forma que o site faz o rastreamento suas pesquisas dos clientes, essa loja aqui, com essas tecnologias combinadas, permite que façamos o mesmo”, diz o diretor da Via Varejo. 'Loja digital' do Ponto Frio, em São Paulo. Marcelo Brandt/G1 Mudando a cara das lojas A abertura da loja digital do Ponto Frio é o carro-chefe da estratégia da Via Varejo de modernização das suas lojas. “Há possibilidade para escalar tudo que a gente está fazendo nessa loja”, diz Nogueira. Se o modelo for replicado, ficam menores tanto o espaço destinado à exposição de produtos quanto o estoque. Segundo o diretor, esse espaço sobressalente pode: receber novas categorias de produto (a rede está testando vender pneus), ser usado para incluir lojas de parceiros (linha mole, perfume, cosmético), ser devolvido para reduzir custo de ocupação, ser usado para clientes experimentarem os produtos e serviços vendidos. A loja do Ponto Frio é uma loja-conceito, com uma diversidade de novas tecnologias em teste. Algumas tecnologias dela já serão adotadas em outras lojas, como o totem interativo, diz Marcos Teixeira, diretor de tecnologia da informação da Via Varejo. “Eles vão olhar uma solução, como a prateleira infinita, que tem sinergia com um cluster de lojas, e vão replicar. Não necessariamente o que a gente rodar aqui é para todas as outras lojas. Vai depender da localização, do público etc.” Para preparar o restante da rede, a Via Varejo ampliou a capacidade de conexão das lojas, para conseguirem manter conectados tanto os aparelhos da loja quanto os smartphones dos clientes. Um quarto dos pontos de venda já foram reformadas. O mesmo deve ocorrer com as outras até o meio do ano. Para dar esse banho de internet nas lojas, Teixeira conta que a Via Varejo dobrou o tamanho da área de tecnologia, que agora conta com 1,3 mil profissionais. Nas novas lojas, a visão é de que tamanho não é mais o diferencial. “As lojas novas já nascem com este conceito de que é preciso de 25% a 30% menos de espaço”, diz Nogueira. Via Varejo x Amazon Totem interativo na 'loja digital' do Ponto Frio mostra catálogo de produtos exibidos no site da rede. Marcelo Brandt/G1 A Via Varejo inaugurou sua aposta para conciliar os mundos físico e virtual dias antes de a Amazon abrir nos EUA uma loja sem atendentes nem caixa, que usa tecnologia tanto para registrar quando um produto sai da prateleira quanto para cobrar um cliente por ele. Os executivos garantem que a loja do Ponto Frio está em pé de igualdade com a da rival. “A tecnologia que a Amazon implementou é baseada em imagem. Aqui, a gente já está usando tratamento com imagem para finalidades diferentes das da Amazon. Eu consigo saber onde você está trafegando, se é homem ou mulher, seu estado de espírito. Já é um reconhecimento. Nós não estamos usando as imagens para ver se você retirou um produto da prateleira ou saber se é um celular. Mas é algo que amanhã, dependendo da categoria e do sortimento, talvez faça sentido”, diz Teixeira. A empresa brasileira mantém a concorrente norte-americana no radar, principalmente após ela ter lançado no Brasil sua iniciativa inicial no varejo online além dos livros e de seu leitor eletrônico. No ano passado, a Amazon abriu seu marketplace (venda de terceiros) de eletrônicos e produtos para casa e cozinha. “A Amazon está aí na agenda, mas isso aqui [loja digital] a gente está fazendo porque faz sentido para o cliente”, diz Nogueira. “O nosso direcionamento não pode ser Amazon, Walmart ou Magazine Luiza”, desconversa o executivo para, em seguida, apontar as diferenças em relação à norte-americana, que só opera na internet. “Eu não tenho dúvida de que ter uma loja física, faz uma diferença brutal, devido à comodidade. Ninguém quer ficar esperando em casa. Se você quer um telefone, você vem aqui e pega um. Só que as lojas da Via Varejo têm enfrentando uma queda no fluxo de clientes. A empresa não diz quanto. Mas 30% das visitas aos estabelecimentos são de pessoas que apenas vão retirar os produtos comprados na internet. Essa nova realidade já faz a companhia testar a retirada de aparelhos fora de sua rede, como em agências dos Correios e até mesmo em lockers. “Tem menos fluxo? Tem, mas é um fluxo mais qualificado. Os clientes vêm para uma experiência mais personalizada. Não adianta eu ficar aqui te dando um conteúdo irrelevante. Se eu aprender a fazer isso, você vai continuar comprando comigo”, diz Nogueira.

G1

Sat, 17 Feb 2018 09:00:14 -0000 -


Os Estados Unidos e o Reino Unido acusaram formalmente o governo russo - e, especificamente, o exército russo - pelo vírus conhecido como "NotPetya" ou "ExPetr". Inicialmente classificada como vírus de resgate e depois reconhecida como código meramente destrutivo, a praga digital foi disseminada em junho de 2017 por meio do mecanismo de atualização automática do programa de contabilidade ucraniano M.E. Doc.Acusações como esta são extremamente raras. Os Estados Unidos e o Reino Unido também acusaram a Coreia do Norte pelo vírus de resgate WannaCry -- este, de fato, era um vírus de resgate que cobrava um valor em criptomoedas para permiti que as vítimas recuperassem seus arquivos. Especialistas acreditam que a Coreia do Norte utiliza esses ataques e criptomoedas para obter fundos e burlar as sanções interacionais impostas ao país asiático.No caso da Rússia, a Ucrânia vinha acusando o país de diversos ciberataques. Além do NotPetya, a Ucrânia também acusa a Rússia de estar por trás dos vírus que causaram dois apagões elétricos no país. Um relatório de inteligência da Estônia também apontou que o governo russo está por trás de dois grupos de invasão conhecidos por especialistas como APT28 ("Fancy Bear") e APT29 ("Cozy Bear").Especialistas de diversas empresas de segurança também acreditam, com variados níveis de certeza, que esses grupos de hackers são patrocinados pelo governo russo. O grupo "Cozy Bear" é considerado o responsável pela invasão que levou ao vazamento de dados do Partido Democrata durante as eleições americanas de 2016. O "Fancy Bear" é tido como o autor de ataques contra a Agência Mundial Antidoping (WADA) quando a mesma investigava um escândalo de doping russo.SAIBA MAISHackers atacaram atleta que denunciou doping russo, diz agênciaUcrânia tem segundo apagão elétrico causado por hackers O governo russo sempre negou todas as acusações. Esta acusação mais recente, feita pelo Reino Unido e pelos EUA, foi taxada de "russofóbica" pelas autoridades de Moscou, segundo a "BBC".Em um comunicado publicado no site oficial do Ministério de Assuntos Exteriores, o Reino Unido afirmou que o ataque atribuído à Rússia "despreza a soberania ucraniana" e que o vírus, ao se espalhar pela Europa e atingir diversas organizações, causou "centenas de milhões de libras" de prejuízo.Mensagens de resgate dos vírus NotPetya (superior) e Petya 'GoldenEye' (inferior). Para supostamente ter arquivos de volta, NotPetya aceitava comunicação por e-mail, que logo foi desativado após a propagação do vírus. Vírus original usava site dentro da rede Tor, resistente à censura. Alteração é indício de que o código não foi criado com a intenção de permitir o resgate dos arquios. (Foto: Reprodução)Ataque 'mascarado'O NotPetya chamou atenção por funcionar exatamente como um vírus de regaste. Inicialmente, o vírus foi confundindo com o vírus Petya, mas analistas de empresas antivírus depois concluíram que se tratava de um vírus diferente, dando a ele o nome de "NotPetya" (Não-Petya) e "ExPetr" ("Ex-Petya").Diferente de um vírus de resgate comum -- que tem como foco obter pagamentos de resgate para devolver os arquivos criptografados --, o NotPetya dava pouca ênfase à possibilidade de pagamento e recuperação de dados. Uma das principais rotinas do vírus tinha um erro de programação que impedia totalmente a recuperação dos arquivos. Especialistas concluíram que o programa era um "wiper" -- nome dado às pragas digitais que apagam dados e programas para deixar o sistema atacado inoperante."O ataque se mascarava de uma atividade criminosa, mas sua finalidade era primariamente destrutiva. Os alvos principais foram os setores de finanças, energia e governamental da Ucrânia. A programação indiscriminada fez com que ele se disseminasse, afetando outras empresas europeias e russas", diz o comunicado do Reino Unido, em linha com a análise dos especialistas.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Fri, 16 Feb 2018 22:00:01 -0200 -


Executivos das empresas se reuniram para discutir oferta de aquisição no valor de US$ 121 bilhões. Snapdragon, chip da Qualcomm Divulgação/Qualcomm A Qualcomm informou nesta sexta-feira (16) que está aberta a discutir uma oferta melhor de aquisição pela Broadcom que reflita o "verdadeiro valor" da fabricante de chips e lide melhor com suas preocupações sobre potenciais obstáculos regulatórios ao acordo. Após se reunir com a Broadcom nesta quarta-feira (14), a Qualcomm classificou o encontro como "construtivo". Foi a primeira vez que as duas empresas se encontraram para discutir a oferta existente de US$ 121 bilhões. O conselho de administração da Qualcomm, no entanto, manteve sua visão de que a proposta desvaloriza substancialmente a fabricante de chips, que tem um nível inaceitavelmente alto de risco e que não é do melhor interesse de seus acionistas. Qualcomm diz que perderá clientes se for comprada pela Broadcom Brasil pode sair na frente em Internet das Coisas, diz CEO da Qualcomm Embora a Broadcom esteja disposta a realizar alguns desinvestimentos para satisfazer os reguladores antitruste, a empresa ainda está resistente a assumir "outros compromissos", que poderiam se exigidos dos reguladores, informou a Qualcomm. Segundo a empresa, a Broadcom também não comentou suas intenções para o futuro do negócio de licenças da Qualcomm. A Qualcomm informou novamente que a multa por desistência prometida pela Broadcom de US$ 8 bilhões, a ser paga no caso de reguladores bloquearem o acordo, não chegava perto de compensar os riscos relacionados ao negócio.

G1

Fri, 16 Feb 2018 17:46:33 -0000 -


Usuários pedem compensação por ações e omissões da empresa na forma como tratou dos problemas Spectre e Meltdown. Brian Krzanich, CEO da Intel, fala durante a CES 2018, em Las Vegas, nos EUA. Rick Wilking/Reuters A Intel informou nesta sexta-feira (16) que se tornou alvo de 32 ações judiciais devido às falhas de segurança em seus processadores para computador. Nos processos, os usuários alegam que foram prejudicados por "ações e/ou omissões" da Intel no tratamento das falhas, que podem permitir que hackers roubem dados de computadores. Em documento enviado ao órgão regulador, a Intel informou não ser capaz de estimar a potencial perda que pode emergir dos processos. Pesquisadores de segurança divulgaram no mês passado as falhas que afetaram quase todos os equipamentos modernos de computação contendo chips da Intel, AMD e da ARM Holdings. Ajustes para a maioria dos sistemas afetados foram feitos pelas empresas desde então. Alguns deles diminuíram a velocidade dos computadores. Especialistas em segurança apostavam que a Intel enfrentaria queixas de que os ajustes desacelerariam os computadores e efetivamente forçariam os consumidores a comprar novo hardware ou que compradores corporativos buscariam compensação da Intel por qualquer ajuste em software ou hardware que fizessem. Falha em processadores Como a Intel é a maior fornecedora de chips de computadores, especialmente para servidores e notebooks, a falha tem alcance universal. A estimativa é que todos os chips da Intel desde 1995 sofrem do problema, à exceção de modelos Itanium e Atom produzidos até 2013. Mas os processadores da Intel não são os únicos afetados. Os chips da AMD e da ARM Holding também apresentam a falha. A fabricante dos iPhones não é a primeira a admitir que o problema com os processadores afeta seus produtos. A Microsoft já informou que vai liberar uma atualização do Windows para contornar a brecha nos computadores em que está instalado. O mesmo vai ocorrer com o Linux. A Mozilla já informou que alterar o Firefox por causa das falhas. Spectre e Meltdown Tanto Meltdown quanto Spectre permitem que programas maliciosos explorem brechas na forma como processadores funcionam. Por meio delas, um desses programas pode para ler a memória de outros programas e, a partir daí, acessar informações sensíveis. A diferença entre as duas brechas é que a Meltdown é exclusiva de chips da Intel, enquanto a Spectre também atinge outros fabricantes. Outro ponto que diferencia as duas é o tipo de memória que pode ser lida. Enquanto a Spectre permite a leitura da memória de outros programas, a Meltdown permite a leitura da memória do kernel -- o "coração" do sistema operacional. Em geral, o kernel não possui informações muito úteis, já que quase todos os dados pessoais e sensíveis ficam na memória usada por aplicativos. O kernel, no entanto, pode conter dados técnicos relevantes para que outras brechas sejam exploradas. Além disso, quem ler a memória do kernel pode, na prática, ver qualquer outra memória do computador, o que garante um acesso mais abrangente. A falha Meltdown é a mais grave e a mais fácil de ser explorada. Mas também é a mais fácil de ser corrigida, pois basta uma atualização do sistema operacional que roda na máquina atingida. Já a Spectre é bastante difícil de explorar e a mais difícil de corrigir. Isso porque é provável que diversos programas tenham que seu impacto seja minimizado.

G1

Fri, 16 Feb 2018 17:34:10 -0000 -

Empresa terá dois grandes centros de distribuição no país latino. O Mercado Livre, maior grupo de comérico eletrônicos da América Latina, informou na quinta-feira (15) que abrirá dois grandes centros de distribuição no México, como parte de esforços para melhorar a logística no país. A companhia sediada em Buenos Aires disse que investirá US$ 100 milhões para abrir os centros de distribuição, que serão os primeiros do grupo no país e devem resultar na abertura de 3 mil vagas. As instalações ajudarão a companhia a acelerar as entregas, afirmou o presidente-executivo do Mercado Livre, Ignacio Caride. "O mais rápido possível -- essa será a experiência do e-commerce", disse ele. "Essa é grande diferença entre as pessoas irem às lojas de varejo com pacotes nos braços, e pessoas que compram online -- o quanto demora." Os centros de distribuição, que somam 130 mil metros quadrados, estão localizados no estado do México, em torno da Cidade do México. O nascente mercado de comércio eletrônico do México está se aquecendo, com a gigante norte-americana Amazon.com também investindo pesadamente. A logística é o maior desafio para as companhias que atuam no e-commerce, disse Caride. "Essa é a parte mais difícil para resolver, porque é muito caro, e requer muitas pessoas, e requer um investimento muito grande", afirmou.

G1

Fri, 16 Feb 2018 16:37:18 -0000 -


Firmas de investimento gerem volume de recursos de até US$ 5 bilhões. Representação da moeda virtual bitcoin Jack Guez/AFP O número de fundos de hedge focados em criptomoedas cresceu sete vezes no último ano, apesar das fortes quedas no valor das moedas virtuais nas últimas semanas, mostraram dados da empresa de pesquisa Autonomous NEXT nesta quinta-feira (15). A empresa constatou que o número dessas firmas de investimento cresceu 610% no começo de 2018, em relação ao mesmo período do ano passado. VÍDEO: 'Corretora' de bitcoin gira até R$ 20 milhões por dia e tem líder de 23 anos Bitcoin já tem mais que o dobro de investidores da bolsa no Brasil Até 15 de fevereiro, a companhia registrou 226 fundos de hedge globais focados em moedas digitais, ante 110 até 18 de outubro. Em 29 de agosto, eram 55 fundos . No início de 2017, eram apenas 37. Os ativos sob gestão atingiram entre US$ 3,5 bilhões e US$ 5 bilhões, de acordo com a empresa. No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula o mercado brasileiro de capitais, resolveu oficializar no começo do ano a proibição da compra direta de moedas virtuais como o bitcoin por fundos de investimento regulados e registrados no país. Rentabilidade de 1.477,85% O aumento do número de fundos vem em um momento volátil para as criptomoedas. Depois de atingir um recorde perto de US$ 20 mil em dezembro, o bitcoin perdeu 70% do seu valor para menos de US$ 6 mil em janeiro, registrando o seu pior desempenho mensal em três anos. O bitcoin já recuperou algumas dessas quedas, mas segue abaixo de US$ 10 mil. As criptomoedas rivais também tiveram quedas acentuadas. O chamado "limite de mercado" de todas as moedas virtuais - o preço multiplicado pelo número de moedas emitidas - atualmente é de cerca de US$ 465 bilhões, de acordo com o site Coinmarketcap, abaixo dos mais de US$ 830 bilhões no início de janeiro. Contra esse pano de fundo, os fundos de hedge de criptomoedas perderam uma média de 4,6% em janeiro, de acordo com dados da observadora da indústria Eurekahedge. Em 2017, os fundos obtiveram uma média de 1.477,85%, segundo a Eurekahedge.

G1

Fri, 16 Feb 2018 11:31:38 -0000 -


Com diárias de R$ 5,4 mil, mansão tem vista para um dos principais cartões postais de San Francisco; 'Famílias contam não que têm uma refeição sequer com os filhos porque eles estão no Snapchat', diz diretora. Sem placas de identificação e acessível só de carro, a clínica Paradigm hospeda apenas oito jovens simultaneamente em San Francisco Ricardo Senra/BBC Brasil A maioria dos brasileiros precisaria se endividar bastante para comprar um iPhone X, vendido no país por quase R$ 8 mil. Nos Estados Unidos, no entanto, há quem pague mais de R$ 300 mil (ou 40 iPhones novos) só para conseguir manter os filhos longe do aparelho. Nos últimos cinco anos, com o crescimento do acesso a internet pelo celular, dezenas de clínicas de reabilitação surgiram nos arredores de megaempresas como Facebook, Twitter, Apple e Google no Vale do Silício, oferecendo tratamentos específicos para jovens que passam até 20 horas diárias encarando telas de cristal líquido. É o caso da Paradigm, uma mansão cercada por jardins e câmeras de segurança no ponto mais alto de uma colina em San Francisco, de frente para a ponte Golden Gate, principal cartão postal da região. 'Viciados' em tecnologia usam app, game e celular como se fosse droga TESTE: Você é dependente digital? Como acontece nos bairros californianos mais exclusivos, onde moram estrelas do cinema e altos executivos de empresas de tecnologia, não há calçadas na estrada que leva até a clínica, que abriga crianças e adolescentes entre 12 e 18 anos, internados pelos pais para abandonarem o vício pela internet. Sem placas de identificação e acessível só de carro, a Paradigm hospeda apenas oito jovens simultaneamente, em internações compulsórias que duram em média 45 dias, podendo chegar a 60, dependendo do grau de dependência e de fatores associados, como depressão, ansiedade e agressividade. O valor da diária impressiona tanto quanto os salões luxuosos e a banheira de hidromassagem com vista para o sol nascente na baía: US$ 1.633 dólares (R$ 5,4 mil) por noite. Banheira de hidromassagem tem vista para o sol nascente da baía de San Francisco Ricardo Senra/BBC Brasil Dentro do casarão, celulares, laptops e tablets são proibidos e o acesso a computadores é limitado a aulas de reforço escolar, nas quais o acesso a redes sociais, aplicativos de mensagens instantâneas e pornografia é bloqueado - e qualquer tentativa é acompanhada de perto por professores e psicólogos. Com hora certa para acordar, estudar, fazer refeições e participar de uma bateria de terapias coletivas e individuais, a promessa da clínica é "reprogramar" os jovens para que eles possam reconstruir sua relação com a tecnologia e se reaproximar de familiares, estudos, amigos e tarefas "offline". "Nós os desconectamos. Essa é a regra", resume Danielle Kovac, diretora da clínica, à BBC Brasil. "Eu diria que é um período de ajuste para as crianças. O mais bacana é ouvir muitas dizendo no final do tratamento: 'Obrigado, obrigado por não permitir que eu ficasse com meu telefone ou em redes sociais em um computador, eu fui capaz de realmente me concentrar em mim'." Sintomas e controvérsias Citado pela primeira vez por um psiquiatra de Nova York durante os primórdios da rede, em 1995, o vício em internet não é uma doença oficialmente reconhecida nos Estados Unidos. Psicólogos e psiquiatras americanos se dividem: para alguns, o vício seria apenas um sintoma de outras síndromes, como paranoia e depressão, e não a causa delas. Para outros, ele seguiria características idênticas às de outras dependências já reconhecidas, como álcool e drogas. Mas países como Austrália, China, Itália e Japão reconhecem oficialmente o problema - na Coreia do Sul, por exemplo, a dependência pela internet foi classificada como "problema de saúde pública" e é tratada em hospitais públicos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento integral e gratuito para transtornos como depressão e vícios em álcool e outras drogas, mas não tem serviços específicos sobre questões mentais ligadas à tecnologia. A clínica Paradigm fica de frente para a Golden Gate, principal cartão postal de San Francisco Ricardo Senra/BBC Brasil Para os diretores da Paradigm, em São Francisco, a internet pode agravar transtornos de humor e saúde mental, e serve como um "refúgio seguro e anônimo" que afasta os jovens de suas relações com o mundo real em um ciclo vicioso. "Muitas vezes, vemos famílias contando que não tiveram nem refeição sequer com os filhos porque eles estão no Snapchat", diz a diretora da clínica em San Francisco, citando jovens que passam até 20 horas diárias em redes sociais. Ela diz que o diagnóstico de dependência de internet repete o padrão de outros vícios. "(É) quando começa a afetar outras áreas da vida, como sua vida social ou escola. Muitas vezes, vemos notas caindo porque as crianças estão no Facebook ou no Instagram durante a noite toda, então eles não conseguem acordar para ir o colégio nem se focar nos trabalhos escolares", afirma. Ela conta que parte dos pacientes chega à clínica depois de abandonar a escola por causa do vício. Comportamentos como irritação quando o sinal da internet é interrompido, mentir ou esconder o uso de redes sociais e isolamento e distância da família, segundo a Paradigm, também seriam sinais de alerta. Danielle Kovac, diretora da clínica, diz que o objetivo é desconectar os jovens Ricardo Senra/BBC Brasil "É muito importante que pais sejam capazes de determinar parâmetros. Talvez cortar o acesso a telas, computadores, iPads ou telefones antes da hora de dormir, ou das refeições, ou durante a escola", diz Kovac, que defende a internação como melhor tratamento se as tentativas dos pais falharem. "É certamente uma sensação diferente do atendimento sem internação, em que os jovens são levados ou dirigem até a terapia uma vez por semana, por uma hora. Aqui nós conseguimos viver o dia deles com eles e perceber quais são seus comportamentos-padrão. Isso nos traz informações úteis para os tratamentos." Luxo Os cômodos na clínica em San Francisco são amplos e extremamente luxuosos - reproduzindo as características encontradas nas próprias casas da maioria dos jovens internados. Em um dos quartos, no entorno de uma lareira, três camas de casal se espalham cercados por janelões virados para o mar. "A sensação de 'estou sozinho nessa' é muito assustadora. Então, para eles (pacientes), saber que 'meu colega de quarto também está aqui, talvez por outra razão, mas podemos nos ajudar' é muito, muito positivo", diz Kovac. "Se eles estiverem com dificuldades e não tiverem a melhor estrutura de apoio em casa - não é sempre este o caso, mas acontece às vezes -, aqui eles estão em uma espécie de família construída, que poderão acessar quando saírem daqui como apoio contínuo." A clínica também oferece atividades para ex-pacientes e para familiares, "reforçando laços" e a continuidade do tratamento. Internações compulsórias na clínica duram em média 45 dias Ricardo Senra/BBC Brasil Em relação ao processo terapêutico, a reportagem não conseguiu conversar com nenhum dos pacientes. Durante a visita à clínica, no entanto, uma jovem acabava de ser internada - o que foi percebido por gritos e choro alto se espalhando pelo casarão. Ao mesmo tempo, um rapaz de 17 anos tocava piano e um pequeno grupo se reunia numa das varandas para tomar café da manhã. A reportagem pergunta sobre eventuais sinais de abstinência da internet durante o tratamento. "Há um nível de desconforto no começo, como aconteceria com qualquer um em uma situação nova, mas nós temos tanto apoio nesse lugar que usamos isso como informação para sermos capazes de ajudá-los: 'Por que você não me diz por que isso é desconfortável?'. Usamos essas respostas como informação terapêutica", diz Kovac. A diretora diz que a internação funciona como um botão de "reset" (ou reinício, reconfiguração) nas mentes dos pacientes. "Depois que eles se desconectarem, vão voltar a acessar Facebook, Instagram, Twitter ou que seja de novo?", pergunta Kovac, quando questionada sobre os objetivos do tratamento. Ela mesma responde: "Bem, provavelmente. Mas, se eles estão aqui, um local que afeta as suas vidas, nossa expectativa é que se desconectem por tempo suficiente para que, quando voltarem para casa, estejam prontos para estabelecer limites para si mesmos e para suas famílias também." Casarão oferece conforto aos jovens viciados em celular e internet Ricardo Senra/BBC Brasil Um dia na 'rehab' Ela conta que a reação dos jovens ao se verem sem os celulares pode surpreender. "Há pais que dizem que os filhos vão gritar quando os telefones forem tirados. Mas, em muitos casos, é uma surpresa agradável. Eles dizem "Ok". Muitas vezes os pais querem mudanças, mas os filhos também querem. Então vejo que nestes casos eles estão prontos para dizer 'Ok, é estranho, esquisito para mim, mas vou deixar meu telefone com minha mãe e talvez buscá-lo de novo quando eu sair'." Antes de deixar o local, entretanto, os jovens são levados a encarar uma rotina que combina conforto e muito trabalho. O dia na clínica começa às 7h, quando todos acordam para tomar café da manhã reunidos. "Isso já pode ser um pouco diferente do que esses jovens estão acostumados em casa", diz a diretora. "Se houver medicações (prescritas pelos médicos particulares dos pacientes), nós damos as medicações neste horário", continua Kovac. "Começamos o dia de maneira positiva, comendo um café da manhã bom e balanceado, e depois fazemos um trabalho em grupo, de suporte mútuo, conduzido pela nossa equipe. Na sequência, os jovens fazem aulas de reforço escolar ("as escolas podem mandar os conteúdos que querem que sejam trabalhados, para que eles possam continuar estudando enquanto estão aqui"), depois almoçam e se dividem em diferentes grupos de trabalho. "Eles podem trabalhar habilidades de enfrentamento de problemas, colaboração, comunicação, limites ou terapia artística e musical. Também há atividades recreativas, que podem ser fazer ginastica, escalada, ir à praia… fazer o sangue circular e talvez pegar um pouco de sol", diz a diretora. O valor da diária impressiona a estrutura da clínica: US$ 1.633 dólares por noite Ricardo Senra/BBC Brasil O jantar é o momento para uma discussão em grupo sobre o dia, metas pessoais e expectativas para a manhã seguinte. "Depois quebramos para atividades noturnas mais ligadas ao relaxamento, que podem ser ioga, acupuntura, meditações. E passamos documentários, às vezes." Cerco ao Facebook Para a diretora, empresas como Facebook, Twitter e Snapchat "certamente sabem o que estão fazendo para que, não apenas crianças, mas pessoas em geral, fiquem presas a certas coisas, com certos algoritmos para certos propósitos". Ela pede mais atenção aos CEOs. "Não tenho a resposta de como eles podem fazer isso, mas é preciso ter atenção com o que está acontecendo com a sociedade em geral. As pessoas estão conectadas demais a seus telefones e a internet." Há menos de um mês, mais de cem especialistas e organizações internacionais de saúde infantil pediram ao Facebook que dê fim a seu recém-lançado aplicativo de mensagens voltado a crianças com menos de 13 anos, o Messenger Kids. Em carta aberta a Mark Zuckerberg, o grupo classificou o aplicativo como iniciativa "irresponsável" que visa estimular crianças pequenas - que não teriam maturidade para ter contas em redes sociais - a usar o Facebook. O Messenger Kids foi anunciado em dezembro como uma "solução divertida e segura" para que crianças conversem, via vídeo ou chat, com amigos e familiares. É uma versão simplificada do Messenger, que no entanto exige consentimento parental antes do uso e cujos dados gerados não são usados para publicidade dirigida. Em resposta à carta aberta, o Facebook afirmou que "desde o lançamento, em dezembro, temos escutado de pais ao redor dos EUA que o Messenger Kids os ajuda a manter contato com seus filhos e que seus filhos mantenham contato com familiares, perto ou longe. Soubemos, por exemplo, que pais que trabalham à noite agora podem contar histórias de ninar para seus filhos; que mães em viagens profissionais estão tendo atualizações diárias de seus filhos enquanto estão longe". Mas a carta aberta questiona a necessidade de o Facebook oferecer esse serviço. "As crianças podem usar as contas dos pais no Facebook ou no Skype. Eles também podem simplesmente telefonar." Os autores finalizam a carta apontando que "seria melhor deixar as crianças pequenas em paz para que se desenvolvam sem as pressões derivadas do uso das redes sociais. A criação de crianças na era digital já é difícil o bastante. Pedimos que vocês não usem os enormes alcance e influência do Facebook para tornar esse trabalho ainda mais difícil". Enquanto a controvérsia não chega a um ponto final, o Facebook mantém suas ferramentas polêmicas ao alcance de crianças e adolescentes, e a clínica milionária para viciados em internet continua cheia de clientes em San Francisco - mas só os que têm pais ou responsáveis que podem pagar caro por isso.

G1

Fri, 16 Feb 2018 10:39:25 -0000 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.>>> Aviso de acesso ao WhatsApp WebMinha amiga tem um iPhone, e recentemente apareceu essa mensagem pra ela:"Acesso recente ao WhatsApp Web. Você iniciou uma sessão em um novo computador. Toque para visualizar."Ela nunca usou o WhatsApp Web, e suspeita que o ex-namorado dela possa estar fazendo isso.As dúvidas são:- Pra acessar esse WhatsApp Web no PC precisa do e-mail ou de alguma senha da pessoa, ou de uma confirmação de mensagem que chega no celular? É fácil de um terceiro acessar?- Tem como ela impedir que o Whats dela seja acessado pelos WhatsApp Web?- E por último, se alguém tiver acessado, não tem acesso ao histórico de conversa não é, essas ficam no próprio celular?! A pessoa teria acesso só as mensagens recebidas do momento do acesso em diante?Agradeço imensamente desde já se puder ajudar!Atenciosamente,Cesar Ian Galvão BorinCesar, começando pela sua terceira dúvida: o acesso ao WhatsApp Web permite visualizar, responder e acessar todas as conversas do WhatsApp. Você não pode ver as conversas apagadas, mas pode ver as conversas arquivadas (ocultadas da lista principal), enviar arquivos, entrar e sair de grupos, apagar mensagens, mudar a foto do perfil e o recado, enfim - praticamente todas as funções do aplicativo em si. Não há restrição quanto ao histórico das mensagens: você pode acessar tudo que está disponível no aplicativo, mesmo as conversas feitas antes do acesso ser autorizado.Os passos para acessar o WhatsApp Web são os seguintes:1. Abre-se o endereço do WhatsApp Web no PC (https://web.whatsapp.com)2. Abre-se o aplicativo do WhatsApp no celular e acessa a função "WhatsApp Web"3. Lê-se o código QR na tela do computador com o aplicativo do WhatsAppComo você pode ver, é necessário ter o celular desbloqueado, mas não é preciso utilizar nenhum dado pessoal ou senha. Caso o celular fique desacompanhado em determinado momento, ou esteja nas mãos da pessoa, ela pode rapidamente configurar o WhatsApp Web. A sessão do WhatsApp Web fica aberta indefinidamente até que seja utilizado a opção de "sair" no aplicativo do celular.Em outras palavras, em uma situação como esta que foi descrita, é possível que o ex-namorado tenha configurado o WhatsApp Web há mais tempo, ainda na época do namoro, quando tinha contato mais próximo com a vítima. Caso ele abra o WhatsApp Web apenas em certos horários (de madrugada, por exemplo), é possível que a vítima não perceba o acesso indevido.Os acessos cadastrados no WhatsApp Web podem ser revogados no próprio aplicativo do WhatsApp, na tela "WhatsApp Web". Você verá uma opção para "sair de todos os computadores". Você pode também pode tocar em uma sessão específica para sair apenas dela. Infelizmente, o WhatsApp exibe apenas a data do último acesso e não quando aquele acesso foi criado.Imagem 1: Aplicativo do WhatsApp. (Foto: Altieres Rohr/Especial para o G1)Imagem 2: Sessões ativas no WhatsApp Web listadas pelo aplicativo no celular. (Foto: Reprodução)>>> Vírus no roteador e no 'cabo de rede'Olá, tenho duas dúvidas em relação a vírus no roteador. Recentemente estava conversando com um amigo e ele me falou sobre vírus no roteador e no vírus no cabo de rede. Fiquei pensando nisso: é possível existir vírus no cabo de rede? Eu não consigo entender isso, pois o cabo de rede é apenas isso, um cabo, um monte de fios, não tem memória, nem um sistema operacional. E no roteador? Também é possível existir? Estou com essas dúvidas, ficaria grato se me desse uma ajuda com essa dúvida. Desde já, agradeço.Lucas MarizVocê está certo, Lucas. Um cabo de rede comum não pode ter um "vírus". Em teoria, seria possível construir um cabo de rede com um "vírus" - na verdade, seria praticamente um microroteador, com um chip para executar funções ou guardar os dados em trânsito e uma bateria para mantê-lo funcionando. No entanto, teria que ser um "cabo espião" em si, não um cabo comum.Isso já é muito mais simples em USB, porque o USB dispõe de uma fonte de energia de 5 volts e praticamente todos os dispositivos USB já possuem algum tipo de chip para falar com o computador. É isso que permite a criação do chamado "rubber ducky", um "pen drive" em USB que na verdade conecta dispositivos fantasmas ao computador (como teclado ou mouse "USB") para executar comandos de maneira automática. O USB também suporta placas de rede, o que significa que um dispositivo USB pode se identificar como uma placa de rede para o computador e possivelmente roubar algumas informações dessa forma. Como no caso do cabo de rede, o dispositivo USB em geral precisa ser construído especialmente para realizar essas tarefas.Muitos teclados e mouse USB possuem memória interna para executar as chamadas "macro", que são comandos em sequência. Em tese, você poderia fazer um vírus que reprograma as macros do teclado/mouse para fazer com que o teclado execute outros comandos quando você aperta determinadas teclas. Como a memória persiste após o dispositivo ser desconectado, o teclado continuaria "infectado" após ser conectado a outro computador.No caso do roteador, a questão é mais simples. Muitos roteadores são pequenos computadores montados sobre processadores em arquitetura ARM (o mesmo tipo usado em smartphones). O roteador possui um sistema operacional destinado a realizar as tarefas do roteador e é possível modificar esse software, adulterando o comportamento do roteador para modificar ou capturar dados.No linguajar comum, não é raro dizer que um roteador foi "infectado" quando na verdade ele apenas teve suas configurações modificadas. O principal truque dos bandidos nesse caso é mudar a configuração de Domain Name Service (DNS). O DNS é o "102" da internet e é ele que descobre o número IP a partir dos "nomes de internet, como "g1.com.br". Quando um invasor controla esse processo, ele pode enviar você para um site diferente daquele que você pretendia visitar, pois as máquinas apenas se conectam a números -- os nomes de internet que usamos são apenas uma conveniência criada pelo DNS.Apesar do uso do termo "infectado" nessa circunstância, não há vírus, pois o comportamento do roteador em si não foi modificado. Ele ainda está com o software original e sem alteração. Esse tipo de ataque é viável em qualquer roteador, mesmo os mais simples e antigos que usam chips de processamento bem limitados.Como os roteadores estão mais inteligentes hoje, até os modelos mais simples costumam usar processadores bem capazes e ter uma boa quantidade de memória RAM. Porém, o roteador normalmente não prevê a instalação e execução de nenhum software além daquele fornecido pelo fabricante. Os invasores precisam se valer de alguma deficiência de segurança ou desleixo do fabricante para poder executar um código malicioso no equipamento.Imagem: Cabo de rede (Foto: Anders Engelbøl/Freeimages.com)O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

G1

Thu, 15 Feb 2018 11:00:02 -0200 -


Em 2014, Claro, TIM e Vivo arremataram licenças de 4G na faixa de 700 MHz, mas houve sobras. Fachada de sede da Anatel. Reprodução / Globo News A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pretende lançar no segundo semestre de 2018 um novo edital de licitação da faixa nacional de 700 MHz, para serviço móvel de 4G, afirmou nesta quarta-feira (14) o presidente do órgão regulador, Juarez Quadros. Segundo Quadros, o tema foi discutido em reunião nesta tarde com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia. Ainda não há avaliação do preço que a licença custará. Quadros destacou que a licença é nacional e pode atrair o interesse de uma das operadoras já instaladas no país ou de uma nova. No leilão de 2014, Claro, TIM e Vivo arremataram licenças de 4G na faixa de 700 MHz. Mas houve alguns lotes que ficaram sem interessados. Celulares piratas Quadros disse que também tratou com Guardia sobre uma operação conjunta a ser realizada ainda este ano, envolvendo Anatel, Receita Federal, Polícia Federal e outros órgãos de Estado, para combate à pirataria de telefones celulares. "Hoje há uma entrada de aparelhos piratas no país, além dos que permitem a clonagem", disse Quadros a jornalistas após deixar o Ministério da Fazenda. Oi Também nesta quarta-feira, a Anatel adiou para o dia 22 deste mês reunião que estava marcada para a próxima quinta-feira, na qual seu conselho diretor vai deliberar sobre o processo de acompanhamento especial do grupo em recuperação judicial Oi. Segundo Juarez, o conselho precisa deliberar sobre o caso, que inclui até a possibilidade de um pedido de caducidade da concessão, mesmo depois dos credores da companhia já terem aprovado o plano de recuperação da empresa no final do ano passado.

G1

Thu, 15 Feb 2018 12:53:14 -0000 -

Trump destinou US$ 96 milhões para criação do escritório. O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês) informou nesta quarta-feira (14) que está criando uma unidade para proteger a rede elétrica do país e outras infraestruturas de ataques cibernéticos e desastres naturais. A proposta de orçamento do presidente Donald Trump apresentada nesta semana destina US$ 96 milhões para financiar a criação do Escritório de Segurança Cibernética, Segurança Energética e Resposta a Emergência. "[O DOE] desempenha um papel vital na proteção da infraestrutura energética da nossa nação contra ameaças cibernéticas, ataques físicos e desastres naturais e, como secretário, não tenho maior prioridade que estas", afirmou o secretário de Energia, Rick Perry. Em julho de 2017, o DOE ajudou empresas norte-americanas a se defenderem contra um ataque de hackers que mirou geradoras e distribuidoras de energia, incluindo pelo menos uma usina nuclear. Os ataques, disse a agência, não tiveram impacto na geração de eletricidade. Qualquer efeito se limitou a redes administrativas e comerciais, completou. No mês anterior, o Departamento de Segurança Interna dos EUA e o FBI emitiram um alerta para empresas industriais, advertindo que, durante meses, hackers atacaram reatores nucleares e outras infraestruturas do setor de energia elétrica. Usaram e-mails contaminados para conseguirem credenciais de acesso a redes.

G1

Thu, 15 Feb 2018 12:13:15 -0000 -


Assinatura mensal do serviço, disponível só nos EUA, sobe para US$ 40. Susan Wojick apresenta o Youtube TV Reed Saxon/AP O Google anunciou nesta quarta-feira (14) que o YouTube TV vai ganhar novos canais, da Turner (do grupo Time Warner) e das ligas de basquete e beisebol norte-americanas. Com isso, o preço do serviço para novos clientes também vai subir. Menos de um ano após lançar o YouTube TV, disponível por ora apenas nos Estados Unidos, a empresa elevou o preço por mês de US$ 35 para US$ 40. A revisão na assinatura ocorre após a adição de canais da Turner, como TNT, CNN e TBS, e, em breve, da MLB Network e NBA TV. O Google está ampliando sua oferta em um momento em que um número crescente de serviços concorrentes, como Sling TV (Dish Network), DirectTV Now (AT&T) e Hulu (Disney, Comcast e Time Warner), disputam para ganhar espaço no número crescente de consumidores que está trocando a TV por assinatura por serviços online. Os custos para esses sistemas variam de US$ 20, no pacote mais básico da Sling TV com 30 canais, a US$ 40 para o pacote da Hulu com mais de 50 canais. As quatro maiores empresas de TV a cabo e satélite perderam 1,5 milhão de clientes em 2017. O Google está apostando que sua forte oferta de esportes vai ajudar a ganhar mais assinantes, afirmou Heather Moosnick, diretora de parcerias de conteúdo do YouTube TV. "Esporte é realmente uma das ofertas principais em que um millennial estaria disposto a pagar por serviço ao vivo de TV", disse ela. Por isso, o Google mira fãs de esporte quando veicula propagandas em TVs. Do total dos anúncios na televisão do YouTube TV neste ano, 96% foram incluídos durante programação esportiva, incluindo o Super Bowl, segundo dados do iSpot.tv, que rastreia anúncios em TV. Quando o Google lançou o YouTube TV em abril de 2017, a empresa estava cautelosa em relação a quanto conteúdo iria oferecer de forma a manter o preço baixo o suficiente para atrair clientes, disse Moosnick. No lançamento, o YouTube TV oferecia quase 50 canais em cinco mercados nos EUA. Agora, o serviço terá quase 60 canais e estará em 100 mercados, disse Moosnick. O novo preço entra em vigor para novos clientes que aderirem ao pacote a partir de 13 de março, informou a empresa.

G1

Thu, 15 Feb 2018 11:58:21 -0000 -


'Sempre pensei que há muita força para a nossa independência', afirmou Jack Dorsey. Jack Dorsey, presidente-executivo do Twitter. Lucas Jackson/Reuters O presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, disse ver valor em manter a rede social como uma empresa independente, minimizando a especulação recente por analistas de que poderia ser um alvo de aquisição. "Eu sempre pensei que há muita força para a nossa independência. Podemos trabalhar em todos os dispositivos. Podemos trabalhar através de qualquer meio", afirmou Dorsey, em resposta a uma pergunta na conferência de tecnologia e internet do Goldman Sachs, na terça-feira (13). Alguns analistas de investimentos reascenderam os rumores sobre um possível acordo de compra do Twitter, após a empresa ter divulgadao na semana passada o primeiro lucro trimestral e um aumento surpreendente na receita no quarto trimestre de 2017. A Walt Disney expressou interesse em 2016, embora naquele momento as ações do Twitter estavam sendo negociadas por cerca da metade do preço atual, o que significa que uma aquisição por qualquer um seria muito mais cara do que há dois anos.

G1

Thu, 15 Feb 2018 11:37:35 -0000 -


Empresa de Elon Musk realizou fez lançamento bem-sucedido do foguete mais poderoso do mundo. Imagem de 2014 mostra Elon Musk, da empresa SpaceX, apresentando a nave Dragon 2 REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo Após lançar o foguete mais poderoso do mundo neste mês, a SpaceX recebeu nesta quarta-feira (14) aprovação do principal regulador de telecomunicações dos Estados Unidos para construir uma rede de banda larga por satélites. O presidente da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglêS), Ajit Pai, defendeu a aprovação do projeto da SpaceX para fornecer serviços de banda larga no país e em todo o mundo usando satélites. "A tecnologia por satélite pode ajudar a atingir os norte-americanos que vivem em locais rurais ou de difícil acesso onde os cabos de fibra óptica e torres de telefonia celular não chegam", disse Pai, em nota. Em carta de 1º de fevereiro, a SpaceX detalhou à comissão como planeja colocar os satélites em órbita. Ainda experimentais, eles serão lançados ao espaço por um foguete Falcon 9. Aprovado pela comissão, o lançamento está programado para o próximo sábado (17) na Califórnia. O foguete transportará o satélite PAZ da operadora espanhola Hisdesat e várias cargas úteis secundárias menores. A SpaceX não estava disponível de imediato para comentar o assunto. Segundo Pai, essa "seria a primeira aprovação concedida a uma empresa norte-americana" para fornecer o serviço. Em 2017, a comissão aprovou pedidos da OneWeb, da Space Norway e da Telesat, para acessar o mercado norte-americano com serviços de banda larga usando tecnologia de satélite. O controlador da SpaceX, o bilionário Elon Musk, disse em 2015 que a SpaceX planejava lançar uma divisão de internet via satélite que ajudaria a financiar uma futura cidade em Marte. O governo dos EUA está trabalhando para tentar trazer acesso de alta velocidade à internet para áreas rurais que não possuem serviço. Cerca de 14 milhões de habitantes da zona rural do país não possuem banda larga móvel, mesmo a velocidades relativamente mais lentas.

G1

Thu, 15 Feb 2018 11:22:21 -0000 -


G1 visitou uma das principais 'casas de câmbio' da moeda virtual no Brasil e mostra como funciona o negócio; ambiente é de startup, com equipe jovem e até chopeira no escritório. A oscilação da cotação do bitcoin produz milhares de ganhadores ou perdedores no Brasil, país que já tem mais investidores na moeda virtual do que na bolsa de valores. Mas alguns participantes desse mercado sempre ganham dinheiro com a moeda virtual, seja na alta ou na baixa: são as “casas de câmbio” que, ao intermediar a negociação de bitcoins, chegam a movimentar R$ 20 milhões por dia no Brasil - e cobram taxas dos investidores pela compra ou venda das criptomoedas. Como funciona uma 'Corretora de bitcoin' O G1 visitou a Foxbit, uma das maiores “corretoras” do país. Formalmente, essas empresas não são corretoras, pois não possuem credenciamento junto ao Banco Central e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). “O nosso trabalho é basicamente prover um meio de campo entre duas pessoas, uma que quer comprar e outra que quer vender. E a gente garante que no final do dia uma vai receber o bitcoin e outra vai receber o real como negociou”, afirma Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit. A empresa fundada por ele já movimentou R$ 3 bilhões desde quando foi aberta, em dezembro de 2014. Somados os cadastrados de Mercado Bitcoin, Bitcon to You e da Foxbit, o número de investidores brasileiros de bitcoin já supera o volume de pessoas que negociam na Bovespa. Bitcoin: veja perguntas e respostas sobre a moeda virtual Bitcoin é bolha? Valorização atrai investidores e divide economistas Ambiente de startup Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit, uma das maiores 'corretoras' de bitcoin do Brasil. Marcelo Brandt/G1 Assim como Schiavon, que tem 23 anos, os mais de 60 funcionários da Foxbit são, em sua maioria, jovens. Quase todos têm menos de 30 anos. Ao contrário de uma financeira tradicional, não é difícil topar com alguém vestindo bermuda no escritório. “Aqui o ambiente é muito startup, né. Sem ‘dress code’. Tem área de descompressão com games, tem happy hour, tem uma máquina de chope no escritório, para depois do expediente", explica Schiavon. "É um ambiente muito mais informal do que o tradicional." Outra diferença é o currículo mais variado. Há formados em áreas como química e psicologia. Ou sem formação alguma, como o próprio Schiavon, que largou a faculdade de sistema de informação em 2015, após três anos de curso. “Eu estava perdendo duas coisas que eu não tinha: tempo e dinheiro”, diz. A saída foi motivada pela Foxbit, que fora fundada um ano antes e começava a ganhar escala. Ele conheceu seu sócio no negócio, João Canhada, de 26 anos, em um fórum sobre bitcoin na internet. Mas só veio a encontrá-lo pessoalmente depois de a empresa já ter sido aberta. “Eu só o conheci depois de assinar os contratos, que eram enviados pelos Correios”, diz. “A gente era usuário das outras ‘corretoras’, que tinham vários problemas de transparência e agilidade.” Nascido em Marília, ele só se mudou para a capital paulista São Paulo em 2016. Retorna todos os fins de semana para a cidade natal, onde encontra a família e a namorada. Para ele, juventude não é um problema. “Eu acredito que você tem mais gás para trabalhar é quando você é mais novo. A gente teve períodos em que trabalhamos 18, 19 horas por dia. Agora é hora de criar e acumular riqueza.” Mas não vê problema em dosar esse “gás jovem” com um pouquinho de maturidade. “Quando a Foxbit nasceu, éramos eu e o João, mas depois a gente conseguiu dois sócios mais velhos, que eram os freios.” “Tem a empolgação dos mais novos e o conservadorismo dos mais velhos. Acho que somando os dois, dá muito certo. Se fosse só um, poderia quebrar a cara. Se fosse só outro, poderia não crescer.” Mas, na hora de montar a equipe da nova empresa, o empresário não vê problemas em se cercar de jovens. “Da minha equipe, três eu conheci jogando online”, diz ele. A primeira funcionária da empresa foi recrutada dessa forma. Na época, seu game preferido era “Ragnarok”. Hoje é “Counter Strike: Global Offensive”. Não gosta muito das sensações “League of Legends” e “Overwatch”. “Eu não sou fã de LoL, não, mas o pessoal da empresa gosta bastante.” Sala de relaxamento da Foxbit, em que funcionários podem jogar videogame. Marcelo Brandt/G1 Como é o trabalho Os mais de 400 mil cadastrados da Foxbit fazem de 10 mil a 15 mil compras e vendas por dia. A recente queda no valor da moeda virtual foi sentida pela empresa, mas não chegou a diminuir o volume de negócios. "Agora a gente tem um período de incerteza. E isso diminui as frentes compradoras. O bitcoin deu uma queda e isso ajuda a diminuir o volume, mas o nosso volume continuou em torno de R$ 15 milhões, R$ 20 milhões [por dia]”, afirma Schiavon. O primeiro ponto de contato do investidor com essas empresas é o cadastro. É necessário enviar documentos que comprovem identidade e, em alguns casos, fontes de renda. Depois disso, ele deve enviar dinheiro para abastecer sua conta na "corretora". É por meio dela que o investidor irá comprar bitcoin ou guardar o que for obtido com a venda. As duas etapas são feitas pelo setor de retaguarda. Na Foxbit, entre depósitos e retiradas de dinheiro, são 5 mil as operações diárias. Tecnologia invisível Ambiente de trabalho da Foxbit, uma das maiores "corretoras" de bitcoin do Brasil. Marcelo Brandt/G1 Outra etapa desse processo é executada pela área de reconciliação, mas é invisível para o usuário. “Eles agem corrigindo ou prevenindo erros do operacional”, diz Schiavon. Isto é, verificando “se não houve falha, se a gente não fez nenhuma transferência incorreta ou se o cliente não fez uma transferência incorreta para a nossa conta”. A área de desenvolvedores das “casas de câmbio” de bitcoin entra em ação para trabalhar na interface usada pelos investidores e nos sistemas de reconciliação e de guarda das divisas digitais. Também cria novas plataformas de compra e venda de criptomoedas. Negócios de grande valor Em algumas dessas empresas, há balcões de negócios destinados a investidores de alto poder aquisitivo. “Se o investidor falar, 'eu quero R$ 1 milhão em bitcoin', ele manda a documentação para provar que o dinheiro é lícito, a gente faz todo o processo de compra para ele, vai atrás de liquidez, vai atrás de pessoas que têm bitcoin e minera", diz Schiavon. A empresa diz ainda que tenta adotar práticas de compliance (boas práticas corporativas) nos negócios da corretora, algo que é comum em mercados regulados. A compra e venda de bitcoin não é regulada pelo Banco Central nem pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Infográfico mostra como funciona o bitcoin Ilustração: Igor Estrella/G1

G1

Thu, 15 Feb 2018 08:47:47 -0000 -


Perdas vêm de baixas contáveis e despesas com ações judiciais; receita da empresa de transporte alternativo chegou a US$ 7,5 bilhões no ano. Logotipo da Uber em um carro de Nova York, nos EUA. Eduardo Munoz/Reuters A Uber informou nesta quinta-feira (14) que teve um prejuízo de US$ 4,5 bilhões em 2017. Apenas no quarto trimestre, as perdas da empresa foram de US$ 1,1 bilhão, abaixo do registrado nos três meses anteriores -R$ 1,46 bilhão. Apesar de ser uma companhia com capital fechado, a Uber compartilhou alguns dados financeiros com o site The Information. Também repassou essas informações a Bloomberg e Reuters. Prejuízo Os dados mostram que a empresa vem reduzindo seu prejuízo, enquanto aumenta a receita. Só que o dinheiro em caixa também está ficando mais curto. As perdas são oriundas de baixas contábeis e do custo jurídico da operação da empresa. Um exemplo dessa última rubrica é o dinheiro gasto pela empresa para manter uma briga na Justiça contra a Alphabet. Até aceitar pagar US$ 245 milhões para encerrar o litígio, a companhia se defendia de uma acusação de roubo de propriedade intelectual das tecnologias de carro autônomo da Waymo, empresa da dona do Google. A receita da Uber subiu 11,8% entre outubro e dezembro do ano passado ante o trimestre anterior, para US$ 2,2 bilhões. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o faturamento da empresa de transporte alternativo subiu 61%. Em todo o ano, a Uber faturou US$ 7,5 bilhões. Carro do Uber visto em garagem da empresa em São Francisco; os 16 veículos autônomos serão levados para o Arizona Eric Risberg/AP Corridas No quarto trimestre, as corridas geraram US$ 11,1 bilhões, volume 14% maior na comparação trimestral. Essa é a principal receita da empresa, mas não é o único. Há, por exemplo, o serviço de entregas de comida Uber EATS, que geraram US$ 4 bilhões no quarto trimestre. Apesar de contabilizar um prejuízo anual, a Uber terminou o ano com US$ 6 bilhões em caixa. O valor, no entanto, é 13% menor do que o registrado pela empresa em 2016. O quarto trimestre de 2017 foi o primeiro em que o novo CEO da companhia, Dara Khosrowshahi, passou integralmente na liderança da empresa. Ele assumiu em agosto.

G1

Wed, 14 Feb 2018 15:47:07 -0000 -


Nesta terça-feira (13), o Facebook liberou para todos os usuários um recurso que permite criar uma lista de coisas que eles gostariam para ser compartilhada na atualização de status. Existem dezenas de sugestões de listas temáticas que podem ser personalizadas ou se o usuário preferir, é possível criar a sua própria lista de coisas. Veja como é fácil usar a novidade:            1 - Acesse o Facebook e clique sobre a área de publicação.                                        2 - Clique sobre o ícone em formato de "lista" para exibir as opções disponíveis. Nesse exemplo foi selecionada a opção "Locais que quero visitar".                                             3 - Adicione os itens correspondentes a lista selecionada.                                                                       4 - Personalize conforme a sua preferência adicionando emojis, imagens, marcando amigos, definindo a privacidade e alterando a cor de fundo.    5 - Clique no botão "Publicar" para compartilhar a lista recém criada.    Essa funcionalidade pode ser muito divertida e também uma excelente ferramenta para anotações pessoais, mas é preciso ter cuidado para evitar a exposição desncessária da rotina pessoal.      Imagens: Reprodução/G1

G1

Wed, 14 Feb 2018 12:45:01 -0200 -

Empresa perdeu o equivalente a US$ 575 milhões entre outubro e dezembro de 2017. A América Móvil, a jóia da coroa do império do bilionário mexicano Carlos Slim, registrou o maior prejuízo em 16 anos no quarto trimestre de 2017, prejudicada pela depreciação do peso em relação ao dólar e ao euro. A empresa de telecomunicações, que é controlada pela família da Slim e tem operações em toda a América e na Europa Oriental, registrou prejuízo líquido de 11,295 bilhões de pesos (US$ 575 milhões) entre outubro e dezembro. No mesmo período de 2016, as perdas foram de 5,972 bilhões de pesos. Os analistas em uma pesquisa da Reuters esperavam que a empresa reportasse lucro líquido de 4,231 bilhões de pesos. Instabilidade cambial A empresa atribuiu o resultado a problemas cambiais no trimestre, quando o peso mexicano se depreciou quase 8% em relação ao dólar. Segundo o analista Gregorio Tomassi, do Itaú BBA, a instabilidade cambial prejudicou a América Móvil, porque sua dívida está balizada em dólares, na libra britânica e no euro. A moeda mexicana tem sido impactada nos últimos meses pela incerteza sobre o futuro do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), um pilar da economia mexicana, e pelo nervosismo antes das eleições presidenciais mexicanas em julho de 2018. O mercado, no entanto, está otimista de que os lucros da América Móvil aumentem, já que a empresa pode cobrar rivais por chamadas para sua rede no México, disse o analista da Intercam, Alik Garcia. Melhora nas condições econômicas no Brasil também estão aumentando o valor de suas ações, disse Garcia. A receita e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) no trimestre ficaram em linha com a expectativas dos analistas. A receita foi de 263,9 bilhões de pesos, ligeira queda ante 269,3 bilhões de pesos no quarto trimestre de 2016. No Brasil, onde opera as marcas Claro, NET e Embratel, as operações da América Móvel registraram receita de R$ 8,94 bilhões no quarto trimestre, alta de 0,8% ante o mesmo período de 2016, e Ebitda de R$ 2,7 bilhões, alta de 11,6% na mesma comparação.

G1

Wed, 14 Feb 2018 12:28:48 -0000 -


Rede social viu 2,8 milhões de usuários com menos de 24 anos no ano passado, diz eMarketer; Em 2018, saída será de 2,1 milhões. Escritório do Facebook. Toby Melville/Facebook O Facebook perdeu 2,8 milhões de usuários norte-americanos com menos de 25 anos em 2017, apontou a consultoria eMarketer. Em 2018, à medida que o apelo da rede social entre os mais jovens deve continuar caindo, a previsão da empresa é que 2,1 milhões de pessoas nessa faixa etária devem deixar o site. Os dados fazem parte de uma estimativa liberada pela firma de pesquisa nesta segunda-feira (12) para os Estados Unidos. De acordo com a eMarketer, o Facebook vai perder usuários nas três faixas de idade mais jovens: Entre aqueles com menos de 11 anos, o declínio será de 9,3%; Entre os adolescentes com idade de 12 a 17 anos, a queda vai ser de 5,6%; Entre os jovens entre 18 e 24 anos, o recuo será de 5,8%; essa é a primeira vez que a consultoria estima uma queda no número de usuários nessa faixa etária. A idade mínima para criar uma conta no Facebook é de 13 anos, mas não é raro que adolescentes e crianças burlem essa regra. Segundo o eMarketer, a queda de adoção do Facebook entre os mais novos vai resultar em uma fuga de pouco mais de 2 milhões usuários jovens em 2018. A firma prevê que outras redes sociais se beneficiarão disso: o Instagram ganhará 1,6 milhão de usuários com até 24 anos; o Snapchat vai receber 1,9 milhão com essa idade. A queda do Facebook entre os mais novos será uma continuação do que já ocorreu em 2017. No ano passado, o Facebook passou, pela primeira vez, a ser usado por menos da metade dos norte-americanos com idade entre 12 e 17 anos. O relatório da eMarketer analisa apenas as pessoas que acessam o Facebook ao menos uma vez por mês. O Facebook mostrou em seu balanço financeiro para 2017 que diminuiu em 1 milhões a quantidade de indivíduos da América do Norte que entra em seu site mensalmente. Sendo assim, caiu para 184 milhões o número de usuários da rede no Canadá e nos Estados Unidos. Ainda que preveja um recuo entre os mais jovens, a eMarketer aponta que a rede social vai incrementar em 2018 sua base mensal de usuários norte-americanos em 1,1%, para 169,5 milhões.

G1

Wed, 14 Feb 2018 11:54:37 -0000 -


Empresas de mídia podem implantar assinatura de conteúdo publicado na rede social e visto no iOS. Testes já ocorrem no Android desde 2017. Logotipo do Facebook. France Presse O Facebook vai permitir em março que veículos de imprensa criem serviços de assinatura dentro da rede social em aplicativos para iOS, sistema operacional da Apple. A iniciativa funcionará como um teste, nos mesmos moldes do que já ocorre no Android desde outubro do ano passado. A informação foi dada por Campbell Brown, diretora de parcerias do Facebook com a mídia, durante um evento promovido pelo site Recode nesta segunda-feira (12). 'Paywall' O sistema criado pelo Facebook permite que publicadores de notícias apliquem uma camada de “paywall” às notícias publicadas por eles na rede social. Esse é um modelo de assinaturas em que leitores podem ler uma quantidade de notícias por mês –entre cinco e dez artigos. Só que, ao atingir esse teto, só continuam a ler se optarem por virar assinantes. No mês seguinte, a contagem é reiniciada. Esse é um modelo de negócio já aplicado por diversos veículos de mídia, de jornais a revistas, no Brasil e no mundo. Como o Google não impôs obstáculos, os testes no Android já ocorriam desde o fim do ano passado apenas nos Estados Unidos. Facebook x Apple A iniciativa só chegará no próximo mês ao iOS, porque a Apple se opunha a abrir mão de uma porcentagem do dinheiro arrecadado com as assinaturas feitas em seus aparelhos. A taxa da Apple pode chegar até 30% da receita mensal de serviços com sistemas de assinatura. O intuito do Facebook, no entanto, é repassar todo o dinheiro aos veículos de imprensa. Durante o evento do Recode, Campbell afirmou que a divergência entre Apple e Facebook foi resolvida. Por isso, os testes no iOS começam em 1º de março. Vídeos jornalísticos A diretora de parcerias com a mídia do Facebook também anunciou que os vídeos jornalísticos ganharão um novo espaço na sessão de vídeo da rede social. A Watch será destinada a abrigar vídeos jornalísticos. A seção poderá ser usada por veículos de mídia para publicar notícias urgentes. Para Adam Mosseri, vice-presidente do Facebook, que também participou do evento, acredita que essa área pode ser bastante acessada durante grandes eventos. Facebook x Murdoch Campbell comentou ainda a recente declaração de Rupert Murdoch, presidente da News Corp. Para ele, o Facebook deve pagar aos veículos de imprensa pelas notícias expostas na rede social. "Nunca diga nunca", disse a diretora, acrescentando que o Facebook não deve pagar publicadores por seu conteúdo.

G1

Tue, 13 Feb 2018 20:03:17 -0000 -


Em carta aberta anual na qual responde perguntas sobre sua fundação, eles também criticaram os cortes propostos por Trump na ajuda externa fornecida pelos EUA. Bill e Melinda Gates concedem entrevista em Nova York Shannon Stapleton O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deveria tratar as pessoas, especialmente as mulheres, com mais respeito e continuar a investir em países mais pobres por causa da segurança global, disse o casal Bill e Melinda Gates, nesta terça-feira. Em carta aberta anual na qual responden perguntas sobre sua fundação, eles criticaram os cortes propostos por Trump na ajuda externa fornecida pelos EUA e disseram que ele tinha a responsabilidade de dar bom exemplo e encorajar todos os norte-americanos através de suas declarações e políticas. "Desejo que o nosso presidente trate as pessoas, e especialmente as mulheres, com mais respeito quando fala e usa o Twitter", disse Melinda Gates na carta. "A igualdade é um importante princípio nacional. A inviolabilidade de cada indivíduo, independentemente de raça, religião, orientação sexual ou gênero, é parte do espírito do nosso país." Durante a campanha eleitoral de 2016 contra a candidata presidencial democrata Hillary Clinton, Trump foi criticado por insultar as mulheres, e por suas observações, capturadas em vídeo, em que se gabava de apalpá-las. A carta, em que Bill e Melinda Gates se propuseram a responder "as 10 perguntas mais difíceis", também menciona os planos da Trump de cortar dinheiro gasto para combater doenças e pobreza no exterior. "Esses esforços salvam vidas... e eles deixam os norte-americanos mais seguros ao tornar os países pobres mais estáveis ​​e acabar com os surtos de doenças antes de se tornarem pandemias", disse Bill Gates. "O mundo não é um lugar seguro quando mais pessoas estão doentes ou com fome." A proposta da Trump de cortar fundos para a diplomacia e a ajuda externa enfrentou resistência no Congresso na segunda-feira, uma vez republicanos juntaram-se aos democratas na oposição às reduções.

G1

Tue, 13 Feb 2018 18:26:58 -0000 -

'Moedas virtuais como o bitcoin são sujeitas a extrema volatilidade dos preços', disseram os órgãos reguladores de bancos, títulos e seguros da União Europeia. Moedas virtuais, como o bitcoin, apresentaram claros sinais de que enfrentam uma bolha de preços, e consumidores podem perder todo seu dinheiro, alertaram nesta segunda-feira (12) os órgãos reguladores de bancos, títulos e seguros da União Europeia. A cotação do bitcoin, a criptomoeda mais conhecida, subiu mais de 1.000% em 2017. Neste ano, no entanto, a moeda já derreteu em quase metade de seu valor, em meio à crescente pressão regulatória de países. Os órgãos europeus afirmaram em comunicado conjunto que essas moedas virtuais são produtos não regulados, inadequados como investimentos, poupanças ou produtos de planejamento de aposentadoria e, por isso, apresentam alto risco para quem apostar nelas. Os órgãos reguladores alertaram ainda que as informações para consumidores que querem comprar moedas virtuais são "na maioria dos casos incompletas, difíceis de entender, não informam corretamente os riscos... E podem, então, ser enganosas". "Moedas virtuais como o bitcoin são sujeitas a extrema volatilidade dos preços e mostraram sinais claros de uma bolha de preços. Consumidores comprando essas moedas devem estar cientes de que há um alto risco de que irão perder uma grande quantia, ou até mesmo tudo, do dinheiro investido", disseram. O alerta foi solicitado pelo vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, que disse no mês passado que o bloco precisa impedir que criptomoedas se tornem um "símbolo para comportamento ilegal". Dombrovskis disse que haverá um encontro de autoridades-chave e do setor privado muito em breve para discutir a situação a longo prazo para criptomoedas, além das atuais oscilações do mercado. Na semana passada, a Alemanha e a França pediram para o Grupo das 20 maiores economias, o G-20, discutir uma possível regulamentação de criptomoedas em seu próximo encontro.

G1

Mon, 12 Feb 2018 20:30:46 -0000 -


O código do "iBoot", pacote de software responsável pela inicialização do sistema iOs usado nos celulares iPhone tablets iPad, vazou na web. O código tem cerca de dois anos, pois pertence ao iOS 9.3. A Apple confirmou a veracidade do código, enviando uma notificação de direitos autorais ao site "Github", onde o código chegou a ser disponibilizado.O Github é um site muito usado por programadores de software para coordenar projetos. O serviço hospeda os códigos em "repositórios" e registra contribuições de cada programador, permitindo modificações sejam revisadas, acompanhadas e, se necessário, desfeitas. Para programas que mantiverem seu código público, o serviço é gratuito.O repositório criado para o código do iBoot não está mais disponível sob a justificativa de uma "notificação DMCA "(a lei de direito autoral norte-americana). O código já havia sido replicado em outros locais antes de ser colocado no Github e é bastante provável que cópias do código ainda existam na rede.Em comunicado, a Apple confirmou o vazamento e minimizou o impacto na segurança dos dispositivos. "Um código-fonte antigo de três anos atrás parece ter sido vazado, mas, desde o projeto, a segurança dos nossos produtos não depende do sigilo do nosso código-fonte. Há muitas camadas de proteção em hardware e software embutidas em nossos produtos e sempre encorajamos nossos consumidores a atualizar para o software mais recente para se beneficiar das proteções mais recentes", disse a empresa.O software da Apple é parcialmente baseado no BSD, um sistema operacional de software livre. Isso significa que uma boa parte dos códigos usados pela Apple já são de conhecimento público. Em determinadas áreas, como no caso do "iBoot", os códigos são fechados. A justificativa da Apple de que a segurança dos seus produtos "não depende do sigilo do código-fonte" é uma provável referência a esse fato.Embora o código seja antigo e possivelmente incompleto, ainda existe uma possibilidade de que partes do código ou outra programação semelhante continue existindo no iOS. Os maiores beneficiados podem ser os desenvolvedores e utilizadores do "jailbreak", o desbloqueio do iPhone que permite a instalação de aplicativos fora da App Store.Por definição, o processo de jailbreak, embora não seja ilícito, fragiliza a segurança do iPhone.Imagem: Traseira do iPhone (Foto: G1)Outros vazamentosUma chave de segurança de um "compartimento secreto" do iPhone vazou na web em agosto de 2017. A chave deve permitir que curiosos decodifiquem a programação executada pelo Secure Enclave Processor (SEP), uma área ultrassegura do iPhone.Mas a Apple não é a unica a sofrer vazamentos. Em junho de 2017, a Microsoft confirmou que parte do código-fonte do Windows 10 também vazou. Em 2004, um vazamento notório jogou na internet a maior parte do código-fonte do Windows 2000. Apesar de antigo, muitos trechos do sistema lançado em 1999 ainda guardam semelhança com versões do Windows amplamente utilizadas, especialmente o Windows 7.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Mon, 12 Feb 2018 16:30:01 -0200 -


A agência de notícias russa Interfax noticiou que engenheiros foram presos depois de tentarem usar um supercomputador do Centro Nuclear Federal Russo localizado na cidade de Sarov para minerar uma criptomoeda. O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) começou a investigar o caso quando os engenheiros tentaram conectar o supercomputador à internet.Sarov é uma cidade notória pela pesquisa e atividade nuclear. A primeira bomba atômica da União Soviética foi desenvolvida lá, a mais de 500 km ao leste de Moscou.O local tem acesso restrito e controlado por militares, que verificam quem está autorizado a entrar, segundo conta o site "Russia Beyond". Segundo o "Mash", um serviço de notícias russo operado através do aplicativo Telegram, os computadores do centro de pesquisa normalmente não têm acesso à internet -- que é necessário para participar do processo de mineração de criptomoedas -- e foi essa conexão que alertou as autoridades.O número de pessoas detidas não foi divulgado.A mineração é um processo computacional repetitivo e intenso por meio do qual são encontrados números que fecham os chamados "blocos" que compõem o banco de dados descentralizado das criptomoedas. O processo se assemelha a uma loteria: quanto mais poder de processamento está disponível, mais "apostas" é possível fazer, aumentando as chances de fechar o bloco e receber a recompensa -- na forma de criptomoedas.Muitas empresas e indivíduos se especializam no processo de mineração, adquirindo hardware caro e buscando fontes baratas de energia para diminuir os custos da atividade. Já criminosos virtuais têm realizado ataques para tirar proveito de máquinas de terceiros para realizar a mineração. Como a venda de criptomoedas não é coibida, é bastante fácil transformar o "lucro" dessa operação em dinheiro real.Imagem: Ilustração de Bitcoin (Foto: Dado Ruvic/Reuters)Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Mon, 12 Feb 2018 15:00:01 -0200 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Como identificar aplicativos espiões instalados no celular? Oi, Ronaldo! O meu ex-namorado afirma ter instalado um aplicativo espião no meu celular e agora está ameaçando divulgar as minhas conversas pessoais na internet. Como é que eu faço para identificar se existe algum programa instalado no meu celular? Nádia   Olá, Nádia! O uso desse tipo de tecnologia requer acesso físico ao celular, é pouco provável que alguém tenha feito a instalação remota de um aplicativo "espião" no seu aparelho. Mas se isso aconteceu, ele não fica visível entre os aplicativos instalados. Para identificá-lo você precisará instalar um app chamado Hidden Apps, disponível gratuitamente na Google Play. Para usar o Hidden Apps, siga os passos descritos abaixo:    1 - Execute o app e aguarde o término da varredura em busca de aplicativos ocultos.                               2 - Analise os aplicativos exibidos no relatório; alguns apps não permitirão a sua remoção através da interface do Hidden Apps. Nesse caso será preciso fazer uma cópia de segurança dos seus arquivos importantes e redefinir as configurações de fábrica do aparelho. Depois de ter o celular "formatado" reinstale o Hidden Apps e verifique se o app malicioso permanece na lista.    O procedimento indicado acima só não irá funcionar se o app tiver sido instalado como arquivo de sistema com o ROOT habilitado.   >>> Como recuperar login antigo no Facebook? Olá, Ronaldo! Eu preciso da sua ajuda para recuperar o acesso a minha conta antiga no Facebook. Como devo proceder? Marcelo Martins   Olá, Marcelo! Para redefinir a sua senha do Facebook basta acessar a página da rede social e solicitar o envio de um link para o cadastro de uma nova senha. Esse link será enviado para a conta de e-mail vinculada o perfil, se você cadastrou o número do seu telefone celular será possível solicitar a redefinição da senha através de um código enviado por mensagem de SMS. Se você não lembra das credenciais de acesso para a sua conta de e-mail, será necessário reavê-la. A coluna Tira-dúvidas de tecnologia já apresentou um guia detalhado sobre como recuperar a senha nos principais serviços de e-mail.   >>> Como recuperar conta no Instagram Olá, Ronaldo! O meu celular foi roubado e agora eu não consigo entrar na minha conta no Instagram. Você tem alguma dica sobre como recuperar a senha de acesso? Deise    Olá, Deise! O sucesso na recuperação da senha do Instagram irá depender se você ainda tem acesso a sua conta de e-mail vinculada ao perfil ou o número de telefone celular.   Para tentar redefinir o login, siga os passos descritos abaixo:    1 - Abra o app do Instagram e toque na opção "Obtenha ajuda para entrar".   2 - Toque na opção "Usar nome de usuário ou e-mail".   3 - Informe o nome do usuário e toque na seta para solicitar o reconhecimento da conta.    4 - Acesse a conta de e-mail associada ao perfil no Instagram, e siga as instruções para cadastrar uma nova senha.    5 - Acesse a sua conta e altere o nome de usuário.    Existe a possibilidade de tentar recuperar o login, desde que você tenha vinculado previamente a sua conta do Instagram ao seu perfil no Facebook. Para verificar se essa opção está ativa, acesse esse link (aqui) e pesquise se o Instagram está autorizado a fazer o login compartilhado.   Imagens: Reprodução/G1

G1

Sun, 11 Feb 2018 12:00:01 -0200 -


País asiático acaba de implantar entre seus agentes tecnologia que permite rastrear a identidade e os antecedentes de uma pessoa. Através dos novos óculos inteligentes, polícia pode fotografar e acessar base de dados. France Presse A cada dia, dezenas de milhares de pessoas passam pela estação ferroviária de Zhengzhou, no leste da China. Agora, lentes de um óculos de última geração permitirão que policiais identifiquem, na multidão, os antecedentes criminais de quem desejarem - e em tempo real. Com os óculos de reconhecimento facial, cujas lentes são compostas de um vidro colorido, o policial pode tirar uma foto ou ter acesso imediato a uma base de dados sobre suspeitos. A ideia é permitir identificar mais rapidamente foragidos... e controlar mais, a nível estatal, cada uma das pessoas que transitam pelas megacidades do país. Se alguma irregularidade é detectada, o agente pode checar informações como nome e endereço da pessoa e pedir reforço para a captura do suspeito. O reconhecimento facial, tecnologia por trás dos óculos, só tem crescido nos últimos anos na China. O sistema começou a ser usado no primeiro dia de fevereiro e, desde então, permitiu a captura de sete suspeitos de diferentes crimes, desde abusos a tráficos humanos, segundo veículos locais. A polícia começou a usar o equipamento na estação de Zhengzhou, mas já ampliou a sua aplicação para outros pontos da cidade. Através deste método - segundo um informe publicado pelo jornal oficial do Partido Comunista da China, o People's Daily -, as autoridades conseguiram identificar 26 pessoas que usavam documentos de identidade falsos. Mas esta tecnologia não é perfeita. Um dos maiores obstáculos dos softwares de reconhecimento facial é conseguir rastrear os rostos de pessoas em imagens em movimento filmadas por câmeras. Mas Wu Fei, diretor executivo da LLVision Technology Co, empresa responsável pela fabricação dos óculos, garantiu à revista The Verge que o equipamento garante à polícia "capacidade de ter o controle desde qualquer lugar". Através dos novos óculos inteligentes, polícia pode fotografar e acessar base de dados France Presse "Ao produzir óculos com inteligência artificial na parte da frente, se obtém informações instantâneas e precisas. Você pode decidir em seguida qual vai ser a sua próxima ação". A LLVision diz que o equipamento é capaz de reconhecer indivíduos em uma base de dados de 10 mil suspeitos em apenas 100 milisegundos - mas adverte que os níveis de precisão podem variar devido ao "ruído ambiental". Vigilância 'onipresente' A China é líder mundial em reconhecimento facial e faz questão de lembrar constantemente a seus cidadãos que é impossível escapar dessa vigilância. Na verdade, o país tem a maior rede de videovigilância do mundo: são 170 milhões de câmeras ativas em diversas cidades, com previsão de instalação de outras 400 milhões nos próximos anos. Muitas destas câmeras também são capazes de fazer reconhecimento facial. Segundo as autoridades, o sistema de videovigilância serve não só para evitar crimes, mas também para prevê-los. Mas alguns temem que o país use essas tecnologias para seguir dissidentes políticos ou determinadas minorias étnicas. "Há olhos invisíveis que sempre te seguem, não importa o que você faça", disse à BBC Ji Feng, um poeta crítico ao governo. William Nee, pesquisador da Anistia Internacional para a China, disse ao jornal americano The Wall Street Journal que "o potencial de dar aos oficiais de polícia tecnologias de reconhecimento facial com óculos poderia fazer do estado de vigilância na China algo cada vez mais onipresente". O governo chinês também está montando um "sistema de crédito social" para pontuar o compartamento dos seus 1,3 bilhão de habitantes - em uma espécie de ranking de confiança com base nas condutas dos cidadãos. Por agora, se trata de um projeto piloto em que participam oito empresas chinesas, chanceladas pelo Estado. Mas, para o ano de 2020, todos estarão obrigatoriamente incluídos nesta enorme base de dados. Organizações de direitos humanos como a Human Rights Watch dizem que o massivo sistema de coleta de dados pela polícia é "uma violação da privacidade" e visa "seguir e prever as atividades dos dissidentes". A China não tem tribunais independentes e carece de leis que protejam a privacidade de seus cidadãos.

G1

Sat, 10 Feb 2018 00:00:34 -0000 -


Empresa recebeu proposta de aquisição de US$ 121 bilhões. Snapdragon, chip da Qualcomm Divulgação/Qualcomm A Qualcomm advertiu nesta sexta-feira (9) que pode perder dois grandes clientes se aceitar a oferta de compra de US$ 121 bilhões feita pela fabricante de chips Broadcom. Acrescentou que não vê chance de aprovação regulatória de um acordo. A Qualcomm tem entre seus clientes empresas como Apple, Samsung, Huawei, LG, Oppo, Sony, Vivo e Xiaomi. Em declaração que acompanhou sua carta ao presidente-executivo da Broadcom, Hock Tan, na quinta-feira (8), a empresa deu mais detalhes sobre suas ressalvas sobre o acordo. Qualcomm anuncia fábrica de chips para smartphones e internet das coisas no Brasil Brasil pode sair na frente em Internet das Coisas, diz CEO da Qualcomm Segundo a Qualcomm, dois clientes, que são responsáveis por mais de US$ 1 bilhão em receita de chips, prometeram se afastar se o acordo for firmado. Os dois, diz a empresa, que não confiam na capacidade da Broadcom de continuar liderando a tecnologia. A Broadcom, que faz chips de conectividade para produtos como celulares e servidores, abordou a Qualcomm em novembro do ano passado. União Europeia multa Qualcomm em € 1 bilhão por abuso de poder econômico Depois de ter sua primeira oferta rejeitada, a Broadcom elaborou uma lista de nomes do mercado e favoráveis a ela para integrar o conselho da Qualcomm. Os acionistas da Qualcomm devem votar sobre as nomeações em 6 de março. A empresa procura encontrar um equilíbrio entre resistir às propostas da Broadcom e atender de alguma forma o anseio dos acionistas. Eles pressionam para a companhia se envolver com a rival caso o acordo fique mais atraente.

G1

Fri, 09 Feb 2018 20:57:29 -0000 -


Waymo esperava receber US$ 1,9 bilhão depois de acusar o Uber de usar segredos de seu projeto de carro sem motorista. Carro autônomo do Uber visto em garagem da empresa em São Francisco Eric Risberg/AP A Waymo, empresa do grupo Alphabet, e o Uber chegaram nesta sexta-feira (9) a um acordo na disputa judicial sobre carros autônomos, encerrando o julgamento que havia começado na última segunda-feira nos Estados Unidos. Acusado de roubar segredos sobre o projeto de carro sem motorista do Google, o Uber aceitou pagar cerca de US$ 245 milhões à Waymo. A Waymo processou o Uber e esperava receber cerca de US$ 1,9 bilhão em indenização, além de um pedido de desculpas. No entanto, o novo CEO da empresa de mobilidade, Dara Khosrowshashi, apenas expressou "arrependimento" pelas ações da empresa em um comunicado. Ele reafirmou que o Uber não utilizou possíveis segredos da Waymo nos seus carros autônomos. O acordo ainda contém uma cláusula garantindo que nenhuma informação confidencial da Waymo seja usada nos carros autônomos do Uber. "Estamos trabalhando com a Waymo para garantir que nosso Lidar e software sejam apenas resultado de nosso trabalho", afirmou. O fim da disputa permite que o Uber coloque outro escândalo para trás e avance com o desenvolvimento de tecnologia de direção autônoma após a tumultuada liderança do ex-presidente Travis Kalanick, que testemunhou no julgamento na terça e quarta-feira. A disputa Projeto de veículo autônomo do Google se transformou na Waymo AP / Eric Risberg A Waymo afirmou que o ex-engenheiro Anthony Levandowski baixou mais de 14 mil arquivos confidenciais de seu programa de carros autônomos, antes de pedir demissão e abrir sua própria empresa chamada Otto. A Otto seria uma empresa especializada em tecnologia autônoma para caminhões, que foi comprada pelo Uber em junho passado por US$ 680 milhões. Levandowski então passou a trabalhar no projeto de carros sem motorista do Uber, que alegou nunca ter usado nenhuma informação da rival. A start-up afirma ainda que sua tecnologia de sensores é diferente e foi desenvolvida antes da chegada do engenheiro. Apesar disso, a empresa decidiu afastar Levandowski do programa de carros autônomos após a acusação da Alphabet e, posteriormente, acabou demitindo o engenheiro, dizendo que ele se negou a ajudar no processo jurídico. Levandowski nunca falou publicamente sobre as acusações e a justiça não acusou ninguém de roubo. O engenheiro não foi réu no caso.

G1

Fri, 09 Feb 2018 18:08:47 -0000 -


Processos não são voltados a pessoas físicas; 'corrente de blocos' registra informações de contratos com derivativos de balcão. Fachada de agência do banco Itaú no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters O Itaú implantou a tecnologia-chave por trás do bitcoin e de outras criptomoedas em uma de suas operações financeiras. O banco faz parte de uma onda de instituições financeiras que mantêm distância das moedas virtuais, por não serem reguladas nem obedecerem regras de autoridades financeiras, mas veem com bons olhos a “blockchain” (corrente de blocos, em tradução literal), tecnologia fundamental para essas divisas. Espécie de grande “livro contábil digital", a "blockchain" registra vários tipos de informações de forma segura, criptografada e verificável. Além disso, esses dados podem ser armazenados de forma distribuída, ou seja, por vários computadores. Isso impede que a supressão de alguma informação inviabilize a reconstituição da corrente inteira. Imagine um “livro contábil”, cujas "páginas" estão armazenadas em várias "bibliotecas" espalhadas pelo mundo. Apagar o conhecimento presente nesta publicação é difícil, porque suas várias “cópias” não estão no mesmo lugar. Alterar esse conhecimento também é tarefa árdua, já que as informações impressas nessas “folhas” foram codificadas. Entenda o que é blockchain, a tecnologia por trás do bitcoin “Essa é uma tecnologia em que a gente aposta, olhando a força da segurança e da criptografia que ela tem, além da forma transparente com que as transações podem acontecer, o que dá maior visibilidade para todos os integrantes”, diz Cristiano Cagne, diretor de operações do Itaú Unibanco. O executivo diz que o banco é o primeiro brasileiro a implantar uma solução baseada nessa tecnologia. Corrente de blocos Funcionando plenamente desde janeiro, a tecnologia é chamada de Blockchain Collateral e não é voltada aos clientes pessoa física do banco. Os dados registrados nessa “corrente de blocos” são as chamadas de margem de garantias de derivativos negociados em balcão. Essas operações são contratadas junto por investidores que querem se proteger da variação futura de um ativo. O derivativo prevê uma margem segura de flutuação da cotação. Como os pagamentos são feitos apenas ao final da vigência do acordo, o contratante tem que fazer um depósito assim que a operação é realizada. Ou seja, dá uma garantia de que vai saldar a dívida. Só que esse valor muda conforme a oscilação do preço do ativo que dá lastro ao contrato e com uma fórmula acordada entre as partes. Esse cálculo é alvo de intensa discussão entre os envolvidos. “Anteriormente, você tinha uma troca de e-mail infindável e e-mail não é uma das melhores formas de guardar e validar esse tipo de situação”, explica Cagne. Um bloco só Para facilitar esse processo, a “blockchain” do Itaú registra a fórmula para calcular essa margem. “Aquilo fica criptografado e definitivamente gravado. Se, por qualquer tipo de problema no futuro, for necessário recorrer àquela situação, ela está ali. E a partir dali é que se tem uma discussão, mesmo que jurídica.” A “corrente de blocos” do banco funciona de forma diferente da de moedas virtuais, em que todas as trocas de valores é que são registradas e ficam visíveis para qualquer um. Como são as transações de moedas que entram nos “blocos”, o emparelhamento deles forma uma grande cadeia. No Blockchain Collateral, há só um bloco. “A gente não está fazendo diversos blocos, porque eu não tenho por que dar transparência de uma operação que eu fechei com o banco A para bancos C, D e E. É diferente da criptomoeda, em que você tem que fazer isso. Todo mundo precisa ver e todo mundo precisa concordar. Aqui, são só as duas partes que precisam concordar”, diz o diretor do Itaú. Por enquanto, o Itaú adotou a “blockchain” para contratos de derivativos de balcão com outros bancos. Dois já participam da iniciativa e outros dois manifestaram interesse. Os nomes deles não foram revelados. A tecnologia usada pelo banco brasileiro utiliza a plataforma Corda, criada e mantida pelo consórcio internacional R3. A organização reúne instituições financeiras e empresas de tecnologia, como Microsoft, Intel e Oracle, que desenvolve soluções de “blockchain”. Além do Itaú, o Bradesco também faz parte da R3.

G1

Fri, 09 Feb 2018 09:00:57 -0000 -


O Google anunciou nesta quinta-feira (8) que o navegador Chrome marcará todos os sites sem o "cadeado de segurança" como "não seguros" a partir do Chrome 68, que deve ser lançado em julho de 2018. O cadeado, o rótulo "seguro" e o "https" no início do endereço do site, denotam uma página que usa criptografia para impedir que o tráfego seja interceptado ou modificado por terceiros. Navegadores web sempre identificaram essas páginas ditas "seguras" de uma forma ou de outra -- o símbolo mais reconhecido é o cadeado --, mas o Chrome inverterá a regra para marcar as páginas simples como "não seguras".Sites comuns são aqueles que trafegam pela rede de forma pura e legível em "HTTP". Sites HTTPS utilizam criptografia para embaralhar os dados da página de tal maneira que só o navegador do visitante possa desembaralhá-la. Esse processo impede dois ataques: 1. a leitura da página por um espião que possa estar interceptando conexão;2. adulterações: como os dados estão embaralhados, uma alteração criaria uma página corrompida.O alerta de site "não seguro" já é exibido pelo Chrome em páginas sem criptografia que apresentam campos para a digitação de números de cartão de crédito ou senhas. Dessa maneira, o navegador dá destaque para o risco de dados serem interceptados.A ausência de criptografia permite que qualquer página visitada, mesmo aquelas que só possuem conteúdo estático, estão sujeitas a serem interceptadas ou adulteradas quando não estiverem trafegando em uma conexão criptografada.Muitos sites, inclusive sites de instituições financeiras até alguns anos, usavam criptografia apenas em páginas sensíveis, deixando de lado o recurso em suas páginas iniciais ou informativas. Pela nova regra do Chrome, sites que ainda fizerem isso serão marcados como "não seguros".Imagem: Avisos de página não segura no Firefox (superior) e Chrome. (Foto: Reprodução)Uso de criptografia está aumentandoAlém dos avisos no Chrome, o Google vem oferecendo outros incentivos para sites criptografados. Páginas criptografadas têm tido preferência em resultados de buscas, por exemplo. Esses incentivos contribuíram para o aumento da adoção da criptografia HTTPS.De acordo com o Google, 68% do tráfego dos sites visitados por usuários do Chrome no Windows e o Android já é criptografo. Entre usuários de macOS e Chrome OS, a proporção é ainda mais alta: 78%. Dos 100 maiores sites da web, 81 já utilizam conexões seguras e criptografadas para todas as suas páginas.Em 2016, esses números eram menores: 42% do tráfego de usuários de Windows e Android era criptografado e 37 dos 100 maiores sites usavam criptografia em todas as páginas.Sites pequenos também se beneficiaram com a disponibilidade de certificados gratuitos para o uso de criptografia. O HTTPS depende da presença de um certificado de segurança. Esses certificados são, em grande parte, emitidos por empresas especializadas, que cobram pelo serviço. No entanto, a organização sem fins lucrativos "Let's Encrypt" e outras iniciativas de certificados grátis derrubaram o custo para adoção da tecnologia.Imagem: Aviso de site seguro no Chrome em visita á Wikipedia. (Foto: Reprodução)Sites 'seguros', porém falsosEmbora o uso do "HTTPS" indique que um site use criptografia, isso não significa que o site é "legítimo" ou "seguro". Sites clonados, fraudulentos e falsos podem apresentar o cadeado e o rótulo de "seguro" com facilidade, desde que não utilizem o endereço real do site. Por exemplo, se uma instituição financeira tivesse o endereço "banco.exemplo.br", um criminoso poderia colocar um site falso em "banc0.exemplo.br" (com o número zero no lugar da letra "O") e ainda receber um certificado de segurança e o rótulo de "seguro". Isso é possível porque ele está em um endereço diferente do site verdadeiro -- ainda que a diferença seja mínima.O cadeado de segurança e o HTTPS são uma garantia a mais e necessária para a navegação segura na web, mas eles não dispensam uma verificação cuidadosa do endereço acessado.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Fri, 09 Feb 2018 06:00:01 -0200 -


O Hospital Geral do Condado de Decatur, no estado norte-americano do Tennessee, informou que um de seus servidores responsável por abrigar registros médicos foi comprometido por hackers, que instalaram na máquina um software para mineração de criptomoeda. O sistema abrigava dados de 22 mil pacientes. O incidente ocorreu em novembro, segundo o hospital.A mineração de criptomoedas é uma atividade que faz uso intenso do hardware do computador. O objetivo é calcular uma fórmula repetidas vezes para encontrar um "número mágico" capaz de fechar um "bloco". Um bloco fechado é incluído na rede da criptomoeda para confirmar as transações feitas pelos usuários e recompensar o minerador com moedas virtuais.Como a mineração normalmente gera custos elevados de aquisição de hardware e consumo elétrico, a invasão de sistemas repassa esse custo para as vítimas dos hackers, que ficam só com lucro da atividade. Como o interesse dos hackers estava no uso do hardware da máquina para a mineração de criptomoeda, O hospital disse não ter qualquer evidência de que os hackers tenham acessado os registros médicos dos pacientes. O servidor armazenava nomes, identificadores de segurança social (algo semelhante um "CPF" norte-americano), endereços, datas de nascimento e informações sobre as doenças e o tratamento de cada paciente.Apesar de não crer na possibilidade de acesso não autorizado a esses dados, o hospital afirmou que fornecerá monitoramento de crédito gratuito para os pacientes.Mineração de Bitcoin não é lucrativa em hardware comum. Moeda minerada em servidor de hospital não foi informada. (Foto: Leszek Soltys/Freeimages.com)Não foi informado o nome da criptomoeda minerada, mas moedas mais populares, como o Bitcoin não podem mais ser mineradas de forma lucrativa com hardware comum. Invasores normalmente optam por minerar criptomoedas "alternativas", especialmente a Monero.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Thu, 08 Feb 2018 18:35:01 -0200 -


Organização de padronização gráfica liberou as novas imagens animadas que chegam aos teclados dos smartphones a partir de agosto. Emojis que serão liberados em 2018. Divulgação/Unicode Consortium Imagens de pessoas de cabelo crespo, carecas, ruivas e super-heróis e super-vilões homens e mulheres estão entre os 157 emojis que devem chegar em 2018 aos teclados de smartphones e aparelhos conectados, informou a Unicode Consortium, a organização responsável pela padronização gráfica para o setor de tecnologia, nesta quarta-feira (7). As novas carinhas animadas estão presentes na atualização do pacote de símbolos e caracteres, o Unicode 11.0, que começará a ser liberado a partir de junho deste ano. A partir daí, cada desenvolvedora de plataforma conectada está livre para adaptar os modelos para seus próprios padrões gráficos. Com isso, as novas imagens devem começar a chegar aos smartphones entre agosto e setembro, afirma o órgão. A Unicode é uma organização sem fins lucrativos formada por executivos de empresas de tecnologia destinada a criar padronizações gráficas, como a dos caracteres. Se a última grande novidade dos emojis havia sido a possibilidade de mudar o tom da pele das carinhas, o que ocorreu em 2015, dessa vez o carro-chefe desse novo pacote são os vários tipos de cabelo: Ruivo Crespo Grisalho Careca Há também novas imagens para partes do corpo, como: Perna Pé Testa Osso Dente O Unicode 11.0 também incluirá 10 novos bichos: Guaxinim Lhama Hipopótamo Canguru Texugo Cisne Pavão Papagaio Lagosta Mosquito Entre os alimentos, são seis as novidades: Manga Alface Bagel Torta da lua cupcake saleiro

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Thu, 08 Feb 2018 17:31:16 -0000 -