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Indicadores e notícias sobre a economia no Brasil e no mundo. Dados para posicionamento de empresários e dicas para gerir suas finanças pessoais.

Construtora e incorporadora enfrenta um processo de recuperação judicial. A construtora e incorporadora PDG Realty informou ao mercado na noite desta terça-feira (19) que seu conselho de administração decidiu substituir a empresa de auditoria Ernst & Young (EY) pela PP&C. A construtora justificou a troca dos auditores como uma necessidade de adequação das despesas à sua situação financeira atual, uma vez que enfrenta um processo de recuperação judicial. A empresa comunicou ainda que o conselho de administração passará a ter Wladimir Rodney Palermo como vice-presidente, enquanto Pedro Bulhões Carvalho da Fonseca foi reeleito como presidente do colegiado. Ex-líder do setor imobiliário, PDG perdeu quase 99% do valor Recuperação judicial da PDG envolve dívidas de R$ 6,2 bilhões e 512 empresas Segue a íntegra do comunicado: “Alteração de Auditor Independente e Eleição de Presidente do Conselho Em atendimento ao disposto no art. 28 da Instrução CVM nº 308/99, conforme alterada, a PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações - Em Recuperação Judicial (“Companhia”) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que o seu Conselho de Administração, em reunião realizada na presente data, deliberou pela substituição dos atuais auditores independentes da Companhia, a Ernst & Young Auditores Independentes S/S ("EY") pela PP&C Auditores Independentes S/S, com início das suas atividades a partir da revisão das informações trimestrais (ITRs) do segundo trimestre de 2018. Considerando que a Companhia se encontra, atualmente, em processo de recuperação judicial, a decisão pela substituição do auditor independente visa adequar o patamar de despesas da Companhia à sua situação financeira atual. A Companhia ainda comunica que obteve a anuência da EY para a referida substituição, em atendimento ao exigido pelo art. 28 da Instrução CVM nº 308/99, conforme alterada. Por fim, a Companhia comunica que, na mesma reunião do Conselho de Administração realizada nesta data, os Srs. Pedro Bulhões Carvalho da Fonseca e Wladimir Rodney Palermo foram eleitos, respectivamente, para os cargos de Presidente e Vice Presidente do Conselho de Administração da Companhia, conforme o procedimento disposto no parágrafo 1º do art. 12 do Estatuto Social da Companhia. São Paulo, 19 de junho de 2018.”

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Wed, 20 Jun 2018 15:01:52 -0000 -


Windows 10 mini Reprodução O Windows 10 possui um recurso chamado Superfetch, que identifica os programas mais usados e, para melhorar o desempenho do sistema, realiza o carregamento das suas principais bibliotecas na memória RAM. Mas, devido a uma falha ainda não corrigida pela Microsoft, alguns equipamentos podem apresentar uma drástica perda de performance por causa do alto consumo de recursos do processador, mesmo quando nenhum programa estiver em execução. Nesta coluna, será apresentada uma dica sobre como resolver o problema de lentidão no Windows causado pelo Superfetch. Sobre o problema A lentidão do Windows pode ter várias origens, mas, quando identificada num PC que já recebeu manutenção periódica, não apresenta vírus, foram resolvidos todos os conflitos de chaves no registro e, mesmo assim, a execução do sistema está comprometida, é provável que a origem do problema esteja relacionada ao Superfetch. Vale salientar que esse recurso só é ativado em computadores que utilizam discos rígidos convencionais. Para resolver esse problema, siga os passos descritos abaixo: 1. Digite "Serviços" na caixa de busca do Cortana, e tecle ENTER. 2. Localize e clique a opção "Superfetch" entre os serviços exibidos pelo gerenciador. Superfetch Reprodução 3. Altere o "Tipo de inicialização" para "Desativado". 4. Clique em "Parar", na opção "Status do serviço". 5. Clique em "Aplicar" e depois em "OK", para salvar as alterações. Superfetch desativado Reprodução 6. Reinicie o PC para recarregar as definições de sistema. Essa solução paliativa é recomendada apenas para os leitores que tiverem identificado perda de desempenho do Windows 10 nas condições mencionadas acima. O aumento da performance só será percebido nos computadores atingidos pela falha. Quando a correção for disponibilizada através de atualização do sistema, os passos descritos nessa dica deverão ser refeitos e reativado o Superfetch.

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Wed, 20 Jun 2018 15:00:42 -0000 -


Investimento será aplicado pela belgo-mineira Bekaert Artefatos de Arame para elevar em 35% a capacidade de produção de cordas de aço da fábrica; empresa detém participação majoritária na empresa. ArcelorMittal, siderúrgica produtora de aço Reuters A ArcelorMittal anunciou nesta quarta-feira (20) investimento de R$ 107 milhões nos próximos três anos para aumentar capacidade de produção de um tipo de aço voltado para reforço da estrutura de pneus de carros e caminhões e fabricado por unidade da empresa em Itaúna (MG). O investimento será aplicado pela Belgo-Mineira Bekaert Artefatos de Arame (BMB) para elevar em 35% a capacidade de produção de cordas de aço (steel cord) da fábrica, afirmou a ArcelorMittal, que detém participação majoritária na empresa. Além da infraestrutura, os recursos serão usados em instalação de uma nova linha de latonagem (cobertura do arame com camada de latão), máquinas de trefilação e cablagem. "A estratégia de expansão tem o objetivo de fortalecer a nossa posição de liderança no segmento e ampliar a atuação da companhia no mercado latino-americano", disse o presidente da Belgo Bekaert, Ricardo Garcia, em comunicado. A expectativa é que as obras de ampliação comecem no início do segundo semestre. Bekaert e ArcelorMittal operam atualmente dez fábricas no Brasil, por meio de parcerias, nas quais o grupo siderúrgico detém participação majoritária. As vendas de veículos no Brasil neste atravessam forte alta, se recuperando após quatro anos seguidos de queda. De janeiro a maio, os licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no país acumulam crescimento de 17% e a produção tem alta de 12% sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados da associação de montadoras, Anfavea.

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Wed, 20 Jun 2018 13:50:33 -0000 -

Na véspera, o Ibovespa subiu 2,26%, aos 71.394 pontos. O principal índice acionário da B3 opera sem viés definido nesta quarta-feira (20), apesar da diminuição da aversão a risco no exterior, enquanto a cautela com incertezas político-eleitorais locais seguia no radar. Às 13h15, o Ibovespa subia 0,27%, aos 71.584 pontos. Veja mais cotações. No front doméstico, o viés positivo ganhava respaldo das expectativas por votações na Câmara dos Deputados, como a do cadastro positivo e do projeto de cessão onerosa, além da aposta na manutenção da taxa básica de juros pelo Banco Central nesta sessão. No exterior, a diminuição da cautela em relação a uma guerra comercial entre Estados Unidos e China trazia algum alívio, com o índice de ações de mercados emergentes MSCI em alta de 0,59%. No entanto, analistas destacam que o tema ainda é sensível. "Nada indica que estas iniciativas (de imposição de tarifas) serão revertidas pelo governo dos EUA, muito pelo contrário", escreveram analistas da Guide Investimentos em nota a clientes. Destaques As ações da Petrobras avançavam mais de 3%, em dia de alta para os preços do petróleo no mercado internacional e com a expectativa de votação na Câmara dos Deputados do projeto de cessão onerosa. Os bancos Bradesco e Itaú Unibanco operavam em queda. As varejistas B2W, Magazine Luiza e Lojas Americanas avançavam, em sessão positiva para o varejo como um todo, com analistas vendo perspectivas favoráveis para o setor com a aprovação do cadastro positivo de consumidores e diante da expectativa de manutenção da taxa básica de juros. Último pregão Na véspera, o Ibovespa subiu 2,26%, aos 71.394 pontos, puxado pelo setor bancário e Petrobras, enquanto as tensões globais entre Estados Unidos e China pressionaram a Vale.

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Wed, 20 Jun 2018 13:16:21 -0000 -


Serão 4.265 vagas para contratação de acordo com a necessidade e formação de cadastro reserva. A remuneração varia entre R$ 1.655,54 a R$ 3.206,03. Vagas são para contrato temporário e cadastro reserva FRÉDÉRIC CIROU / ALTOPRESS / PHOTOALTO A Prefeitura de Cuiabá publicou nesta terça-feira (19), no Diário Oficial, um processo seletivo com 4.265 vagas para atender a rede municipal de educação. De acordo com o edital, a remuneração varia entre R$ 1.655,54 a R$ 3.206,03. As vagas são para contrato temporário e formação de cadastro reserva. Para ver o edital, clique aqui. Segundo a prefeitura, as inscrições para o processo seletivo poderão ser feitas a partir de quinta-feira (21) até o dia 16 de julho, somente por meio do endereço eletrônico do Instituto Selecon, realizador do certame. O valor da taxa de inscrição para a função de nível médio é de R$ 60 enquanto para o nível superior é de R$ 70. As vagas são para os seguintes profissionais: professor pedagogo, professor das áreas de educação artística, letras-espanhol, ciências, física, matemática, história, geografia, ensino religioso, ciências sociais, filosofia, letras – língua portuguesa e literatura e técnico em desenvolvimento infantil (TDI). Provas As provas objetivas serão aplicadas, para todas as funções, no dia 29 de julho. Das 9h às 11h para as funções de nível superior e das 15h às 17h, para a função de TDI. Veja mais notícias sobre a região no G1 MT.

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Wed, 20 Jun 2018 13:13:07 -0000 -


Medida estabelece as tarifas sobre 2,8 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) em mercadorias dos EUA, incluindo bourbon e motocicletas. Fábrica da siderúrgica de aço ArcelorMittal, em Ghent, na Bélgica Yves Herman/Arquivo/Reuters A União Europeia vai começar a cobrar tarifas de importação de 25% sobre uma série de produtos norte-americanos na sexta-feira (22), depois que os Estados Unidos impuseram sobretaxas para aço e alumínio do bloco no início de junho, informou a Comissão Europeia nesta quarta-feira (20). A comissão adotou formalmente a medida que estabelece as tarifas sobre 2,8 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) em mercadorias dos EUA, incluindo uísque bourbon, motocicletas, milho doce e suco de laranja (veja lista abaixo). "Nossa resposta é comedida, proporcional e totalmente de acordo com as normas da Organização Mundial do Comércio (OMC)", afirmou em um comunicado a comissária europeia do Comércio, Cecilia Malmström. "Se os Estados Unidos eliminarem suas tarifas, as nossas medidas também serão eliminadas", completou. "Não queríamos estar nesta posição. No entanto, a decisão unilateral e injustificada dos Estados Unidos de impor tarifas no aço e alumínio europeu significa que não temos outra opção", anunciou. A lista de importações afetadas já foi notificada à Organização Mundial do Comércio (OMC). Veja alguns dos produtos que terão sobretaxa: Milho Arroz Suco de laranja Uísque Cigarro Tabaco Maquiagem Camisas de algodão Tênis Produtos manufaturados de aço e alumínio Barcos Motocicletas Laquê para cabelo Maiores exportadores de aço para os EUA Ilustração: Juliana Souza/G1

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Wed, 20 Jun 2018 13:06:31 -0000 -


Disney ofereceu US$ 52,4 bilhões pela Fox, mas Comcast cobriu a aposta e propôs US$ 65 bilhões. Logotipos da Walt Disney Company e da 21st Century Fox. Divulgação O grupo Walt Disney anunciou nesta quarta-feira (20) que elevou a proposta de compra de parte da 21st Century Fox, para vencer a disputa com a Comcast. A transação inclui os estúdios de cinema e TV, redes de entretenimento a cabo e empresas internacionais de TV do magnata Rupert Murdoch. Em dezembro do ano passado, a Disney ofereceu um prêmio de US$ 28 por ação da Fox, o que resultava em uma transação avaliada em US$ 52,4 bilhões. A nova proposta aumenta a oferta para US$ 38. A oferta da Disney, que era inicialmente de US$ 52,4 bilhões, passou a ser de US$ 70,3 bilhões considerando a quantidade de ações da empresa mais o pagamento de dívidas e outras obrigações. Com a nova oferta, a Disney quer vencer de vez a queda de braço travada com a Comcast pelo controle da Fox. A operadora de telecomunicações anunciou na semana passada uma oferta de US$ 65 bilhões por ativos-chave de cinema e televisão da 21st Century Fox. “O acordo de fusão restabelecido e emendado pela Disney oferece um pacote de considerações, flexibilidade e de negociação certamente aprimorados que é superior à proposta feita pela Comcast em 13 de junho”, informa a Disney, em comunicado. Trata-se da 4ª maior transação da história indústria de mídia e a maior aquisição já feita pela Disney, segundo a empresa de consultoria Dealogic. O acordo Fox Broadcasting, Fox News, Fox Business, FS1, FS2 e Big Ten Network já não faziam parte do acordo de venda inicial e, segundo a nova proposta, continuam sob o controle de Murdoch. Além de elevar o valor pago por ação da Fox, a Disney oferece agora que os acionistas da companhia recebam sua compensação em dinheiro ou ação. A Disney também assumirá a dívida líquida da 21st Century Fox, de cerca de US$ 13,7 bilhões. "Nós estamos estremamente orgulhosos do negócios que construímos na 21st Century Fox, e acreditamos firmemente que essa combinação com a Disney irá liberar ainda mais valor aos acionistas à medida que a Disney mantenha o ritmo nesse tempo dinâmico para nossa indústria", afirmou Murdoch, em nota, nesta quarta. O negócio leva para o portfólio da Disney franquias como X-Men, Avatar, Simpsons, além de canais como FX Networks e National Geographic. A compra também inclui a Endemol, que é dona dos formatos de populares programas de TV, como "Big Brother", "Masterchef" e da série "Black Mirror". Por meio da participação da Fox no serviço de transmissão de vídeo Hulu, a Disney assumirá ainda o controle majoritário de um dos principais concorrentes do Netflix. A Comcast Corp e Time Warner Inc também possuem participação no Hulu. Super-heróis sob o mesmo teto A Disney já era dona do canal de esportes ESPN, Disney Channel, ABC, Pixar, Lucasfilm, Marvel e Freeform. O negócio faz com que, a partir de agora, todos os super-heróis da Marvel fiquem sob o mesmo teto. Devido a acordos de licenciamento de uso de marca, os filmes X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico eram produzidos pela Fox, e não pela Disney, dona da marca Marvel. Agora, as produções desses longas se juntam às de Vingadores, Homem-Aranha, Capitão América, Thor, Homem de Ferro e Pantera Negra. Do que a Disney será dona: Franquias X-Men Deadpool Avatar Titanic Planeta dos Macacos Era do Gelo The Simpsons Modern Family Homeland The Americans American Horror Story Empire This is Us Canais e serviços FX Networks 20th Century Fox Television National Geographic Fox Sports Regional Networks Fox Networks Group International Star India Serviço de streaming Hulu (controladora) Sky plc Tata Sky Endemol Shine Group

G1

Wed, 20 Jun 2018 12:35:12 -0000 -


Novidades incluem ainda a realização de concursos com prêmios em dinheiro por meio da plataforma de vídeo da rede social. Vídeos ao vivo no Facebook. Divulgação/Facebook Facebook anunciou nesta terça-feira (19) que oferecerá uma série de novos formatos para sua plataforma de vídeo, incluindo jogos interativos, pesquisas e concursos. Os novos formatos estarão disponíveis para criadores de conteúdo de vídeo na rede social, que busca um nicho para competir com Netflix e YouTube, entre outros. Uma das funções do Facebook permitirá a interatividade, que poderá ser utilizada em jogos e concursos com prêmios em dinheiro. "Acreditamos que ver vídeos não tem que ser algo passivo, e que muitos tipos de formatos de entretenimento tradicional -- desde programas de jogos até séries de telerrealidade e conteúdos baseados em roteiros -- podem ser reinventados para ser um centro comunitário", declarou o Facebook. Entre as atrações do novo formato está o show "Outside Your Bubble", da BuzzFeed News, que desafiará os participantes a dar um "passo fora da bolha" e adivinhar o que estão pensando as pessoas em diferentes grupos das redes sociais.

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Wed, 20 Jun 2018 12:20:43 -0000 -

Na véspera, o dólar subiu 0,2%, a 3,7474 na venda.  O dólar oscila nesta quarta-feira (20), influenciado pelo alívio no mercado externo, em meio a expectativas de que a China pode adotar medidas de estímulo, e também com a cena política local, segundo a Reuters. Às 12h45, a moeda norte-americana caía 0,37%, vendida a R$ 3,7335. Na mínima da sessão, chegou a R$ 3,7070. Veja mais cotações. O mercado interno avalia pesquisas eleitorais que mostram a dificuldade dos candidatos que os investidores consideram como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial. Também pesa a greve dos caminhoneiros, em maio, que alimentou as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo. O recuo do dólar ante o real neste pregão também era influenciado pelo cenário externo, onde os mercados cambiais davam um respiro depois que a China sinalizou tolerância a uma moeda mais forte ao fixar um ponto médio diário mais forte do que o esperado. O dólar tinha leves variações ante uma cesta de moedas e recuava frente a divisas de países emergentes, como o peso chileno. Atuação do BC O Banco Central intensificou suas intervenções no mercado cambial, tendo na injetado o equivalente a pouco mais de US$ 39 bilhões em novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. E anunciou que injetaria mais US$ 10 bilhões nesta semana. Para esta sessão, por enquanto, o BC apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho. Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares Na última sessão, o BC também não anunciou qualquer intervenção excepcional. Fez apenas o leilão de swap para rolagem de US$ 5,720 bilhões do total de US$ 8,762 bilhões que vencem no mês que vem. Último pregão Na véspera, o mercado internacional viveu movimento de aversão ao risco diante do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim. O dólar subiu 0,2%, vendido a 3,7474. A cotação ficou perto da estabilidade mesmo sem a oferta de novos contratos de swap cambial tradicionais durante o pregão. Foi a primeira vez que o Banco Central não ofertou novos derivativos desse tipo desde 11 de maio. Educação Financeira: O que faz o valor do dólar mudar em relação ao real? VÍDEOS: Veja como é definido o valor do dólar e como o câmbio influencia sua vida

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Wed, 20 Jun 2018 12:19:17 -0000 -


Queda é a nona anunciada no mês; última redução tinha sido de 1,23%. Gasolina é vendida na Av Noel Nutels a R$ 4,29, em Manaus Indiara Bessa/G1 AM A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (20) nova redução no preço da gasolina nas refinarias. O valor do litro passará de R$ 1,8941 para R$ 1,8841 na quinta-feira (21), queda de 0,53%. Na segunda-feira, a petroleira já tinha reduzido o preço em 1,23% que começou a valer na terça. No mês de junho já foram anunciadas 9 quedas e 2 altas no preço da gasolina. Em 30 dias, a queda acumulada é de 9,7%. Desde o dia 8 de fevereiro, quando a Petrobras começou a divulgar os preços de referência nas refinarias, o avanço é de 19,76%. Já o preço do diesel segue congelado em R$ 2,0316, conforme ficou estabelecido pelo programa de subvenção ao combustível anunciado pelo governo, que prevê redução de R$ 0,46 no preço do diesel por 60 dias, contando a partir do dia 1º de junho. Tabela de reajuste de preços da Petrobras Reprodução/Petrobras Política de preços A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente, refletindo as variações do petróleo e derivados no mercado internacional, e também do dólar. O repasse dos preços cobrados nas refinarias para as bombas depende das distribuidoras e dos donos dos postos. Levantamento semanal divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) mostra que o preço médio do diesel recuou 5 centavos nos postos na última semana, para R$ 3,434. A gasolina, por sua vez, registrou média nos postos de R$ 4,572, queda de 3 centavos sobre a semana anterior, quando foi vendida por R$ 4,603 reais por litro.

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Wed, 20 Jun 2018 12:15:10 -0000 -


Um golpe que afeta principalmente usuários do Instagram está divulgando sites falsos com supostas promoções de produtos da marca Ray-Ban por meio de publicações não autorizadas. Os endereços divulgados são de sites sem relação com a loja oficial da marca e os produtos vendidos também são falsos ou, no mínimo, de procedência duvidosa. Também é possível que os sites estejam roubando as informações dos consumidores. Legenda: Exemplo de publicação no Instagram divulgando site com promoções falsas da Ray-Ban. Divulgação/Instagram Há poucos dados confirmados sobre esse golpe. Sabe-se que as imagens são publicadas no Instagram, que são divulgados diversos sites idênticos (porém com endereços diferentes) e que os preços informados aparecem em várias moedas. As postagens são feitas sem autorização no perfil das vítimas. A publicação tende a marcar outras pessoas para obter uma visibilidade maior. Não se sabe como os invasores obtiveram permissão para postar as imagens em nome das vítimas. É possível que as vítimas tenham caído em algum golpe de phishing -- páginas falsas do Instagram ou Facebook -- ou que os criminosos tenham utilizados senhas presentes em vazamentos de dados (quem repete as mesmas senhas em vários serviços pode ser vítima nesse caso). Outra possibilidade é que as senhas tenham sido roubadas por um vírus. Site 'MinhaSenha' revela suas senhas que caíram no submundo da web A recomendação para todos os usuários é que o site com as supostas promoções não seja visitado. Para quem teve a imagem da promoção publicada sem autorização no perfil, aconselha-se a troca das senhas do Instagram e do Facebook. Também vale a pena verificar os aplicativos autorizados na conta do Instagram (https://www.instagram.com/accounts/manage_access/), mas é improvável que a publicação tenha ocorrido por esse meio. Spam em contas invadidas O uso de contas comprometidas para publicar uma imagem em massa e divulgar sites fraudulentos mostra como qualquer tipo de conta de serviço pode ser útil. Não é comum enxergar o Instagram como um site de conteúdo sensível ou sigiloso. No entanto, o uso de várias contas comprometidas permite que os golpistas alcancem um público considerável com o golpe. É por isso que não se pode pensar que uma senha de acesso para qualquer serviço -- seja ele qual for -- não é de interesse dos invasores. Praticamente qualquer serviço on-line pode ser envolvido em um golpe, desde que os malfeitores tenham criatividade para aproveitar o acesso que obtiveram. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Wed, 20 Jun 2018 11:53:25 -0000 -


Interessados nas vagas na Unicamp devem conferir os pré-requisitos, documentação exigida e prazos de inscrição nos editais. Vista aérea da Unicamp, em Campinas Antoninho Perri/Ascom/Unicamp A Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp) está com inscrições abertas em processos seletivos para dez vagas. As oportunidades são para trabalhar no Hospital Estadual de Sumaré (HES), no Hospital das Clínicas (HC), na Funcamp, no Centro de Estudos de Petróleo (Cepetro), no Centro Integrado de Pesquisas Oncohematológicas na Infância (Cipoi) e na Agência de Inovação (Inova), dentro da Unicamp, em Campinas (SP). Entre as vagas estão cargos como: médico anestesiologista, intensivista e pediatra, além de marceneiro, analista de comunicação, técnico em nutrição, entre outros. Os salários vão de R$ 1,5 mil a R$ 11 mil, dependendo do cargo. [Veja mais detalhes sobre as vagas abertas, abaixo] A seleção consiste em análise dos documentos do candidato, aplicação de uma prova escrita e entrevista. A classificação final será divulgada no quadro de avisos e no site da Funcamp. Os documentos exigidos variam de acordo com o cargo de interesse, e podem ser conferidos nos editais do processo seletivo. Clique e confira os editais. Vagas no HC da Unicamp Médico intensivista - 2 vagas (inscrições até dia 20 de junho) A jornada de trabalho é de 24 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. O salário é de R$ 4.953,76 mensais. Técnico em necropsia - 1 vaga (inscrições até dia 25 de junho) A jornada de trabalho é de 150 horas mensais, podendo ser exigida em escala de revezamento de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso ou seis horas diárias de trabalho. O salário é de R$ 1.830,86 mensais. Os interessados podem se inscrever das 9h às 16h, no Departamento de Recursos Humanos do HC, que fica na Rua Vital Brasil, nº255, no Campus da Unicamp, em Barão Geraldo. Vagas no Hospital Estadual de Sumaré Médico anestesiologista ou plantonista - 1 vaga (inscrições até dia 25 de junho) Jornada de trabalho de 24 horas semanais ou plantões, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Salário é de R$ 8.342,23 mensais ou R$ 82,91 por hora de plantão. Instalador hidráulico - 1 vaga (inscrições até dia 2 de julho) Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Salário é de R$ 1.730,82 mensais. Marceneiro - 1 vaga (inscrições até dia 29 de junho) Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Salário é de R$ 1.513,53 mensais. As inscrições para as vagas no HES deverão ser realizadas das 8h às 12h e das 13h às 16h, no Departamento de Administração de Pessoal do hospital, na Avenida da Amizade, 2.400, Jardim Bela Vista, em Sumaré (SP). Vaga na Funcamp (campus da Unicamp) Técnico em nutrição - 1 vaga (inscrições até dia 29 de junho) Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. O salário é de R$ 1.979,08 mensais. A inscrição deve ser no Departamento de Recursos Humanos da Funcamp, situado na Avenida Érico Veríssimo, nº 1.251, no Campus da Unicamp, em Barão Geraldo. O departamento funciona das 9h às 17h. Vagas na Agência de Inovação (Inova) Analista de comunicação júnior - 1 vaga (inscrições até dia 22 de junho) Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Salário é de R$ 2,8 mil mensais. A inscrição deve ser no Departamento de Recursos Humanos da Funcamp, situado na Avenida Érico Veríssimo, nº 1.251, no Campus da Unicamp, em Barão Geraldo. O departamento funciona das 9h às 17h. Vaga no Centro de Estudos de Petróleo (Cepetro) Pesquisador - 1 vaga (inscrições até dia 29 de junho) Jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Salário é de R$ 11 mil mensais. A inscrição deve ser no Departamento de Recursos Humanos da Funcamp, situado na Avenida Érico Veríssimo, nº 1.251, no Campus da Unicamp, em Barão Geraldo. O departamento funciona das 9h às 17h. Vaga no Centro Integrado de Pesquisas Oncohematológicas na Infância (Cipoi) Médico Pediatra - 1 vaga (inscrições até dia 29 de junho) Jornada de trabalho de 24 horas semanais, podendo variar para o período diurno, noturno e misto, na forma de revezamento ou escala de serviço. Salário é de R$ 5.408,68 mensais. A vaga é por prazo determinado de um ano, podendo ser prorrogada para dois. A inscrição deve ser no Departamento de Recursos Humanos da Funcamp, situado na Avenida Érico Veríssimo, nº 1.251, no Campus da Unicamp, em Barão Geraldo. O departamento funciona das 9h às 17h. Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas

G1

Wed, 20 Jun 2018 11:40:19 -0000 -


O ministro italiano do Interior e vice-primeiro-ministro, Matteo Salvini, que se negou a receber em seus portos os 629 imigrantes do "Aquarius", não demorou a reagir. foto mostra um grupo de imigrantes com coletes salva-vidas vermelho, confinado em um bote inflável em pleno mar Mediterrâneo, com o logo Unites Colors of Benetton Reprodução/Twitter A marca italiana Benetton foi duramente criticada nesta quarta-feira (20) depois de publicar, com fins publicitários, uma imagem de imigrantes resgatados no Mediterrâneo pelo navio humanitário "Aquarius". Tirada por um fotógrafo durante uma operação de resgate em 9 de junho, uma das fotos mostra um grupo de imigrantes com coletes salva-vidas vermelho, confinado em um bote inflável em pleno mar Mediterrâneo. Na base da imagem, o logo Unites Colors of Benetton. "A SOS Méditerranée se dissocia completamente dessa campanha que mostra uma foto tirada quando nossas equipes resgatavam pessoas em perigo", reagiu no Twitter a organização humanitária francesa, que fretou o "Aquarius". "Deve-se respeitar a dignidade dos sobreviventes em todas as circunstâncias. A tragédia humanitária que acontece no Mediterrâneo não deve ser nunca usada com fins comerciais", acrescentou a ONG. O ministro italiano do Interior e vice-primeiro-ministro, Matteo Salvini, que se negou a receber em seus portos os 629 imigrantes do "Aquarius", não demorou a reagir. Outra foto usada pela Benetton mostra os imigrantes desembarcando do Aquarius Reprodução/Twitter "Apenas eu acho que isso é repugnante?", tuitou o homem forte do novo governo populista, em uma mensagem acompanhada de uma das imagens da campanha. O grupo italiano Benetton, que fechou 2017 com suas piores perdas, está acostumado a fazer campanhas publicitárias impactantes. Algumas, como as do fotógrafo Oliviero Toscani que mostravam um doente de aids agonizando, uma mulher negra amamentando um menino branco, ou uma freira beijando um padre, causaram polêmica na década de 1990. A Benetton voltou a ficar na berlinda no final de 2011, com fotomontagens de líderes mundiais beijando-se na boca, entre eles o papa Bento XVI e um imã egípcio. Campanha da década de 90 traz freira beijando padre Divulgação

G1

Wed, 20 Jun 2018 11:32:46 -0000 -


Para os jogos desta quarta-feira (20), três matemáticos da Escola de Matemática Aplicada da FGV apostam em Vitória de Portugal sobre o Marrocos, do Uruguai sobre a Arábia Saudita e da Espanha sobre o Irã. Eles analisaram 4.010 jogos entre seleções desde o início da Copa de 2014, incluindo 222 seleções, para fazer as previsões. Entenda aqui como funcionam os cálculos. Chances de vitória em jogo entre Portugal e Marrocos FGV Chances de vitória em jogo entre Uruguai e Arábia Saudita FGV Chances de vitória em jogo entre Espanha e Irã FGV Minha previsão Nem sempre os números batem. Para ter uma segunda opinião, montei os mesmos modelos com a minha previsão. Portugal x Marrocos Uruguai x Arábia Saudita Irã x Espanha

G1

Wed, 20 Jun 2018 10:00:45 -0000 -


No ano passado, foram investidos apenas R$ 175 milhões de um total previsto de R$ 660 milhões. Navio operava o embarque de grãos durante a vistoria feita pela Marinha do Brasil, no Porto de Santos, SP José Claudio Pimentel/G1 O investimento nos portos brasileiros atingiu o patamar mais baixo em 14 anos. No ano passado, foram investidos apenas R$ 175 milhões de um total previsto de R$ 660 milhões. Os dados integram um levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e levam em conta os investimentos aplicados nas Companhias das Docas. O estudo faz parte de um documento elaborado pela entidade com 43 temas que será entregue para os candidatos a presidente. “Há uma incapacidade gerencial e normalmente as docas estão embaixo de um apadrinhamento político”, diz o gerente de infraestrutura da CNI, Wagner Cardoso. As Companhias das Docas têm um papel fundamental na qualidade dos portos brasileiros. São elas, por exemplos, responsáveis pela manutenção do acesso terrestre aos terminais. Na avaliação do professor da Fundação Dom Cabral Paulo Resende, as docas são apenas um dos entraves do sistema portuário brasileiro. Ele aponta gargalos como a grande concentração do uso do porto de Santos para a exportação e o atraso tecnológico, sobretudo nos portos públicos. "Nos portos públicos, o atraso tecnológico é de no mínimo 15 anos quando comparado com outros países", diz Resende. “A tecnologia nos grandes portos é um dos fatores importantes para a competitividade porque aumenta a eficiência e reduz a burocracia.” Na avaliação da CNI, a solução para a Companhia das Docas é a privatização. O Programa de Parceria de Investimento (PPI) do governo federal, já prevê, por exemplo, a desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e de vários terminais. "O modelo atual está nos afastando dos padrões mundiais de navegação", diz Cardoso.

G1

Wed, 20 Jun 2018 10:00:43 -0000 -


Especialistas ouvidos pelo G1 apontam que o mundial deve movimentar alguns setores da economia e que a liberação de funcionários para ver os jogos pode causar perdas de produtividade; efeito deve depender de desempenho da seleção.  Rua 3, em Manaus, foi decorada para Copa do Mundo Patrick Marques/G1 AM Se na hora que a seleção brasileira entrar em campo você pretende estar vestido de verde e amarelo, na frente da TV, tomando uma cerveja e comendo um petisco, saiba que esse deve ser o comportamento padrão durante a Copa do Mundo. E esses seus "mimos" de torcedor vão impactar a economia brasileira. Pelo menos é o que indicam especialistas ouvidos pelo G1. As projeções dos valores variam, mas todos concordam que os jogos vão movimentar alguns setores – especialmente pela venda de televisores, artigos temáticos, bebidas e comidas. “Tem, claro, uma demanda por carne, churrasco, itens de decoração, tudo que envolve evento [durante o Mundial]. E também movimenta o setor de eletroeletrônicos, principalmente de televisão. O impacto vai ser maior ou menor dependendo do desempenho do Brasil na Copa. Quanto mais longe o Brasil for, maiores os efeitos na economia”, diz Fabio Pina, assessor econômico da Fecomercio-SP. Segundo levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), cerca de 60 milhões de pessoas pretendem fazer compras para o mundial de futebol, o que deve injetar R$ 20,3 bilhões no comércio e no setor de serviços. Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços, e Turismo (CNC) espera que, somente no varejo, as vendas aumentem em R$ 1,5 bilhão por conta dos jogos. Se a previsão se confirmar, representará um crescimento nominal de 7,9% em relação ao faturamento de 2014, quando o país sediou o campeonato. Quando considerada a inflação do período, porém, o número representa uma queda de 17%. “O evento é indissociável da crise. O faturamento mensal do varejo caiu 20% do fim de 2014 para fim de 2016. E até agora o setor só conseguiu recompor 6% a 7% [dessa receita]”, diz Fabio Bentes, chefe da divisão econômica da CNC. Veja abaixo 6 consequências positivas da Copa para a economia: 1 - Venda maior de TVs Vendas de TVs devem crescer impulsionadas pela Copa Divulgação/Seja Digital A CNC estima que praticamente metade (49,4%) do faturamento “extra” de R$ 1,5 bilhão esperado para o varejo brasileiro por conta da Copa venha da venda de TVs. “A indústria [de televisão] acaba tendo um produto sazonal de Copa. Ela mantém uma média de produção equilibrada durante todos os anos, mas quando tem Copa do Mundo inverte a produção, geralmente mais concentrada no segundo semestre por causa das compras de Natal, para o primeiro semestre. O mercado se prepara com bastante antecedência para que quando chegue a Copa [em junho] a TV esteja na casa do consumidor”, explica José Jorge do Nascimento Junior, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). A entidade espera que sejam vendidos 12,5 milhões de aparelhos de TV em 2018, 10% mais que no ano passado. No primeiro trimestre, houve aumento de 46,46% em relação a igual período de 2017. Já segundo dados da consultoria alemã GFK, as vendas de TV aumentaram 27% e 21% em número de unidades de janeiro a abril deste ano, em comparação com igual período de 2017. A expectativa da consultoria é de que os índices de crescimento se mantenham no ano fechado. O estudo destaca, porém, que não só a Copa, mas também o desligamento do sinal analógico de televisão em algumas regiões do país afetará o comércio de aparelhos em 2018. Só a fabricante Sony projeta um aumento de 65% a 70% nas vendas de televisores entre maio, junho e julho, quando comparado ao mesmo período do ano passado. A Samsung disse que, por políticas, não divulga projeções. “O carro chefe da Copa são os televisores. Embora a frequência de compra seja menor, o ticket é mais alto [do que o de outras áreas do varejo, como de alimentos]”, diz Fabio Bentes, economista-chefe da CNC. 2 - Mais cerveja, carne e petiscos Cerveja, carne e petiscos estão entre as principais compras que os brasileiros pretendem fazer na Copa Divulgação Entre os pesquisados pelo SPC e pela CNDL que pretendem gastar com a Copa, 91% dizem que vão consumir alimentos e bebidas na casa de amigos ou parentes e 87% vão tomar bebidas na comemoração dos jogos. Entre as bebidas, a preferência é para a cerveja (74%), refrigerantes (72%) e água (69%). Já entre as comidas ganham destaque tira-gostos (56%), itens para churrasco (49%), pipocas (37%) e salgados (31%). “Alimentos de um modo geral, algumas bebidas e carnes são os itens mais procurados", diz Fabio Bentes, da CNC. Em nota, o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), Paulo Petroni, diz que a entidade não faz projeções, mas que está otimista quanto às vendas na Copa. “A Copa do Mundo movimenta o país e historicamente impacta na chamada curva de sazonalidade. É um momento de celebração, de reunir os amigos e, mesmo que os horários dos jogos não sejam muito favoráveis para os brasileiros, nossas expectativas estão positivas para o evento e projetamos um crescimento no consumo, principalmente no segmento do autosserviço [para beber em casa]”, afirma. A Ambev, maior fabricante de bebidas do país, não divulga números. 3 - Remédios para curar os excessos Vendas de antiácidos e remédios para ressaca devem crescer por conta da Copa Junior Peres Junior/Pixabay Se por um lado vai vender mais cerveja e petisco durante a Copa, por outro, também deve crescer a demanda por remédios que ajudam a contornar os excessos. “Já que a maioria dos torcedores assiste às partidas em casa, acompanhados de família e amigos, os salgadinhos, as pipocas, as carnes para churrasco, os refrigerantes e as cervejas estão entre os produtos com maior intenção de compra. Antiácidos e remédios para ressaca também. Já cosméticos como maquiagens, ficam entre os menos vendidos”, diz o diretor da consultoria de ciência do consumidor dunnhumby no Brasil, Fabio Viegas. 4 - Roupas temáticas e artigos de decoração Comércio popular também deve ganhar impulso com a Copa Graziela Rezende/G1 MS Para Fabio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, a Copa vai impulsionar a venda de itens de decoração temáticos, principalmente no comércio popular, e também a venda de roupas verdes e amarelas. “A [rua] 25 de março está torcendo para o Brasil ir à final”, diz. Fabio Bentes, da CNC, acredita que aumentará também o comércio de produtos ligados ao esporte. A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) aposta que o incremento de serviços oferecidos nos centros de compras, como gastronomia e entretenimento, servirá de chamariz para as vendas nas lojas durante o evento. “Em períodos como o de Copa do Mundo, há uma amplificação nas opções já oferecidas pelos empreendimentos, por exemplo, os cinemas transmitem os jogos, os restaurantes aderem ao happy hour e as lojas oferecem benefícios, que revertem o fluxo intenso em vendas”, diz a associação em nota. Segundo dados de comportamento do consumidor colhidos pela dunnhuumby durante a Copa de 2014, as 24 horas que antecedem os horários das partidas do Brasil são as com maior fluxo de clientes no varejo. 5 - Bares e restaurantes bombando Na comparação com 2014, restaurantes e bares devem faturar menos nesta Copa, diz CNC Divulgação/Geppos Estudo da CNC aponta que o Mundial de Futebol vai movimentar R$ 252 milhões nos bares e restaurantes do Brasil. A cifra representa uma queda nominal de 36% ante os R$ 399 milhões faturados durante a Copa de 2014. Considerada a inflação, o recuo é ainda maior: de 51,4%. “Ainda tentando se reerguer após a recente crise econômica, os serviços de alimentação fora do domicílio não contarão com o fluxo turístico nacional e, principalmente, internacional de quatro anos atrás, quando o Brasil sediou o Mundial”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC. Mesmo assim, a alta do movimento de clientes nesses estabelecimentos entre junho e julho corresponderá a mais de 3% do faturamento médio mensal normal do setor, de acordo com a CNC. 6 - Importações em alta Importações de insumos para fabricação de TVs para a Copa cresceram no primeiro trimestre, diz pesquisa Divulgação/Santos Levantamento da empresa de transportes marítimos Maersk Line mostra que, puxadas pela Copa, as importações no país cresceram 19% em volume no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Só na região Norte do Brasil, a compra de itens de outros países saltou 59%, principalmente porque varejistas online encomendaram para o Mundial produtos eletrônicos montados em Manaus (como TVs), segundo estudo. “Os varejistas estão trabalhando duro para aproveitar ao máximo a Copa do Mundo, o crédito está barato”, disse em nota Antonio Dominguez, diretor principal da Maersk Line para a Costa Leste da América do Sul. Uma outra pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) mostra que a importação de televisores entre outubro de 2017 e março de 2018 cresceu 59% na comparação com um ano antes, saltando de 3,4 milhões para 5,5 milhões de aparelhos. “Além das importações, a indústria nacional também acelerou a produção de eletrônicos para fazer frente ao aumento sazonal de demanda. De acordo com o IBGE, no primeiro bimestre de 2018 a fabricação de produtos eletrônicos, de informática e óticos avançou 31,5% em relação aos dois primeiros meses do passado”, explica Fabio Bentes, chefe da divisão econômica da CNC e autor do estudo. Segundo José Jorge do Nascimento Junior, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), “99% das TVs vendidas no Brasil são fabricadas aqui, principalmente na Zona Franca de Manaus”. Mas na hora dos jogos… A analista de SEO da GetNinjas Mariana da Silva Cremonesi enfeitou a sua mesa quase um mês antes da Copa; empresa vai liberar funcionários para ver os jogos Marcelo Brandt/G1 Na hora dos jogos do Brasil, porém, a concentração será mesmo na frente das TVs e o movimento no comércio deve diminuir, segundo os especialistas. Além disso, a liberação dos funcionários para assistirem às partidas deve provocar perdas pontuais de produtividade na indústria, alertam. “Nesses dias [de competição] há uma ‘paradeira’. O varejo não diretamente ligado à decoração, a uniformes para Copa, roupa verde amarela, o centro comercial que não vende isso vai ficar deserto e ter algum prejuízo”, pondera Fabio Pina, da FecomercioSP. Para o economista e professor do Insper Otto Nogami, a liberação de funcionários para ver os jogos paralisa a atividade produtiva do país como um todo. “Principalmente essas partidas que ocorrerão durante a semana na parte da tarde terão impacto negativo na economia, sim. Muitas vezes a parada não acontece só na hora do jogo, mas no período todo. A tendência é liberar já no horário do almoço [quando os jogos são à tarde]”, diz. Já para Fabio Pina, da FecomercioSP, o impacto na produtividade vai depender da flexibilidade da política de cada empresa. “Quanto mais flexível for o regime de trabalho, mais maximiza o efeito de um evento festivo e mais minimiza o efeito da paralisação. Vai liberar [o funcionário] e vai colocar no banco de horas? Vai parar só na hora do jogo?”, questiona. O G1 procurou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre o assunto, mas a entidade não tem projeções. Nogami, do Insper, ressalta também que impacto da Copa na economia vai variar conforme o desempenho da Seleção Brasileira. “Se o Brasil não se apresentar de maneira adequada, isso pode mexer com a autoestima do brasileiro e aí ele tende a consumir menos. Por outro lado, se ganhar [o Mundial] pode ter um aumento de demanda além do normal, porque as pessoas vão comemorar, vão sair, se dar ao direito de comprar alguma coisa.”

G1

Wed, 20 Jun 2018 09:00:45 -0000 -


Fabricante norueguesa comprou por R$ 943 milhões a planta da Vale Fertilizantes, estuda ampliar a utilização do modal ferroviário e qualificar mão de obra na unidade nos próximos cinco anos.  Yara fertilizantes quer ampliar e modernizar produção no Polo Industrial de Cubatão, SP Yara/Divulgação A empresa norueguesa Yara planeja investir R$ 300 milhões no Polo Industrial de Cubatão, no litoral de São Paulo, pelos próximos cinco anos. A companhia comprou a planta da Vale Fertilizantes na cidade por R$ 943 milhões para começar a produzir, no Brasil, matérias-primas à base de nitrogênio para o mercado de fertilizantes. Os planos da Yara Internacional para ampliar a presença no país foram revelados em 2017 com a divulgação da aquisição da unidade da Vale, que desejava reduzir as dívidas com a venda de ativos. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou o negócio multimilionário em março e, em maio, houve a conclusão. "Trata-se de uma região importante e estratégica, por estar nas proximidades de outras grandes empresas e também do Porto de Santos", afirma o vice-presidente de Produção da Yara Brasil, Leonardo Silva. A aquisição faz com que a empresa ganhe autonomia e, assim, reduza a dependência para a compra de matéria prima. Yara Fertilizantes amplia produção em Cubatão, SP, com investimento de R$ 300 milhões Divulgação/Yara Com o início a produção de nitrogenados, o alvo da Yara é consolidar a presença no mercado de fertilizantes e de segmentos industriais, como mineração, química básica, tratamento de água e construção civil. A norueguesa ainda vislumbra oportunidades no crescimento do agronegócio brasileiro diante do mercado internacional. "Já temos uma unidade em Cubatão e agora ampliamos nossa presença. Nosso investimento é para modernizar a planta, adotar as nossas políticas de qualidade, avaliar a possibilidade de ampliar a presença no modal ferroviário e até mesmo contratar pessoal", conta Silva. O executivo vai liderar o processo de transição local. Com os novos ativos, a Yara passará a produzir 3 milhões de toneladas anuais, ante os 2 milhões de toneladas registrado até o últim ano. A norueguesa também vai duplicar a capacidade de produção para os segmentos industriais de alimentos, papel e celulose, mineração e soluções ambientais, de 500 mil para 1 milhão de toneladas anuais. Polo Industrial de Cubatão, SP, localiza-se no litoral de São Paulo José Claudio Pimentel/G1

G1

Wed, 20 Jun 2018 08:12:28 -0000 -

Taxa atual é a menor da serie histórica e foi mantida em maio pelo Comitê de Política Monetária. Resultado será conhecido depois das 18h desta quarta-feira (19). O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) se reunirá nesta quarta-feira (20) para definir a taxa básica de juros, a Selic. A decisão será anunciada após as 18h. A expectativa do mercado financeiro é que o Copom mantenha a Selic em 6,5% ao ano, taxa definida em março e mantida em maio. A taxa é a menor da série histórica e chegou a este patamar após 12 cortes seguidos. De acordo com o relatório Focus, divulgado nessa segunda (18) pelo Banco Central, a expectativa das instituições financeiras é que a taxa Selic permaneça em 6,5% até o fim do ano. Como o BC define a Selic A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%. O sistema prevê uma margem de tolerância, para mais e para menos. Por isso, a meta é considerada formalmente cumprida pelo Banco Central caso fique entre 3% e 6%. Normalmente, quando a inflação está alta, o Copom eleva a Selic. Com o aumento da taxa, também sobem os juros cobrados pelos bancos, encarecendo o crédito para as famílias e empresas. O objetivo da medida é frear o consumo e, consequentemente, a inflação. Por outro lado, isso pode desestimular a economia. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas pelo Conselho Monetário, o BC tende a reduzir os juros. A taxa é mantida quando o Copom identifica o cenário como positivo, mas identifica riscos para o cumprimento da meta de inflação no futuro. Dólar e bolsa reagem à manutenção da taxa Selic em 6,5% Turbulências A reunião do Copom acontece em meio a um período de alta volatilidade dos mercados financeiros, o que tem impactado na cotação das moedas ao redor do mundo. Nesta terça-feira, o dólar fechou em alta, a R$ 3,73. A turbulência nos mercados tem sido fortemente influenciada pelo cenário externo, com a intensificação da guerra comercial entre China e Estados Unidos e pelas expectativas em torno do aumento dos juros no país norte-americano. Nesse período, o real tem sofrido forte desvalorização. Neste contexto, chegou-se a especular um aumento dos juros para conter a disparada do dólar. No entanto, o Banco Central tem reiterado que a política monetária é separada da política de câmbio e que a Selic não será usada para conter a desvalorização do real. O presidente do BC, Ilan Goldfajn, tem afirmado que a definição da taxa de juros observa os efeitos secundários do choque externo. Isto é, o impacto do aumento do dólar nos preços domésticos e, consequentemente, no risco que isso representa para o cumprimento da meta de inflação.

G1

Wed, 20 Jun 2018 08:00:42 -0000 -

Ministro do STF quer 'solução jurídica uniforme e estável' para a divergência sobre tabelamento do frete. Na semana passada, ele suspendeu ações nas instâncias inferiores que questionavam medida. O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebe nesta quarta-feira (20) representantes de governo, empresários, caminhoneiros e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em uma audiência pública para discutir a medida provisória 832. A MP estipulou preços mínimos para o frete rodoviário de cargas, uma das reivindicações atendidas pelo governo para colocar fim à greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias. Na semana passada, Fux suspendeu provisoriamente todos os processos nas instâncias inferiores da Justiça que tratavam da medida. Fux suspende processos que questionam MP do frete A decisão foi para evitar entendimentos divergentes no Judiciário, uma vez que, segundo a Advocacia Geral da União (AGU), autora do pedido ao STF, até a última quinta (14) havia 53 ações sobre o tema em tramitação nas instâncias inferiores da Justiça pelo país. Somente no Supremo, três ações contra a MP foram apresentadas por três entidades – ATR Brasil, Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nas ações, as entidades argumentam que a MP fere a iniciativa do livre mercado e é uma interferência indevida do Estado na atividade econômica e na iniciativa privada. Fux pretende ouvir os argumentos de todas as partes antes de tomar uma decisão sobre as ações, que pedem a suspensão da eficácia da MP. Devem participar, entre outros, as seguintes autoridades ou representantes: Advogada-Geral da União, Grace Mendonça; ministro dos Transportes, Valter Casimiro; diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mario Rodrigues Junior; representante da Associação do Transporte Rodoviário de Carga do Brasil (ATR Brasil); representante da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); procuradora-Geral da República, Raquel Dodge.

G1

Wed, 20 Jun 2018 08:00:41 -0000 -

Financiadora vai disponibilizar R$ 1,5 bilhão para iniciativas ligadas ao tema. A Finep anunciou nesta terça-feira (19), em evento no Rio, que vai oferecer melhores condições de financiamento a empresas brasileiras que apresentarem projetos de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês - Internet of Things). O termo se refere a tecnologia que permite a conexão de equipamentos e dispositivos usados no dia a dia entre si e à internet. Será disponibilizado R$ 1,5 bilhão para apoiar iniciativas ligadas ao tema até o fim de 2018. O evento contou com a presença do presidente em exercício da Finep, Ronaldo Camargo, e do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab. A financiadora afirma que, para oferecer crédito mais atraente, vai conceder bônus de relevância setorial de 1,0% ao ano (a.a.) em cima de suas linhas de ação já existentes. A bonificação é cumulativa ao bônus de apresentação de garantias financeiras, ou seja: com o Finep IoT, as empresas podem conseguir empréstimos com taxa de juros de até TJLP-1,0% a.a. Se o projeto tiver foco em telecomunicações, a melhor taxa passa a ser TR+3% a.a. Dependendo do grau de inovação dos Planos Estratégicos de Inovação (PEIs), a Finep pode financiar até 90% do projeto. O prazo de carência é de até 48 meses e o prazo total pode chegar a 12 anos, também de acordo com a relevância da inovação. Para se enquadrarem no programa, os projetos precisam ter como referência o conceito de Internet das Coisas e demais tecnologias habilitadoras da Manufatura Avançada, com aplicações na saúde, indústria, no agronegócio (ambiente rural) e no desenvolvimento urbano (cidades). Estão aptas a participar empresas com receita operacional bruta a partir de R$ 16 milhões. O valor mínimo das operações é de R$ 5 milhões. O diretor de Inovação da Finep, Rennys Aguiar, ressaltou que, além das empresas, há, sempre, outros atores envolvidos no processo de inovação, como ICTs públicos e privados, órgãos da administração pública e órgãos reguladores. “O ideal é que estes agentes se envolvam no processo, preferencialmente articulados em consórcios, arranjos público-privados ou sistemas de inovação”, afirmou. A ação está dividida em três eixos: desenvolvimento de soluções digitais baseadas em IoT e demais tecnologias habilitadoras; formulação de planos estratégicos de digitalização dos processos produtivos; e implementação dos planos estratégicos de digitalização dos processos produtivos. A maior parte dos recursos (R$ 1,1 bilhão) vem da própria Finep. O restante (R$ 400 milhões) é proveniente do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). É a primeira vez que a Finep lança um programa de fomento para incentivar o setor no País.

G1

Tue, 19 Jun 2018 23:39:24 -0000 -


g1

Tue, 19 Jun 2018 23:27:55 -0000 -


Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados, que estão cortando a oferta desde 2017, vão se encontrar em Viena na sexta-feira O preço do petróleo caiu nesta terça-feira (19), antecipando a possibilidade de um aumento na oferta da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) conforme a intensificação das disputas entres os Estados Unidos e a China desencadeava grandes vendas em muitos mercados globais. Os futuros do petróleo Brent recuaram US$ 0,26, fechando a US$ 75,08 por barril, enquanto os preços do petróleo dos EUA (WTI) caíram US$ 0,78, fechando a US$ 65,07 o barril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters A Rússia planeja propor um aumento na produção de petróleo de membros do acordo da Opep+ em 1,5 milhão de barris por dia (bpd), disse o ministro de Energia russo, Alexander Novak, à repórteres, dias antes de sua visita à Viena para a reunião do grupo nesta semana. A Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados, que estão cortando a oferta desde 2017, vão se encontrar em Viena na sexta-feira, onde devem tomar uma decisão sobre se vão ou não aumentar sua oferta global da commodity, e em quanto. O Irã, no entanto, disse que a Opep não deve chegar a um acordo sobre a oferta de óleo esta semana, montando o cenário para um embate com a Arábia Saudita e a Rússia, que estão pressionando para produzir mais a partir de julho, com o objetivo de suprir a crescente demanda global. As disputas comerciais que estão se intensificando entre os EUA e a China também pesaram nos mercados globais, incluindo o de petróleo, disse John Kilduff, sócio do fundo de hedge de energia Again Capital LLC.

G1

Tue, 19 Jun 2018 23:25:01 -0000 -

'Guerra comercial' de Estados Unidos e China esquentou e abalou o mercado financeiro. Os mercados acionários dos Estados Unidos recuaram nesta terça-feira (19), quando a disputa comercial com a China esquentou e abalou os mercados. Essa disputa colocou o índice Dow Jones novamente em território negativo para o ano. o índice Dow Jones caiu 1,15%; o S&P 500 perdeu 0,40%; o índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,28%. O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou impor uma tarifa de 10% sobre outros US$ 200 bilhões em produtos chineses importados, e Pequim advertiu que iria retaliar. "Os investidores estão acordando para a ideia de que toda a retórica sobre o comércio poderia ser mais do que apenas uma tática de negociação", disse Emily Roland, chefe de pesquisa de mercado de capitais da John Hancock Investments. As ações da Boeing, que têm servido de termômetro para a tensão sobre a guerra comercial com a China, caiu 3,8% e foi um peso a mais no Dow Jones. A Caterpillar, fabricante de equipamentos de construção, perdeu 3,6%. Ambas as quedas pesaram sobre o índice industrial do S&P, que recuou 2,1%, sua maior queda percentual em um dia em quase dois meses.

G1

Tue, 19 Jun 2018 22:53:22 -0000 -


O Facebook também disse que está permitindo que mais criadores de conteúdo façam anúncios em vídeos mais longos e ofereçam assinaturas de US$ 4,99 por mês para os fãs. Pesquisador que criou o aplicativo que coletou os dados dos usuários do Facebook diz que Cambridge Analytica assegurou que o trabalho não tinha nada de ilegal Reuters O Facebook lançou nesta terça-feira (19) um sistema de parcerias entre anunciantes e criadores de vídeos, conforme a maior empresa de mídia social do mundo tenta se igualar rapidamente à variedade de oportunidades oferecidas por seu rival de vídeo, o YouTube. Alguns anunciantes testaram o Brand Collabs Manager, que identifica os produtores de vídeos que podem ser bons para o posicionamento de produtos ou ofertas de patrocínios. O Facebook também disse que está permitindo que mais criadores de conteúdo façam anúncios em vídeos mais longos e ofereçam assinaturas de US$ 4,99 por mês para os fãs. Os assinantes recebem vantagens, como cenas exclusivas de bastidores. O Facebook não manterá uma série de cortes de parcerias ou assinaturas durante os testes, e não tem certeza sobre as eventuais comissões, disse à Reuters o vice-presidente da empresa, Fidji Simo, em uma entrevista na semana passada. A empresa tem sido cautelosa ao adicionar novas experiências, como vídeos, anúncios e opções pagas. No entanto, o Facebook implementou os recursos lucrativos nos últimos meses, após um ano em que muitos produtores de vídeos viram seus ganhos do YouTube reduzidos. O YouTube, da Alphabet, reforçou as políticas de compartilhamento de receita no ano passado depois que anunciantes, incluindo a Procter&Gamble expressaram preocupação com ferramentas automatizadas de compra de anúncios que as transformaram em patrocinadoras de conteúdo questionável. Tanto o Facebook quanto o YouTube estão correndo para atrair conteúdo de alta qualidade, o que ajudaria a conquistar os 200 bilhões de dólares gastos anualmente em publicidade televisiva globalmente.

G1

Tue, 19 Jun 2018 22:36:20 -0000 -

Proposta derruba trecho de resolução da ANP que só autoriza comercialização entre fornecedores e distribuidores autorizados pela agência ou com o mercado externo. Texto vai à Câmara. O Senado aprovou nesta terça-feira (19), por 47 votos a 2, um projeto com o objetivo de permitir a venda de etanol pelo produtor diretamente para os postos de combustíveis. Com a aprovação pelo Senado, o texto agora segue para a Câmara. Apresentada depois da greve de 11 dias dos caminhoneiros, a proposta derruba trecho de uma resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) segundo a qual o fornecedor de etanol somente poderá comercializar o produto com: outro fornecedor cadastrado na ANP distribuidor autorizado pela ANP mercado externo Além disso, esse trecho da resolução da ANP prevê que o etanol comercializado somente adquirirá a denominação “combustível” se atender à especificação estabelecida pela ANP, inclusive quanto à adição de corante (no caso do etanol anidro). A Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência divulgou nota na qual considera a aprovação do projeto "preocupante". "O argumento de que trará benefícios ao consumidor carece de avaliação aprofundada. Na realidade, o preço final ficará mais caro, a garantia de qualidade mais difícil e a arrecadação por parte do Estado mais vulnerável", diz o texto (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem). Debate Senadores defensores da proposta afirmaram que a venda direta possibilitará uma redução do preço do etanol nas bombas. “A justificativa para a mudança é a de que a limitação da negociação produz ineficiências econômicas ao impedir o livre comércio através da venda direta entre produtores de etanol e postos de abastecimento”, afirmou o autor da proposta, senador Otto Alencar (PSD-BA). Segundo ele, o projeto oferece a possibilidade de os fornecedores adquirirem o etanol tanto das distribuidoras quanto das usinas e das destilarias. A senadora Ana Amélia (PP-RS) levantou dúvidas sobre como ficará a qualidade do combustível se o trecho da resolução for derrubado. “Não adianta dar um presente de grego para o consumidor, para ele imaginar que vai ter combustível mais barato, o etanol, mas vai chegar sem qualidade”, disse. Favorável ao projeto, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) disse que a fiscalização continuará a cargo da ANP. “A fiscalização continuará sendo feita pela ANP, pelo Inmetro nos postos, porque não tem nada que garanta sair da usina e não haver qualquer adulteração no caminho até o posto. Então, tem que fiscalizar onde vai abastecer, na bomba”, disse o tucano. Líder do MDB, Simone Tebet (MS), disse que a aprovação do projeto não é garantia de que o preço do etanol será reduzido na bomba. “Se nós tirarmos a distribuidora, quem vai ter que fazer a distribuição é a usina. Ela vai ter que absorver esse custo da distribuição. Mais do que isso, vai ter que ter a estrutura suficiente, porque vai ser fiscalizada”, disse a emedebista. Nota das distribuidoras Leia abaixo a íntegra de nota divulgada após a votação no Senado pela Plural (Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência): A Plural considera que a aprovação no Senado do Projeto de Decreto Legislativo 61/2018, que permite a venda do etanol diretamente do produtor aos postos, é preocupante ao não levar em conta as complexidades que envolvem o setor. O argumento de que trará benefícios ao consumidor carece de avaliação aprofundada. Na realidade, o preço final ficará mais caro, a garantia de qualidade mais difícil e a arrecadação por parte do Estado mais vulnerável. Não à toa, além da Plural, as outras duas principais entidades que representam o setor de etanol ão contra a proposta: a UNICA, dos produtores, e a Fecombustíveis, dos postos revendedores. As usinas produtoras não possuem logística necessária – que envolve sistemas de dutos, ferrovias e bitrens – para chegar aos mais de 40 mil postos espalhados pelo Brasil. A complexa malha em funcionamento atualmente só foi possível ao longo de anos de investimento e desenvolvimento sob uma sólida regulação que define claramente os papéis e responsabilidades de cada agente da cadeia de suprimentos. Estudos técnicos mostram que os custos extras serão da ordem de R$ 870 milhões. A possível perda de arrecadação é inestimável no momento, até porque as regras atuais contemplam tributação dos produtores e dos distribuidores.

G1

Tue, 19 Jun 2018 22:35:38 -0000 -


Resultado foi comparado ao mesmo período do ano anterior, antes da crise cambial. A atividade econômica na Argentina cresceu 3,6% no primeiro trimestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano anterior, antes da crise cambial, informou nesta terça-feira (19) o instituto estatístico estatal Indec. Disparada do câmbio e inflação: entenda a crise na Argentina Segundo a estimativa provisória do instituto, o Produto Interno Bruto (PIB) se expandiu 1,1% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2017. Manifestantes protestam contra a alta da inflação na Argentina; governo pediu ajuda ao FMI Eitan Abramovich/AFP O governo tinha programado o orçamento considerando uma expansão anual de 3,5%. Mas a crise no mercado cambial e a perda de financiamento internacional levou o governo a recorrer a um acordo de ajuda urgente com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para receber auxílio financeiro. Depois do acordo, foi fixada uma nova projeção de alta entre 0,4% e 1,4%, de acordo com o ministro da Fazenda, Nicolás Dujovne.

G1

Tue, 19 Jun 2018 21:38:56 -0000 -


Resgates ocorreram após o último aumento dos juros nos EUA e em meio à piora na tensão comercial entre o país e a China. Investidores estrangeiros tiraram cerca de US$ 5,5 bilhões de mercado emergentes desde o último aumento da taxa de juros do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, na semana passada, mostraram dados do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) nesta terça-feira (19). Um investidor chinês monitora o preço de ações em uma corretora em Pequim, em imagem de arquivo. Mark Schiefelbein/AP Os resgates nos mercados emergentes somaram cerca de US$ 4,2 bilhões desde a reunião de política monetária do Fed, enquanto cerca de US$ 1,3 bilhão vieram de bônus. Saídas da China Os investidores estrangeiros venderam mais de US$ 320 milhões em ações chinesas nesta terça-feira, a primeira saída líquida diária de estrangeiros desde 4 de maio, disse o IIF. Investidor estrangeiro retirou mais de R$ 17 bi da bolsa desde fevereiro A China permaneceu resiliente em meio a fortes saídas dos mercados emergentes, mas "a preocupação com o impacto das tarifas adicionais dos EUA sobre as importações chinesas provocou uma forte reversão nos fluxos para a China", disse o IIF em comunicado. A China acusou os Estados Unidos de "extrema pressão e chantagem" e prometeu retaliar após Trump ameaçar impor tarifa de 10% a US$ 200 bilhões em produtos chineses, além das tarifas de importação já anunciadas sobre US$ 50 bilhões em produtos da China. A saída de investimento dos mercados emergentes na última semana foram concentradas na Ásia, disse o IIF, sinalizando uma preocupação crescente com a disputa comercial entre EUA e China. Economias de mercados emergentes têm estado em foco desde meados de abril, após um salto inesperado no dólar, enquanto as expectativas de aumento dos juros norte-americanos têm impulsionado os fluxos de dinheiro para longe dos mercados emergentes desde meados de abril.

G1

Tue, 19 Jun 2018 21:34:06 -0000 -

Correção equivale à metade da inflação registrada desde 1998, quando foram fixados os valores em vigor, e ocorre no momento em que deputados discutem revogação da atual Lei de Licitações. Decreto presidencial publicado na edição desta terça-feira (19) do "Diário Oficial da União" altera a lei 8.666, de 1993, que fixa regras para as licitações feitas pelo governo federal, estados, distrito federal e municípios. O texto corrige em 120% os valores que precisam ser considerados para a adoção de cada modalidade de licitação: convite, tomada de preços e concorrência (veja abaixo a definição para cada uma dessas modalidades). Além disso, o decreto aumenta o valor das contratações que podem ser feitas pela administração pública com dispensa de licitação (leia mais abaixo). Os valores atualizados entram em vigor em 30 dias. Modalidades de licitação e novos valores Pela Constituição, municípios, estados, distrito federal e governo federal são obrigados a fazer licitações quando precisam contratar obras e serviços ou realizar compras. Estas licitações ocorrem sob as regras previstas na lei de 1993. A correção de 120% autorizada pelo decreto presidencial corresponde a metade da variação da inflação entre maio 1998, quando foram fixados os valores que valem atualmente, e março deste ano. Neste período, a inflação somou 238,87%. Segundo o governo, os novos limites do decreto se aplicarão a todos os entes da Federação. A correção acontece no momento em que deputados analisam, em comissão especial da Câmara, proposta que promove alterações nos procedimentos de licitação realizados pela União, Estados e municípios. O projeto pretende revogar a atual Lei de Licitações, de 1993. A proposta em discussão na Câmara, que veio do Senado em 2016, cria um novo marco regulatório para o setor. Questionado, o Ministério do Planejamento informou que a alteração dos valores para cada modalidade de licitação "já vinha sendo debatida internamente no governo federal, especialmente considerando os anseios dos governos estaduais e municipais, além de estudos realizados pelo Ministério Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU)." Ainda de acordo com o ministério, "esses estudos indicaram a desatualização dos valores (20 anos desde o último reajuste), que têm onerado consideravelmente os processos administrativos." "Portanto, a proposta é trazer valores compatíveis com a realidade atual das contratações e melhorar o processo licitatório", diz o ministério. 20 anos sem correção Mais cedo nesta terça, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse que os valores para as modalidades de licitação não eram corrigidos há 20 anos. "E, dentro da própria lei, tem uma prerrogativa de que você pode corrigir pela inflação acumulada. Até a inflação, não precisa de projeto de lei. O que a gente fez foi usar essa prerrogativa legal e fazer uma correção", declarou ele a jornalistas. Segundo Colnago, a correção dos limites para licitações não vai inflacionar o preço de obras públicas. Na visão dele, a partir da entrada em vigor dos novos valores um maior número de contratações será feito utilizando instrumentos "mais simples". "Não justifica você ter todo o custo operacional para fazer contratações que são mais simples. [A correção dos valores] é para dar maior equilíbrio de custo-benefício nos instrumentos que você utiliza", afirmou. O ministro avaliou também que os novos valores resultarão em procedimentos de compras menos onerosos "considerando-se o custo indireto de uma licitação em relação aos valores dos bens e contratações que são objeto dessas modalidades de licitação". Teto para dispensa de licitação fica mais alto Com a correção, os valores para as contratações por meio de dispensa de licitação também serão atualizados, passando de até R$ 15 mil para até R$ 33 mil, no caso das obras e serviços de engenharia. Para as demais licitações, o teto passará de até R$ 8 mil para até R$ 17,6 mil. Veja abaixo o que representa cada modalidade Convite: modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao objeto licitado, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pelo órgão licitante que deverá fixar em local publico cópia do instrumento convocatório para estender aos demais interessados cadastrados na correspondente especialidade. Tomada de Preços: modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. Concorrência pública: permite a participação de qualquer licitante interessado na realização de obras e serviços e na aquisição de qualquer tipo de produto. É a modalidade que apresenta exigências mais rígidas para a fase de habilitação.

G1

Tue, 19 Jun 2018 21:27:44 -0000 -

Órgão vinha ofertando um volume maior que o comum para controlar a alta da moeda norte-americana. O Banco Central interrompeu, nesta terça-feira (19), pela primeira vez desde 11 de maio, as ofertas líquidas de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro e têm o objetivo de controlar o câmbio. Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares O órgão deixou de vender novos contratos dos derivativos e, mesmo sem o efeito dessas operações, a moeda americana fechou bem perto da estabilidade por aqui. A resiliência ainda fica evidente numa comparação do real com as principais divisas do mundo. Num dia de firme alta do dólar e de pressão sobre ativos de risco, a moeda local terminou a sessão entre os dez melhores desempenhos do dia, perto de outros emergentes como peso colombiano e peso mexicano. O comportamento do mercado, na avaliação de operadores, indica que o BC foi bem-sucedido em conter um componente especulativo no câmbio. A autarquia cumpriu sua promessa de injetar o equivalente a US$ 24,5 bilhões em swaps entre as sessões de 8 a 15 de junho. Desde meados de maio, as vendas líquidas de swap já somam US$ 39,6 bilhões, que dobrou o estoque para US$ 63,4 bilhões. Os dirigentes do BC estimam ofertar US$ 10 bilhões ao longo desta semana, dos quais US$ 1 bilhão já foi feito ontem, e se dispuseram reforçar o armamento caso seja necessário. Decisão do Copom A decisão de juros no Brasil, nesta quarta-feira, é um elemento chave para o mercado de câmbio. “É uma grande oportunidade para o BC corrigir o desconforto gerado pela surpresa com a última decisão da Selic, quando a comunicação foi duramente criticada”, diz o profissional de Tesouraria de um grande banco brasileiro. “O BC pode nem precisar usar toda a munição guardada para essa semana se o vier um discurso claro, convicto”, acrescenta. Por outro lado, um discurso que não consiga dissociar políticas de câmbio e juros deve abrir espaço para nova rodada de turbulência no mercado. ”Desta vez, o mercado ainda não desafiou o BC e os juros futuros estão até caindo”, acrescenta o profissional acima. Depois de precificar até um abrupto aperto monetário, o mercado de taxas caminha hoje para a estabilidade da Selic, no nível atual de 6,50%. Espaço para correção A trégua no mercado, de acordo com operadores, também conta um fator técnico. Já como o dólar teve firme alta por aqui no começo do ano, o espaço para correção também é maior. A relativa trégua do mercado de câmbio nesta terça-feira não significa que um ponto de equilíbrio já tenha sido encontrado. O nervosismo no mercado pode prevalecer daqui para frente, pelo menos, até que haja uma sinalização mais clara do campo político. Por ora, na visão do profissional de Tesouraria de outro banco, falta compromisso dos candidatos à Presidência com os ajustes que precisam ser feitos na economia. “Ainda não tem nada que ajude para apostar numa melhora do cenário”, diz um especialista. “O mercado de câmbio vai continuar nervoso até uma sinalização mais positiva do quadro político”, acrescenta. Em um prazo mais longo, a tendência cambial será ditada pelos fundamentos, os quais, em cenários sem reforma da previdência e outras ações desfazendo a camisa de força dos gastos obrigatórios (em âmbito federal e regional), poderão sofrer forte pressão, diz o Rabobank Brasil. Essa perspectiva negativa pode fazer a taxa de câmbio cruzar o patamar de R$ 5 por dólar no final do ano. “Este não é nosso cenário básico, mas é um risco a ser considerado em função das incertezas atuais (especialmente de ordem política)”, aponta o banco em nota.

G1

Tue, 19 Jun 2018 21:22:10 -0000 -


Marcas falam em desenvolver produtos de forma conjunta. No entanto, não haverá investimentos entre as empresas nem troca de ações. Volkswagen e Ford estudam aliança para ganhar competitividade Ford/Divulgação/Axel Schmidt/Reuters A Volkswagen e a Ford anunciaram nesta terça-feira (19) que estão estudando uma "aliança estratégica" para ganhar competitividade em todo o mundo. De acordo com o comunicado, as empresas estão analisando projetos conjuntos, incluindo o desenvolvimento de uma linha de veículos comerciais. O diretor do Grupo de Estratégia da Volkswagen, Thomas Sedran, disse que "é de extrema importância ganhar flexibilidade por meio de alianças. A potencial cooperação industrial com a Ford é vista como uma oportunidade para melhorar globalmente a competitividade das duas empresas." Sede da Ford em Dearborn, nas proximidades de Detroit, nos Estados Unidos Divulgação Volkswagen e Ford afirmaram que irão divulgar atualizações sobre a parceria de acordo com o avanço das conversas. No entanto, o anúncio diz que não haverá aportes financeiros entre as fabricantes, nem participações cruzadas (participação acionária de uma empresa em outra). Volkswagen e Ford já foram parceiras entre nas décadas de 1980 e 1990, com a formação da Autolatina, atuando no Brasil e na Argentina. Fábrica da Volkswagen, em Wolfsburg, na Alemanha, em imagem de arquivo de 2015 REUTERS/Carl Recine/File Photo Situação das empresas No final de abril, a Ford anunciou um plano para cortar custos e aumentar as margens de lucro nos próximos anos. A marca "não vai investir em novas gerações de sedãs tradicionais para a América do Norte", incluindo Fusion, Fiesta e Taurus, disse a montadora. O objetivo é cortar US$ 25,5 bilhões em custos até 2022, ante US$ 14 bilhões previstos no plano anterior anunciado no ano passado. Preocupação com poluentes de carros a diesel aumentou depois do escândalo da Volkswagen REUTERS Já a Volkswagen ainda enfrenta desdobramentos do escândalo de emissões dos veículos a diesel, que ficou conhecido como dieselgate. Nos movimentos mais recentes, a justiça alemã multou a em 1 bilhão de euros a fabricante, que se declarou culpada no caso. O Grupo Volkswagen fraudou cerca de 11 milhões de veículos a diesel em todo o mundo. Os carros eram equipados com um software que burlava testes de emissões em motores deste tipo. Movimentos parecidos Este não é o primeiro movimento de aproximação entre concorrentes na indústria automobilística. É comum que rivais se aproximem para desenvolver tecnologias em conjunto, além de reduzir custos com uma escala maior de produção. Um exemplo básico é que Ford e Chevrolet compartilham o câmbio automático de 10 marchas, presente em Mustang e Camaro. Também há inúmeros outros casos, como de fusões. Em 2016, a Renault Nissan, outra aliança, anunciou a compra da japonesa Mitsubishi. Outra gigante, a Fiat Chrysler, buscou alianças com a própria Volkswagen e com a General Motors, dona da Chevrolet. No entanto, as conversas não avançaram.

G1

Tue, 19 Jun 2018 20:50:48 -0000 -


Empresas são obrigadas a ressarcir quando algum equipamento queima devido a sobrecarga, por exemplo, mas carro elétrico fica de fora pelo alto custo. Carros elétricos ou híbridos já são a maioria dos emplacamentos novos na Noruega Thomas Peter/Reuters As distribuidoras de energia não serão responsabilizadas por danos em carros elétricos causados por variações na rede elétrica. A definição está em um regulamento sobre abastecimento de veículos elétricos aprovado nesta terça-feira (19) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Hoje as distribuidoras são obrigadas a ressarcir os consumidores quando algum equipamento elétrico queima devido, por exemplo, a sobrecarga no fornecimento de energia. No caso do carro elétrico, porém, a Aneel prevê que é responsabilidade do proprietário adquirir equipamentos de segurança que evitem os prejuízos. Segundo o diretor da Aneel Tiago Correa, como o valor de um carro elétrico é alto seria muito caro transferir esse risco para a concessionária de energia. Até a tarifa de energia de todos os consumidores poderia sofrer impacto caso as distribuidoras fossem obrigadas a arcar com esse custo, apontou. "O consumidor e a própria montadora têm que ser corresponsável nesse processo. O carro tem que ser capaz de se comunicar com o ponto de recarga para verificar se é uma recarga segura, se não deveria bloquear", disse Correa. De acordo com ele, os consumidores que adquirirem carros elétricos devem se preocupar em instalar os equipamentos de proteção. "Estamos falando de equipamentos que custam R$ 60 a R$ 100 para proteger um veículo de milhares de reais", afirmou o diretor. Cobrança O regulamento aprovado nesta terça também deixa claro que qualquer empresa pode montar pontos de recarga de carros elétricos e cobrar pelo serviço. "Não estamos interferindo no mercado. A ideia é deixar claro que qualquer interessado pode estabelecer um ponto de recarga e cobrar por isso", disse Correa. Ele disse que o fato de não haver uma fixação de tarifa não deve prejudicar o consumidor, já que a instalação de ponto de recarga custa pouco e pode ser feita inclusive na residência de quem tiver um carro elétrico. A Aneel informou que já recebeu retorno de empresas que tinham interesse em fazer pontos de recarga de automóveis elétricos, mas estavam com receio de investir sem que houvesse uma regulamentação clara sobre o assunto. Carros elétricos Hoje o Brasil tem cerca de 500 carros totalmente elétricos, que são carregados em tomadas. Mas, segundo Correa, a entrada de carros elétricos em outros países ocorreu de forma muito rápida. As fabricantes de carros elétricos esperam um aumento na demanda quando houver uma redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) desses veículos. A redução deve ser incluída no Rota 2030. A partir da regulação, a Aneel passará a monitorar os eletropostos – como são conhecidos os pontos de abastecimento de carros elétricos – que não forem privados, ou seja, do proprietário do veículo.

G1

Tue, 19 Jun 2018 20:16:46 -0000 -

Tensões podem ter impacto negativo para a indústria de proteína animal no Brasil, afirmou Maggi. A escalada da tensão comercial entre Estados Unidos e China "só vai atrapalhar o Brasil" e tende a elevar o preço doméstico da soja, com possível impacto negativo para a indústria de proteína animal, disse nesta terça-feira (19) o ministro da Agricultura brasileiro, Blairo Maggi. As declarações foram dadas por Maggi antes de participar da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, onde um dos assuntos a serem tratados é o recente embargo europeu às carnes de aves do Brasil. Para Maggi, as decisões do presidente dos EUA, Donald Trump, que têm gerado temores de um conflito comercial entre os norte-americanos e a China, são muito prejudiciais para o agronegócio brasileiro. China critica 'chantagem' dos EUA após Trump fazer nova ameaça comercial Negociações comerciais com a China não avançam, diz assessor da Casa Branca

G1

Tue, 19 Jun 2018 19:35:22 -0000 -

Informação foi divulgada nesta terça-feira (19) pelo Ministério do Planejamento. Volume total de novos saques pode chegar a R$ 34,3 bilhões, mas governo estima que R$ 15 bilhões deverão ser buscados pelos beneficiários. Os saques de recursos dos fundos do PIS-Pasep somaram R$ 195,6 milhões nesta segunda-feira (18), primeiro dia de pagamento para quem tem a partir de 57 anos, informou o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Ao todo, 143,8 mil beneficiários buscaram os valores na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil. O diretor-financeiro da Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, Sérgio Calderini, avaliou que esse movimento foi muito bom. “A gente fez um apanhado junto com a Caixa e o BB [Banco do Brasil]. O número foi 20% maior do que o pico [anterior] registrado em janeiro deste ano”, afirmou ele. Têm direito a esse dinheiro os trabalhadores de organizações públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o Pasep até 4 de outubro de 1988 e que não tenham resgatado todo o saldo. Quem passou a contribuir após essa data não tem saldos para resgate. O volume de saques neste primeiro dia de saques para essa faixa de idade corresponde a 0,56% do total de R$ 34,3 bilhões disponíveis nas contas do fundo do PIS-Pasep que poderão ser liberados para os trabalhadores. O Ministério do Planejamento espera que cerca de R$ 15 bilhões deste total sejam sacados pelos beneficiários. O que são os Fundos PIS-Pasep Os fundos do PIS e do Pasep funcionaram de 1971 a 1988 e davam direito ao trabalhador de receber o rendimento das cotas e sacar o dinheiro em caso de aposentadoria, doença grave ou ao completar 70 anos. A partir de outubro de 1988, após a promulgação da Constituição, a arrecadação do PIS-Pasep passou para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que faz empréstimos a empresas. Em meio à mudança, muitos que tinham direito ao dinheiro não sacaram os recursos. Por isso, o governo tem ampliado o limite de idade e estipulado calendários para incentivar os saques e injetar dinheiro na economia. Os saques para aposentados, idosos com idade a partir de 60 anos e herdeiros de cotistas falecidos continuam liberados, sem necessidade de calendário de pagamento.

G1

Tue, 19 Jun 2018 19:30:35 -0000 -


O número de inadimplentes no Espírito Santo no último mês de abril chegou a 1,2 milhão, segundo a Serasa Experian. Vitória vai receber evento sobre educação financeira Fábio Tito/G1 Vitória vai receber várias palestras durante a 1ª Semana de Educação Financeira do Espírito Santo, que acontece entre os dias 20 e 23 de junho. Dados da Serasa Experian apontam que no mês de abril, o estado chegou a níveis históricos com mais de 1,2 milhão de pessoas endividadas, o que representa 2% dos brasileiros que possuem alguma dívida. O evento será gratuito, mediante a inscrição solidária com a doação de 1kg de alimento não perecível que serão destinados à Associação Capixaba Contra o Câncer Infantil (ACACCI) e à Obra Social Nossa Senhora da Graça. As inscrições devem ser feitas pela internet. Nos quatro dias do evento, os participantes poderão escolher entre palestras com foco na aposentadoria, mundo jovem, empresas ou na área educacional, contando com renomados palestrantes da região e de São Paulo. “O evento vai de encontro com uma grande demanda que estamos observando em relação ao tema, sendo que temos atualmente mais de 60% da população endividada com perspectivas muito baixas de ter um futuro diferente, equilibrado, sem preocupações”, explica Lorena Milanezi, vice-presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), que está organizando o evento. Ela acrescenta que no cenário dos aposentados pelo INSS, a situação é assustadora, com apenas 1% vivendo de forma independente, sem a necessidade de auxílio de parentes ou com a obrigação de trabalhar. “Por isso, a Semana da Educação Financeira vem com a ideia de colocar em prática a transformação na vida dos participantes e da sociedade como um todo”, acrescenta Milanezi. O evento tem vagas limitadas. Serviço 1ª Semana de Educação Financeira do Espírito Santo: Data: 20 a 23 de Junho de 2018 Local: Multivix Vitória Endereço: Rua José Alves, 301, Goiabeiras, Vitória/ES Agenda e Inscrições: www.semanaeducacaofinanceira.com.br Valor: Gratuito mediante a doação de 1kg de alimento não perecível

G1

Tue, 19 Jun 2018 19:25:31 -0000 -


Australianos tiveram aparelhos afetados pelo 'erro 53'. 'Erro 53' desativava iPhones e iPads que tivessem passado consertos feitos por empresas que não a Apple. Divulgação/iFixit A Apple terá que pagar uma multa na Austrália de aproximadamente US$ 6,6 milhões por prejudicar clientes que compraram seus aparelhos entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016, informaram as fontes judiciais nesta terça-feira (19). A decisão foi tomada pelo Tribunal Federal da Austrália que atendeu as reclamações feitas em um processo judicial movido pela Comissão Australiana de Concorrência e Consumo (ACCC, sigla em inglês) contra a Apple e sua filial no país. O órgão entrou com a ação judicial após investigar centenas de queixas vinculadas ao "erro 53". O problema aparecia após donos de iPhone 6, que passaram por algum reparo "não oficial" (fora dos centros de serviço autorizados), instalarem o sistema operacional o iOS 9 nos aparelhos. A falha técnica desativava não só iPhones mas também iPads. A Apple admitiu ter rejeitado a reparação dos terminais de pelo menos 275 clientes australianos afetados, alegando que os dispositivos já tinham sido reparados por terceiros. "Se um produto tem uma falha, os clientes têm o direito de consertá-lo ou substituí-lo, de acordo com a Lei do Consumidor da Austrália e, às vezes, até mesmo um reembolso", disse a comissária da ACCC, Sarah Court. Após receber as notificação das investigações da ACCC, a Apple colocou em prática um programa para compensar os clientes prejudicados -- que são em torno de 5 mil.

G1

Tue, 19 Jun 2018 19:11:33 -0000 -


Mercari é considerada um 'unicórnio', palavra usada para descrever empresas de tecnologia iniciantes com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão. As ações da Mercari, uma operadora de um aplicativo de compra e venda de produtos, subiram 77% na estréia na bolsa de valores de Tóquio nesta terça-feira, ressaltando o forte apetite dos investidores por um raro unicórnio japonês que planeja expansão nos Estados Unidos. Os papéis tocaram pico de 6 mil ienes, atingindo seu limite diário e valorizando a empresa em até US$ 7,4 bilhões de dólares. Unicórnios são empresas de tecnologia iniciantes com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão. A listagem faz da Mercari a startup de tecnologia mais valiosa do mercado acionário de Tóquio, à frente da Mixi, de jogos e redes sociais, e da empresa de robótica Cyberdyne. Aplicativo popular que permite às pessoas comercializarem itens usados ​​online, o Mercari já foi baixado 71 milhões de vezes no Japão, onde tem 10,5 milhões de usuários ativos. A empresa por trás do aplicativo ganha dinheiro com uma cobrança de comissão dos vendedores e espera que a receita salte 62%, para 35,8 bilhões de ienes (US$ 325,93 milhões), neste ano financeiro. O CEO da Mercari, Shintaro Yamada, em estreia da empresa na bolsa de Tókio Kim Kyung-Hoon/Reuters As ações da Mercari fecharam a 5,3 mil ienes nesta terça-feira ante preço no IPO de 3 mil ienes. O IPO, o maior do Japão neste ano, arrecadou US$ 1,2 bilhão com a venda de cerca de um terço das ações da Mercari, com a maioria dos papéis sendo adquirida por investidores estrangeiros. A empresa é rentável em casa, mas está perdendo dinheiro nos Estados Unidos, onde seus planos de expansão estão sendo liderados pelo ex-executivo do Facebook, John Lagerling. O presidente-executivo e fundador da Mercari, Shintaro Yamada, disse a jornalistas que a empresa preferiu não informar quando vai ser lucrativa nos EUA, mas expressou confiança em alcançar resultado positivo. A expansão da Mercari para os EUA levou a empresa a um prejuízo de 4,2 bilhões de ienes no último ano fiscal encerrado em junho de 2017, com uma perda adicional de 3,4 bilhões nos nove meses até março, quando a empresa investiu em publicidade para melhorar reconhecimento da marca. O aplicativo foi lançado no Reino Unido no ano passado e Yamada apontou a Alemanha e a França como candidatas para futuras expansões.

G1

Tue, 19 Jun 2018 18:43:28 -0000 -

Aumento começa a valer em 22 de junho. Contas de luz de clientes da CEB ainda vão passar por reajuste anual em outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (19) um reajuste extraordinário para as tarifas de energia da Companhia Energética de Brasília (CEB). O aumento médio nas contas de luz será de 8,81% e poderá ser aplicado pela distribuidora a partir de sexta (22). Para os consumidores residenciais e comerciais, atendidos em baixa tensão, o reajuste médio será de 8,88%. Já para os consumidores industriais, que usam a energia em alta tensão, a alta média será de 8,81%. As tarifas das distribuidoras de energia do país passam por reajuste uma vez ao ano. Quando é preciso fazer algum reequilíbrio nas contas dessas empresas, a Aneel promove um reajuste extraordinário, ou seja, adicional àquele já previsto no ano. O reajuste regular da CEB está previsto para outubro. Portanto, além do aumento aprovado pela Aneel nesta terça, as contas de luz dos clientes da CEB podem ter nova alta em outubro. De acordo com a Aneel, o reajuste extraordinário atendeu a um pedido da CEB e se deve a um desequilíbrio financeiro causado pelo gasto maior do que o previsto com a compra de energia, entre outros fatores. A agência informou ainda que, se não fosse aplicado agora, esse aumento extraordinário teria que ser somado àquele já programado para outubro e seria mais caro para o consumidor devido à incidência de juros. Segundo o diretor da Aneel Tiago Correa, que relatou o processo, com a revisão extraordinária o reajuste previsto para outubro será menor.

G1

Tue, 19 Jun 2018 18:30:59 -0000 -


Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Tue, 19 Jun 2018 18:16:30 -0000 -


Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Tue, 19 Jun 2018 18:08:29 -0000 -


Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2016. Prazo para saques do abono salarial PIS/Pasep termina dia 29 TV Globo Os trabalhadores têm até o dia 29 de junho para sacar o Abono Salarial PIS-Pasep calendário 2017-2018, ano-base 2016. Mais de 2,2 milhões de pessoas ainda não resgataram o recurso - elas representam cerca de 9% do total e a quantia disponível chega a R$ 1,6 bilhão, segundo o Ministério do Trabalho. O Abono Salarial PIS-Pasep ano-base 2016 começou a ser pago em 27 de julho de 2017. Desde então, já foram pagos 22,2 milhões de trabalhadores. Os valores sacados até 31 de maio somam R$ 16,4 bilhões. Quase metade do valor ainda disponível está na região Sudeste do país, onde mais de 1 milhão de trabalhadores não sacaram o recurso, principalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A segunda região com maior número de pessoas com valores a receber é o Nordeste (veja abaixo). Se não for sacado, o valor retornará para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para pagamento de seguro-desemprego e do abono salarial do próximo ano. Levantamento dos pagamentos do abono salarial PIS-Pasep ano-calendário 2016 Reprodução/Ministério do Trabalho Quem tem direito Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2016. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2016. Valores do abono salarial O valor do abono varia de R$ 80 a R$ 954, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2016. Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. O valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2016 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2016 completo. Por exemplo, se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 954). Se trabalhou por apenas um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 80), e assim sucessivamente. Como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil. Fundos PIS/Pasep Desde segunda-feira (18), está liberado o pagamento do Fundo PIS/Pasep para beneficiários com idade a partir de 57 anos. Nesta primeira etapa, serão contemplados cerca de 4,7 milhões de cotistas, no total de R$ 8,61 bilhões - 2,9 milhões com direito ao PIS (R$ 4 bilhões) e 1,8 milhão com direito ao Pasep (R$ 4,61 bilhões). VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNDO PIS-PASEP Têm direito a esse dinheiro os trabalhadores de organizações públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o Pasep até 4 de outubro de 1988 e que não tenham resgatado todo o saldo. Quem passou a contribuir após essa data não tem saldos para resgate. A partir de 8 de agosto, recebem o dinheiro em conta os correntistas de todas as idades da Caixa e BB, no total de R$ 5 bilhões. E a partir do dia 14 de agosto, estão liberados os saques para os cotistas de todas as idades, incluindo os que não realizarem o saque na primeira etapa. Todos esses beneficiários com menos de 60 anos terão até o dia 28 de setembro para sacar o dinheiro. Depois do dia 28 de setembro, volta a valer a regra de liberação dos saques somente para os casos de aposentadoria, idade a partir de 60 anos, invalidez (inclusive do dependente), morte do cotista (habilitando o herdeiro a sacar) e algumas doenças graves, como câncer, aids, Parkinson e tuberculose (incluindo o dependente). Nesses casos, é possível fazer os saques a qualquer momento, sem necessidade de seguir cronograma, e o prazo continua aberto por tempo indeterminado. Calendário do Fundo PIS-Pasep da Caixa e BB Igor Estrella/G1

G1

Tue, 19 Jun 2018 18:08:04 -0000 -

G1 > Tecnologia e Games

Últimas notícias de tecnologia e de games. Informações sobre internet, jogos, tv digital e lançamentos de produtos eletrônicos de última geração.


Novidades incluem ainda a realização de concursos com prêmios em dinheiro por meio da plataforma de vídeo da rede social. Vídeos ao vivo no Facebook. Divulgação/Facebook Facebook anunciou nesta terça-feira (19) que oferecerá uma série de novos formatos para sua plataforma de vídeo, incluindo jogos interativos, pesquisas e concursos. Os novos formatos estarão disponíveis para criadores de conteúdo de vídeo na rede social, que busca um nicho para competir com Netflix e YouTube, entre outros. Uma das funções do Facebook permitirá a interatividade, que poderá ser utilizada em jogos e concursos com prêmios em dinheiro. "Acreditamos que ver vídeos não tem que ser algo passivo, e que muitos tipos de formatos de entretenimento tradicional -- desde programas de jogos até séries de telerrealidade e conteúdos baseados em roteiros -- podem ser reinventados para ser um centro comunitário", declarou o Facebook. Entre as atrações do novo formato está o show "Outside Your Bubble", da BuzzFeed News, que desafiará os participantes a dar um "passo fora da bolha" e adivinhar o que estão pensando as pessoas em diferentes grupos das redes sociais.

G1

Wed, 20 Jun 2018 12:20:43 -0000 -


Um golpe que afeta principalmente usuários do Instagram está divulgando sites falsos com supostas promoções de produtos da marca Ray-Ban por meio de publicações não autorizadas. Os endereços divulgados são de sites sem relação com a loja oficial da marca e os produtos vendidos também são falsos ou, no mínimo, de procedência duvidosa. Também é possível que os sites estejam roubando as informações dos consumidores. Legenda: Exemplo de publicação no Instagram divulgando site com promoções falsas da Ray-Ban. Divulgação/Instagram Há poucos dados confirmados sobre esse golpe. Sabe-se que as imagens são publicadas no Instagram, que são divulgados diversos sites idênticos (porém com endereços diferentes) e que os preços informados aparecem em várias moedas. As postagens são feitas sem autorização no perfil das vítimas. A publicação tende a marcar outras pessoas para obter uma visibilidade maior. Não se sabe como os invasores obtiveram permissão para postar as imagens em nome das vítimas. É possível que as vítimas tenham caído em algum golpe de phishing -- páginas falsas do Instagram ou Facebook -- ou que os criminosos tenham utilizados senhas presentes em vazamentos de dados (quem repete as mesmas senhas em vários serviços pode ser vítima nesse caso). Outra possibilidade é que as senhas tenham sido roubadas por um vírus. Site 'MinhaSenha' revela suas senhas que caíram no submundo da web A recomendação para todos os usuários é que o site com as supostas promoções não seja visitado. Para quem teve a imagem da promoção publicada sem autorização no perfil, aconselha-se a troca das senhas do Instagram e do Facebook. Também vale a pena verificar os aplicativos autorizados na conta do Instagram (https://www.instagram.com/accounts/manage_access/), mas é improvável que a publicação tenha ocorrido por esse meio. Spam em contas invadidas O uso de contas comprometidas para publicar uma imagem em massa e divulgar sites fraudulentos mostra como qualquer tipo de conta de serviço pode ser útil. Não é comum enxergar o Instagram como um site de conteúdo sensível ou sigiloso. No entanto, o uso de várias contas comprometidas permite que os golpistas alcancem um público considerável com o golpe. É por isso que não se pode pensar que uma senha de acesso para qualquer serviço -- seja ele qual for -- não é de interesse dos invasores. Praticamente qualquer serviço on-line pode ser envolvido em um golpe, desde que os malfeitores tenham criatividade para aproveitar o acesso que obtiveram. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Wed, 20 Jun 2018 11:53:25 -0000 -


Australianos tiveram aparelhos afetados pelo 'erro 53'. 'Erro 53' desativava iPhones e iPads que tivessem passado consertos feitos por empresas que não a Apple. Divulgação/iFixit A Apple terá que pagar uma multa na Austrália de aproximadamente US$ 6,6 milhões por prejudicar clientes que compraram seus aparelhos entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016, informaram as fontes judiciais nesta terça-feira (19). A decisão foi tomada pelo Tribunal Federal da Austrália que atendeu as reclamações feitas em um processo judicial movido pela Comissão Australiana de Concorrência e Consumo (ACCC, sigla em inglês) contra a Apple e sua filial no país. O órgão entrou com a ação judicial após investigar centenas de queixas vinculadas ao "erro 53". O problema aparecia após donos de iPhone 6, que passaram por algum reparo "não oficial" (fora dos centros de serviço autorizados), instalarem o sistema operacional o iOS 9 nos aparelhos. A falha técnica desativava não só iPhones mas também iPads. A Apple admitiu ter rejeitado a reparação dos terminais de pelo menos 275 clientes australianos afetados, alegando que os dispositivos já tinham sido reparados por terceiros. "Se um produto tem uma falha, os clientes têm o direito de consertá-lo ou substituí-lo, de acordo com a Lei do Consumidor da Austrália e, às vezes, até mesmo um reembolso", disse a comissária da ACCC, Sarah Court. Após receber as notificação das investigações da ACCC, a Apple colocou em prática um programa para compensar os clientes prejudicados -- que são em torno de 5 mil.

G1

Tue, 19 Jun 2018 19:11:33 -0000 -


Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Tue, 19 Jun 2018 18:16:30 -0000 -


Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Tue, 19 Jun 2018 18:08:29 -0000 -


Engenheiros recorreram a técnica usada para criar rostos artificialmente. Facebook cria inteligência artificial que 'abre' os olhos de quem piscar em foto Divulgação/Facebook Piscou bem na hora do clique do fotógrafo? Isso pode ser um problema do passado. O Facebook criou um sistema de inteligência artificial que não só identifica quando alguém saiu de pálpebras cerradas em uma foto mas também consegue "abrir" seus olhos. A tecnologia, criada pelos engenheiros da rede social, Brian Dollahnsky e Christian Canton Ferrer, foi descrita em um estudo divulgado nesta segunda-feira (18). O que o mecanismo faz é estudar várias fotos em que aparece o rosto do sujeito para entender como são suas expressões faciais quando ele está de olhos abertos. VÍDEO: Cientistas usam inteligência artificial para 'colocar palavras' na boca de alguém “Para o problema particular de transformações faciais, ela [a tecnologia] aprende não só a preservar características como iluminação ou o tom da pele mas pode também abranger alguma noção de plausibilidade semântica”, escreveram os dois engenheiros. “Dando um conjunto de treinamento de tamanho apropriado, a rede irá aprender como um rosto humano ‘deve’ parecer.” Mas não só. Além disso, eles recorreram a técnicas avançadas de inteligência artificial para driblar o chamado “uncanny valley”, aquele ar de foto tratada no Photoshop que ocorre quando imagens passam por modificação mal feitas. Para fugir desse risco, os dois lançaram mão de um recurso geralmente usado para desenhar rostos do zero, chamada de rede adversarial generativa (GAN, na sigla em inglês). Você já deve ter visto a técnica em ação, já que ela é usada para criar faces de celebridades que não existem ou mudar o clima em vídeos. A mescla do uso desses dois sistemas é o que faz a diferença. Depois de aprender como são os olhos do indivíduo, o sistema usa a informação para criar uma reprodução fiel deles. Leva em conta o tamanho da cavidade ocular na foto em que o sujeito aparece de olhos fechados, a posição do rosto, a iluminação sobre a pele e qual o efeito da luz sobre os olhos.

G1

Tue, 19 Jun 2018 17:36:27 -0000 -


'Estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas', diz o CEO do aplicativo de relacionamento. Happn implanta no app mapa internet em que é possível achar 'crush' Divulgação/Happn O Happn, aplicativo de relacionamento para achar aquele “crush” que te deu mole no busão, vai mudar a forma de achar o paquera: a partir de agora, será possível buscar em um mapa por pretendentes que curtem ir aos mesmos lugares que você. Até agora, o Happn organizava os perfis em ordem cronológica. Funcionava assim: como usa o GPS do smartphone do usuário para saber por quais locais ele passou, o app identifica pessoas que cruzaram com ele e que podem interessá-lo; depois disso, os perfis dessas pessoas são exibidos de acordo com o horário em que o encontro se deu. A conversa só começa caso haja interesse mútuo – nesse sentido, o serviço é bem parecido com o Tinder. A partir desta terça-feira (19), o Happn vai mostrar em um mapa interativo todos os pretendentes que estiveram em um lugar visitado pelo usuário. Bastará tocar na imagem de uma rua, estabelecimento comercial ou evento, e o aplicativo mostrará os possíveis “crushs” que estiveram lá nos últimos sete dias. Encontros reais A versão antiga do Happn já ensaiava explorar mais intensamente a localização geográfica dos encontros – mapas eram mostrados, no entanto, apenas quando um perfil era aberto. Com a novidade, chamada de "Happn Maps", o mapa interativo assume possição central no app: ficará no topo do aplicativo. “Agora, ele pode lembrar onde viu uma certa pessoa, ou de um lugar em que teve a sensação de ter pessoas interessantes, e ir diretamente para esse lugar no mapa do Happn para checar se tem algum potencial Crush lá”, afirmou Dider Rappaport, presidente-executivo e cofundador do Happ. O executivo explica que “aparecerão somente aqueles [perfis de pessoas] que estiveram no mesmo lugar que você e na mesma hora, ou seja, com quem, de fato, você cruzou”. O sistema rastreará pessoas dentro de um raio de 250 metros a partir do ponto em que o usuário esteve. “As pessoas que vão aos mesmos lugares têm maior probabilidade de ter o mesmo estilo ou preferências que você. Por exemplo: se você vai a uma academia, show, evento esportivo ou bar, você pode encontrar pessoas no mesmo lugar e imediatamente ter algo em comum com ela”, afirma Rappaport. “Com o mapa do Happn, nós vamos além em nossa promessa ao separar as dimensões do tempo e espaço; porque o tempo voa, mas os lugares permanecem parados.” O executivo diz que a inclusão dos mapas são uma acentuação do DNA do aplicativo. “Em 2013, alguns sites de relacionamento e poucos apps já existiam, mas a experiência promovida por eles era virtual demais, consumia muito tempo e a combinação de pessoal era baseada em interesses e preferências mútuas. O Happn surgiu com o pensamento de que nós estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas.” País do amor O Brasil é um dos principais polos para empresas que desenvolvem apps e sites voltados a construir relações amorosas. Por aqui, há 6,6 milhões de usuários do Happn, o que faz do país o segundo maior mercado para o serviço. Mais de 1 milhão de pessoas usam o aplicativo só em São Paulo, cidade mais importante para a empresa, que possui 50 milhões de usuários no mundo todo. Outra companhia que tem no Brasil sua segunda maior operação é o Match Group, dona de mais de 45 serviços voltados a formar casais, como Tinder e Par Perfeito.

G1

Tue, 19 Jun 2018 13:00:42 -0000 -


Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora.

G1

Tue, 19 Jun 2018 11:51:09 -0000 -


Smartphones da Apple são feitos na China e levados até EUA; na semana passada, Trump anunciou uma tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões em bens importados da China. Donald Trump fala em reunião do Conselho Espacial Nacional, na Casa Branca, nesta segunda-feira (18) Reuters/Jonathan Ernst O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao presidente-executivo da Apple, Tim Cook, que o governo norte-americano não vai impor tarifas de importação para iPhones montados na China, informou o jornal "New York Times" nesta segunda-feira (18), citando fontes com conhecimento do assunto. Segundo o periódico, Cook viajou para a Casa Branca no mês passado para alertar Trump sobre os potenciais efeitos adversos sobre a Apple da China gerados pelas políticas comerciais de seu governo. Os iPhones são feitos pela Foxconn, que possui plantas na China, de onde saem os aparelhos levados para os EUA, e no Brasil, que atende o mercado brasileiro. O "NYT" não informou quando Trump se comprometeu com Cook a não taxar iPhones. Representantes da Apple e da Casa Branca não estavam disponíveis de imediato para comentar o assunto. Em abril, os EUA divulgaram uma lista de produtos vindos da China que sofreriam uma sobretaxa de importação, mas deixaram de fora de parte produtos eletrônicos de consumo, como smartphones. Na semana passada, porém, Trump anunciou a cobrança de tarifas adicionais de 25% sobre produtos chineses importados, que movimentam US$ 50 bilhões ao ano. A lista revisada incluiu várias categorias de chips, o que criou temores de que as sobretaxas poderiam afetar o setor de tecnologia norte-americano.

G1

Tue, 19 Jun 2018 11:41:15 -0000 -


Parceria entre Telebras e a norte-americana é contestada na Justiça. 'Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados', diz Kevin Cohen, gerente da Viasat. Kevin Cohen, gerente geral da Viasat para a América Latina. Divulgação/Viasat Os problemas compartilhados por Telebras e Viasat começaram muito antes de a Justiça brasileira suspender o acordo que as duas fecharam para operar o satélite brasileiro que custou R$ 2,78 bilhões e está há mais de um ano no espaço, mas impedido de levar banda larga a qualquer lugar do Brasil. No ano passado, uma greve de trabalhadores da Guiana Francesa atrasou o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que só acabou ocorrendo em maio de 2017. “Essa greve também nos feriu um pouco”, afirmou ao G1 Kevin Cohen, gerente geral da Viasat para a América Latina. "Depois do SGDC, o próximo satélite da fila era o nosso. Tínhamos marcado a data e não deu certo.” O cruzar de braços fez a norte-americana postergar o lançamento de seu quarto satélite, o Viasat 2, somente levado ao espaço em julho. Quase um ano depois, Telebras e Viasat estão no centro de outra paralisação: uma ação judicial, que foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no começo do mês, suspendeu a parceria entre as duas. Isso congelou dois importantes programas do governo federal criados para levar banda larga móvel a lugares remotos: o Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) e o Internet para Todos. O processo judicial foi movido pela Via Direta, uma empresa amazonense que diz ter sido preterida durante o processo privado que levou a Telebras a contratar a Viasat. “Nós sabíamos que o Brasil é bem complicado e difícil de entrar. Mas, como o Brasil é o maior mercado da América Latina, nós já planejávamos vir e ficar por um longo prazo.” Em conversa com o G1, Cohen contou como a possibilidade de operar o SGDC surgiu como um atalho para a Viasat chegar ao Brasil. Já estava nos planos da norte-americana aportar no país, mas somente em 2020. Nesse ano, a companhia pretende lançar o primeiro de uma constelação de satélites, chamada de Viasat 3, e o equipamento inaugural já será capaz de cobrir todo o continente americano. Para Cohen, a insatisfação gerada entre as empresas preteridas ocorre porque a entrada de um novo concorrente costuma pressionar os preços para baixo. Ele diz também que, ainda que os desdobramentos na Justiça não sejam favoráveis, nem pensa em encerrar a parceria com a Telebras. A aposta, diz, é virar líder em internet via satélite no Brasil. “Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados. Nosso plano é de captar muito da participação de mercado por aqui e crescer. Nosso objetivo é ser primeiro em internet satelital no Brasil”, diz Cohen. Veja abaixo os principais trechos da entrevista, concedida pelo executivo em São Paulo: G1 - Vocês pensavam que seria assim tão difícil chegar ao Brasil? Kevin Cohen - Nós sabíamos que o Brasil é bem complicado e difícil de entrar. Mas, como o Brasil é o maior mercado da América Latina, nós já planejávamos vir e ficar por um longo prazo. G1 - A Telebras vem enfrentando problemas com esse satélite desde sua concepção. Por que vocês escolheram um projeto de uma outra empresa para começar a operar no Brasil? Cohen - Com 32 anos desenvolvendo tecnologia satelital, temos 4 satélite no espaço. Fazemos do satélite até as antenas e estações terrestres, além de operamos o serviço. Usam os nossos serviços 19 empresas aéreas. Enquanto você está lá em cima, nosso serviço permite fazer streaming de vídeos e todas as coisas que feitas no chão. Há sete anos, lançamos nosso terceiro satélite, o ViaSat 1, com capacidade de 140 Gigabits por segundo e com cobertura para EUA, Canadá e norte do México. Em junho passado, lançamos o Viasat 2, que cobre América Central e Caribe e tem capacidade de 260 Gbps. A certas zonas, pode fornecer conexão de até 100 Mbps. Em 2020, teremos uma constelação de satélites chamada ViaSat 3, que terá mais de 1 Terabit por segundo de capacidade. Esses três satélites terão cobertura de um terço do globo; o primeiro vai cobrir as Américas e o segundo, Europa e Oriente Médio. Nosso plano de expansão não era ficar só nos EUA, mas entrar em outros países, como fizemos no México. Já sabíamos que o Brasil é um país muito grande, tem muita oportunidade e tem milhões de pessoas que estão desatendidas, em comunidades e vilarejos remotos. Uma parceria com uma empresa como a Telebras nos ajudaria a entrar no mercado, porque nós planejamos ficar e crescer. Foi muito atraente. Por isso, entramos no Brasil antes do ViaSat 3. Queríamos aprender. O mercado do Brasil é tão grande que não queríamos perder a oportunidade. G1 - O Brasil está saindo de uma crise econômica, mas ainda muito lentamente. Vale a pena entrar no país ainda que nessas condições e ainda mais oferecendo banda larga, que, apesar de onipresente e popular, não é um serviço essencial? Cohen - Eu diria que a internet é um direito humano básico, como eletricidade, água, comida e casa. A conectividade melhora a educação. Como nós já estamos levando um serviço de conexão a preços acessíveis para quem mora em aldeias no México, nosso objetivo é atender esse mercado desatendido, de milhões de brasileiros. O Brasil está em crise, mas, como ficaremos aqui por muito tempo, sabemos que o mercado está aqui. G1 - Vocês esperavam que as dificuldades nascessem da concorrência? Cohen - Sempre que entramos em um mercado, sabemos que vamos mudar o negócio. Por exemplo, com o aumento de capacidade para satélite, os preços para backhaul de celular estão caindo. Por isso, já com o SGDC, os preços iriam cair ainda mais e a velocidade seria ainda melhor. Alguns concorrentes não querem abraçar a redução dos preços. G1 - Como a entrada de um novo concorrente faz os preços caírem? Cohen - Se você pensar no modelo anterior do satélite, a prática era vender capacidade para sinal de TV, do tipo DTH. Mas com os novos satélites, como Viasat 1 e Viasat 2 e o de outros concorrentes que estão criando constelações satelitais, tem muito mais capacidade do que demanda para DTH. Então estamos vendendo capacidade com preços menores para poder, ao menos, fazer a venda. Há bastante capacidade e não tanta demanda nos negócios anteriores. G1 - Por que vemos alguns lugares no Brasil sem conexão nenhuma? Cohen - É uma questão econômica. Se você tiver que instalar uma torre de celular, seja de 3G ou de LTE, custa muito caro. E ela vai cobrir um raio de alguns quilômetros. Se fizer esse investimento para atender poucas pessoas e o poder aquisitivo delas for de R$ 10 por mês, não dá. O cálculo não fecha. Como não temos que instalar torres de celular, a diferença é que podemos levar internet de alta qualidade e a preços menores para comunidades isoladas geograficamente. G1 - Como a Viasat pretende atuar aqui no Brasil? Cohen - Nosso plano principal é primeiro atender o Gesac, que pretende de levar internet a 15 mil pontos, como escolas, centros de saúde, postos na fronteira etc. Além disso, teremos os planos de Wi-Fi comunitário, que faz parte do programa Internet para Todos. Além de atender as comunidades desatendidas de classe baixa, também teremos outros serviços no futuro. Nos EUA, na Europa e na Austrália, por exemplo, temos serviço comercial para aviões. No Brasil, já assinamos um acordo com a Embraer para os jatos privados dela. Essa parceria não inclui o SGDC, e sim o Viasat 1, porque 80% dos aviões da empresa operam nos EUA. G1 - Há a intenção de competir pelos consumidores de grandes centros no Brasil? Cohen - Nosso objetivo é ficar nas áreas periféricas, não nas áreas urbanas centrais. Podemos levar um serviço de alta velocidade a um baixo preço para onde não tem nada. G1 - Quanto isso custaria? Cohen - O plano é levar internet em pacotes pequenos, por dados ou por hora. Eu diria que o preço seria o mesmo para comprar uma Coca-Cola ou um pacote de salgadinhos. G1 - Quanto a Viasat vai investir no Brasil? Cohen - Estamos investindo mais de US$ 50 milhões. G1 - A Telebras diz que está perdendo dinheiro com a suspensão do acordo. O mesmo está ocorrendo com vocês? Cohen - Primeiro, quem mais está perdendo é o povo brasileiro, porque já estaríamos em milhares de comunidades com o Wi-Fi comunitário e o Gesac. Estaríamos em escolas com conexões 10 vezes mais rápidos. Segundo, um satélite só tem vida útil para 15 anos, e o SGDC já está no espaço há mais de 10 meses. Além disso, por não estarmos funcionando no Brasil, já perdemos milhões de dólares, mas não posso precisar quanto. G1 - Concorrentes reclamam que começaram a negociar e foram preteridas no meio do processo. A forma como a Telebras escolheu a Viasat foi justa? Cohen - A Telebras fez um chamamento público, não apareceram interessados. Depois disso, recebeu propostas de todos os concorrentes. Nós confiamos na Justiça e no processo, porque fizemos tudo direito. G1 - A Viasat já se tornou operadora de um satélite de outra empresa em algum lugar do mundo? Cohen - Sim, na Austrália, instalamos as estações terrestres e operamos o serviço, porque o país possui dois satélites próprios. G1 - Em algum lugar do mundo, a Viasat já foi obrigada a retirar equipamentos que estávamos instalados? Cohen - Essa é a primeira vez. Essa ideia de retirar os equipamentos foi muito chocante. Antes, as crianças tinham um serviço em que tinham de esperar. Cada um tinha de fazer sua tarefa para dar lugar a próxima criança. Depois, quando chegou o serviço do SDGC, eles podiam fazer as tarefas ao mesmo tempo. Esse serviço atendia a necessidade delas. G1 - Há alguma chance de a Viasat desistir do acordo com a Telebras, já que os resultados na Justiça não têm sido nada favoráveis? Cohen - Nós confiamos no processo e estamos aqui para ficar. Estamos confiantes de que poderemos recomeçar o trabalho com o SGDC. G1 - Operando o SGDC, a Viasat já gerou um desconforto entre os concorrentes. Espera o mesmo quando o Viasat 3 entrar em operação? Cohen - Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados. Nosso plano é captar muito da participação de mercado por aqui e de crescer. Nosso objetivo é ser primeiro em internet satelital.

G1

Tue, 19 Jun 2018 08:00:42 -0000 -


Donos de iPhones se queixaram de que a Apple monopoliza a venda de aplicativos de mensagens e jogos, o que eleva os preços. App Store, loja de aplicativo da Apple Divulgação/Apple A Suprema Corte dos Estados Unidos aceitou nesta segunda-feira (18) uma ação judicial que acusa a Apple de descumprir leis federais contra antitruste ao monopolizar o mercado aplicativos para o iPhone e fazer os consumidores pagarem mais do que deveriam. A Justiça vai ouvir a apelação da Apple sobre uma decisão em uma instância menor que reabriu uma ação de clientes do iPhone sobre as comissões que a fabricante recebe por meio de sua App Store. O caso pode expandir a ameaça de danos antitruste contra companhias no comércio eletrônico, que gera centenas de bilhões de dólares em vendas no varejo norte-americano. O governo do presidente Donald Trump apoiou a Apple e pediu que a justiça seja feita. Os negócios que podem ser ameaçados pelo litígio incluem marketplaces eletrônicos como a App Store, o site de ingresos StubHub, a plataforma de vendas da Amazon e o eBay, serviços em que vendedores individuais definem os preços. O caso antitruste contra a Apple surgiu de um processo de 2011 por vários compradores de iPhone na corte federal da Califórnia, incluindo Robert Pepper, principal autor da ação, segundo documentos judiciais. Eles se queixam que a Apple monopolizou a venda de aplicativos de mensagens e jogos, levando a preços maiores do que se os mesmos fossem disponibilizados por outras fontes. Embora os desenvolvedores definam os preços dos aplicativos, a Apple coleta os pagamentos de usuários do iPhone, cobrando dos desenvolvedores uma comissão de 30% em cada transação. Os desenvolvedores ganharam mais de US$ 20 bilhões em 2016, de acordo com a Apple.

G1

Mon, 18 Jun 2018 18:21:57 -0000 -


Para empresa, compartilhamento vai agilizar atendimento a chamadas de emergência. iPhone realizando ligação para o 911, número para acionar serviço de emergência nos EUA. Divulgação/Apple Quando o iOS 12 chegar aos iPhones, quem usar um smartphone da Apple para ligar para o número de emergência dos Estados Unidos, o 911, enviará automaticamente sua localização para o atendente que pegar a chamada. O compartilhamento da posição de quem acionar serviços de emergência é uma das novidades do novo sistema operacional para dispositivos móveis da Apple. A intenção da Apple é tornar o atendimento mais ágil, já que quase 80% das chamadas para serviços de emergência são feitas por telefones celulares. Para agilizar o deslocamento de ambulâncias e bombeiros, a empresa vai integrar uma tecnologia já existente nos iPhones ao software dos serviços que atendem o 911. Em 2015, a empresa criou uma forma de compilar dados de diversas fontes para apontar a localização mais provável de alguém que liga para o 911. O sistema usa dados do GPS, de pontos de conexão ao Wi-Fi e de torres de celular. Apple anuncia iOS 12, novo sistema operacional com novos recursos para realidade aumentada e fotos O que o iPhone fará é integrar essa possível localização com o software de atendimento dos serviços de 911. A iniciativa da Apple adianta uma exigência que passará a valer para operadoras de telefonia a partir de 2021. A Comissão Federal das Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) exige que a partir dessa data todas as empresas de telecomunicações informem a localização de quem ligar para o 911 com uma precisão de 50 metros e em 80% das tentativas. Segundo a Apple, seu sistema é mais preciso que isso, a ponto de funcionar em "ambientes urbanos e densos".

G1

Mon, 18 Jun 2018 14:20:21 -0000 -


Nova aventura do robôzinho azul da Capcom tem visual moderno e chega em 2 de outubro para PS4, Xbox One, PCs e Switch. 'Mega Man 11' deixa robô azul da Capcom com visual moderno Divulgação/Capcom O robôzinho azul da Capcom definitivamente se atualizou em "Mega Man 11", game que combina suas habilidades clássicas a um novo par de movimentos e um visual todo modernão. É que a nova aventura de Mega Man tem tudo para ser a mais acessível entre os jogos principais, com a inclusão de níveis de dificuldade que influenciam variáveis como dano causado e recebido. Ao mesmo tempo que traz fases complexas, com obstáculos que lembram o design de games difíceis como "Super Meat Boy" e "Celeste", e um sistema inédito de técnicas poderosas chamado de "Double gears". O mesmo de sempre, mas diferente E3 2018: 'Mega Man 11' traz novidades para franquia clássica; G1 jogou A lógica de "Mega Man 11" é a mesma dos outros games. São várias fases disponíveis logo de cara, com permissão para escolher qual jogar primeiro. Todas têm um chefão no final e cada vitória garante o acesso às armas especiais que eles usam. A novidade nesse ciclo tradicional fica por conta das "Double gears". Com elas, Mega Man pode temporariamente ficar mais forte ("Power gear") e/ou deixar os obstáculos e inimigos em câmera lenta ("Speed gear"). Também é possível ativar as duas ao mesmo tempo para uma injeção de habilidade. As "Double gears" são acionadas com os botões L1 e R1 (no PS4) e, se usadas com parcimônia, deixam Mega Man com muito poder nas mãos. Mas se usadas por tempo demais, fazem o robô azul superaquecer e ficar mais fraco que o normal por um período de tempo. Fuse Man é um dos chefes de 'Mega Man 11' Divulgação/Capcom Saber dosar esses novos recursos é imprescindível para não transformar a vantagem em prejuízo. Isso porque chefes como Fuse Man e Block Man, disponíveis na demonstração do jogo na feira E3 2018, são desenhados com vulnerabilidades que podem ser exploradas pelas "Double gears". Mas com ataques que tiram proveito do seu mal uso. E se você é fã das antigas e ficou preocupado com o visual menos retrô pixelado e mais desenho animado, pode ficar tranquilo. A essência permanece a mesma aqui também. Mega Man tem a movimentação básica dos outros jogos e só consegue pular, deslizar e carregar os tiros da sua arma. "Mega Man 11" será lançado em 2 de outubro para PS4, Xbox One, PCs e Switch.

G1

Mon, 18 Jun 2018 13:40:11 -0000 -


Dar pagamento extra foi liberado também para entregadores do Uber Eats. Novidade chega 1º a Londrina, Maringá, Cuiabá, São José dos Campos, Vitória, Campo Grande e Natal. Representante do serviço alternativo de transporte Uber registra interessados em trabalhar pelo aplicativo, em Nova York. Shannon Stapleton/Reuters A Uber vai permitir a partir desta segunda-feira (18) que usuários brasileiros usem o próprio aplicativo da empresa para dar gorjeta a motoristas e entregadores. A empresa garante que todo o dinheiro enviado dessa maneira será remetido a esses profissionais. A possibilidade ganhar uma “caixinha” valerá tanto para condutores que usam a plataforma de transporte alternativo quanto para entregadores do Uber Eats. A novidade começará a ser liberada aos poucos nas próximas semanas, quando a Uber vai liberar atualizações de seus aplicativos. A Uber optou por liberar a nova ferramenta a partir de mercados menores dentro do Brasil. As primeiras cidades em que o sistema vai funcionar são: Londrina; Maringá; Cuiabá; São José dos Campos; Vitória; Campo Grande e; Natal. Quando a mudança estiver ativa, ao final de cada viagem feita por um motorista da Uber ou de entregas feitas pelo Uber Eats, os usuários vão poder fazer contribuições em dinheiro além de avaliar os profissionais que acabaram de atendê-lo. A opção de dar gorjeta só aparecerá caso o pagamento pela corrida ou pela entrega for feita de forma digital pelo aplicativo. Além de cadastrar cartões de crédito ou de débito para pagamentos automáticos via app, é possível pagar em dinheiro –nesse caso, não será possível fazer os repasses pelo app. O pagamento de gorjeta será opcional e será o cliente quem definirá o valor. O usuário não precisará escolher na hora que sair do carro, mas apenas quando enviar a avaliação do colaborador da Uber. Segundo a empresa, essa opção fica aberta por até 30 dias. "Temos ouvido cada vez mais dos nossos parceiros pedidos para permitirmos o pagamento de gorjetas pelo app, de modo que os usuários da Uber e do Uber Eats pudessem recompensar um esforço extra", diz o diretor-geral da Uber no Brasil, Guilherme Telles, em nota.

G1

Mon, 18 Jun 2018 13:25:40 -0000 -


Acordo vai unir análise de dados do Google com expertise em logística e gestão de estoques da JD.com. O Google vai investir US$ 550 milhões no grupo chinês de comércio eletrônico JD.com, como parte dos esforços da companhia norte-americana em ampliar presença em mercados asiáticos. As duas companhias descreveram o investimento como parte de uma parceria mais ampla que incluirá a promoção dos produtos da JD.com no serviço de shopping do Google. Representantes da companhia afirmaram que o acordo não envolve qualquer outra grande iniciativa do Google na China, onde os principais serviços da empresa estão bloqueados por recusa da companhia em filtrar resultados de busca de acordo com a legislação. As empresas afirmaram que o acordo vai unir o alcance de mercado e análise de dados do Google com a expertise em logística e gestão de estoques da JD.com. Entrega de produto comprado na loja chinesa JD.com feita com drone. Divulgação/JD.com

G1

Mon, 18 Jun 2018 11:36:27 -0000 -


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Alerta falso de vírus Reprodução >>> Falso alerta de vírus induz o usuário a instalar aplicativo de segurança Olá, Ronaldo! Eu tenho um Samsung S7 Edge. Ao entrar na internet, aparece uma mensagem alertando que o celular está com vírus sério. O que faço? Márcia Olá, Márcia! A notificação que está sendo exibida no seu celular é um falso alerta de vírus. Provavelmente você instalou algum aplicativo gratuito que exibe publicidade de terceiros. Embora a mensagem seja alarmista, ela redireciona o usuário para a Google Play para induzi-lo a instalar o app de segurança indicado no anúncio. Quando a mensagem for exibida, clique na opção "impedir que essa página crie caixas de diálogo adicionais", para bloquear o falso alerta. >>> Vale a pena instalar Windows no Macbook Pro depois que a versão do MacOS não for mais atualizada? Após o anúncio da nova versão do MacOS, fiquei muito decepcionado porque o meu Macbook Pro, mesmo tendo uma ótima configuração, não será suportado pelo novo sistema da Apple. Eu não pretendo trocar de computador nos próximos meses, mas não gostaria de permanecer usando um sistema que não irá mais receber atualizações. Vale a pena substituir o MacOS pelo Windows 10? Ricardo Olá, Ricardo! A instalação de outros sistemas operacionais num computador fabricado pela Apple é uma excelente opção de aumentar o tempo de uso do equipamento. O MacOS Mojave não irá suportar diversos modelos de equipamentos que foram fabricados antes de 2012, mesmo estando perfeitamente funcionais. O Windows apresenta um excelente desempenho, quando instalado em MacBooks. >>> Como recuperar a senha da rede Wi-Fi? Oi, Ronaldo! Eu esqueci a senha da minha rede sem fio e preciso conectar novos computadores. Você tem alguma dica sobre como descobrir a senha da rede Wi-Fi? Eduardo Olá, Eduardo! Para visualizar rapidamente a senha salva nas configurações de rede, siga os passos descritos abaixo: Digite "cmd" na busca do Windows para localizar o 'Prompt de Comando'. Digite o comando: "netsh wlan show profiles"; tecle 'ENTER' para a execução. Serão exibidas todas as redes que foram acessadas e salvas no PC. Digite o comando: "netsh wlan show profile name=profilename key=clear"; antes substitua o argumento 'profilename' pelo nome da rede sem fio cuja senha deseja ver a senha salva, e após tecle 'ENTER'. Serão exibidas algumas informações correspondentes a rede sem fio, identifique as configurações de segurança e localize o campo 'Conteúdo da Chave'. O valor associado a essa chave corresponde a senha de acesso para a rede Wi-Fi.

G1

Sun, 17 Jun 2018 15:53:38 -0000 -


Placar da simulação no game ficou no 0 a 0. 'A gente perdeu no futebol, mas no bumbum o brasileiro não perde pra ninguém', diz funkeiro. Veja VÍDEO. Copa de Hits: MC WM fala sobre o sucesso 'Copa do Bumbum' No que depender do MC WM, a estreia do Brasil na Copa, neste domingo (17), será uma "fuleragem". Este é o nome do maior hit do funkeiro paulista, com mais de 170 milhões de visualizações no YouTube e uma vaga no top 10 do Spotify. WM, que lançou "Copa do Bumbum" com Léo Santana, aceitou o desafio do G1 de simular o jogo da seleção contra a Suíça, no game "Fifa 18", mas o placar ficou no 0 a 0. Nos próximos dias, o G1 convida artistas que lançaram canções relacionadas ao mundial para simular no videogame os jogos da seleção na Copa. Assista no vídeo acima o início desta Copa de Hits com o MC WM. MC WM e Léo Santana lançaram 'Copa do Bumbum' Divulgação Lançada em maio, “Copa do Bumbum” foi grava com a ideia de incentivar os jogadores que ainda podem se lembrar da derrota por 7 a 1 contra a Alemanha em 2014. “A gente perdeu no futebol, mas no bumbum o brasileiro não perde pra ninguém”, brinca o MC. “Eu não quero, pelo amor de Deus, dizer que o Brasil é o país da bunda e a gente só tem isso de bom. Com certeza não. Até porque já falei que o Brasil é o país do futebol.” Na entrevista, ele diz que é santista e gostaria de ver Rodrygo, vendido pelo Santos para o Barcelona, jogar na seleção. WM fala ainda de Neymar e da pressão para manter o sucesso após "Fuleragem" virar hit.

G1

Sun, 17 Jun 2018 09:00:53 -0000 -


Capcom reconstrói cidade de Raccoon City com tecnologia de 'Resident Evil 7' e perspectiva de 'Resident Evil 4', mas clima de tensão segue digno do jogo original. Lançamento é em janeiro de 2019. Nova versão do clássico de terror 'Resident Evil 2' será lançada em 25 de janeiro de 2019 Divulgação/Capcom "O verdadeiro discípulo é aquele que supera o mestre". É essa frase de Aristóteles aparentemente fora de contexto que ilustra com certa precisão as ideias e razões por trás da nova versão de "Resident Evil 2", apresentada com o devido destaque na feira E3 2018 após passar três anos sem notícias. É que o "remake" do jogo de 1998, um dos episódios mais adorados dos fãs, consegue reconhecer tudo de bom que aconteceu em "Resident Evil" depois deste segundo capítulo. Não tem "mimimi" em favor da nostalgia. E3 2018: 'Resident Evil 2' retorna como clássico renovado O novo "Resident Evil 2" usa pontos altos da franquia, como a tecnologia de "Resident Evil 7" (2017) e a perspectiva mais próxima da ação de "Resident Evil 4" (2005), e reinventa um clássico do terror para uma nova geração de jogadores. Mas sem abrir mão do clima de tensão, dos quebra-cabeças e da movimentação mais lenta do jogo original. O que deixa claro duas coisas: mesmo com alguns tropeços, "Resident Evil" evoluiu. E nessa história de recontar e recriar seus romances de zumbis e armas biológicas, sim, a Capcom está fazendo um raio cair duas vezes no mesmo lugar Veja mais abaixo imagens de comparação entre as duas versões do game. Primeiro dia de trabalho sempre é puxado Leon S. Kennedy retorna à Raccoon City como protagonista de 'remake' de 'Resident Evil 2' Divulgação/Capcom O roteiro de "Resident Evil 2" é praticamente o mesmo no "remake". A história acontece fora da mansão do primeiro game, na cidade de Raccoon City, e tem como personagens principais Leon S. Kennedy e Claire Redfield. Leon chega à cidade para seu primeiro dia de trabalho como policial local. Enquanto Claire procura pelo irmão desaparecido Chris, um dos protagonistas do primeiro "Resident Evil". Com a cidade infestada de mortos-vivos, a dupla decide trabalhar junta para seguir viva. A demo da E3 2018 se passava na famigerada delegacia de polícia de Raccoon City, um dos cenários mais famosos da franquia. E traz familiaridades e novidades mesmo pra quem conhece o lugar de cabeça pra baixo. Perspectiva do terror 'Remake' de 'Resident Evil 2' tem perspectiva em 3ª pessoa Divulgação/Capcom Saem os pontos de vista fixos do game original e entra uma câmera em 3ª pessoa. Mas "Resident Evil 2" está longe de ser moleza ou menos assustador. Leon e Claire se movimentam lentamente mesmo quando estão correndo. E as salas e corredores continuam estreitas. Ou seja, mirar com armas pode até ser mais fácil. Mas ainda é preciso escolher bem a hora de encarar os zumbis para não ficar sobrecarregado. Some a isso um sistema de iluminação que faz da incidência de luz um bem valioso em meio à muita escuridão e os sustos serão constantes. Sangue pra que te quero Sistema de ferimentos em tempo real é uma das grandes novidades de 'Resident Evil 2' Divulgação/Capcom Por falar em mortos-vivos, os pobres coitados sentem literalmente na pele o avanço da tecnologia no novo game. É possível atirar nas pernas e braços dos zumbis para desmembrá-los e atrapalhar sua locomoção. "Resident Evil 2" também tem um recurso que mostra os ferimentos causados em tempo real e de maneira realista. Estamos falando, por exemplo, de crateras se abrindo nas cabeças dos zumbis após um disparo preciso. É um investimento pesado em anatomia que deixa o jogo mais grotesco, ainda bem. Mérito da RE Engine, tecnologia gráfica desenvolvida pela Capcom que rendeu frutos e também vai dar vida ao novo "Devil May Cry 5". O "remake" de "Resident Evil 2" será lançado em 25 de janeiro de 2019 para Xbox One, PS4 e PCs. Comparação de cena de diálogo do 'Resident Evil 2' original, de 1998, com o novo Divulgação/Capcom Entrada da delegacia de Raccoon City no 'Resident Evil 2' antigo em comparação com o 'remake' Divulgação/Capcom Comparação das perspectivas do 'Resident Evil 2' de 1998 com o 'remake' Divulgação/Capcom

G1

Sat, 16 Jun 2018 18:34:52 -0000 -


Fraude é realizada com e-mails falsos e empresas de fachada com nomes parecidos com os dos fornecedores das companhias vítimas do golpe Brian Lary/Freeimages.com O FBI, autoridade policial federal dos Estados Unidos, deflagrou a Operação WireWire para prender 74 pessoas acusadas de cometer fraudes tipo Business Email Compromise (BEC). As investigações levaram seis meses e contaram com a colaboração de sete países para prender suspeitos em cinco deles. Aproximadamente US$ 14 milhões em dinheiro desviado pela quadrilha foi recuperado pelas autoridades, com outros US$ 2,4 milhões bloqueados pelas autoridades. As prisões da operação ocorreram nos Estados Unidos, no Canadá, na Nigéria, em Maurício e na Polônia. Mais da metade das prisões ocorreu nos Estados Unidos (42 pessoas), 29 foram presas na Nigéria e outras três nos demais países. A operação também contou com a ajuda de autoridades na Malásia e na Indonésia. O Business Email Compromise (BEC) é um tipo de fraude que ocorre por meio de mensagens de e-mail que buscam convencer funcionários de uma empresa a realizarem pagamentos indevidos. Em uma forma da fraude, os criminosos ganham acesso a alguma caixa de e-mail importante de uma empresa -- pode ser de um executivo de alto escalão ou um diretor de departamento, por exemplo --, para depois enviar um e-mail com ordem de que um funcionário realize uma transferência bancária. Em outro modelo da fraude, os criminosos podem enviar mensagens se passando por fornecedores da vítima. Para isso, eles chegam a registrar empresas com o mesmo nome do fornecedor verdadeiro em outros países. Em seguida, eles enviam cobranças de supostos serviços prestados. Isso é possível porque os criminosos monitoram a comunicação da empresa por algum tempo para após ter acesso à correspondência eletrônica de algum funcionário. Com as informações das empresas em mãos, eles confeccionam a fraude. Em vez de uma transferência bancária, as mensagens podem solicitar alguma informação dos funcionários da companhia, como aconteceu com a fabricante de discos rígidos Seagate e o Snapchat. Google, Facebook e Mattel, a fabricante da Barbie, também foram alvos desses ataques, mas as empresas conseguiram reaver as quantias roubadas. O prejuízo total causado por fraudes do tipo BEC pode ultrapassar os US$ 5 bilhões, segundo estimativas do FBI. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

G1

Sat, 16 Jun 2018 17:51:53 -0000 -


Game de samurais será em mundo aberto e exclusivo para PS4. Ainda não há data de lançamento confirmada. Cena de 'Ghost of Tsushima', game que narra história de invasão mongol à ilha japonesa no século XIII Divulgação/Sony O game "Ghost of Tsushima" foi buscar em Akira Kurosawa e outros mestres do cinema japonês a inspiração para narrar sua história de uma invasão mongol à ilha de Tsushima, no Japão, no século XIII. O jogo exclusivo de PlayStation 4 está sendo desenvolvido pelo estúdio Sucker Punch, o mesmo da série "Infamous, e ganhou uma demonstração inédita na E3 2018. Ainda não há data de lançamento confirmada. "A abertura dessa demo é minha homenagem à Kurosawa. Ele era o rei das composições em movimento", diz Billy Harper, diretor de sequências cinematográficas de "Ghost of Tsushima", em uma apresentaçao do jogo ao G1 na feira de Los Angeles (EUA). Mas além da influência do cinema também tem tecnologia. As paisagens serenas e bucólicas do Japão feudal do jogo são a todo tempo contrastadas com a violência explícita desse mundo. Um novo sistema desenvolvido pela Sucker Punch recria de forma dinâmica o comportamento de fluidos como sangue e lama, deixando em evidência os rastros das batalhas. "Queremos lembrar as pessoas desse evento devastador antes de elas poderem observar os cenários magníficos que criamos", diz o desenvolvedor. Nesse momento, o protagonista Jin enfrenta um bando de adversários e Harper se lembra de outra grande influência: "13 assassinos" (1963), filme de Eiichi Kudo que acompanha um grupo de samurais numa missão para assassinar um lorde japonês e proteger seu código de honra. Samurais, código de honra e proteção, aliás, são palavras-chave em "Ghost of Tsushima". De acordo com Harper, Jin é um dos poucos guerreiros da ilha que sobreviveu ao ataque do exército mongol na praia de Tsushima. E é andando pelas sombras – daí o "ghost" (fantasma, em tradução) no título – que ele vai aprender técnicas pouco ortodoxas para defender seu povo. "Essa história em particular fala da sua evolução como pessoa. Das suas crenças e habilidades", ele conta. Silêncio e calma Samurai chamado Jin é protagonista de 'Ghost of Tsushima', game exclusivo de PS4 Divulgação/Sony "Ghost of Tsushima" recebeu elogios pela beleza gráfica da demo, e os paparicos devem aumentar nesse sentido até o lançamento. De acordo com Harper, a sequência apresentada é de uma missão secundária do jogo. É que "Ghost of Tsushima" é um game de mundo aberto, com vários tipos de atividades. "Felizmente estive em uma das equipes que passou 13 dias no Japão tirando fotos e fazendo anotações. Você pode visitar tudo o que conseguir ver dentro do jogo", ele conta. Nesse sentido, o trabalho anterior nos jogos "Infamous", também em mundos abertos, ajudou a Sucker Punch a criar um mapa do tipo no Japão feudal. Mas não sem antes enfrentar certos desafios. "Estamos acostumados a fazer jogos rápidos. E tivemos de nos acostumar com o silêncio e com a calma de 'Ghost of Tsushima' em oposto à ação", diz Harper.

G1

Fri, 15 Jun 2018 22:08:24 -0000 -


Acordo assinado entre estatal e a Viasat para operação de satélite que custou R$ 2,78 bilhões é contestado na Justiça. Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), parceria entre Ministério da Defesa e Telebras. Reprodução/YouTube O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) suspendeu a multa de R$ 5 milhões aplicada a Telebras e Viasat por não entregarem o contrato firmado pelas duas para operação do satélite brasileiro. A decisão foi emitida nesta segunda-feira (11) pelo desembargador federal Souza Prudente e representa uma rara vitória para a estatal. A última decisão havia sito do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve a suspensão do acordo entre Telebras e Viasat. As duas empresas foram obrigadas a entregar o contrato assinado pela Telebras com a Viasat para que a empresa norte-americana operasse o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O documento entregue, no entanto, foi um documento com partes cruciais do negócio omitidas por tarjas pretas. Agora, Souza Prudente acolheu o argumento da Telebras e resolveu suspender a cobrança da multa até que mérito da ação judicial fosse julgado. O acordo entre Telebras e Viasat foi parar na Justiça após uma empresa concorrente da norte-americana, a Via Direta, reclamar de ter sido preterida. Ele também exigiu que as antenas já instaladas para receber sinal do satélite deveriam ser retiradas. Inicialmente, fixou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. Agora, elevou o valor para R$ 200 mil. As duas empresas, no entanto, já cumpriram a determinação. Após 'não' de empresas, Telebras reduziu exigências para achar parceiro em satélite bilionário Briga judicial faz satélite brasileiro de R$ 2,7 bilhões levar internet a menos de 0,1% dos pontos planejados Ao custo de R$ 2,78 bilhões, o satélite é o primeiro operado pelo Brasil e tem seu uso compartilhado entre militares e civis. O Exército usa 30% da capacidade do equipamento para conectar suas instalações, como postos da fronteira. Já a Telebras, que é uma empresa de capital misto, usa o restante para fornecer conexão contratada por diversos órgãos do governo federal. Para operar sua parte do satélite, a Telebras contratou a Viasat após manter um processo de chamamento público aberto por oito meses e não encontrar interessados. A empresa amazonense Via Direta Telecomunicações entrou na Justiça alegando que foi preterida do processo depois de iniciar as negociações para operar parte da capacidade do satélite e conseguiu decisão suspendendo o contrato entre a Telebras e a Viasat. A Telebras afirma que a Via Direta sequer apresentou proposta para participar do negócio. Após a Telebras recorrer e perder na segunda instância, o processo subiu para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) que o encaminhou ao STF porque, além da questão contratual, a Via Direta questionou se o acordo colocaria a soberania do país em risco.

G1

Fri, 15 Jun 2018 17:20:28 -0000 -


Rede social não informará mais se alguém deu 'print' nos conteúdos publicados nessa área. Aviso do Instagram feito a quem tentava copiar fotos ou vídeos publicados no Stories. Reprodução/Instagram O Instagram não irá mais notificar as pessoas que tiverem seus Stories copiados ou gravados por outro usuário. A novidade foi informada pela rede social ao Buzzfeed News nesta quinta-feira (14). A iniciativa havia começado a ser testada em fevereiro pelo Instagram, que queria preservar o caráter efêmeros das postagens feitas nesse espaço do aplicativo. Quando alguém publica fotos ou vídeos como Stories, esse conteúdo fica no ar apenas por 24 horas. A rede social, porém, manterá a informação de quem viu os Stories.

G1

Fri, 15 Jun 2018 13:26:48 -0000 -


Levantamento feito nos EUA mostra que audiência entre jovens caiu ainda mais. Ícone do WhatsApp ao lado do Messenger; ambos são apps do Facebook. Reuters O uso de redes sociais como o Facebook para leitura de notícias começou a cair nos Estados Unidos, conforme muitos jovens recorrem a aplicativos de mensagens como o WhatsApp, que pertence ao Facebook, apontou o Reuters Institute. O uso do Facebook, maior rede social do mundo, para notícias caiu 9 pontos percentuais em relação a 2017 nos Estados Unidos e 20 pontos para audiências mais jovens, mostrou uma pesquisa do Instituto Reuters com 74 mil pessoas em 37 mercados. "O uso da mídia social para notícias começou a cair em vários mercados importantes após anos de crescimento contínuo", disse Nic Newman, pesquisador associado do Instituto de Estudos de Jornalismo da Reuters, no Digital News Report. "Continuamos vendo aumento no uso de aplicativos de mensagens para notícias, à medida que os consumidores procuram espaços mais privados [e menos conflituosos] para se comunicar", disse Newman. O levantamento revela a volatilidade de preferências dos consumidores, à medida que a indústria de notícias tenta lidar com o impacto da Internet e dos smartphones que transformaram tanto o modo como as pessoas consomem notícias quanto a forma como as empresas de mídia ganham dinheiro. Facebook e Twitter ainda são usados ​​por muitos usuários para procurar notícias, mas a discussão ocorre em aplicativos de mensagens como o WhatsApp, geralmente porque as pessoas se sentem menos vulneráveis ​​ao discutir eventos em tais espaços. "A mídia social é como usar uma máscara", disse uma entrevistada britânica não identificada do grupo etário de 30 a 45 anos. "Quando estou em meus grupos de mensagens com meus amigos, a máscara se solta e sinto que posso realmente ser eu mesma." O WhatsApp, fundado em 2009 e comprado pelo Facebook em 2014 por US$ 22 bilhões em dinheiro e ações, é mais popular que o Twitter em importância para notícias em muitos países, de acordo com o relatório. Alguns entrevistados ainda encontraram notícias no Facebook, mas postaram itens em um grupo do WhatsApp para discussão com um conjunto mais próximo de amigos. WhatsApp e Instagram, também do Facebook, decolaram na América Latina e na Ásia, enquanto o Snapchat avançou na Europa e nos Estados Unidos, observou a pesquisa sobre diferenças regionais de compartilhamento de notícias.

G1

Fri, 15 Jun 2018 12:09:56 -0000 -


Ocupando área de duas quadras de tênis, máquina que realiza 200 quatrilhões de cálculos por segundo será usada para criar modelos e simulações, visando avanços em áreas como saúde, energia, desenvolvimento de materiais e astrofísica. Ocupando um espaço que equivale a duas quadras de tênis, o supercomputador vai ser usado para criar modelos científicos e fazer simulações. Divulgação/Summit Mal entrou em funcionamento e já está sendo chamado de o supercomputador mais poderoso do mundo. Esse é o Summit, que é duas vezes mais rápido do que o chinês Sunway TaihuLight, tido até então como que a máquina mais veloz do planeta. Desenvolvido nos Estados Unidos por meio de uma parceria entre a IBM e a Nvidia, o Summit, que fica no Laboratório Nacional de Oak Ridge, no Tenessee, o supercomputador tem capacidade para 200 quatrilhões de cálculos por segundo. É composto por fileiras de servidores do tamanho de geladeiras que, juntos, pesam 340 toneladas e ocupam uma área de 520 m² -- o equivalente a duas quadras de tênis. O Summit está conectado com mais de 300 quilômetros de cabos. O computador trabalha como um monstro sedento que consome mais de 4 mil galões de água a cada minuto para manter seu sistema de refrigeração funcionando. Segundo os criadores, a máquina é tão eficiente que já funcionava enquanto ainda estava sendo montada. "Imagine dirigir um carro de corrida enquanto trocam os pneus", disse Thomas Zacharia, diretor do laboratório onde a supermáquina foi montada. Summit está conectado a 300 quilômetros de cabos. Divulgação/Summit A princípio, o computador será usado para criar modelos científicos e fazer simulações baseadas em inteligência artificial e automatização de padrões para acelerar descobertas em áreas como saúde, energia, desenvolvimento de materiais e astrofísica. Superpoderes 200 quatrilhões de cálculos em um segundo. Se uma pessoa consegue fazer um cálculo por segundo, levaria 6,3 bilhões de anos para calcular o que o Summit executa em um piscar de olhos. Se os 7,4 bilhões de habitantes do mundo fizessem um cálculo por segundo, demoraria 305 dias para realizar uma operação que para o Summit é instantânea. O sistema de armazenamento do Summit é capaz de armazenar 250 petabytes de dados, o que equivale a 74 milhões de anos de vídeo de alta definição. Veja como o poderoso "cérebro" do Summit poderá ajudar a conseguir avanços nessas áreas: 1. Astrofísica O Summit vai permitir simular cenários de explosões de estrelas mil vezes maiores que as que vinham sido recriadas até agora. Também vai poder rastrear 12 vezes mais elementos que os atuais projetos. Pesquisadores esperam conseguir coletar pistas sobre como elementos pesados, incluindo ferro e ouro, se formaram na Terra. O supercomputador vai permitir explorar o espaço por meio de simulações de explosões de estrelas. Divulgação/Summit 2. Materiais Entender como as partículas subatômicas se comportam é um conhecimento tido como chave no desenvolvimento de novos materiais para produzir, armazenar e transformar energia. O Summit promete multiplicar por 10 a capacidade de simulação desses comportamentos, o que deve acelerar a descoberta de materiais que podem conduzir energia de forma mais eficiente. Descobrir materiais para a condução de energia de uma forma mais eficiente e econômica é um dos desafios para o Summit. Divulgação/Getty Images 3. Acompanhamento do câncer Médicos e cientistas usam ferramentas automatizadas para extrair, analisar e classificar informações na tentativa de identificar fatores relacionados ao câncer, como genes, características biológicas e meio ambiente. O Summit ajudará a cruzar essas informações com relatórios e imagens de diagnósticos. Assim, ajudará a obter um panorama mais completo da população que sofre de câncer, com um nível de detalhe que normalmente só se obtém de pacientes que fazem parte de pesquisas clínicas. Há expectativa que o supercomputador use sua potência para ajudar a descobrir a causa de diferentes doenças Divulgação/Getty Images 4. Biologia O Summit usará inteligência artificial para analisar dados com informação genética e biomédica. A ideia é que, por meio dos cálculos feitos pelo supercomputador, pesquisadores consigam identificar padrões de comportamento das células humanas. Essa análise de informações em grande escala pode ajudar a entender melhor algumas doenças, como o Alzheimer, e também a compreender fatores que levam à toxicodependência.

G1

Fri, 15 Jun 2018 11:39:06 -0000 -

Games são maiores atrações da empresa japonesa na principal feira de jogos do mundo. 'Pokémon Let's Go', 'Overcooked 2' e 'Super Smash Bros. Ultimate': G1 jogou na E3 2018 Caçar, cozinhar e lutar com os amigos. São esses os principais passatempos no estande da Nintendo na E3 2018, onde "Pokémon Let's Go", "Overcooked 2" e "Super Smash Bros. Ultimate" podiam ser testados. O G1 jogou os três games por cerca de 1 hora. Veja impressões sobre eles abaixo. E assista ao vídeo acima. Melhor dos dois mundos "Pokémon Let's Go" une as batalhas em turnos dos "Pokémon" clássicos de Game Boy e DS com a captura de monstrinhos que virou mania nos celulares com "Pokémon Go". Enquanto você caminha em uma versão repaginada da região de Kanto, a mesma de "Pokémon Yellow", também vai cruzar com Pokémon selvagens e outros treinadores. Os monstrinhos podem ser vistos andando pelos mapas. E ao serem confrontados, o jogo assume as mecânicas de "Pokémon Go", onde é preciso arremessar a pokébola no momento certo para capturar a criaturinha. Frutas podem ser usadas para facilitar o trabalho. E com o novo controle do Switch em formato de pokébola dá até pra imitar o arremesso. A situação é outra nos encontros com treinadores. Eles interrompem suas andanças para batalhas em turnos, estilo RPG, onde é possível escolher com que golpes Pikachu e seus companheiros irão atacar. Uma receita na cabeça e uma faca na mão "Overcooked 2" vai soar bem familiar pra quem jogou o primeiro game, onde é preciso se coordenar com os colegas de cozinha para cortar ingredientes, preparar pratos e servir os clientes. Assim como antes, entrosamento é fundamental. As cozinhas de "Overcooked 2" operam como uma grande máquina onde cada jogador trabalha como uma das suas engrenagens. Há duas novas facilidades dessa vez, no entanto. A primeira é a possibilidade de arremessar ingredientes: uma boa pedida para as fases com buracos entre os jogadores. A outra é a inclusão do modo online para até 4 pessoas. Mas fica a dica: jogar no mesmo sofá continua sendo mais divertido e caótico. Festa da pancadaria "Super Smash Bros. Ultimate", por sua vez, é a versão mais completa da série de games de luta com personagens da Nintendo e convidados. Essa edição definitiva traz todos os lutadores que apareceram em quase 20 anos de jogos, incluindo figuras especiais como Sonic, Solid Snake e Cloud. E essa é a verdadeira aposta de "Ultimate": números. Pois as lutas em si não mudaram nada, pelo menos não a olho nu. Elas continuam caóticas, cheias de itens especiais e uma bem calculada dose de descontrole.

G1

Thu, 14 Jun 2018 20:31:50 -0000 -


Microsoft apresentou amostra da tecnologia para varejistas de todo o mundo e tem conversas com Walmart sobre uma potencial colaboração. Presidente-executivo da Microsoft, Satya Nadella, durante palestra para estudantes na Índia. Anindito Mukherjee/Reuters A Microsoft está trabalhando numa tecnologia para eliminar caixas e filas em lojas varejistas, desafiando a loja automatizada da Amazon. A gigante de software está desenvolvendo sistemas que rastreiam o que os compradores adicionam aos carrinhos de compra, disseram seis pessoas familiarizadas com o assunto. A Microsoft apresentou uma amostra da tecnologia para varejistas de todo o mundo e tem tido conversas com Walmart sobre uma potencial colaboração, disseram três das fontes. A tecnologia visa a ajudar varejistas a acompanhar o ritmo da Amazon Go, loja altamente automatizada que foi aberta ao público em Seattle em janeiro deste ano -- duas novas unidades serão abertas em breve em Chicago e San Francisco. Os clientes da Amazon escaneiam seus smartphones numa catraca para ingressar na loja. Câmeras e sensores identificam o que eles removem das prateleiras. Quando os clientes terminam de fazer compras, eles simplesmente deixam a loja, e a Amazon lança a conta no cartão de crédito registrado. Amazon abrirá sua 1ª loja sem caixas e atendentes na segunda-feira Ponto Frio aposta em 'loja digital', com realidade virtual e vitrine eletrônica, para mudar a cara da rede; veja vídeo A Amazon Go fez rivais buscarem maneiras de se preparar para mais uma mudança liderada pela empresa. Alguns testaram programas em que os clientes escaneiam e embalam cada item enquanto compram, com resultados mistos. Para a Microsoft, tornar-se um aliado estratégico de varejistas pode resultar grandes negócios. Além de criar tecnologias de varejo, a empresa ocupa o segundo lugar, atrás da Amazon, na venda de serviços em nuvem, essenciais para a operação de sites de comércio eletrônico, por exemplo. Não está claro quando a Microsoft apresentará seu serviço de pagamento automatizado ou se essa tecnologia é a resposta que os varejistas estão procurando. Alguns, porém, vêem a tecnologia como a próxima grande inovação em compras, que os concorrentes da Amazon não podem ignorar. "Este é o futuro para pagamentos em lojas de conveniências e mercearias", disse Gene Munster, chefe de pesquisa da Loup Ventures em Minneapolis, que estima que o mercado norte-americano de pagamento automatizado em US$ 50 bilhões. O trabalho de caixa é um dos mais comuns Estados Unidos. A Microsoft disse que "não comenta rumores ou especulações". Walmart e Amazon se recusaram a comentar. Equipamento caro O esforço da Microsoft até agora é liderado pela equipe de inteligência artificial, disse uma pessoa. Um grupo de 10 a 15 pessoas trabalhou em uma série de tecnologias para lojas de varejo e apresentou alguns de seus esforços para o presidente-executivo da empresa, Satya Nadella, disse a fonte. Em reunião com a equipe meses atrás, Nadella recomendou um dispositivo que possa gerenciar dispositivos conectados, como câmeras de vigilância, com transferências mínimas de dados para a nuvem, o que reduziria os custos, disse a pessoa. Tornar sua tecnologia barata o suficiente para não acabar com as já apertadas margens de lucro dos supermercados é um grande desafio para a Microsoft, disse outra pessoa. A Microsoft já apresentou os fundamentos do seu sistema de checkout automatizado no seu centro em Redmond. A equipe interna da Microsoft, incluindo um especialista em visão computacional contratado da Amazon Go, trabalhou na conexão de câmeras aos carrinhos de compras para rastrear os itens dos clientes. E estudou novas formas de os smartphones serem envolvidos na experiência de compra, disseram as pessoas. Ainda assim, a indústria está tentando alcançar a Amazon. A empresa passou quatro anos construindo a Amazon Go em segredo, antes de lançar um piloto apenas para funcionários em seu campus de Seattle em 2016. Ela coletou dados por mais quase 14 meses antes de abrir as portas de sua primeira loja em Seattle. A Amazon disse que não tem planos de introduzir a tecnologia de pagamento automatizado em sua cadeia de supermercados Whole Foods Market, que comprou no ano passado. A empresa ainda está trabalhando duro para melhorar o serviço. O vice-presidente da Amazon, Dilip Kumar, disse à Reuters no início deste ano que está treinando computadores para identificar itens ou atividades com um mínimo de informação.

G1

Thu, 14 Jun 2018 18:58:19 -0000 -


Em iniciativa conjunta com MCTIC, banco abriu seleção de projetos-piloto de tecnologias para conectar dispositivos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira que assinou acordo para cooperação com o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), dos Brics, juntamente com as instituições de fomento de Rússia, Índia, China e África Reuters O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) lançou nesta quinta-feira (14) o início da seleção de projetos-piloto de Internet das Coisas (IoT), que receberão ao menos R$ 1 milhão. Conduzida ao lado do Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações (MCTIC), a iniciativa tem orçamento de R$ 20 milhões, cujos recursos não são reembolsáveis. As propostas deverão ser enviadas até 31 de agosto (veja aqui). Como o BNDES limitará os recursos até 50% do valor total do projeto, os responsáveis pelas propostas deverão prever a aplicação dos valores restantes. Projetos de Internet das Coisas Internet das Coisas é um nome pomposo para denominar a conexão via internet entre dispositivos cotidianos, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, e até mesmo entre máquinas industriais. Podem enviar propostas instituições tecnológicas públicas ou privadas sem fins lucrativos. Cada uma pode submeter até três pilotos. 4ª revolução industrial: Como robôs conversando com robôs pela internet vão mudar sua vida Internet das coisas: há mais máquinas online que celulares e elas têm até rede própria As iniciativas de aplicação selecionadas deverão ser testadas em plataformas experimentos ou em ambientes reais. Infográfico explica como funciona a Internet das Coisas Arte/G1 BNDES e MCTIC receberão ideias que tratem de tecnologias para três verticais. Aqueles voltados para Cidades Inteligentes, devem mirar: redução de desperdícios, iluminação pública, aumento da capacidade de vigilância monitoramento aumento da atratividade de transportes públicos. Já os voltados para ambiente rural, devem tratar de: uso eficiente de maquinário dos recursos naturais e em segurança sanitária bem-estar do animal. A terceira vertical para desenvolvimento de projetos é a de saúde, que devem focar: monitoramento de pacientes; ativos e insumos; diagnóstico descentralizado. Os projetos devem ser executados dentro de um prazo de até 24 meses. Ao fim desse período, as instituições apoiadas devem prestar contas sobre como o dinheiro foi gasto. A ideia é que publiquem uma avaliação dos resultados dos projetos-piloto. A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Internet das Coisas, com que o governo federal pretende fomentar o ecossistema de máquinas conectadas no Brasil. O BNDES informou que a próxima etapa de seleção de projetos-pilotos de IoT vai direcionar investimentos para o ambiente industrial. Nesse caso, a ideia será também promover o desenvolvimento de plataformas industriais da chamada 4ª Revolução Industrial. O plano Para balizar as medidas que do plano, o governo contratou a consultoria McKinsey, o escritório Pereira Neto Macedo Advogados e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). Eles trabalharam em um estudo ao custo de R$ 17,4 milhões para mapear as oportunidades geradas pela Internet das Coisas (IoT) e o potencial do Brasil. Um dado preliminar da análise dá conta de que a IoT pode gerar de US$ 4 trilhões a US$ 11 trilhões em 2025.

G1

Thu, 14 Jun 2018 16:14:52 -0000 -


Estúdio Telltale Games é o mesmo que já fez jogos de 'Walking dead' e 'Game of thrones'. Produtora também vai lançar na Netflix o projeto 'Minecraft: Story mode'. Gaten Matarazzo, Finn Wolfhard, Caleb McLaughlin e Noah Schnapp em cena da segunda temporada de 'Stranger Things' Divulgação A Telltale Games anunciou, nesta quarta-feira (13), que vai fazer um game inspirado na série "Stranger things", da Netflix. O estúdio é o mesmo que já fez jogos de "Walking dead" e "Game of thrones". Em nota divulgada no Twitter, a Telltale informou que "está desenvolvendo um game baseado em 'Stranger things' que nós disponibilizaremos em consoles e computadores em uma data futura". "Nossa parceria com a Netflix é algo do qual nós estamos incrivelmente orgulhosos, e enquanto não tivemos nada mais para divulgar neste momento, estamos animados para revelar detalhes desses projetos mais para frente neste ano". O outro projeto ao qual o comunicado se refere é "Minecraft: Story mode", descrito como uma "aventura interativa" que vai ser lançada diretamente na Netflix no segundo semestre. De acordo com o site TechRadar, inicialmente o game de "Stranger things" estava previsto para sair junto com a segunda temporada da série, lançada em outubro de 2017, mas acabou sendo adiado.

G1

Thu, 14 Jun 2018 16:08:38 -0000 -


Marco trata da transformação das concessões de telecomunicações em autorizações. O ministro Gilberto Kassab fala durante evento no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, em fevereiro de 2018 Marcelo Brandt/G1 O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou que ainda é possível fechar este ano o marco regulatório para o setor de telecomunicações e que há boa vontade dentro do governo para viabilizar o tema em 2018. Segundo ele, as discussões estão avançadas e "não falta muito" para viabilizar o novo marco. De uma maneira geral, o marco trataria da transformação das concessões de telecomunicações em autorizações, o que em tese daria mais flexibilidade e liberdade às empresas. Banda larga deve ser novo foco das telecomunicações no Brasil "Vamos tentar fazer esse ano... estamos ainda no primeiro semestre e como existe boa vontade e potencialidades em ministérios e áreas afins, acredito que a gente vai conseguir ainda esse ano", disse Kassab a jornalistas após o lançamento no BNDES de um programa para financiar a Internet das Coisas.

G1

Thu, 14 Jun 2018 15:32:32 -0000 -


Ao menos 50 trabalhadores foram demitidos, conforme o G1 apurou. Número de desligamentos não foi informado pela empresa e sindicato. LG demite funcionários do setor de celulares na fábrica de Taubaté, SP Reprodução/ TV Vanguarda A LG Eletronics demitiu nesta quarta-feira (13) um grupo de trabalhadores da fábrica de Taubaté (SP). A empresa informou que os cortes foram motivados pelo alto volume do estoque e pelo cenário do mercado, com a instabilidade do dólar. Além das demissões, a empresa já havia anunciado férias coletivas - a medida atinge 437 trabalhadores, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos. A LG disse que os cortes aconteceram no setor de produção de celular da unidade. O número de demitidos não foi informado pela empresa ou sindicato. O G1 apurou que pelo menos 50 trabalhadores foram demitidos. Não há informação se mais desligamentos serão feitos na unidade. Os cortes foram a segunda medida da empresa para adequação ao mercado. Na quarta, a LG havia anunciado férias coletivas na produção – a área em que atuam não foi informada. De acordo com a LG, a pausa é para adequar a produção com a demanda da empresa e vai acontecer por 15 dias começa a partir da próxima segunda-feira (18). O retorno está previsto para o dia 3 de julho. A LG Eletronics tem cerca de 1,5 mil funcionários na fábrica de Taubaté. Na unidade, são produzidos celulares, monitores e itens da linha branca, além de um setor de callcenter. Sindicato O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté informou no fim da tarde de quinta-feira (14) que lamenta e não concorda com o desligamento efetuado pela LG. "Mesmo não tendo o número de trabalhadores dispensados no momento, a diretoria do sindicato está tentando marcar uma reunião com a empresa para discutir essas demissões", disse trecho da nota.

G1

Thu, 14 Jun 2018 15:29:52 -0000 -


Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras. >>> Congelamento do site Minhateca Incialmente parabenizo a ação da juíza. Entretanto, quantas pessoas foram prejudicadas? Perdi, dessa forma, 5 semestres inteiros da faculdade. Tinha fotos pessoais de casamento, matérias de autoria própria de trabalhos que fiz para Universidade Federal do Ceará, e gostaria de ter acesso para pelo menos remover. Iuri Minhateca; Legenda: Página principal do site Minhateca, que foi retirado do ar pela Justiça de São Paulo Reprodução Iuri, nenhum responsável pelo site pôde ser encontrado pela Justiça. Logo, não foi possível fazer qualquer acordo, nem mesmo solicitar a remoção do material que infringia os direitos autorais e a adoção de alguma medida para reduzir a reincidência e manter o site funcionando. É bom lembrar que uma situação semelhante ocorreu quando o site Megaupload foi retirado do ar. Muitas pessoas que dependiam do serviço para armazenar seus dados ficaram sem acesso. Nesse caso, porém, o provedor que mantinha os servidores do Megaupload acatou uma ordem da Justiça para preservar os servidores e, portanto, os dados das pessoas. Porém, jamais houve acordo para a recuperação das informações. Dessa forma, fica bastante claro que não é uma boa ideia manter arquivos exclusivamente em serviços on-line. Isso vale inclusive para serviços de reputação considerável (como OneDrive, Dropbox e Google Drive), e é ainda mais importante quando você utiliza algum serviço gratuito de armazenamento de uma empresa totalmente desconhecida. >>> Anúncios de vírus no celular Muitas vezes estou procurando, livros em PDF para baixar e do nada entra uma página dizendo que meu celular está infectado com vários vírus?? Como me livrar disso? E os antivírus afinal protege ou não??? Márcia Isso que você está vendo, Márcia, são anúncios publicitários. A mensagem sobre seu celular estar infectado é falsa. Esses anúncios podem aparecer a qualquer momento, mas, segundo o seu relato, você só recebe esses anúncios quando procura livros. Se você está procurando livros em formato "PDF", creio que você pode estar tentando baixar material distribuído de forma ilícita. Afinal, e-books (livros digitais) são vendidos em diversas livrarias brasileiras, e esses sites em geral não possuem qualquer anúncio publicitário. Os sites do Projeto Gutenberg e Domínio Público também não trazem anúncios publicitários. Esses sites são fontes legítimas para obter publicações que já não estão mais protegidas por direito autoral. Quando você navega em sites com conteúdo potencialmente ilícito, essas páginas tendem a se financiar através de redes de publicidade de baixa qualidade. Logo, anúncios fraudulentos e enganosos (como esses que alegam falsamente que o seu celular está infectado) são mais comuns nesse tipo de site. Repito, é possível que você recebe esses anúncios ao navegar em qualquer site. Mas, se você busca algum conteúdo ilícito, é quase certo que você vai acabar vendo esses anúncios. Se o problema persiste e é frequente inclusive em sites legítimos, você pode ter um problema no seu roteador doméstico, ou seja, é o seu Wi-Fi que pode estar com problema. Nesse caso, o roteador deve ser reconfigurado. Dependendo do seu conhecimento sobre redes, talvez você precise de ajuda de um técnico para essa tarefa. Se o equipamento pertence a um provedor, é melhor pedir auxílio do próprio provedor. >>> Mais anúncios de vírus no celular Fui interpelada por um desses anúncios de vírus é acabei por instalar o programa indicado, contudo desinstalei alguns segundos depois. Ainda corro algum risco? Derielly Anúncio falso alegando que aparelho celular está infectado para divulgar algum aplicativo que renderá comissão aos golpistas. Reprodução Embora exceções existam, é provável que você não esteja correndo risco algum. Esses anúncios normalmente divulgam produtos legítimos (ainda que, às vezes, muito pouco úteis) e que são baixados diretamente do Google Play, que tem um filtro para barrar aplicativos maliciosos (embora um ou outro aplicativo às vezes passe por esse filtro). De qualquer forma, o criminoso que fez o anúncio recebe uma comissão por ter "indicado" o programa para você. Se você instala e logo remove o programa, quem sai perdendo é o dono do aplicativo, que pagou a comissão ao golpista. Para o golpista, portanto, é "melhor" indicar um produto disponível no Google Play, já que mais pessoas poderão instalar o software e a fraude ganhará um ar de legitimidade. Sendo assim, Derielly, você fez a coisa certa e provavelmente seu celular está seguro. Apenas tome mais cuidado no futuro. Se por acaso o download ocorreu fora do Google Play, a chance de você ter instalado algo realmente perigoso é muito maior. Para essa situação, recomenda-se restaurar o aparelho ao estado de fábrica no menu de "Configurações" no celular. O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

G1

Thu, 14 Jun 2018 14:00:40 -0000 -

Desativar sincronização com nuvens e limitar acesso de aplicativos estão entre as ferramentas para ampliar controle sobre as imagens. Quantas fotos há em seu celular? Dezenas? Centenas? Milhares? Cada vez que tiramos uma foto, ela fica registrada na memória do telefone. Muitas vezes, elas são automaticamente armazenadas na nuvem virtual. Isso garante que fiquem guardadas, mas cria alguns riscos. Por exemplo, o que ocorre se um hacker acessá-las? Existe a possibilidade de que ele tente te extorquir - sobretudo se a foto for comprometedora ou exibir algum documento - ou de que você se torne vítima de um roubo de identidade. Conforme as técnicas dos hackers se modernizam, aumentam as chances de que você se torne vítima de um ataque virtual. Aliás, foi o que ocorreu com Jennifer Lawrence, Kirsten Dunst e outras atrizes famosas de Hollywood. Foi o caso do "Celebgate", um escândalo que afetou mais de cem famosos. Se não quiser correr o mesmo risco - ou, ao menos, ficar mais protegido -- explicamos alguns conselhos que você pode pôr em prática. 1. Desative a sincronização automáticaMuitos celulares são programados para se sincronizarem automaticamente com as nuvens do iCloud, Google e outros serviços, como Flickr ou Dropbox. Isso te permite salvar as imagens facilmente, ter uma cópia de segurança e não depender apenas da memória do celular. Mas é possível evitar que as fotos sejam carregadas automaticamente e conduzir o processo de forma manual, garantindo que só se armazene o conteúdo que se deseja. Para isso, deve-se mudar a configuração no Google+ (no caso de um Android) ou no iCloud (para iPhones). "Se não quiser que algo seja compartilhado na internet, deve-se ser extremamente cuidadoso com a sincronização automática", explica o site britânico Digital Spy. 2. Ative a verificação em dois passos Ter uma senha segura é importante, mas às vezes não basta. A maneira mais fácil para que hackers acessem seus arquivos é roubando sua senha (por isso é melhor que ela tenha letras maiúsculas e minúsculas, números e não seja muito óbvia). A verificação em duas etapas permite instalar um código adicional para que fique mais difícil aos hackers. No Google, é possível fazê-lo dentro da opção "Minha conta" (no menu principal, no alto e à direita). Na Apple, a mudança é feita pelo iCloud, e também é possível ativar o mecanismo em outros serviços de armazenamento de fotos, como Facebook e Microsoft. 3. Controle a atividade de seus appsOs aplicativos que você tem no celular também podem acessar suas fotos. Alguns dos mais populares são Facebook, WhatsApp e o Instagram. Para saber se isso ocorre, caso tenha um iPhone, pesquise nas opções de privacidade de seu telefone, entre em "Fotos" e selecione os apps que queira bloquear. Assim evitará que suas fotos sejam compartilhadas com os servidores desses aplicativos. Se você usa um aparelho Android, deve-se efetuar a mudança em cada aplicativo, um por um. Não é uma tarefa difícil, embora possa ser trabalhosa. 4. Oculte suas fotos Há opções para esconder arquivos de seu celular ou tablet por meio dos chamados "ocultadores de fotos". Picture Safe e Private Photo Vault (para iOS), Hide Something e KeepSafe (Android) são alguns exemplos. Esses sistemas permitem criar um código PIN ou tátil para acessar algumas fotos e fortalecer sua privacidade. A desvantagem é que você não poderá ver as coleções de fotos na ordem que deseje. 5. Borre os metadados de suas fotosSuas fotos incluem dados ocultos que indicam quando e onde foram tiradas, ou o modelo de câmera usado. Esses metadados revelam informações que nem sempre são evidentes Se não quiser que esses dados sejam conhecidos, é possível usar apps como Image Privacy (Android) ou GeoGone (iOS) para borrá-los. O processo leva alguns segundos e pode ser aplicado a várias imagens ao mesmo tempo. 6. Bloqueie a tela do seu celular Outra forma de proteger os arquivos é bloquear a tela com sua senha, sistemas de reconhecimento facial ou outros mecanismos. Pode parecer óbvio, mas esse método não só servirá apenas para proteger suas fotos e vídeos, mas também para que tudo o que armazena no celular não caia em mãos erradas.

G1

Thu, 14 Jun 2018 13:27:18 -0000 -

Máquinas driblam restrição à quantidade de tentativas de adivinhar senhas antes de smartphone congelar ou apagar dados. A Apple informou nesta quarta-feira (13) que vai mudar as configurações do iPhone para reduzir o alcance de ferramentas capazes de violar o bloqueio do smartphone e que são amplamente usadas por órgãos de segurança. Segundo a empresa, a medida tem o objetivo de proteger clientes, especialmente em países onde os telefones são facilmente obtidos pela polícia -- ou por criminosos com recursos extensivos--, e evitar a disseminação da técnica de ataque. As configurações padrão serão alteradas no iOS, sistema operacional do iPhone, para cortar a comunicação através da porta USB quando o telefone não tiver sido desbloqueado na última hora. Essa porta usada por máquinas fabricadas por empresas forenses, como GrayShift e Cellebrite -- está última é uma das fornecedoras da Polícia Federal do Brasil. Esses aparelhos contornam as provisões de segurança que limitam as tentativas de acertar a senha que podem ser feitas antes de o dispositivo congelar ou apagar os dados. Agora, eles não poderão executar o código nos dispositivos depois de uma hora. Representantes da Apple disseram que a mudança nas configurações protegerá os clientes em países onde a polícia apreende e tenta invadir os telefones, já que enfrentam menos restrições legais do que as estabelecidas pela lei dos EUA. Eles também disseram que criminosos, espiões e pessoas má intencionadas costumam usar as mesmas técnicas. Mesmo alguns dos métodos mais valorizados por agências de inteligência vazaram na internet. "Estamos constantemente fortalecendo as proteções de segurança em todos os produtos da Apple para ajudar os clientes a se defenderem contra hackers, ladrões de identidade e intrusões em seus dados pessoais", disse a Apple. "Temos o maior respeito pela aplicação da lei e não projetamos nossas melhorias de segurança para frustrar seus esforços."

G1

Thu, 14 Jun 2018 12:39:47 -0000 -


Neil Druckmann, diretor e escritor da sequência, passou mais detalhes do jogo em apresentação na feira E3 2018. 'The Last of Us Part 2' terá história sobre busca por justiça Divulgação/Sony A história de "The Last of Us Part 2", um dos games mais aguardados de PlayStation 4, vai tratar da busca por justiça. É o que diz Neil Druckmann, diretor e escritor do jogo, em uma breve exibição do título ao G1 na feira E3 2018, em Los Angeles (EUA). "No primeiro jogo, quisemos contar uma história sobre o amor irracional e incondicional de um pai pelo filho. Essa é a sua essência, da onde vem a relação entre [os protagonistas] Joel e Ellie. Toda decisão que tomamos foi pra sustentar essa ideia", diz Druckmann. "Já nesse segundo jogo é um tema complementar que ainda envolve amor, relacionamentos", ele conta. "Mas é mais sobre a ideia de justiça. E quão bagunçada a justiça pode ser. E até onde uma pessoa pode ir por justiça. Toda decisão, toda escolha dos personagens, é baseada nessa ideia central. Em fazer o jogador sentir, explorar e refletir sobre isso". Se formos considerar a brutalidade empregada no novo trailer do jogo por Ellie, a adolescente do "The Last of Us" que se tornou uma jovem adulta na sequência, pode apostar que a vingança será dela. Ellie, segundo Druckmann, será a única personagem jogável de "The Last of Us Part 2". Aliás, o segundo episódio dessa história íntima e cruel sobre o que restou da humanidade após uma epidemia também expandiu os recursos de Ellie para completar sua missão. Druckmann diz que as fases do game podem ser atravessadas de ainda mais maneiras, com mapas do tamanho dos de "Uncharted 4: A Thief's End", último game lançado pelo estúdio Naughty Dog. "Ainda estamos contando uma história linear. Mas também brincando com o tamanho dos lugares. Alguns são maiores que esse [da demo]. Outros são menores porque queremos algo mais urgente e tenso", afirma o diretor e escritor do jogo. Ellie é a única personagem controlável de 'The Last of Us Part 2' Divulgação/Sony Ellie também conta com um botão para se esquivar dos golpes adversários, "resolvendo todos os obstáculos que Joel [personagem controlável do primeiro game] enfrentou, mas da maneira dela". E nessa nova onda de furtividade, pode usar os cenários para não ser vista. Ela consegue andar escondida pela grama, por exemplo. Ainda não há data de lançamento para "The Last of Us Part 2".

G1

Thu, 14 Jun 2018 09:00:40 -0000 -


Em entrevista exclusiva ao G1 na E3 2018, game designer falou sobre jogo intrigante: 'Hoje em dia, todas as respostas estão por aí. Para mim, é mais interessante quando as pessoas podem imaginar'. Em 'Death Stranding', o ator Norman Reedus interpreta o protagonista Sam Divulgação/Sony “Eu vim pra confundir. Eu não vim pra me explicar“. Poderia ser só uma letra do Charlie Brown Jr., mas o verso acima descreve com igual precisão a mente do japonês Hideo Kojima. Game designer conhecido de nome, com pinta de gênio e criador de “Metal Gear“, uma das franquias mais populares dos videogames, Kojima é aquele tipo de cara que vive em seu próprio mundinho. E que, justamente por ser assim, mais uma vez é dono do jogo mais intrigante e esquisito do pedaço: “Death Stranding“. Hideo Kojima, criador da série 'Metal Gear', esteve na E3 2018 para conversar sobre seu novo jogo, 'Death Stranding' Bruno Araujo/G1 Os trailers divulgados até o momento têm feito um bom trabalho em manter o público engajado pelo seu mistério. Há bebês que se desmancham em óleo, criaturas voadoras e rostos famosos, mas muito pouco da trama e do que é, de fato, o jogo. Sobram perguntas para nenhuma resposta e, pelo que apareceu até agora, pode-se até dizer que "Death Stranding" é um game de esporte. É que Kojima é uma figura muito peculiar. Em entrevista exclusiva ao G1 na E3 2018, repleta de exigências quanto aos temas abordados (Konami foi vetado), ele consegue ir de uma inesperada reflexão trabalhista...: “A maioria dos personagens principais de games são da elite, são grandes heróis. Porém, as pessoas que sustentam o mundo, no fim das contas, são da classe trabalhadora“, ele diz quando perguntado sobre Sam, protagonista de “Death Stranding“ interpretado pelo ator Norman Reedus. ...a uma vaidade sem papas na língua: “Hoje, por exemplo, eu já tive várias ideias que gostaria de fazer. Todo dia tenho novas ideias que quero botar em prática“, ele responde sobre poder trabalhar fazendo exatamente o que pensa, sem uma grande corporação influenciando em seu processo criativo. Esse é o jeitinho Kojima de ser. Com uma metodologia que diz ter pegado emprestado dos filmes independentes, o game designer de 54 anos não quer facilitar a vida de ninguém: "Hoje em dia, todas as respostas estão por aí. Você procura e encontra as informações. Mas pra mim, é mais interessante quando as pessoas podem imaginar“, ele diz. "Estou distribuindo pistas, mas as respostas eu espero que as pessoas só descubram por conta própria quando o jogo sair". Leia abaixo a entrevista completa com Hideo Kojima: G1 – O que o projeto “Death Stranding” significa pessoalmente pra você? Hideo Kojima – Eu trabalhei para uma companhia [Konami] por mais de 30 anos. E agora tenho a minha empresa, tentando fazer as minhas coisas. Então esse projeto significa me reconectar aos jogadores, fãs, amigos, a muitas pessoas ao meu redor. E isso também é o tema do jogo. Me reconectar. 'Death Stranding' Divulgação / Sony G1 – Desde que você revelou “Death Stranding” há dois anos, o público tem ficado cada vez mais animado com o jogo porque acredita muito no seu trabalho. Mas também rola uma confusão com os trailers. É intencional? Deixar todo mundo tentando adivinhar sobre o que se trata “Death Stranding“? Hideo Kojima – Intencional ou não, é claro que as respostas para tudo estão dentro do jogo. As pessoas irão entender tudo quando ele for lançado. Não tenho a intenção de dar todas as respostas para promover “Death Stranding“ antes mesmo de ele estar pronto. As pessoas estão conectadas à internet, debatem e nós observamos tudo isso. E essa é a minha esperança, meu desejo é esse. Que as pessoas tenham essas discussões. Por exemplo, em um romance de mistério, existe um assassinato, um assassino, e os leitores teriam que descobrir quem é o assassino só no final do livro. Só que agora você tem uma infraestrutura de distribuição de informação que torna muito fácil descobrir quem é o culpado. Mas eu não acho isso divertido, não acho que isso entretém. “Hoje em dia, todas as respostas estão por aí. Você procura e encontra as informações. Mas pra mim, é mais interessante quando as pessoas podem imaginar“. E existem diferentes maneiras de fazer isso sem entregar todas as respostas. “Eu e os jogadores estamos nos conectando por todo o mundo, trocando ideias diferentes, e vamos construir juntos o entusiasmo em torno de 'Death Stranding'. Essa é a relação que eu quero desenvolver com eles“. Estou distribuindo pistas, mas as respostas eu espero que as pessoas só descubram por conta própria quando o jogo sair. 'Death Stranding' Divulgação / Sony G1 – Vários atores famosos, como Norman Reedus, Mads Mikkelsen e agora Léa Seydoux e Lindsay Wagner, estão envolvidos nesse projeto. Quais são as maiores contribuições que essas pessoas podem trazer para o jogo? Hideo Kojima – Atualmente, você consegue capturar todas as expressões dos atores e atrizes. Suas silhuetas, cada um dos seus traços. Até a sua aura, por assim dizer. Qualquer característica intangível pode finalmente ser expressada pela tecnologia, 100% digitalmente. E isso era impossível. “Então, com esses personagens digitais, é quase como controlar um ser humano de verdade“. No fim das contas, tudo será digital. Mas eles ainda estão atuando. Todas as frases que eles falam, os tons usados nas palavras, os movimentos que fazem. Criei uma relação de confiança com cada um dos membros do elenco. E acredito sinceramente que estamos criando algo juntos. No fim, o jogo será afetado pelas ideias deles, suas atuações. É isso que venho buscando. Os filmes de Hollywood têm um roteiro bem definido. Todos os elementos estão postos e os atores só precisam ir de A pra B. “Nos filmes independentes, no entanto, ainda é preciso ir de A a B, mas por meio de discussões com os membros do elenco. Talvez então possamos ir de A pra C, de A pra D. Essas ideias podem ser implementadas. Essa é a metodologia que eu estou usando“. Ao conversar com Mads, com Norman, eu ajusto meu percurso. A história no geral não pode mudar, mas muitos elementos menores vêm de contribuições. Pra mim, é importante que eles estejam sendo parte da criação do jogo. E a razão para trabalhar com eles não é porque são famosos. Mas porque são pessoas fantásticas. 'Death Stranding' Divulgação / Sony G1 – O mistério em torno de “Death Stranding” existe como uma maneira de os fãs debaterem e teorizarem sobre o jogo. E isso de alguma forma colabora com seu trabalho, do mesmo jeito que os atores, que também estão colaborando. Você encara esse ciclo de desenvolvimento como uma grande parceria com público e equipe? Hideo Kojima – Eu não posso colocar tudo o que as pessoas pedem, isso seria impossível. Mas mais do que receber colaborações das pessoas, eu quero me conectar com todo mundo. “Não é sobre lançar o jogo. Quando isso acontecer, você vai jogar e pronto. Eu quero me conectar com as pessoas e curtir esses anos de desenvolvimento do jogo“. G1 – Você disse que o protagonista Sam é totalmente diferente des outros personagens de videogames. O que você pode falar sobre a sua personalidade? E como Norman lhe ajudou a trabalhar essa figura? Hideo Kojima – A maioria dos personagens principais de games são da elite, são grandes heróis. Ou pessoas que têm poder político, são do exército, da polícia. Nos quadrinhos, você tem heróis que são princesas, deuses, reis. “Porém, as pessoas que sustentam o mundo, no fim das contas, são a classe trabalhadora“. Nesse caso, Sam não tem nenhum poder público ou político. Ele é apenas um operário dessa organização. Ele até tem algumas habilidades únicas, mas o personagem foi desenhado de uma forma bem diferente do que tenho feito ultimamente. Suas roupas, seus equipamentos... Se você observar, por exemplo, as suas roupas, existem algumas linhas brilhantes que são símbolos de pessoas que trabalham em construções. Já os objetos que podem parecer uma arma, a cor base deles é de elementos encontrados em locais de construções. Eu acho que isso vai passar uma impressão diferente. É um personagem mais próximo dos jogadores. “A maioria dos jogos, e 'GTA' talvez seja a exceção, tratam de acumular poder, autoridade e ter uma catarse por meio disso. Nesse caso, você começa como um colono. E se transformar em Norman é se transformar em um herói“. Eu entrei nessa indústria por causa de Mario. E ele é um dos exemplos mais fáceis para lembrar como a maioria dos personagens de games têm habilidades especiais. Eles podem correr muito rápido, pular muito alto. Mas nesse caso é totalmente o oposto. Sam é uma pessoa normal. Ele anda na velocidade de uma pessoa normal. E parece ter habilidades comuns. Nesse caso, a humanidade de Norman, e o próprio Norman, se encaixaram muito bem com o personagem. 'Death Stranding' Divulgação / Sony G1 – Você sempre fala que é apaixonado por filmes. E longas como “Aniquilação” e “Raw” pintaram no seu Twitter como alguns dos que você mais gostou de assistir neste ano. Há outras influências do cinema te ajudando a moldar a ideia de “Death Stranding”? Hideo Kojima – Eu ouço muito essa pergunta e sempre fico intrigado. Porque não é como se eu assistisse um filme e falasse “Ok, essa será a referência para o que eu faço”. Eu assisto muitos filmes, absorvo e digiro o que vi e eles se tornam parte do que eu sou e do que eu crio. Sempre acho essa pergunta um pouco desconcertante. G1 – “Death Stranding” é um novo começo para você e sua equipe. Um novo estúdio, uma nova tecnologia. Foi com isso que você sempre sonhou para a sua carreira? Ter toda a liberdade possível para dar vida às suas ideias e inspirações? Hideo Kojima – Essa também é uma questão que eu ouço bastante. Mas, por exemplo, hoje eu já tive várias ideias que gostaria de fazer. Todo dia tenho novas ideias que quero botar em prática. “O que aconteceu nesse caso foi que, quando me tornei independente, separei cinco ou seis ideias que gostaria de trabalhar. E entre essas escolhi 'Death Stranding' como provavelmente a mais adequada pra começar“. Mas não é algo com que sempre sonhei. 'Death Stranding' Divulgação / Sony

G1

Wed, 13 Jun 2018 19:31:41 -0000 -


Nova versão chega em outubro com 40 músicas inéditas. Ivete Sangalo e Anitta também já emplacaram músicas no jogo. A atualização de 2019 do jogo de música e dança "Just Dance" terá, em seu cardápio de canções, a brasileira "Bum bum tam tam", hit de MC Fioti. A nova versão foi revelada em evento da Ubisoft na E3 2018, feira de games em Los Angeles. Funk mais ouvido do Spotify fora do Brasil neste ano, a música ganhou em dezembro de 2017 uma versão trilíngue, com participação do colombiano J. Balvin e do rapper americano Future. MC Fioti gravou 'Bum bum tam tam' usando um celular, pois não tinha um microfone Fabio Tito / G1 "Just Dance 2019" será lançado em outubro com 40 músicas inéditas, incluindo ainda “Finesse (Remix)”, de Bruno Mars e Cardi B, e "Shaky Shaky", de Daddy Yankee. Mais palcos de dança também foram incluídos no jogo. Além disso, uma nova página dinâmica funcionará como uma área central, com listas de reprodução de eventos especiais e sazonais, notícias e destaques da comunidade, disse a Ubisoft. O jogo poderá aprender os hábitos de dança do usuário e oferecer recomendações personalizadas com base em seleções de músicas anteriores. "Just Dance 2019" estará disponível para PS4, Xbox One, Nintendo Switch, Xbox 360, Wii U e Wii. Ivete Sangalo, com "Dançando", e Anitta, com "Bang", estão entre os brasileiros que já emplacaram músicas no "Just Dance".

G1

Wed, 13 Jun 2018 19:20:06 -0000 -


Ele não só recusou devolver senhas da página como apagou o perfil da empresa na rede social. Páginas de entrada do Facebook. Rick Wiking/Reuters A Justiça do Trabalho de São Paulo multou em R$ 5 mil um homem que apagou a página de uma empresa no Facebook após se desligar dela. A decisão foi proferida pela 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região nesta segunda-feira (11). Diego Sabino da Silva era gerente e sócio de uma empresa chamada Centro Criativo de Tecnologia, que cria games e promove cursos de desenvolvimento de jogos e funciona em São Paulo. Depois de romper a sociedade, em julho de 2016, ele levou consigo as senhas de acesso à página da empresa do Facebook. Justiça julga válida demissão com justa causa por ‘curtida’ no Facebook Além de se negar a revelar as credenciais de acesso, Silva entrou com uma ação trabalhista contra a empresa pedindo o reconhecimento de vínculo empregatício e uma restituição salarial equivalente. O valor requerido por ele era de um valor próximo a R$ 1 milhão. Sem senha A companhia rebateu o pedido com um novo processo, em que exigia a restituição das senhas da página no Facebook. Ganhou na primeira instância. Após o juiz exigir a devolução da posse do perfil, Silva apagou a página. O Centro Criativo criou uma nova página no Facebook e pediu o pagamento de danos e perdas pela página perdida, além de uma compensação no valor de R$ 661 para custear os anúncios contratados por meio da rede social. Na decisão desta semana, o colegiado do TRT descartou atender o pedido do vínculo empregatício – o nome de Silva estava no quadro societário nos documentos submetidos pela empresa à Junta Comercial de São Paulo—e obrigou o ex-gerente a pagar R$ 5 mil para reparar os danos sofridos pela empresa. Silva diz que não houve dano à empresa, já que ela criou uma outra página no Facebook dias após sua saída. “O simples fato de a reclamada ver-se compelida a criar nova página em dezembro de 2016 ante o não fornecimento das senhas pelo autor, não lhe retira o interesse em pretender a administração da página primeva, a qual, indubitavelmente, contém maior número de seguidores e clientes vinculados”, escreveu em seu voto o desembargador Marcos César Amador Alves, relator do caso. Silva tentou justificar a exclusão dizendo que a página da empresa estava ligada a seu perfil pessoal no Facebook. O magistrado também descartou esse argumento. “A tese recursal de que a exclusão foi perpetrada em virtude de a página encontrar-se vinculada ao perfil pessoal do reclamante não é idônea a amparar o notório descumprimento.” Nova lei trabalhista O TRT não determinou o pagamento dos anúncios porque a empresa não definiu em qual período o dinheiro foi gasto. Ao G1, Erlani Regina Dias Benício, a advogada de Silva, afirmou que vai recorrer. Nova lei trabalhista entra em vigor no sábado; veja as principais mudanças Nova lei trabalhista traz mudanças para trabalhador que entrar na Justiça “O interessante desse processo é que ele começou a tramitar antes da nova lei trabalhista. Se ele entrasse com uma ação após a nova lei, ele ia tomar um prejuízo maior”, afirma o advogado da Centro Criativo, Santiago Mendes Cortes. A nova lei estabelece que quem perder a ação terá de pagar entre 5% e 15% do valor da sentença para os advogados da parte vencedora, os chamados honorários de sucumbência. Neste caso, os percentuais se aplicariam ao cerca de R$ 1 milhão pedido por Silva.

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Wed, 13 Jun 2018 19:05:25 -0000 -


Microblog vai testar mostrar compilação de conteúdo só para usuários com interesse em determinado assunto. Twitter vai criar páginas especiais para Copa do Mundo 2018 Divulgação/Twitter O Twitter mudará a cara da rede social para mostrar os principais lances das partidas da Copa do Mundo de 2018 e o que as pessoas estão falando a respeito dos jogos. Algumas das mudanças, anunciadas nesta quarta-feira (13), vão durar além do término do campeonato, como o envio de notificações para smartphone sobre acontecimentos do momento que estejam inflamando os debates entre usuários do microblog. "Esportes são um grande campo e um dos assuntos que fazem as pessoas entrarem no Twitter", afirma ao G1 Keith Coleman, vice-presidente para produtos do Twitter. A Copa do Mundo vai ser o evento de estreia da nova forma do Twitter de mostrar os conteúdos publicados. Se, até agora, o foco da exibição foi o formato (fotos, vídeos ou transmissões), daqui para frente, o microblog passará a listar os posts conforme o assunto tratado. Durante o maior torneio de futebol do mundo, isso será feito de duas formas. Na primeira delas, assim que acessar a área “Explorar”, o usuário verá um bloco de informação sobre a Copa. A nova página reunirá os "Momentos" criados pela equipe do Twitter e uma trilha de mensagens com todos os tuítes sobre o evento. Google vai mostrar no mapa bares e restaurantes que exibirão jogos da Copa 2018 A segunda ação ocorrerá apenas durante os jogos. A rede social colocará no topo um carrossel com informações sobre cada partida, como: Placar em tempo real; Todas as mensagens que tratarem do jogo; Moments sobre principais lances do jogo, incluindo vídeos dos melhores momentos, fotos, GIFs. "A gente está fazendo um esforço para combinar a curadoria humana do conteúdo com a captura de interesses via algoritmo", afirma Leornardo Stamillo, diretor editorial do Twitter para América Latina. Outra particularidade desse bloco é que ele será mostrado apenas para os usuários do Twitter que gostarem de futebol. “Temos uma maneira super sofisticada de descobrir isso. Desde quando as pessoas entram no Twitter, a gente faz uma série de perguntas para detalhar quais são os interesses delas, mas a gente leva em conta ainda as contas que ela segue, o que ele tuíta, as hashtags com que ela interage”, explica o executivo. Durante a Copa do Mundo, o Twitter também passará a enviar notificações para os celulares de seus usuários avisando sobre algum evento que esteja acontecendo naquele momento e esteja gerando grande engajamento. "Serão notificações como: o jogo começou, o jogo acabou, o Neymar pintou o cabelo de azul, teve uma briga na frente do estádio em moscou, houve uma manifestação LGBT por lá", explica Stamillo. "O que o Jack [Dorsey], nosso CEO, disse é que ele quer que o Twitter seja aquele passarinho no seu ombro, dizendo o que é importante e quanto você precisa saber", comenta Coleman. Ao abrir a notificação, o usuário será direcionado para a página especial da partida ou para a da Copa do Mundo. Mudança na rede social No Brasil, tanto o carrossel e as notificações tratarão apenas sobre a Copa do Mundo. Nos Estados Unidos, no entanto, a rede social passará a testar esses recursos para todo tipo de evento. Apenas as pessoas que tiverem interesse naquele assunto verão esse bloco no topo do microblog e receberão o aviso em seus celulares. "Estamos experimentando como e quando notificar as pessoas sobre coisas relevantes, mas não notificar sobre coisas que elas não vão ligar de jeito nenhum", comenta Coleman. Um exemplo de evento que poderia gerar uma página especial a ser mostrada em um carrossel no topo da rede social é a erupção do vulcão Kilauea, no Havaí. Neste caso, apenas moradores do local ou pessoas interessadas em catástrofes naturais veriam esse conteúdo. O layout do Twitter vai mudar para acomodar as novidades. A aba “Explorar” vai passar a compilar tuítes por conteúdo e não mais com base no formato da mensagem. Essa é a ideia da empresa para reforçar a visão de que o Twitter é o lugar para acompanhar os grandes eventos do momento. "Nós sabemos que hoje as pessoas vão ao Twitter para saber o que está acontecendo no mundo, como, no Casamento Real, quando as pessoas queriam saber o que estava sendo falado", diz o vice-presidente do Twitter. Por isso, a área “Explorar” vai separar os tuítes em categorias: assuntos do momento; para você (compilação de mensagens que coincidam com o interesse aos usuários); notícias; esportes; diversão; entretenimento. Outra mudança será nos Moments. A compilação de conteúdo, produzida pelo próprio Twitter, será distribuída ao longo das novas categorias do Explorar. "A gente não está pensando mais em formato, mas, sim, em temas", diz Stamillo. Ainda não há data para a ferramenta chegar a outros países.

G1

Wed, 13 Jun 2018 16:00:40 -0000 -


O e-mail é uma das principais ferramentas de comunicação para envio de mensagens pessoais e profissionais, mas também uma das principais portas de entrada para fraudes digitais. A confiabilidade desse serviço é essencial para que seus usuários possam estar seguros sobre a veracidade da autoria das mensagens. Uma das melhores práticas de segurança da informação é adicionar um certificado digital a todas as mensagens enviadas. Dessa forma, é possível reduzir significativamente o risco de recebimento de mensagens falsas. Confira na coluna de hoje como adicionar um certificado digital às mensagens enviadas por e-mail. Como funciona Como funciona o certificado digital Divulgação/Comodo A inclusão de uma assinatura digital numa mensagem de e-mail requer um certificado digital. Esse mecanismo é disponibilizado por diversos serviços na internet. Alguns deles oferecem com recursos adicionais e até podem ser contratados por meio de planos de assinatura. No exemplo apresentado a seguir, o serviço utilizado foi o Comodo -- um provedor gratuito de certificado digital. Após ter criado um perfil no site do serviço, é preciso obter a assinatura digital que será adicionada no programa de envio de e-mails. Com ele, é possível, por exemplo, enviar mensagens criptografadas. Somente os destinatários que tiverem a chave pública necessária podem ver o conteúdo da mensagem. Para obter um certificado digital, acesse o site do Comodo; preencha todos os campos obrigatórios e faça o download do arquivo disponibilizado no final do processo. Passo a passo para obter um certficado digital Divulgação/Comodo O arquivo correspondente à assinatura digital deve ser adicionado às configurações no cliente de e-mail, conforme os passos descritos abaixo: Abra o Outlook, e localize nas opções de menu o item Ferramentas. Clique sobre a opção Central de Confiabilidade > Segurança de E-mail > Importar/Exportar. Localize o arquivo com a assinatura digital que foi disponibilizado pelo site do Comodo. Informe a senha cadastrada no site, para finalizar a configuração do arquivo. Feito isso, se preferir, já pode deixar marcadas as opções de criptografar as mensagens na caixa de saída, assim como enviar a chave pública aos destinatários. Como inserir certificado digital no Outlook Reprodução/Outlook Após concluir a configuração do certificado digital, sempre que uma mensagem for enviada pelo programa, ela será apresentada ao destinatário com o status de identidade verificada.

G1

Wed, 13 Jun 2018 14:18:44 -0000 -


Novos internautas, popularização de smartphones e maior conexão fizeram o Facebook, crucial nas manifestações de junho 2013, perder espaço para WhatsApp, mais rápido, mais leve e... sem algoritmos. Manifestantes ocuparam entrada da Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, durante protestos de junho de 2013 Luís Bulcão/ G1 Se olhasse para o Brasil, Mark Zuckerberg teria uma ótima notícia e outra nem tão boa assim. Aquela de que ele não vai gostar é que o Facebook já não é crucial para debates e mobilizações sociais, como as que ocorreram nas manifestações de junho 2013; a boa é que a rede social deu lugar a outro produto de sua empresa: o WhatsApp, que virou o canal para organizar de churrasco a greves, como a dos caminhoneiros, que paralisou o país por 10 dias neste ano.  Mas como isso aconteceu? Segundo especialistas, acadêmicos, ativistas e empresários ouvidos pelo G1, em cinco anos, o aplicativo de bate-papo: tornou-se a forma mais simples de se comunicar para muita gente que teve contato pela primeira vez com a internet; deu abrigo aos insatisfeitos com as políticas de distribuição de conteúdo do Facebook e; fomentou a criação em seu entorno de um submundo de empresas que, por exemplo, ganham milhares de reais dando visibilidade a grupos de conversa. Nada disso, no entanto, seria possível sem que os smartphones virassem a principal ponte entre os brasileiros e o mundo online. De celular na mão “O celular é a primeira tela, aquela que carregamos conosco o tempo todo, onde consumimos e produzimos conteúdos e nos conectamos com outras pessoas”, afirma Ronaldo Lemos, advogado e um dos coordenadores do Instituto Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS-Rio). Um dos marcos na migração do computador para o celular foi 2014. Naquele ano, mais de 50% das casas brasileiras passaram a estar conectadas pela primeira vez. A maior inclusão online foi puxada pelos celulares que, coincidentemente, desbancaram os desktops naquele ano e viraram o aparelho mais usado pelo brasileiro na hora de entrar na internet. Também foi o ano em que o 4G passou a funcionar mais amplamente para atender as cidades-sede da Copa do Mundo no Brasil. Sem 'gemidão' e com SMS: como se comunicam os brasileiros longe do WhatsApp, que são 9% dos internautas Outro fator que contribuiu para colocar de vez um smartphone na mão do Brasil foi a gama de funções executadas por celulares de entrada. Tanto é que a compra de smartphones, ainda que mais simples, fez o consumidor postergar a aquisição de outros aparelhos, como novos tablets ou computadores. Dispositivos como iPhone X e Galaxy S9+, que custam R$ 7,8 mil e R$ 4,9 mil, respectivamente, ofuscam os preços médios, na casa dos R$ 1.177 em 2018, de acordo com dados da consultoria de tecnologia IDC. "Consumir conteúdo que era o que impulsionava a venda de 15 milhões de computadores em 2012. Mas hoje, para entrar em rede social e mandar e-mail, você já faz em um aparelho na palma da sua mão", diz o consultor Reinaldo Sakis, da IDC. Longe do Facebook Ainda assim, o preço acessível do celular e o crescimento na velocidade de banda larga não poderiam responder sozinhos pelo declínio do Facebook. “O Facebook era muito bom em unir pessoas que estavam distantes, que tinham carinho uns pelos outros”, afirma Fabrício Benevuto, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que estuda as interações entre usuários de redes sociais. Ele lembra que diversos estudos mostram que, quando surgiu, a plataforma era bastante competente para conectar pessoas que moravam longe umas das outras. “A rede social entregou seu papel até certo ponto, e hoje é uma pena que ela esteja tão tomada por discussões políticas e por brigas de todo tipo.” Antes mesmo de ter de prestar contas a parlamentares de Estados Unidos e União Europeia pela negligência com as informações de seus usuários no caso Cambridge Analytica, o Facebook já enfrentava uma onda de reclamações sobre a forma como mostrava o conteúdo a seus usuários. Como as publicações não são mostradas conforme entram no site, um algoritmo age como “sommelier do post”: após entender o que um usuário gosta de ver e com o que ele interage mais, o algoritmo escolhe o que mais corresponde a esses interesses. Só que o uso desses robozinhos pode deixar de fora posts com determinada orientação política ou de parentes e amigos que não dão as caras há tempos. Para calibrar o algoritmo, o Facebook promoveu mudanças desde 2013 que, segundo Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC, tiveram o poder de: frear o crescimento das bases de fãs de páginas de empresas e personalidades; reduzir o número de pessoas a quem uma publicação poderia chegar; ampliar da exibição de posts feitos por familiares e amigos; barrar análises de pesquisadores e acadêmicos sobre a rede social; Para Amadeu, que também é membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br), as mudanças fizeram que os interessados em ter suas publicações disseminadas no Facebook não tivessem outra escolha senão pagar por isso. “Cada vez mais o dinheiro tem peso maior no Facebook. Seja para o mercado, para ativistas digitais ou para candidatos políticos, a grande alteração é que agora você tem que pagar por causa das restrições que o Facebook foi construindo de 2013 para cá.” “Eu não sei o critério pelo qual o algoritmo do Facebook distribui o conteúdo para os meus seguidores, mas, se eu pagar, eu digo exatamente quantas pessoas vão ser atingidas.” Não à toa, a rede social conseguiu expandir sua receita em 516%, entre 2013 e 2017, quando chegou faturou mais de US$ 40,6 bilhões. Com todos esses obstáculos, ainda de acordo com Amadeu, o “jardim murado” do Facebook passou a dificultar muito a comunicação, na contramão da lógica de “uma rede distribuída que é a internet”. “A interação no Facebook é extremamente controlada pela plataforma, verticalizada, coisa que você não imaginaria no início do século 21.” De olho no WhatsApp Se com o Facebook, o debate girava em torno dos algoritmos “que mediavam a forma como recebíamos as informações”, com o Whatsapp, essa discussão não existe, diz Lemos. “Ele não é mediado por algoritmos. A informação circula conforme as suas redes de contato e grupos dos quais você faz parte, sem qualquer tipo de filtro editorial. Isso leva a uma outra dinâmica.” É claro que ninguém instala o WhatsApp pensando em fugir dos algoritmos. Mas o app possui algumas características que, apesar de quase invisíveis, acabam atraindo as pessoas: usa o número do celular como forma de acesso, em vez de um cadastro próprio; é leve, o que permite que funcione em todo tipo de celular; envia arquivos compactos, o que não gasta muito do pacote de dados; faz com que todas as mensagens cheguem ao destinatários; é relativamente privado; permite a circulação de vídeos, fotos e áudios, além da realização de videoconferências. Para Ariel Kogan, ativista do Instituto Tecnologia & Equidade, o WhatsApp criou oportunidades de negócio para operadoras de telefonia. Ao oferecer pacotes que não cobram pelo acesso ao app, atraem mais clientes. Só que assim, diz ele, podem acabar limitando o contato com a internet daquela pessoa ao WhatsApp. O desvio da atenção dos brasileiros do Facebook para o WhatsApp foi seguido também por movimentos sociais. Surgido na esteira das manifestações de massa de junho de 2013, o Movimento Brasil Livre (MBL), que se viu sufocado pelas mudanças do Facebook, foi um dos que recorreu ao WhatsApp. “Já chegamos a ter alcance de 60 milhões por semana, mas isso já não acontece mais”, diz Kim Kataguiri, um dos líderes do MBL. “Para contornar esse problema, a gente tem utilizado a lista do WhatsApp.” “Como o Facebook tem priorizado posts de pessoas e não de páginas, isso tem diminuído muito o alcance de veículos de imprensa, o que fez com que as articulações para manifestações passem mais pelo WhatsApp e YouTube.” Apesar de ter nascido como aplicativo de bate-papo, o WhatsApp ganhou ares de redes sociais graças a recursos como as listas de transmissão, mencionadas por Kataguiri, e aos grupos. “As pessoas parecem postar nesses grupos públicos o que elas querem que se espalhem rapidamente. Como são grupos pequenos [comportam só 256 participantes], tentam maximizar o movimento mandando em vários grupos”, afirma Benevuto, da UFMG. Dentro de grupos no WhatsApp Os grupos do WhatsApp ganharam tanta relevância que viraram oportunidade de negócio. Há aplicativos voltados somente a divulgá-los. Um deles é o ZapGrupos, que possui 5 mil grupos em sua “vitrine”, que cresce a cada dia. Patrick Assunção de Oliveira, dono do serviço, disse ao G1 que sua equipe avalia a inclusão de até 1 mil grupos diariamente. Algumas pessoas já chegaram a manter até 50 grupos em exposição no ZapGrupos, conta Oliveira. Ele tem ainda outros dois apps que orbitam o WhatsApp: o Meu ZapZap e o recém-lançado ZapReligão. Ambos oferecem imagens para serem compartilhadas no bate-papo, mas, enquanto o primeiro foca no humor, o forte do segundo são as mensagens religiosas. Nem os administradores pagam para promover seus grupos nem internautas pagam para baixar as imagens. Os aplicativos, que são vistos quase 3,5 milhões de vezes por dia, ganham com a publicidade exibida neles, por meio do programa de anúncios do Google. Oliveira diz que o faturamento é “em torno de R$ 15 mil por mês”. Abaixo do radar Assim como o Meu ZapZap, o MBL também aposta na criação de imagens para que as pessoas compartilhem pelo WhatsApp. Kataguiri conta que a chamada “diretoria de memes” pinça informações do noticiário, aplica os “valores e aquilo em que o MBL acredita” a elas, aplica outra camada de humor e a dispara para seus seguidores. “Temas políticos e econômicos costumam não ser muito populares por serem técnicos e complexos. A gente simplifica isso e busca fazer uma piada para a pessoa compartilhar.” Para alguns especialistas, a proliferação dessas replicações é parte de um processo de amadurecimento do brasileiro na internet. “Antes, a gente vivia uma era da adoção. Agora estamos na era de não só estar presente como também de querer falar. A as pessoas se perguntam como entrar na conversa”, diz Rodrigo Amatea, professor de marketing do Insper. “Replicar dá menos trabalho do que criar. Escrever o post, o texto, a crítica é mais difícil do que compartilhar, que é menos doloroso.” Só que o caráter privado do WhatsApp é um prato cheio para a proliferação das notícias falsas e de outras mensagens com teor agressivo. Plataformas abertas, como Facebook e Twitter, tiveram de criar políticas de remoção de conteúdo ofensivo e indicação de postagens falsas após serem alvos de muitas críticas. “Como a comunicação no Whatsapp tem caráter privado, isso abre a possibilidade para formas de comunicação que não teriam lugar em um espaço visível ao público, caso das redes sociais. O filtro não existe, e muita gente se sente confortável para compartilhar conteúdos que jamais compartilharia publicamente em uma rede social”, comenta Lemos. Quem usa o aplicativo de bate-papo como trampolim para catapultar sua mensagem não está totalmente satisfeito. “O problema do WhatsApp é que a gente não tem como medir o quanto uma mensagem se espalha exatamente", diz Kataguiri. Futuro Se o Facebook foi o passado das interações sociais e o WhatsApp é o presente, qual seria o futuro? Para Ronaldo Lemos, a tendência é os aplicativos de bate-papo adotarem recursos que os façam executar ações próprias de outros serviços. “O próximo ciclo são os comunicadores sociais absorverem toda a internet. Eles vão se tornar as próprias redes sociais, meios de pagamento, aplicativos de transporte e assim por diante. Eles se transformarão em plataformas e muito do que fazemos na internet irá para dentro deles.” Esse panorama já ocorre na China, onde aplicativos como o Wechat já permitem agendar corridas de táxis ou carros particulares ou mandar dinheiro a amigos. Ainda que fiquem mais potentes, essas redes sociais turbinadas terão que tratar as informações pessoais de forma mais cuidadosa, diz Amadeu, da UFABC. A era do WhatsApp, no entanto, está longe de acabar. “Durante muito tempo, o WhatsApp vai continuar dominando o mercado de mobilização, a não ser que ele crie algum tipo de nova burocracia ou dificuldade para os usuários, o que eu duvido”, diz Kataguiri. Initial plugin text

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Wed, 13 Jun 2018 09:29:15 -0000 -